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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

BRICS/China e Rússia prometem aprofundar cooperação militar


2019-09-05 19:25:04, Xinhua (China) http://portuguese.xinhuanet.com/2019-09/05/c_138367939.htm

Moscou, 5 setembro (Xinhua) -- Oficiais militares de alto escalão da China e da Rússia concordaram em fortalecer a cooperação nesta área entre os dois países para manter conjuntamente a paz e estabilidade globais.

Zhang Youxia, vice-presidente da Comissão Militar Central, e o ministro russo da Defesa Nacional, Sergei Shoigu, atingiram o acordo durante uma reunião em Moscou nesta quarta-feira.

Zhang, que também é membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), elogiou o desenvolvimento das relações China-Rússia nos últimos 70 anos de

sábado, 26 de março de 2016

Brasil/Conselho Mundial de Igrejas pede respeito à democracia no Brasil



25 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


 Olav Fykse, secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas


O Rev. Dr. Olav Fykse Tveit, secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), externou sua preocupação em relação às atuais turbulências sociais e políticas no Brasil, exortando às igrejas cristãs e a todos os setores da sociedade brasileira “a defenderem os princípios democráticos, respeitarem os direitos humanos fundamentais e assegurarem a liberdade de expressão e opinião a todos"

Em declarações feitas no

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Angola/PLANO COMUM COM O BOTSWANA

14 outubro2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa, Adelina Inácio, Madalena José, Josina de Carvalho 

O Presidente do Botswana e líder em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Seretse Khama Ian Khama, considerou Angola um “exemplo de resiliência” que orgulha não só a região, mas todo o continente africano.

O líder tsuanês, que discursou ontem no Parlamento angolano, numa sessão especial em sua homenagem, disse que África tem inúmeros casos de países que viveram conflitos internos, mas que não tiveram a atitude necessária para defender os ganhos da paz e da estabilidade.

“Angola construiu uma trajectória diferente e é um exemplo vivo de que África deve orgulhar-se”, frisou Ian Khama, que termina hoje a sua visita de 48 horas a Angola, a primeira desde que assumiu, em 2014, a presidência do Botswana.

Antes de ir ao Parlamento angolano, o líder tsuanês reuniu-se no Palácio da Cidade Alta com o seu homólogo angolano, José Eduardo dos Santos. O encontro, que decorreu em paralelo com as conversações entre delegações ministeriais, serviu para

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Moçambique/Chefe do Estado-Maior General afirma: nossa missão está clara

24 setembro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A missão das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), de defesa da pátria, da soberania e integridade territorial, está muito bem clara, segundo afirmou ontem o Chefe do Estado-Maior General, Graça Chongo.

O Chefe do Estado-Maior General das FADM falava a jornalistas momentos após a cerimónia de patenteamento de oficiais generais e de saudação ao Comandante-Chefe das Forças Armadas, o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi. Graça Chongo foi solicitado pela imprensa a comentar a exortação feita pelo Chefe do Estado para que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) deixem os políticos fazer política.

“Os militares são apolíticos. Obedecem o Estado e a sua missão está

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Timor-Leste/Taur Matan Ruak apela ba uniaun no estabilidade ba dezenvolvimentu timoroan nian/Taur Matan Ruak apela à união e à estabilidade para desenvolvimento timorense

20 de Maio de 2015, SAPO Noticias http://noticias.sapo.tl/tetum (Portugal)

Ohin Prezidente Repúblika apela ba uniaun no reforsu estabilidade, ingrediente esensiál sira ba estratéjia dezenvolvimentu nasaun nian, ne’ebé ohin kumpri tinan 13 restaurasaun nia independénsia.

"La iha estabilidade la iha dezenvolvimentu. Dame, seguransa ema no bens nian, konfiansa iha justisa no respeitu ba lei indispensável hodi atrai investimentu no promove dezenvolvimentu", tenik Taur Matan Ruak.

"Ita tenki hamutuk no reforsa estabilidade, hodi implementa ita nia estratéjia dezenvolvimentu nian no hasoru sé maka hakarak aat ba ita ", nia afima.

Xefe Estadu ne’e ko’alia iha Maliana iha ne’ebé ohin nia prezidi serimónia ofisiál sira aniversáriu ba dala-13 restaurasaun independénsia timoroan.

Konsidera esensiál fortalese "konfiansa no respeitu internasionál" iha nasaun, Taur Matan Ruak hatete katak

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

República Centro Africana agradece apoio de Angola

2 fevereiro 2015 Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias*, Addis Abeba

O primeiro ministro do Governo de Transição da República Centro Africana (RCA), Mahamat Kamoun, agradeceu todo o apoio que têm recebido de Angola para a estabilização daquele país.

A mensagem foi transmitida sábado em Addis Abeba ao Vice-Presidente da República, Manuel Vicente. Mahamat Kamoun informou sobre os últimos desenvolvimentos da situação política, num momento em que a grande preocupação é fazer prevalecer o diálogo necessário para a estabilização e paz.
 
As autoridades da República Centro Africana estão a preparar a consulta popular que culmina, dentro de dois meses, num Fórum Nacional de reconciliação. “Este processo de diálogo e reconciliação nacional inscreve-se

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Angola/COOPERAÇÃO ESTRATÉGICA

24 outubro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Angola, o Congo Democrático e a África do Sul estiveram reunidos esta semana em Luanda para debater questões ligadas à estabilidade e segurança na região, com ênfase na situação que se vive na RDC, marcada pela instabilidade.

Os problemas de instabilidade em África têm se arrastado por vários anos, causando situações de bloqueio ao desenvolvimento do continente, onde milhões de africanos não podem ainda desfrutar dos benefícios que as independências podiam proporcionar, em condições de paz. Na verdade, o sonho de todos os africanos era o de uma África completamente livre de conflitos armados e em que pudessem exclusivamente trabalhar para o seu bem-estar. Muitos países africanos alcançaram as independências há mais de 50 anos, tendo os pais fundadores dos Estados do continente lutado por uma África de progresso e com sociedades em que as instituições fossem estáveis e estivessem ao serviço dos povos. Conquistámos as nossas independências para vivermos felizes. Infelizmente, as armas não se calam em algumas regiões do continente, em virtude de haver forças que optam sistematicamente pela violência, para tirarem partido da destabilização que causam em

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ONU solicita a Angola apoio para saída da crise



28 outubro 2013, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Garrido Fragoso

A subsecretária geral das Nações Unidas para a região dos Grandes Lagos, que termina hoje uma visita de três dias a Luanda, disse aos jornalistas que Angola “é uma referência para a paz e segurança na região”.

Mary Robinson salientou que por isso se deslocava a Angola para solicitar o apoio do Presidente José Eduardo dos Santos na resolução da crise na região dos Grandes Lagos, sobretudo no leste da República Democrática do Congo (RDC), onde “a situação é muito séria”.

Na região leste da RDC,

terça-feira, 7 de maio de 2013

Parlamento Pan-Africano/Destacado Mecanismo de Revisão dos Pares como prova do empenho das instituições africanas



6 maio 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Midrand, África do Sul (Da enviada especial) – A Abordagem do tema sobre “Mecanismo de Revisão dos Pares (APRM)” e o “Estado da União Africana”, durante a plenária da II sessão Ordinária da Terceira Legislatura do Parlamento Pan-Africano foi considerada hoje, segunda-feira, na cidade de Midrand, Joanesburgo, pelo Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, como prova do desempenho colectivo das instituições africanas.

Segundo o presidente do Parlamento angolano, que discursava na cerimónia de abertura da referida sessão, esse empenho visa materializar os objectivos de desenvolvimento estratégico que coloca a paz, a democracia e a boa governação política e económica no topo da agenda africana.

sábado, 14 de março de 2009

Premiê da Guiné-Bissau apresenta programa de Governo

Bissau, 13 março 2009 (Lusa) - O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, apresentou nesta sexta-feira, no Parlamento, o seu programa de Governo para os próximos quatro anos. Os principais objetivos são boa governança, estabilidade política, modernização do Estado e crescimento econômico.

A Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau começou a primeira sessão legislativa em 27 de fevereiro, tendo como primeiro ponto de trabalho a apresentação e discussão do programa do governo, para legitimar o Executivo que venceu as eleições de 16 de novembro.

Contudo, os incidentes registrados no país no início de março, que provocaram a morte do presidente João Bernardo Nino Vieira e do chefe das Forças Armadas, Tagmé Na Waié, levaram à suspensão dos trabalhos dos deputados no Parlamento.

Nesta sexta-feira, o primeiro-ministro guineense e membros do seu Governo apresentaram finalmente aos 100 deputados do Parlamento um programa em que o Executivo vai "pautar o seu desempenho por práticas de transparência e estrita observância das normas e princípios universais e internos".

Os destaques do programa de Carlos Gomes Júnior vão para a reforma e modernização do aparelho de Estado, dignificação e inserção de veteranos de guerra e ex-combatentes, cumprimento dos compromissos internacionais, combate ao narcotráfico e crime organizado e reforma do setor de segurança e defesa.

Saúde, educação, justiça e pagamento de salários aos funcionários públicos são outros dos pontos fortes do programa do Governo guineense para o desenvolvimento do país.

"As forças armadas são aqui chamadas a assumir uma estrutura republicana e constituir-se num importante fator de preservação da integridade e coesão interna", acrescenta o documento.

O programa apresentado começa a ser discutido na segunda-feira no Parlamento guineense.