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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Angola/PLANO COMUM COM O BOTSWANA

14 outubro2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa, Adelina Inácio, Madalena José, Josina de Carvalho 

O Presidente do Botswana e líder em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Seretse Khama Ian Khama, considerou Angola um “exemplo de resiliência” que orgulha não só a região, mas todo o continente africano.

O líder tsuanês, que discursou ontem no Parlamento angolano, numa sessão especial em sua homenagem, disse que África tem inúmeros casos de países que viveram conflitos internos, mas que não tiveram a atitude necessária para defender os ganhos da paz e da estabilidade.

“Angola construiu uma trajectória diferente e é um exemplo vivo de que África deve orgulhar-se”, frisou Ian Khama, que termina hoje a sua visita de 48 horas a Angola, a primeira desde que assumiu, em 2014, a presidência do Botswana.

Antes de ir ao Parlamento angolano, o líder tsuanês reuniu-se no Palácio da Cidade Alta com o seu homólogo angolano, José Eduardo dos Santos. O encontro, que decorreu em paralelo com as conversações entre delegações ministeriais, serviu para

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Moçambique/SADC: Nyusi preside órgão de defesa e segurança

19 de Agosto de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, é o novo presidente da “troika” do Órgão de Cooperação para as Áreas de Defesa e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O facto foi anunciado no final da 35.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governos da SADC, realizada nos últimos dois dias em Gaberone, capital do Botswana, em que foram debatidos diversos temas da vida regional, com destaque para o desenvolvimento económico.

A escolha de Moçambique, segundo o Presidente da República, quebrou a tradição no que diz respeito a esta matéria a nível do bloco, pois a pasta devia

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Ideais da SADC: Moçambique reafirma compromisso

18 de Agosto de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, reafirmou ontem, em Gaberone, Botswana, o compromisso de Moçambique em relação aos ideais e às aspirações da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O Chefe do Estado fez este pronunciamento na sua primeira participação numa cimeira ordinária do bloco económico regional, após tomar posse em 15 de Janeiro último.

Filipe Nyusi disse perante os seus homólogos que está feliz por notar que o Programa Quinquenal do Governo moçambicano, focalizado na paz, desenvolvimento humano, produtividade e competitividade, desenvolvimento de infra-estruturas e gestão sustentável dos recursos alinha com as prioridades definidas pela SADC.

Lembrou que

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Angola/REFORÇAR A PAZ REGIONAL

4 agosto 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

 

A gestão e solução de crises em África conhece uma fase nova com concertação regular entre as lideranças das diferentes sub-regiões do continente  e a coordenação das chefias militares.

Além do carácter preventivo que os encontros regulares das lideranças envolvem, a troca de informações e experiências, e a coordenação de acções conjuntas permitem maiores possibilidades de  sucesso.

Os desafios transnacionais  tendem a crescer à medida que os problemas políticos internos persistem em países como a República Democrática do Congo, o Lesoto e   Madagáscar.  Vários procura de soluções para os  seus problemas, para a preservação das conquistas alcançadas e para avançar rumo ao desenvolvimento.

Para bem da paz e da estabilidade, os líderes da SADC realizam regularmente encontros ministeriais e ao mais alto nível para "rever" a agenda do desenvolvimento, reforçar os mecanismos de prevenção  e solução dos principais focos de instabilidade na sub-região e continente em geral. Toda a sub-região ganha, as populações sentem-se mais protegidas e

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A SADC E A INDUSTRIALIZAÇÃO

30 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Nos processos de integração económica em que se encontram engajados Estados, como sucede na SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), a experiência demonstra que o princípio do gradualismo na execução de tarefas que conduzam a um espaço regional desenvolvido, garante melhores resultados e sustentabilidade.

Ao nível da região da SADC, um mercado com mais de 200 milhões de consumidores, muitas vozes defendem uma aceleração dos processos de integração, enquanto outras defendem medidas progressivas.

Angola tem defendido medidas graduais que ajudem a acelerar o comércio e as trocas comerciais numa altura em que a estratégia de governação passa pela diversificação da economia. Ontem aconteceu em Harare, capital do Zimbabwe, uma Cimeira Extraordinária da SADC em que Angola marcou presença por via do ministro das Relações Exteriores, Georges Chicoti, em representação do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos. No encontro, os representantes dos Estados membros da SADC debateram, entre outros temas de interesse, a estratégia e roteiro para a industrialização, e

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Turismo em Moçambique com crescimento de 9,5% em 2012



2 dezembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)
  
Moçambique registou, em 2012, um crescimento turístico de 9,5%, com 2,2 milhões de chegadas internacionais contra 2,01 em 2011, disse em Maputo o primeiro-ministro Alberto Vaquina.

Ao discursar na abertura da 5ª reunião dos Ministros do Turismo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC),

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Moçambique/Presidente da AT reafirma União Aduaneira em 2010

O presidente da Autoridade Tributária de Moçambique (AT), Rosário Fernandes reafirmou que a União Aduaneira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) será estabelecida, em princípio, em 2010, equanto que o espaço de tempo entre 2010/18, calendário crucial de maturação dos desígnios do Mercado Comum e da Moeda Única, no quadro dos desafios de integração regional, sugere robustez em três dimensões.

17 janeiro 2009/Notícias

A forte estabilidade monetária e cambial nas relações de troca e comércio internacional; a forte sustentabilidade fiscal e orçamental e, por fim, níveis sustentáveis do crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB).
A concretização deste desiderato, segundo o presidente, não passará de uma miragem se não for preparado um programa de formação dirigido e profissionalizante oportuno e abrangente, e, acima de tudo, célere e eficaz.
O Presidente da Autoridade Tributária de Moçambique (AT) também anunciou que o país passará a contar, a breve trecho, com um Instituto Politécnico de Finanças Públicas e Formação Tributária de âmbito regional.
Fernandes, que falava há dias, na cidade da Matola, província de Maputo, no final da visita às instalações do Instituto de Finanças Públicas e Formação Tributária (IFPFT), disse que a instituição do futuro vai ministrar diversos módulos do domínio das finanças públicas incluindo as especialidades tributárias, bancária, seguradora e micro-finanças.
Para o efeito, o presidente revelou que já existe um espaço de quatro hectares, no distrito da Moamba, província de Maputo, onde será edificada a sede operacional do futuro instituto, estando, neste momento, em curso os arranjos referentes ao cadastro e registo com a respectiva administração.
Além do instituto de âmbito regional, projectado para o futuro, a AT tem em vista a criação de dois outros, mas não de nível regional.
O primeiro estará sedeado na cidade da Beira, província central de Sofala, ainda no primeiro trimestre do corrente ano, e o segundo em 2010 na Ilha de Moçambique, província de Nampula, norte do país.
A fonte disse, por outro lado, estarem em curso esforços para obtenção de parcerias das autoridades da África do Sul e de Angola, países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para a concretização dessa intenção.
A visita as instalações contou coma presença do Governador do Banco de Moçambique, Ernesto Gove, e outros quadros seniores do Ministério das Finanças e da Autoridade Tributária de Moçambique.
MOÇAMBIQUE AJUSTA RECEITAS
A Autoridade Tributária de Moçambique (AT) pretende que a contribuição das receitas fiscais para o Produto Interno Bruto (PIB) corresponda a 22 por cento, conforme a média da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Neste momento, segundo revelou o Presidente da AT, Rosário Fernandes, as receitas fiscais contribuem com 16.3 por cento para o PIB, uma cifra que, pelo menos, supera os mínimos estabelecidos pelo Banco Mundial(BM) e Fundo Monetário Internacional(FMI), que é de 15 por cento.
Assim, as receitas fiscais contribuem com cerca de 1.3 biliões de dólares Norte-americanos (USD), se considerar que o PIB de Moçambique é de cerca de 8 biliões de USD, segundo dados que constam no portal do Instituto Nacional de Estatísticas (INE).
De acordo com Hermínio Sueia, Director do Gabinete de Planeamento, Estudos e Cooperação Internacional e porta-voz do Conselho Directivo da AT, para alcançar a média de 22 por cento, a instituição estabeleceu no seu plano Estratégico 2009-2011 um crescimento anual mínimo de 0.5 por cento da contribuição das receitas fiscais para o PIB do país.
Desta feita, espera-se que a contribuição das receitas colectadas pela AT no PIB venha a ser de 16.8 por cento no presente ano.
Sueia reconhece que alcançar a média regional poderá levar algum tempo, tendo em conta a meta de crescimento anual mínimo de 0,5 por cento, mas considera que com o actual ritmo das cobranças de impostos o País irá conseguir muito mais que o estabelecido.
“Estamos a lutar no processo de reformas no sentido de alcançarmos indicadores de convergência regional da contribuição da receita fiscal na composição do PIB. Estabelecemos no nosso plano estratégico um aumento mínimo anual da contribuição das receitas fiscais no PIB de 0,5 por cento, mas somos capazes de conseguir mais do que esta percentagem. Esse aumento vai permitir que possamos alcançar a média da região que é de cerca de 22 por cento” explicou.
No ano passado a AT arrecadou cerca de 39 milhões de meticais, equivalente a 1.560 milhões de USD. Deste valor, 64,5 por cento resulta das receitas internas, ou seja da cobrança interna de impostos, e os restantes 35,5 por cento provém do comércio internacional, concretamente dos impostos pagos durante as importações.
Para este ano, a AT prevê arrecadar cerca de 46 biliões de meticais (1,8 biliões de USD), que vai cobrir 44,2 por cento das despesas do Estado.
Sueia acredita que a contribuição dos impostos cobrados internamente será superior a do ano passado, uma vez que a AT está empenhada em alargar a base tributária, envolvendo cada de vez mais cidadãos com renda, bem como todos os potenciais contribuintes a pagarem impostos.
Estes dados confirmam que a remoção de tarifas, no quadro da integração regional na SADC não vai afectar muito o valor das receitas fiscais, principalmente se continuar a alargar a base tributária.
No âmbito do alargamento desta base, a AT duplicou o numero de atribuições do Número Único de Identificação Tributária (NUIT) de 2006, quando a instituição foi criada, até ao fim do ano passado.
Assim, até ao momento foram atribuídos 772.359 NUIT’s, o que significa que existe igual número de potenciais contribuintes no país.
Para alcançar os resultados almejados, a AT pretende levar a cabo uma série de medidas que poderão contribuir para aumentar ainda mais o número de contribuintes, como facilitar procedimentos, colocar os serviços mais próximos do cidadão, em particular aqueles que vivem em zonas recônditas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Angola assume presidência do órgão dos Inspectores de Defesa da SADC

Luanda, 4 agosto 2008 - A República de Angola vai assumir a presidência do órgão dos Inspectores Gerais de Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), depois da realização da sua II conferência bienal, a ter lugar em Luanda, de 05 a 07 de Agosto.

Este facto foi anunciado domingo pelo Inspector Geral das Forças Armadas Angolanas, general Rafael Sapilinha "Sambalanga", que falava em entrevista exclusiva à Angop, a propósito da realização deste encontro.

Segundo o general Sambalanga, a reunião tem como principal objectivo avaliar as actividades desenvolvidas desde a I conferência realizada em Pretória, África do Sul, em Julho de 2006.

O responsável militar explicou que as principais linhas de força deste evento analisam-se na materialização das conclusões saídas da reunião anterior que visam a mobilização e conjugação de esforços dos órgãos de Inspecção da defesa dos países membros da SADC.

Referiu que até ao presente nove delegações confirmaram já a presença no evento.

Entretanto, para participar neste fórum encontra-se já em Luanda, desde sexta-feira, o Inspector Geral das Forças de Defesa da África do Sul, major-general Mxolisi Petane que assume actualmente a presidência do órgão.

São membros da SADC, Angola, África do Sul, Botswana, Lesotho, Ilhas Maurícias, Malawi, Moçambique, Madagáscar, Namíbia, República Democrática do Congo, Swazilandia, Zâmbia, Tanzânia e Zimbabwe. (AngolaPress)

terça-feira, 3 de junho de 2008

Angola/Vice-ministro da Defesa destaca avanços alcançados pelo órgão de Defesa e Segurança da SADC

Luanda, 3 junho 2008 - O vice-ministro da Defesa, Gaspar Rufino, destacou hoje, terça-feira em Luanda, os avanços alcançados pelo órgão de defesa e segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Esta constatação foi feita na cerimónia de abertura da reunião de peritos do Comité Inter Estatal da Defesa e Segurança da SADC (CIEDS), que de hoje até quarta-feira está a preparar o encontro dos ministros deste órgão, que vai decorrer nos dias 06 e 07 no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda.

Segundo o vice-ministro da Defesa, muitos países da SADC estão empenhados no cumprimento de missões de apoio à paz em muitos pontos do mundo com resultados positivos.

“Com muito sucesso contribuímos com homens ligados ao órgão de Defesa e Segurança para assistência ao processo de paz na República Democrática do Congo”, destacou.

O responsável apontou ainda a criação da Brigada da SADC em Estado de Alerta, em Agosto de 2007, em Lusaka.

Disse estarem criadas as condições para criação e funcionamento do Centro Regional de Aviso Prévio, para o qual meios técnicos e humanos estão mobilizados para assegurar a troca de informações que permitam aos estados acudirem em tempo útil as situações negativas que ocorrem.

Revelou que o Centro de Formação e Manutenção de Paz é já uma realidade e o seu funcionamento está garantido, podendo os quadros aprenderem matérias sobre a pacificação.

O vice-ministro disse ser preciso fazer muito mais para apoiar os discursos de integração e desenvolvimento económico da região austral do continente.

O encontro está a analisar a acta da reunião anterior deste órgão regional o funcionamento da brigada em estado de alerta da SADC, o centro de aviso prévio, e a criminalidade a nível da região.

A segurança na região, a contribuição dos estados membros em missões de apoio a paz no continente e no mundo, assim como o orçamento do órgão, será igualmente discutido.

Agenda inscreve também a análise da assistência ao processo de paz na República Democrática do Congo, o funcionamento do Centro de Formação de Manutenção de Paz, o combate ao tráfico de armas e aos crimes transfronteiriços, a situação migratória e aduaneira, o terrorismo e as consequências das forte chuvas que assolaram alguns países membros.

A SADC integra actualmente 14 estados membros, nomeadamente Angola, África do Sul, Botswana, Lesotho, Ilhas Maurícias, Malawi, Moçambique, Madagáscar, Namíbia, República Democrática do Congo, Swazilândia, Zâmbia, Tanzânia e Zimbabwe. (AngolaPress)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Angola no Fórum Regional sobre Mecanismos de Protecção às Vítimas do Tráfico Humano

Luanda, 22 abril 2004 – A República de Angola vai participar, durante três dias, no workshop sobre os Mecanismos de Protecção Regional às Vítimas de Tráfico Humano, a decorrer de 23 a 25 de Abril, na cidade de Durban, África do Sul.
Para representar o país no evento viajou hoje (terça-feira) para aquele país a directora do Instituto Nacional da Criança (INAC), Eufrazina Maiato, acompanhada da chefe do Gabinete de Estudos e Investigação da referida instituição, Maria Manuela Coelho.
De acordo com a Eufrazina Maiato, em declarações à Angop no aeroporto, a participação do INAC no evento enquadra-se “num trabalho de prevenção que o país tem levado a cabo no sentido de diminuir as referências sobre este fenómeno, que ainda não são alarmantes em Angola”, sublinhou.
No entanto, “queremos prevenir que ele (o fenómeno) aumente e se instale no país”, afirmou a directora do INAC.
Segundo a entrevistada, Angola e a sociedade toda devem estar sensibilizadas sobre este tipo de fenómeno que afecta o desenvolvimento multi-facético da criança a vários níveis, pois “este tipo de tráfico faz as crianças perderem a sua escolaridade e o tempo de serem crianças”, reafirmou Eufrazina Maiato.
Por sua vez, a chefe do Gabinete de Estudos e Investigação disse que a presença do INAC no fórum visa dar continuidade ao trabalho que se tem realizado no país para melhor se organizar com vista a combater o tráfico de crianças que, por ser uma prática clandestina, tem vindo a aperfeiçoar os seus mecanismos de actuação.
Desta forma, acrescentou, os Estados da região também têm que trabalhar em conjunto para melhorarem os seus mecanismos de actuação e combater tais práticas nos seus países.
Durante o encontro, os participantes vão debater vários temas, entre os quais “As melhores práticas necessárias para a protecção das vítimas do tráfico”, “Género e protecção nas perspectivas da SADC”, “Obrigações internacionais dos países da SADC”, “Políticas de protecção e assistência às vítimas do tráfico”, “Respostas compreensivas” e “A dimensão da saúde no tráfico de pessoas”.
Nestes temas e assuntos a serem analisados, disse Maria Coelho, Angola vai dar a sua contribuição na base da realidade vivida, tendo, na ocasião, recordado que, na semana finda, o INAC realizou, em Luanda, um encontro que abordou a problemática do tráfico da criança em território nacional.
Terminado o encontro na sexta-feira, em Durban, a delegação angolana regressa sábado à cidade de Luanda.
Fazem parte da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) Angola, África do Sul, Botswana, Moçambique, Malawi, Namíbia, Madagascar, Lesotho, Swazilândia, RDCongo, Tanzânia, Ilhas Maurícias, Zâmbia e Zimbabwé. (AngolaPress)

terça-feira, 11 de março de 2008

Moçambique/Exportações para África do Sul aumentam

Maputo, 11março 2008 - As exportações de Moçambique para a África do Sul, o gigante económico da África Austral, quase duplicaram em dois anos, embora a balança comercial entre os dois países seja largamente favorável a Pretória.
De acordo com números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor das exportações de Moçambique para o país vizinho subiram de 1,5 milhões de dólares (cerca de 970 mil euros), em 2004, para 2,4 milhões de dólares (1,5 milhões de euros), em 2007.
O incremento nas exportações moçambicanas deveu-se, em larga medida, aos recursos naturais canalizados para a África do Sul, em especial energia eléctrica e gás natural.
A estes somam-se produtos mais tradicionais como os mariscos, algodão e citrinos.
No período em referência, a balança comercial entre os dois países continua, porém, a ser amplamente favorável à África do Sul.
De acordo com o secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), o moçambicano Tomás Salomão, a economia da África do Sul representa por si só 68 por cento de toda a riqueza gerada na região da África Austral (Moçambique representa apenas três por cento).
A região Austral de África é composta por Moçambique, África do Sul, Angola, Botswana, Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícia, Namíbia, Swazilândia, Zâmbia e Zimbabwe (a SADC inclui, além destes, a República Democrática do Congo, Tanzânia e Seychelles).
Tomás Salomão, que falava na abertura do ano lectivo da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), defendeu que Moçambique deve fazer mais para beneficiar com as fragilidades apesar de tudo existentes nos países economicamente mais poderosos da região.
"O nosso país deve saber tirar vantagem deste processo de integração regional.
Sabemos todos que os países da SADC possuem um défice muito grande na sua capacidade de produção de energia. Moçambique deve aproveitar esta fragilidade e produzir mais electricidade para exportação", disse. (AngolaPress)