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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

BRICS/China e Rússia prometem aprofundar cooperação militar


2019-09-05 19:25:04, Xinhua (China) http://portuguese.xinhuanet.com/2019-09/05/c_138367939.htm

Moscou, 5 setembro (Xinhua) -- Oficiais militares de alto escalão da China e da Rússia concordaram em fortalecer a cooperação nesta área entre os dois países para manter conjuntamente a paz e estabilidade globais.

Zhang Youxia, vice-presidente da Comissão Militar Central, e o ministro russo da Defesa Nacional, Sergei Shoigu, atingiram o acordo durante uma reunião em Moscou nesta quarta-feira.

Zhang, que também é membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), elogiou o desenvolvimento das relações China-Rússia nos últimos 70 anos de

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Angola/As Forças Armadas Angolanas simbolizam a unidade nacional

10 outubro 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Adalberto Ceita

Em Angola a expressão mais alta de reconciliação e o melhor exemplo de unidade nacional encontramos nas Forças Armadas Angolanas, considerou ontem, no município do Ambriz, província do Bengo, o ministro da Defesa Nacional.

João Lourenço, que discursava no acto central das comemorações do 25.º aniversário da fundação das Forças Armadas Angolanas, decorrida na Escola de Formação de Fuzileiros, referiu que as FAA constituem motivo de orgulho nacional e

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Angola/Conselheiro de Segurança em consultas

24 Novembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Josina de Carvalho

O Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, recebeu ontem em audiência, no Palácio Presidencial da Cidade Alta, o secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa, Nikolai Patrushev, com quem abordou questões ligadas à paz e segurança mundial.

Angola e Rússia vão unir esforços para combater a imigração ilegal, pirataria e o terrorismo internacional. A garantia é do secretário do Conselho de Segurança da Federação da Rússia, Nikolai Patrushev, no final do encontro com o ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Manuel Hélder Júnior.

Nikolai Patrushev, que se fez acompanhar por uma importante delegação, foi antes recebido em audiência pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, com quem abordou

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Moçambique/Membros das Forças Armadas não pertencem a nenhum grupo

14 outubro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Ministro da Defesa Nacional reiterou, em Chimoio, que os membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) não pertencem a nenhum grupo étnico, a nenhuma região do país, a nenhuma religião e a nenhuma cor partidária. Que eles são sim, e apenas isso, moçambicanos dispostos e disponíveis para defender todo o povo do Rovuma ao Maputo e do Zumbu ao Índico.

“A vossa religião é a paz, sempre a paz no nosso solo pátrio. Este é o sonho do povo moçambicano, que vos incumbiu esta missão desde o dia em que juraram a Bandeira!”, lembrou Salvador Mtumuke, falando sábado em Chimoio no encerramento dos cursos de promoção a capitão e complementar de alferes milicianos das FADM.

O governante defendeu, na ocasião, que no actual contexto, em que se assistem às mudanças estruturais e substanciais de âmbito nacional, regional e mundial, a garantia da defesa, salvaguarda da independência e da integridade territorial continua a

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Moçambique/FADM devem reforçar a paz e defender a unidade nacional - defende Ministro da Defesa

Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Ministro da Defesa Nacional, Atanásio Salvador Ntumuke, apelou na quarta-feira, ao Estado Major-General e aos diversos comandos das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), para continuarem a trabalhar permanentemente no reforço da Paz, da Unidade Nacional e da autoridade do Estado ao longo do território nacional.

Falando na abertura oficial do Ano de Actividades Operacionais 2015, para as FADM, Salvador Ntumuke disse que esta medida é um dos desafios das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e que asua prossecução passa, necessariamente, por melhorar a gestão da componente operacional, tornando-a cada vez mais eficaz e eficiente, através da maximização dos programas de treino.

Defendeu, neste contexto, ser necessário continuar-se a apostar em programas concretos de aprontamento de forças, que possa conduzir ao pressuposto de treinar os efectivos.

“Este princípio orientador deve-nos fazer

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Moçambique/FADM firmes na defesa do país -- garante Chefe do Estado-Maior General

13 Fevereiro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), general Graça Chongo, garantiu ao ministro da Defesa Nacional que as Forças Armadas continuarão empenhadas na manutenção do poder do Estado em todo o país, para que as populações vivam num ambiente de paz, estabilidade social e desenvolvimento económico.

“Asseguramos, por isso, uma prontidão imediata, mantendo uma disponibilidade total e um exigente padrão de comportamento das tropas traduzido na disciplina, no respeito e cumprimento da lei, obedecendo ao princípio da subordinação das Forças Armadas ao poder civil democraticamente instituído. Esta é a característica própria da nossa instituição militar e ela continuará para sempre”,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Moçambique/Nova governação exige atitudes colectivas e individuais

10 janeiro 2015, Portal do Governo (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Ministro da Defesa Nacional, Atanásio M'tumuke, diz que a nova governação iniciada este ano exige de todos os membros das Forcas de Defesa de Moçambique (FADM) novas atitudes colectivas e individuais, nos diferentes sectores de trabalho.

Trata-se, segundo o Ministro, de desafios que implicam a coragem de operar mudanças que devem ser feitas em respeito às normas militares e dos marcos que norteiam o

segunda-feira, 24 de março de 2014

Angola/Heróis da África Austral

24 março 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Bernardino Manje, Cuito Cuanavale

O ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, prestou ontem homenagem a todos os combatentes das então Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) que participaram na Batalha do Cuito Cuanavale, em particular aqueles que perderam a vida na célebre epopeia, decorrida entre 15 Novembro de 1987 e 23 de Março de 1988.

A homenagem consistiu na deposição de uma coroa de flores no Triângulo do Tumpo, local onde há 26 anos as FAPLA travaram encarniçados combates contra o exército regular do regime racista sul-africano, que pretendia invadir o território angolano.

Durante o acto, que serviu para assinalar o 26º aniversário da Batalha do Cuito Cuanavale, Cândido Pereira Van-Dúnem agradeceu o apoio dado pelos internacionalistas cubanos e os instrutores russos.
 
“A superioridade empreendida pelo exército sul-africano, com o uso de artilharia de longo alcance e da aviação sofisticada, dificultava qualquer espécie de manobra por parte das FAPLA, o que obrigou, posteriormente, o envolvimento de forças cubanas, que se situavam nas cercanias da cidade de Menongue, para se juntarem às ex-FAPLA que, de forma brilhante e com uma grande performance, já travavam duras acções ofensivas contra o invasor”,

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Brasil/Plano de Defesa pode dar fim a divergências entre civis e militares, diz Mangabeira Unger

Alex Rodrigues, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

20 setembro 2008

Brasília - Coordenador do comitê interministerial responsável pela elaboração do Plano Estratégico de Defesa Nacional entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 9, o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, acredita que a iniciativa, embora conduzida por civis, irá contribuir para a superação de eventuais divergências entre civis e militares.

Mangabeira afirma não haver, da parte do atual governo, qualquer atitude revanchista por conta da perseguição a oposicionistas da ditadura militar (1964-1985), mas reconheceu que o golpe que depôs o presidente João Goulart aprofundou o distanciamento entre a sociedade civil e os militares.

"Vivemos um período de antagonismos e de suspeitas entre civis e militares que foi agravado por toda a experiência do regime militar”, afirmou Mangabeira à Agência Brasil. “Acho que estamos superando isso e, a meu ver, essa é uma das conquistas menos visíveis da formulação do Plano de Defesa, selar a superação desse legado histórico”

Segundo o ministro, enquanto no resto do mundo os defensores de “projetos nacionais” são os mesmos grupos associados às pessoas que querem o fortalecimento da Defesa Nacional para que seus países tenham “uma margem de manobra que lhes permita construir seus próprios modelos e resistir às agressões e intimidações externas”, no Brasil aconteceu algo singular.

“Devido a toda a nossa história, houve uma divergência, agravada pelo regime militar, entre os que defendiam o projeto de desenvolvimento e os que reclamavam um projeto de fortalecimento de nossas Defesas”, disse Mangabeira. Ele explicou que, enquanto o desenvolvimentismo foi associado aos grupos de esquerda, a noção de Defesa foi associada aos militares que combatiam esses mesmos grupos.

Mangabeira lembrou que, embora não tenha sido a única causa, o afastamento entre militares e esquerdas ajuda a explicar “a marginalização da causa da Defesa” e o conseqüente sucateamento das Forças Armadas brasileiras.

“Claro que essa não é a única explicação. Entre todos os países grandes, o Brasil é o menos beligerante e o que menos contato teve com guerras. Não temos inimigos, não estamos ameaçados por qualquer um de nossos vizinhos e o pacifismo faz parte de nossa identidade nacional. Estamos predestinados a nos engrandecer sem imperar. Nada disso, no entanto, nos exime da responsabilidade de nos defendermos”.

Segundo Mangabeira, outra consequência desse antagonismo seria a existência de poucos especialistas civis aptos a discutir o tema e colaborar para a definição das estratégias adotadas pelo país. “Em todos os países grandes do mundo há uma burocracia civil especializada em questões militares. Nós não a temos. Por isso eu julgo importante que essa proposta entregue ao presidente tenha sido conduzida por civis, com a colaboração dos militares. Ao longo do último ano, eu ouvi de vários oficiais que eles jamais haviam discutido com civis as grandes questões militares ”.

Após receber a proposta do Plano de Defesa, Lula pediu ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, que convocasse uma reunião do Conselho Nacional de Defesa para que se amplie o debate sobre o assunto. Jobim preside o comitê interministerial criado em setembro de 2007 para formular a estratégia nacional.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/09/19/materia.2008-09-19.9793342857/view