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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Wallmapu, Chile/PALESTINA: “Crónica de un Asedio” – presentación en Temuco (Nota y video informativo)

 3 febrero 2015, Mapuexpress http://www.mapuexpress.net (Wallmapu, Chile)

El Sábado 31, Centro Árabe, Centro Árabe Temuco se realizó el lanzamiento del libro, "Palestina: Crónica de un Asedio" y Mesa Redonda "Retornar a donde nunca estuve" a cargo de Daniel Jadue, alcalde en la Comuna de Recoleta y de origen palestino, autor del libro. La actividad fue organizada por la Unión Árabe por Palestina de Temuco, instancia, donde también se hizo referencia a la situación del Pueblo Mapuche.

Luego de años de soñar con visitar la tierra de sus padre/madre y abuelos/as, el autor se embarca en una travesía que lo llevará a conocer de manera directa y dramática la realidad inmediata y cotidiana que vive el Pueblo Palestino bajo la ocupación militar del Estado sionista de Israel. Todo un relato personal de hechos reales. Daniel Jadue, autor chileno-palestino, es vicepresidente de la Federación Palestina de Chile, la mayor colonia de la diáspora palestina en el mundo, y coordinador para las Américas de las Red Internacional de apoyo a Palestina. Jadue es arquitecto, sociólogo, escritor y comunicador. Alcalde de Recoleta y militante PC.

A continuación nota informativa del medio HISPANTV
VER VIDEO

Una mesa redonda para la presentación del libro, “Palestina, Crónica de un Asedio”, ha permitido a la sociedad chilena

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cuba/Fidel advierte que EE.UU. fragua un genocidio contra los pueblos árabes



28 agosto 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

En sus más recientes Reflexiones, el Comandante Fidel Castro alertó que Estados Unidos y sus aliados preparan un genocidio contra los pueblos árabes, valiéndose de mentiras, manipulaciones mediáticas y de la impunidad de sus ataques a Kosovo, Irak, Afganistán y Libia.

El líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, advirtió este martes que el Gobierno de los Estados Unidos y sus aliados de Occidente y Medio Oriente alistan sus equipos y tácticas para perpetrar un genocidio contra los pueblos árabes, valiéndose de mentiras, manipulaciones mediáticas y de la impunidad prolongada que han consagrado con sus operaciones en Kosovo, Irak, Afganistán y, recientemente, Libia.

En sus acostumbradas Reflexiones, titulada esta vez “La mentira tarifada”, Fidel alerta que “muy pronto ocurrirán acontecimientos graves. No transcurren en nuestra época diez o quince años sin que nuestra especie corra peligros reales de extinción”, en referencia a la amenaza de una intervención militar en Siria, dirigida por Washington y Londres, con el auspicio de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

El Comandante cubano reconoce la valentía del pueblo árabe, negado a rendirse y arrodillarse ante Occidente y sus planes imperialistas, ni siquiera bajo la sombra de un inminente ataque militar.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Angola/Clube Árabe de Negócios procura oportunidades de investimentos no país



26 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda – O Clube Árabe de Negócios (grupo empresarial transcontinental) está a procurar oportunidades de investimentos em Angola por entender que este país afigura-se como uma das praças económica mais importantes em África actualmente e com um potencial muito grande ainda por se explorar.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Brasil/Organizações contra a ingerência externa na Síria divulgam nota



26 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Organizações abaixo-assinadas acompanham com extrema preocupação a escalada do conflito armado na Síria. "Consideramos que não há solução militar para o conflito na Síria, que deve ser resolvido pelo povo sírio, sem nenhum tipo de ingerência externa", afirmam em nota. Entre os movimentos sociais que assinam o comunicado estão União Brasileira de Mulheres (UBM), União de Negros pela Igualdade (Unegro), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os partidos PT e PCdoB, entre outros.


É nestes marcos que condenamos o ataque militar promovido, no dia 5 de maio, pelas forças armadas de Israel contra o território sírio

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Brasil respalda esfuerzos para poner fin a la cirisis siria



10 mayo 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Iran)

Brasil está dispuesto a cooperar para poner fin al conflicto en Siria, afirmó el jueves el ministro brasileño de Asuntos Exteriores, Antonio Patriota.

"Brasil ha apoyado durante mucho tiempo una solución negociada del callejón sin salida de Siria. Estamos dispuestos a contribuir y apoyar estos esfuerzos", dijo Patriota.

El ministro brasileño subrayó que su país siempre ha apoyado una solución pacífica a la crisis en Siria y ha mostrado su negativa a la intervención militar en territorio árabe.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Brasil/Declaração à imprensa da Presidenta da República, Dilma Rousseff, após cerimônia de assinatura de atos com o Presidente do Egito, Mohamed Morsi




8 maio 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)  

Palácio do Planalto, 08 de maio de 2013

Excelentíssimo senhor Mohamed Morsi, presidente da República Árabe do Egito.
Senhoras e senhores ministros de Estado e integrantes das delegações do Egito e do Brasil.

Senhoras e senhores jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

Senhoras e senhores,

Tenho muita satisfação em receber o presidente Morsi na sua histórica visita de Estado ao Brasil, a primeira de um mandatário desse grande país amigo que é o Egito. 

Escolhido pela voz majoritária das urnas, o governo do presidente Morsi busca dar expressão às legítimas aspirações do povo egípcio por liberdade, justiça social e desenvolvimento. Todos nós acompanhamos com emoção e sentimento de solidariedade o desenrolar do processo transformador desencadeado pelas manifestações da Praça Tahrir. Vivemos no Brasil processo similar de redemocratização a partir dos anos 80

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Brasil/Palestina Vive fortalece unidade e solidariedade aos palestinos



22 abril 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A tríplice fronteira foi palco de uma das manifestações mais expressivas, em termos de representatividade, em defesa da causa palestina. Na última semana, dos dias 16 a 19 de abril, mais de 1.500 pessoas, representando a diversidade étnica, religiosa, cultural e política, lotaram a sala de cinema do Iguassu Boulevard, em Foz do Iguaçu, para participarem do 1º Ciclo de Debates e Mostra de filmes sobre a causa Palestina.

Por Mônica Nasser*, de Foz do Iguaçu

Mais de 1.500 pessoas lotaram a sala de cinema

Quatro dias que expuseram, através de documentários, o drama e a resistência do povo palestino frente à estratégia de genocídio instalada no Oriente Médio desde a instituição do Estado de Israel em 1948.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Brasil/Síria: Entidades brasileiras reúnem propostas em solidariedade




10 abril 2012, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Diversas entidades brasileiras, partidos políticos, centrais sindicais e movimentos de todos os setores da sociedade brasileira reuniram-se na sede do Centro Cultural Árabe-Sírio de São Paulo nesta terça-feira (9), para a reunião de solidariedade à Síria, com o cônsul-geral sírio Dr. Ghassan Obeid.

Por Moara Crivelente, da redação do Vermelho

A reunião contou com cerca de 40 pessoas e partiu da análise sobre a situação atual da Síria e a marcha de solidariedade realizada em São Paulo em 23 de março, em que compareceram cerca de 200 pessoas.

O cônsul sírio iniciou a reunião saudando o apoio manifestado pelos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em sua última cimeira, realizada em março em Durban (na África do Sul). O agrupamento defendeu a soberania síria, a integridade territorial e a promoção de um diálogo nacional interno sem a ingerência estrangeira, que ameaça uma intervenção militar.

A crise na Síria já dura dois anos, e o cônsul fez uma atualização da situação interna desenvolvida pela violência armada, financiada, patrocinada e organizada por atores regionais e internacionais. Entre estes, foram destacados mais uma vez os papeis da Arábia Saudita, do Catar, da Turquia e dos Estados Unidos, em sua tradição imperialista e de ingerência.

A constante referência ao presidente da Síria, Bashar al-Assad, como um "ditador" é um instrumento dos atores que buscam legitimar essa ingerência na política interna da Síria, e a desinformação midiática tem sido meio fundamental para esse esforço, inclusive no Brasil.

Por isso, as entidades presentes na reunião, assim como o cônsul Obeid, fizeram diversas referências à necessidade de apoio explícito ao povo e ao governo da Síria, que já tem realizado esforços por um debate político amplo e nacional. O diplomata informou, por exemplo, que o novo parlamento conta com a participação de 22 partidos polítcos, num aumento evidente da participação e da representação política, pois até recentemente havia oito partidos representados.

Outro exemplo da realização de debates políticos internos e de esforços nacionais pelo diálogo foi a nova Constituição, "estabelecida em meio à crise", de acordo com o cônsul, o que demonstra o compromisso do governo com a negociação, contra a violência instigada desde o exterior.

"A linguagem atual da violência não é a que o governo quer; chamamos até os que estão armados para o diálogo, mas a Arábia Saudita, o Catar e o Kwait não querem que isso aconteça, querem mais derramamento de sangue para dominar a Síria. Felizmente, e graças aos reais amigos da Síria, isso não vai acontecer", disse o cônsul.

Obeid agradeceu as declarações da presidenta brasileira Dilma Rousseff sobre a soberania síria e a necessidade de um diálogo nacional, ressaltando os aspectos positivos das resoluções do Brics sobre a Síria.

O cônsul lembrou também sobre os planos do governo sírio de realizar eleições parlamentares no final de 2013, e eleições presidenciais em 2014, conforme o previsto na Constituição síria. O mandato presidencial naquele país é de sete anos, e a primeira vez que al-Assad foi eleito foi em 2000, com amplo apoio popular, que se manteve nas eleições de 2007.

Solidariedade ao povo sírio
As entidades presentes na reunião falaram da necessidade de um apoio humanitário e explícito à população síria, que vive em contexto de violência armada desde 2011, ameaçada principalmente por grupos de mercenários de diversas nacionalidades, autores de atentados terroristas frequentes.

A participação direta de países como os Estados Unidos no financiamento desses grupos, ou seja, a sua participação em atos de terrorismo, foi levantada como um paradoxo a ser ressaltado. Uma vez mais, o país que oficializou em discurso inflamado a suposta "luta contra o terrorismo" global tem mostrado dupla moral, apoiando grupos que usam o mesmo método de violência contra governos que não se submetem às políticas imperialistas ocidentais.

Neste sentido, as entidades debateram a necessidade de maior divulgação do que acontece na Síria em sentido crítico, nas páginas das mesmas entidades e com a criação de um jornal dedicado a esse aspecto, assim como a divulgação da causa a outras entidades e partidos brasileiros de relevo. Além disso, também foi proposta a elaboração de um manifesto (intitulado "Somos Todos Sírios") e, mais importante, o estabelecimento oficial de um Comitê de Solidariedade à Síria.

Para isso, definiu-se a realização da próxima reunião no dia 6 de maio, data simbólica para os sírios por ser o "dia dos mártires" no país, ou seja, dos combatentes mortos durante as lutas contra o domínio francês. Está previsto o lançamento oficial do Comitê durante a reunião, assim como a publicação do seu manifesto contra o imperialismo, a ingerência na política interna, o terrorismo e pelo respeito à soberania síria.

Estiveram presentes as seguintes entidades e instituições:

Partido Comunista do Brasil (PCdoB); Partido Pátria Livre (PPL); Força Sindical; Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e de Luta pela Paz (Cebrapaz) e Conselho Mundial da Paz (CMP); Federação das Entidades Árabe-Palestinas do Brasil (Fepal); Federação das Entidades Árabes (Fearab América e SP), Confederação das Mulheres do Brasil (CMB) e Federação Democrática Internacional de Mulheres (FDIM); Portal Vermelho, Sociedade Beneficente Islâmica de SP, Instituto Paulo Freire, Conselho de Representantes dos Empregados da Companhia de Engenharia de Tráfego, Grupo de Trabalho Árabe/Centro de Estudo de Oriente Médio, Centro Islâmico do Brasil (CIB), Revista Sawtak, Centro Cultural Árabe-Sírio, Partido Comunista Libanês (PCL) e Partido Socialista Árabe Sírio (Al Baath).


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Exigen desde Cuba solidaridad mundial contra la violencia en Siria



3 abril 2013, Agencia Árabe Siria de Noticias (SANA) http://www.sana-syria.com (Siria)

La Habana (SANA) --- El Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos “ICAP” y otras organizaciones radicadas en este país demandaron la solidaridad mundial para detener la violencia en Siria.
En un acto celebrado en la capital La Habana, Nelson García, de la Unión Árabe de Cuba, dijo en su lectura al comunicado del ICAP, que La Habana continuará levantando su voz en defensa de la lucha de Siria en todos los escenarios donde se le conceda el espacio para denunciar los crímenes y abusos contra ese pueblo.
Asimismo, expuso que Damasco atraviesa extremas presiones internas y externas cuando se acrecienta una feroz campaña mediática de potencias occidentales imperialistas, que buscan eliminar del escenario político al presidente Bashar Al-Assad.
El comunicado destaca que “resulta difícil creer a esas naciones que desarrollen campañas mediáticas tramposas a favor de mezquinos intereses, cuando se venden al mundo como democráticas y luchadoras contra el terrorismo y la proliferación de las armas de destrucción masiva”.
Asimismo, el comunicado reconoce la voluntad de independencia y ejemplo de resistencia de Siria contra las agresiones imperialistas”.
A su vez, el Encargado de Negocios de la misión diplomática siria en La Habana, Ghassan Haiddar, manifestó que se trata de una agresión terrorista contra Siria para destruir todo lo que se ha edificado, e incluso asesinar a sus científicos y a todo lo que represente el desarrollo, con el objetivo de castigar al gobierno por su oposición a proyectos hegemónicos en la región.
Haiddar exigió el fin de la violencia y de la injerencia en Siria y precisó que se requieren esfuerzos a fin de disuadir a quienes financian la guerra, liderada por Estados Unidos.
Fady M., Lynn A.

sábado, 23 de março de 2013

Brasil/SOMOS TODOS SÍRIOS!


O Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio marcou para hoje, sábado 23, em São Paulo, uma manifestação contra a campanha de desinformação lançada pelos EUA e os seus aliados visando justificar uma intervenção militar imperialista na Síria.



quinta-feira, 21 de março de 2013

Brasil/Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio convoca manifestação

20 de março de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio organizará uma manifestação para o próximo sábado (23), em São Paulo, para fazer frente à desinformação que garante apoio às declarações imperialistas e a ameaça de intervenção militar na Síria. A ingerência nos assuntos internos desta nação árabe milenar e soberana tem sido motivo de críticas dos aliados do povo sírio.



Em fevereiro, no Centro Cultural Árabe-Sírio, o cônsul da Síria Ghassan Obeid fez uma longa exposição do que acontece no país, e denunciou o apoio estrangeiro aos grupos armados que atuam na destruição de infraestruturas e causando a morte de milhares de civis.



O cônsul classificou estes grupos de terroristas que têm desestabilizado a política e a vida interna da Síria, com o apoio direto, financeiro e bélico, de países como os EUA (que já declararam ter ainda a intenção de aumentar este apoio), países europeus, países do Golfo Pérsico (como o Catar e a Arábia Saudita) e a vizinha Turquia.



O conflito armado, que começou em 2011, demonstra indícios de manipulação externa das diferenças etno-políticas do país, mais uma vez instrumentalizadas para garantir a instabilidade interna. O Ministério de Informação sírio emitiu um documento extenso em que mencionou esses esforços e fez uma relação das ações violentas levada a cabo pelos grupos armados, compostos em grande parte por mercenários importados.



A necessidade de demonstração de solidariedade ao povo sírio, que em sua maioria apoia o governo do presidente Bashar Al-Assad, foi exaltada no seminário e em vários fóruns da internet. A desinformação midiática que repete acusações de autoritarismo contra o governo sírio para justificar a interferência política e militar tem levado a vários movimentos, mesmo no Brasil, a sustentar essa tendência.



A presidenta Dilma Rousseff, entretanto, assim como os presidentes da China, da Rússia e do Irã, entre outros, já defenderam a necessidade imperativa de que a violência interna seja resolvida, soberanamente, pelo povo sírio, em um processo interno de diálogos políticos.



A postura conciliatória já tomada por Al-Assad e outros membros do seu governo tem sido veiculada apenas por meios de esquerda e que já demonstraram a sua solidariedade ao povo sírio na defesa da sua soberania.



Um exemplo é a negligência com a informação de que o governo sírio, em fevereiro, já realizou um referendo popular para a aprovação de uma nova Constituição, e que a oposição, organizada e representada no governo, também tem realizado diálogos e comissões em temas fundamentais. Além disso, em 2014 serão realizadas novas eleições.



O cartaz da convocatória para a manifestação e as informações da organização são:





Leia mais:
Cônsul da Síria: povos amigos lutam contra imperialismo ocidental

EUA e "amigos" mantêm retórica intervencionista para a Síria



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Daily Star Sunday: Inglaterra retira unidades de sus batallones en Afganistán para ayudar a los terroristas en Siria

Marzo 17, 2013, SANA http://www.sana-syria.com (Syria)







Londres, SANA -- El diario británico Daily Star Sunday dijo en su tirada del domingo, que “Inglaterra retira sus batallones especiales desplegados en Afganistán en el marco de un plan que ha adoptad para “ayudar a los rebeldes en Siria”.



El periódico agregó que "los jefes de las fuerzas especiales y comandos británicos están elaborando planes secretos para suministrar a "los combatientes de la oposición siria " de las armas que necesitan desesperadamente", según dijo.



El diario citó a una fuente del Gobierno diciendo que las fuerzas especiales británicas y los comandos británicos están siendo retirados silenciosamente de Afganistán para prepararlos para su nueva misión.



El periódico agregó que "unidades de las fuerzas especiales trabajarán bajo la dirección del servicio de seguridad externa británico MI6 y su homólogo francés, la Dirección General de Seguridad Exterior, en la entrega de armas por valor de veinte millones de libras esterlinas, que Gran Bretaña ha almacenado en los países vecinos, a los "insurgentes " en Siria.



En una de sus publicaciones la semana pasada, ese diario dijo que "Gran Bretaña envió armas por valor de veinte millones de libras esterlinas a los "rebeldes" en Siria, y que la carga incluye rifles de asalto, ametralladoras ligeras, granadas, misiles antitanque y granadas propulsadas por cohetes y municiones suficientes para armar a mil combatientes de la oposición, añadiendo que estas armas habían sido almacenadas en los países vecinos de Siria.



Esto viene después del anuncio la semana pasada del canciller británico, William Hague, de que "su país aumentará su apoyo con armas a los grupos terroristas, con el propósito de ´lograr un cambio en Siria´", según sus propias palabras. (Eba Khattar)





sábado, 14 de abril de 2012

Moçambique/Maputo: Conferência junta historiadores sobre fontes escritas em árabe

12 abril 2012/Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz  

Uma conferência sobre as fontes históricas em línguas africanas escritas em árabe e latim terá lugar segunda e terça-feira próximas em Maputo.  

O evento, organizado pelo Arquivo Histórico de Moçambique (AHM) e pela Fontes Historicae Africanae (FHA), vai abordar o estudo e a utilização destas fontes da história de África, cuja utilização continua limitada a um pequeno número de pesquisadores africanos e europeus.

Participam nesta conferência pesquisadores nacionais mais outros da África do Sul, Botswana, Níger, Etiópia, Eslováquia, Polónia, Portugal e Turquia. O FHA é um organismo internacional criado em 1964 com o objectivo de preparar e publicar edições e traduções de fontes orais e escritas africanas. Tem trabalhado com textos originais ou colecções de documentos organizados de acordo com temas específicos sobre a história da África Subsahariana.

O AHM e o FHA contam na organização da conferência com a colaboração da Faculdade de Letras e Ciências Sociais (FLCS) e o Centro de Estudos Africanos (CEA), que tal como o Arquivo Histórico de Moçambique são tutelados pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

A utilização das fontes africanas escritas no alfabeto árabe e latim é relativamente recente na historiografia do nosso continente, apesar de elas poderem ser consideradas cruciais para o conhecimento, sobretudo, de períodos da história que foram negligenciados durante eras pelo paradigma eurocêntrico de que o nosso continente estava desprovido de história. Proeminentes filósofos como o alemão Friedrich Hegel ou o britânico David Hume foram acérrimos defensores desta teoria e tiveram seguidores ao longo do tempo, até que a comunidade científica se convenceu de que, afinal, esteve errada aquela concepção.

Os organizadores do encontro sublinham que pesquisas recentes desenvolvidas por historiadores, linguistas, filósofos e antropólogos no nosso continente desvendam a existência de grandes e antigas tradições de escrita no continente. São exemplo as de timbuctu (no Mali), hausa e fulani (Nigéria), swahili (na quase totalidade da África Oriental, incluindo o norte de Moçambique) ou afrikaans (África do Sul). Estas fontes deixaram, como legado um enorme manancial de documentos que testemunham as dinâmicas históricas dos povos africanos documentadas pelos próprios africanos.

Com iniciativas como esta conferência “Fontes de História de África Escritas em Ajami e Alfabeto Latino na África Oriental e Austral” pretende-se encorajar mais pesquisadores a trabalhar sobre a história do nosso continente. O principal destaque destas fontes vai para as ajami, que são aqueles escritos de línguas africanas com base no alfabeto árabe. Esta tradição é tão antiga quanto à presença dos povos árabes no nosso continente, pois este difundiu por cá a sua escrita, que os africanos usaram para registar, nas suas línguas, factos e dinâmicas da sua vida. A historiografia e as correntes de pensamento europeias desdenharam esta verdade e utilidade, difundindo a ideia de, por não ter escrita, a África não tinha história e que o seu passado só podia ser revelado por fontes orais e materiais.