Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Donbass/Urgent statement of DPR and Editorial
quarta-feira, 25 de maio de 2016
ESTRATÉGIA DO GOLPE GLOBAL
ESTRATÉGIA IMPERIALISTA
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
LA OTAN SIGUE EXTENDIÉNDOSE
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Who Instigates Tensions to Explode Macedonia?/Кто взрывает Македонию?
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
OTAN: A PONTE ATLÂNTICA ESTÁ CAINDO, ESTÁ CAINDO…
quinta-feira, 17 de abril de 2014
BRICS, БРИКС/OS 10 MAIORES INIMIGOS DA RÚSSIA
Em 27 de março dos 193 países membros da ONU,100 votaram a favor da resolução, os outros 93 votaram contra, abstiveram-se ou não votaram. Referendo na Criméia no documento referido avalia-se como " não vinculativo ", enquanto a resolução pede aos países para não reconhecerem a "anexação" da Criméia para a Rússia.
Os elaboradores da resolução foram: Alemanha, Canadá, Costa Rica, Lituânia, Polónia e Ucrânia. Em seguida, pediram coautoria: Austrália, Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Dinamarca, Estónia, França, Geórgia, Suécia, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos , Islândia, Itália , Japão, Noruega . Pela primeira vista surpreende como é que entre os iniciadores se encontra a Costa Rica, especialmente porque passados três dias, o governo da Costa Rica aboliu os vistos para os russos a entrarem no país como turistas. O facto mais uma vez mostra que força de "persuasão " têm os EUA sobre os governos "soberanos", especialmente no Caribe. Portanto, retiremos a Costa Rica do grupo de inimigos.
O Governo alemão, dirigido pela chanceler
NATO TREINA TERRORISTAS PARA DESESTABILIZAR A UCRÂNIA
Michel Chossudovsky, Diretor do Centre for Research on Globalization em declarações à RIA Novosti.
"Estamos a falar acerca da continuação da política de intervenção militar dos EUA na Ucrânia e na etapa preparatória para um massacre no Sudeste da Ucrânia", Igor Korotchenko, editor-chefe da revista mensal russa Defesa Nacional, acrescentando que a instalação de mercenários
quarta-feira, 16 de abril de 2014
UCRÂNIA: RELATÓRIO DE SITUAÇÃO
terça-feira, 15 de abril de 2014
BRICS, БРИКС∕ENTENDENDO O LADO DA RÚSSIA
A. Pushkov: Conferência de imprensa
PUSHKOV: Entendemos que as pessoas que tomaram parte nessa decisão não têm direito moral de votar o que votaram. A delegação da Geórgia tem, antes, de explicar como a Geórgia matou 147 pessoas em Tskhinval em agosto de 2008, por ordem de Saakashvilli -- os senhores, com certeza viram pela televisão. Tskhinval foi bombardeada por sistemas avançados de foguetes. 147 pessoas morreram naquela operação. E o que dizem hoje os delegados da Geórgia? Dizem que não aconteceu. Aconteceu. E eles são responsáveis por aquelas mortes.
Vamos dar às coisas os nomes certos. Querem julgar a Rússia por a Crimeia ter-se reincorporado à Rússia, sem derramar-se uma gota de sangue e por decisão e escolha do próprio povo da Crimeia.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
BRICS/NÃO É A RÚSSIA QUEM ESTÁ DESESTABILIZANDO A UCRÂNIA
http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/apr/07/sergei-lavrov-russia-stabilise-ukraine-west
Dadas essas circunstâncias, o papel de forças externas deve ser ajudar os ucranianos a proteger as fundações da paz civil e do desenvolvimento sustentável, que ainda são frágeis.
A Rússia fez mais que qualquer outro país para apoiar o estado ucraniano independente, incluindo subsidiar por muitos anos a economia ucraniana mediante baixos preços da energia. Em novembro passado, no início da atual crise, apoiamos o desejo de Kiev, de consultas urgentes entre Ucrânia, Rússia e a União Europeia, para discutir a harmonização do processo de integração. Bruxelas rejeitou completamente a ideia. Essa atitude refletiu a linha perigosa e improdutiva já tomada pela União Europeia e pelos EUA,
LA HIPOCRESÍA DE LAS NACIONES UNIDAS
LA HIPOCRESÍA DE LAS NACIONES UNIDAS
Columna
semanal de Vicky Peláez
quinta-feira, 27 de março de 2014
SIETE FRASES HIPÓCRITAS DEL DISCURSO DE OBAMA EN BRUSELAS
O NOVO GRANDE JOGO (DE AMEAÇAS) NA EURÁSIA
Na Ucrânia, o Ocidente apoiou um golpe inconstitucional contra um governo eleito, perpetrado, entre outros, por guardas de assalto fascistas/neonazis (Svoboda, Setor Direita) instrumentalizado pela inteligência estadunidense. Depois de um contragolpe russo, o presidente Barack Obama proclamou que qualquer referendo na Crimeia "violaria a constituição ucraniana e violaria o direito internacional".
Pepe Escobar*, Asia Times Online
quarta-feira, 26 de março de 2014
UCRÂNIA, AUTÓPSIA DE UM GOLPE DE ESTADO
segunda-feira, 24 de março de 2014
UCRÂNIA: COMO O BLEFE DO OCIDENTE FRACASSOU
quinta-feira, 20 de março de 2014
BRICS/VLADIMIR PUTIN, PRESIDENTE DA RÚSSIA: DISCURSO SOBRE A INTEGRAÇÃO DA CRIMEIA
Caros amigos, nos reunimos hoje em conexão com uma questão que tem significação vital, histórica, para todos nós. Dia 16 de março realizou-se um referendo na Crimeia, que seguiu todos os procedimentos democráticos e normas internacionais.
Mais de 82% do eleitorado compareceu para votar. Mais de 96% deles manifestaram-se a favor da união com a Rússia. Esses números falam por eles mesmos.
Para compreender a razão por trás dessa escolha, basta conhecer a história da Crimeia e o que Rússia e Crimeia sempre significara uma para a outra.
Tudo na Crimeia fala por nossa história e nosso orgulho partilhado. Ali está a antiga Khersones,[1] onde o príncipe Vladimir foi batizado. Uma destinação espiritual para adotar a Ortodoxia predeterminou a base geral da cultura, da civilização e dos valores humanos que unem os povos de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia. Os túmulos dos soldados russos que com bravura trouxeram a Crimeia para o Império Russo também estão na Crimeia. E há também Sevastopol -- cidade legendária, com longa história, uma fortaleza que serviu como local de nascimento da Frota Russa do Mar Negro. A Crimeia é Balaklava e Kerch, Malakhov Kurgan e Sapun Ridge. Cada um desses lugares é caro aos nossos corações e simboliza a glória militar e destacada coragem dos russos.
Crimeia é mistura única de diferentes povos, culturas e tradições. O que torna a Crimeia semelhante à Rússia como um todo, onde jamais se perdeu um único grupo étnico ao longo dos séculos. Russos e ucranianos, tártaros crimeanos e povos de outras etnias sempre viveram lado a lado na Crimeia, sem perder a própria identidade, suas tradições, seu idioma e sua fé.
Vale lembrar que a população total da península da Crimeia é hoje de 2,2 milhões de pessoas, das quais quase 1,5 milhão são russos; 350 mil são ucranianos que predominantemente considera o russo como seu idioma nativo; e cerca cie 290-300 mil tártaros crimeanos, os quais, como o referendo mostrou, também votaram pela união à Rússia.
É verdade que houve tempo em que os tártaros crimeanos foram tratados com terrível injustiça, como vários outros povos na URSS. Só posso dizer uma coisa, nesse caso: milhões de pessoas de várias etnias sofreram naquelas repressões, primariamente os próprios russos.
Os tártaros crimeanos retornaram à região natal. Entendo que temos de empreender todas as decisões necessárias, políticas e legislativas, para finalizar a reabilitação dos tártaros crimeanos, restaurar todos os seus direitos e devolver-lhes o nome limpo que sempre tiveram.
Temos grande respeito pelos povos de todos os grupos étnicos que vivem na Crimeia. Essa é a casa comum deles todos, terra mãe deles todos, e é pleno direito de todos - e sei que a população local apoia essa ideia - que a Crimeia tenha três idiomas nacionais com direitos iguais: o russo, o ucraniano e o tártaro.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Cuba/Fidel advierte que EE.UU. fragua un genocidio contra los pueblos árabes
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Venezuela defiende ante Corte de la ONU que independencia de Kosovo es ilegal
Venezuela rebatió la comparación que Gran Bretaña hizo sobre la situación de Kosovo con la de Palestina, pues indica que Kosovo siempre ha sido una provincia dentro de Serbia, por lo cual es indispensable contar con el acuerdo para la validez de la independencia kosovar.
Ante la Corte Internacional de Justicia (CIJ), Venezuela defendió este viernes que la declaración de independencia de Kosovo en febrero de 2008 es ilegal, pues alega que dicha acción es contraria a los principios de integridad territorial y de soberanía de Serbia.
El secretario de Estado para Asuntos Europeos del Ministerio de Exteriores de Venezuela, Alejandro Fleming, pronunció su alegato durante la última de las audiencias que desde el pasado 1 de diciembre celebra la Corte de la ONU para pronunciarse sobre este tema, y precisó que la situación de Kosovo no puede compararse con la de otras ex repúblicas de la Antigua Yugoslavia, como Croacia o Eslovenia, ya que el territorio kosovar "no es una ex república, sino una provincia de Serbia".
El representante de Venezuela rebatió la comparación hecha este jueves por Gran Bretaña de la situación de Kosovo con la de Palestina, y aclaró que, en su opinión, "Palestina no es un territorio de Israel (...) y tiene derecho a ser un Estado".
Venezuela insiste en que la resolución 1244 de la ONU, que concedió un autogobierno a Pristina dentro de Serbia en 1999, "todavía está vigente" porque, entre otras cosas, "el Consejo de Seguridad nunca aceptó la independencia de Kosovo", lo que, en su opinión, indica que la proclamación de independencia "tenía que contar con el acuerdo de Serbia" para poder tener validez.
Defendió además que la resolución "ofreció el máximo de autonomía a Kosovo", a la vez que "respetaba los derechos de los albaneses".
Según Fleming, esta minoría dentro de Serbia "no contaba con el derecho a secesión, el cual se aplica solamente y exclusivamente a territorios colonizados".
La CIJ celebra desde el pasado 1 de diciembre una serie de audiencias en las que una treintena de países exponen sus argumentos a favor o en contra de la legalidad de la independencia de Kosovo.
Al final de las mismas y tras el correspondiente período de deliberación de los jueces, la CIJ emitirá lo que se conoce como una "opinión consultiva", la cual no es vinculante pero suele ser respetada por las partes dado el prestigio reconocido del que es el principal órgano judicial de la ONU.
La última opinión consultiva emitida por la CIJ data del 9 de julio de 2004 y se refiere a las consecuencias legales de la construcción de un muro israelí en los territorios palestinos ocupados.
Estados Unidos y la mayoría de los países de la Unión Europea (UE) han reconocido la independencia de Kosovo, mientras que Rusia, China, Brasil, India y España, entre otros, no lo han hecho, lo que le ha impedido al gobierno kosovar ser miembro de la ONU.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Bolivia/Evo Morales declara persona no grata a Goldberg por conspirar contra la democracia
Agencia Boliviana de Información http://www.abi.bo
La Paz, 10 sep (ABI) - El presidente Evo Morales declaró este miércoles persona no grata al embajador de Estados Unidos, Philip Goldberg, por conspirar contra la democracia y promover la división de Bolivia, e instruyó inmediatamente al canciller David Choquehuanca notificar al diplomático para que abandone el país.
"Sin miedo a nadie, sin miedo al imperio, hoy día delante del pueblo boliviano declaro al señor (Philip) Goldberg, embajador de Estados Unidos, persona no grata", enfatizó Morales en Palacio Quemado, en oportunidad de lanzar el programa "Mi Primer Empleo", que tiene el objetivo de incrementar las posibilidades laborales de los jóvenes en el país.
El Jefe de Estado instruyó, además, al canciller boliviano, en cumplimiento de los marcos legales y diplomáticos, hacer conocer en esta misma jornada al señor Goldberg la decisión del Gobierno boliviano y de su Presidente constitucional para que retorne a su país.
"No queremos gente separatista ni divisionista ni que conspire contra la unidad del país, no queremos personas que atenten contra la democracia", afirmó el Mandatario, al momento de recibir los aplausos de las decenas de asistentes en el acto.
En la historia boliviana nunca antes un Presidente de la República declaró persona no grata a un embajador estadounidense, más al contrario los diplomáticos de esa Nación tenían tanta influencia en la política interna de Bolivia que hasta decidían o daban el visto bueno en la designación de ministros, hecho que el propio Mandatario lo denunció en varias oportunidades.
A pocas horas del retorno de Estados Unidos del dirigente cívico Branco Marinkovic, el martes pasado, hordas de autonomistas y delincuentes sembraron de odio, terror, saqueo y golpizas en el centro de la ciudad de Santa Cruz y otras regiones de la denominada "media luna" con la toma de entidades del Estado que fueron prácticamente destrozadas.
Durante el martes y miércoles, los autonomistas y delincuentes saquearon en Santa Cruz el Instituto Nacional de Reforma agraria (INRA), Servicio de Impuestos Nacionales (SIN), la Empresa Nacional de Telecomunicaciones (Entel) y Televisión Boliviana, el Centro de Estudios Jurídicos e Investigación Social (CEJIS), y quemaron la puerta del edificio de Radio Patria Nueva.
En otras regiones de la "media luna" tomaron varios puestos aduaneros, tres aeropuertos, Superintendencia de Hidrocarburos, atentaron contra el gasoducto de exportación a Brasil, en Tarija intentaron tomar el Mercado Campesino donde funciona la Red Patria Nueva.
GOLDBERG - KOSOVO
El Mandatario de la República recordó que el actual Embajador de Estados Unidos en Bolivia, antes de ser acreditado en el país, se desempeñó como jefe de misión estadounidense en Pristina, Kosovo, y allí consolidó el descuartizamiento de lo que fue Yugoslavia.
Goldberg presentó sus cartas credenciales ante el presidente Evo Morales el 13 de octubre de 2006, luego de una postergación de dos semanas.
Pero tres meses antes de su arribo a Bolivia, cuando aún se encontraba en Pristina desempeñándose como jefe de la misión de Estados Unidos en Kosovo, ya se decía que el nuevo Embajador estadounidense designado por George Bush para este país andino vendría para tomar partido en el proceso separatista que comenzaba a gestarse en pos de horadar al régimen boliviano, según publicaron entonces varios medios de comunicación.
Morales dijo hoy que en el país Goldberg es la autoridad externa (diplomático) que encabeza la división de Bolivia y conspira contra la democracia y la unidad del país.
"El que conspira a la democracia y sobre todo que busca la división de Bolivia es el Embajador de Estados Unidos, quiero decirles hermanas y hermanos, este señor es un experto en alentar conflictos separatistas", denunció el Mandatario.
LUCHA DEL PUEBLO
Morales aclaró que la decisión que asume su administración gubernamental sobre el Embajador de Estados Unidos es un homenaje a la lucha histórica del pueblo boliviano contra el modelo neoliberal y contra toda forma de injerencia extranjera.
"Quiero decirles, hermanos y hermanas, y desde acá al pueblo boliviano, que es obligación del Gobierno nacional y del pueblo boliviano defender la unidad nacional", afirmó el Jefe de Estado.
Morales dijo que sólo el pueblo organizado puede defender y recuperar la democracia de los separatistas y convocó a los movimientos sociales y al pueblo a defender la unidad de Bolivia.
¿QUIÉN ES GOLDBERG?
De acuerdo al currículum vitae distribuido oficialmente por la Embajada de Estados Unidos en La Paz, Philip Goldberg participó desde los comienzos de la guerra civil yugoslava que estalló en la década de los noventa, hasta la caída y enjuiciamiento del presidente serbio Slobodan Milosevic.
Entre 1994 y 1996 se desempeñó como "oficial de escritorio" del Departamento de Estado en Bosnia, coyuntura en la cual estalló el conflicto entre los separatistas albaneses y las fuerzas de seguridad serbias y yugoslavas.
En ese mismo periodo se desempeñó como Asistente Especial del Embajador Richard Holbrooke, quien fue artífice de la desintegración de Yugoslavia y la caída de Milosevic. "En ese último cargo" —informó la Embajada— "fue miembro del equipo negociador estadounidense en la preparación de la Conferencia de Paz de Dayton y Jefe de la Delegación Estadounidense en Dayton".
El Embajador Goldberg fue también funcionario político y económico en Pretoria, Sudáfrica, posteriormente funcionario consular y político en la Embajada de Estados Unidos en Bogotá, Colombia, donde comenzó a interesarse en la política latinoamericana.
Tras ejercer el cargo de Ministro Consejero de la Embajada de Estados Unidos en Santiago de Chile del 2001 al 2004, Goldberg retornó a los Balcanes para dirigir la misión estadounidense en Pristina, capital de Kosovo, desde donde apoyó el enjuiciamiento en el Tribunal de La Haya del ex dictador Milosevic (fallecido el 11 de marzo del 2006).
DE KOSOVO A BOLIVIA
De acuerdo a publicaciones de prensa, antes de su traslado a Bolivia, Goldberg trabajó desde Kosovo para la separación de los Estados de Serbia y Montenegro, que se produjo en junio del año pasado como el último resabio en la desaparición de Yugoslavia.
La desaparición de Yugoslavia se desarrolló durante una sangrienta década de guerra civil gestada a partir de procesos de "descentralización" y "autonomías" que se impusieron finalmente con la intervención militar norteamericana y la presencia de tropas de la OTAN y la ONU que ocuparon los Balcanes para "pacificar" esa región.
La guerra civil yugoslava tuvo como rasgo principal la llamada "limpieza étnica" que consistió en la expulsión y aniquilación de los tradicionales grupos étnicos que componían los territorios de Yugoslavia. El más cruel de este exterminio racial se produjo entre serbios y croatas.
Bolivia sufre actualmente un exacerbado proceso de racismo y de autonomías separatistas, muy similar a lo que ocurrió en los Balcanes, que se gestaron desde la ciudad oriental de Santa Cruz, donde gobierna una élite integrada, entre otros, por empresarios de origen croata que crearon un movimiento federalista denominado "Nación Camba".
Uno de los principales líderes cruceños de aquel movimiento separatista es el empresario agroindustrial y socio de capitalistas chilenos Branco Marinkovic, quien asumió la conducción del Comité Cívico de Santa Cruz, ente que dirige este proceso ejerciendo presión movilizada contra el gobierno de Evo Morales.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
EEUU ha transferido más de 120 millones de dólares a oposición boliviana desde 2005
Declaraciones de Eva Golinger
La abogada mostró una investigación que demuestra cómo el gobierno estadounidense ha utilizado a la NED y USAID, entre otros organismos, para financiar a la oposición a Evo Morales desde antes que fuera Presidente, promoviendo el separatismo y el conflicto en la región.
La abogada venezolana-estadounidense Eva Golinger mostró este jueves, en el programa La Hojilla de VTV, cómo se usó a organismos estadounidenses -entre ellos la National Endowment for Democracy (NED) y la Agencia Estadounidense para el Desarrollo Internacional (USAID)- para crear "programas de ayuda" y transferir fondos a organizaciones no gubernamentales y grupos de la oposición de Bolivia, de una forma similar a como se hizo en Venezuela para atacar al Presidente Chávez.
En su disertación, la abogada mostró como desde 2005 -cuando ya el aspirante presidencial Evo Morales era una preocupación para Estados Unidos-, USAID entregaba 120 millones de dólares a organizaciones que intervienen en el conflicto político boliviano. Lo hicieron de forma abierta, argumentando que eran fondos para la lucha contra el narcotráfico. Recuérdese que a Evo Morales lo calificaban como "líder cocalero".
En comparación, las investigaciones de Golinger sólo han podido demostrar que USAID entrega una cifra mucho menor -cinco millones de dólares- a la oposición venezolana para atacar al Presidente Hugo Chávez.
La presentación denuncia que, en 2004, USAID anunció su intención de cambiar su programa de "ayuda para la democracia" para implementar "actividades bajo un nuevo objetivo estratégico". Comienzan a enfocarse en la población indígena para tratar de disminuir la influencia de Evo Morales en ellos y abren una "oficina para las iniciativas hacia una trancisión".
En la presentación mostrada por Golinger también se muestra información sobre la intervención de la NED en Bolivia; además, sobre el embajador estadounidense en Bolivia, Philip Goldberd (quien trabajó entre 1994 y 1996 en el conflicto de Kosovo) y presenta una interesante cronología de las relaciones entre Bolivia y Estados Unidos.
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=66602