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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Donbass/Urgent statement of DPR and Editorial



Tuesday, July 19, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Urgent statement of DPR Defense Ministry
2- EDITORIAL: Game over for Ukraine

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1- Urgent statement of DPR Defense Ministry
Tuesday, July 19, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)



The situation in the Donetsk direction tends to aggravate. For several days the Ukrainian side has been preparing to conduct a large-scale provocation aimed at justifying Kiev’s failure to fulfill its obligations under the Minsk Agreements and their disruption of the elections to local authorities. Kiev ignores requests of A.Merkel and F.Hollande, but listens to the assurances of support from Washington representatives.

According to our intelligence, the day before over 30 artillery systems, tanks and mortars were delivered to the fighting positions of the 58th separate mechanized infantry and

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ESTRATÉGIA DO GOLPE GLOBAL



24 maio 2016, Resistência http://www.resistencia.cc (Brasil)

ESTRATÉGIA IMPERIALISTA

Por Manlio Dinucci, Jornalista e geógrafo

Que ligação existe entre entre sociedades geográfica, histórica e culturalmente distantes, do Kosovo à Líbia e a Síria, do Iraque ao Afeganistão, da Ucrânia ao Brasil e a Venezuela?

O traço comum é serem sociedades arrastadas à estratégia global dos Estados Unidos, exemplificada pela “geografia” do Pentágono. O mundo inteiro se encontra dividido em “áreas de responsabilidade”, cada uma confiada a um dos seis “comandos combatentes unificados” dos Estados Unidos: o Comando Norte cobre a América do Norte, o Comando Sul a América do Sul, o Comando Europeu a região que compreende a Europa e a Rússia, o Comando África o continente africano, o Comando Central Oriente Médio e Ásia, e o Comando Pacífico a região da Ásia/Pacífico. Aos seis comandos geográficos se somam três operando em escala mundial: o Comando estratégico (responsável pelas forças nucleares), o Comando para as operações especiais e o Comando para o transporte.

À frente do Comando Europeu se encontra um general ou um almirante nomeado pelo presidente dos Estados Unidos, que assume automaticamente o encargo de Comandante supremo aliado na Europa. A Otan é assim inserida na cadeia de comando do Pentágono, ou seja, opera

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

LA OTAN SIGUE EXTENDIÉNDOSE

9 diciembre de 2015, Red Voltaire http://www.voltairenet.org (Roma, Italia)

 

por Manlio Dinucci


La ampliación de la OTAN cumple dos funciones. Por un lado, cercar a Rusia y garantizar que los europeos del este no se unan a ella. Por otro lado, preparar la ampliación de la Unión Europea de manera que esta última no sea capaz de desempeñar un papel político sino exclusivamente económico. La absorción de Montenegro es la siguiente etapa.

La decisión «histórica» del Consejo del Atlántico Norte de invitar Montenegro a iniciar el proceso para convertirse en el miembro número 29 de la alianza atlántica constituye un nuevo paso en la estrategia de Estados Unidos y la OTAN para cercar a Rusia.

¿Qué importancia tiene para la OTAN Montenegro, el último de los Estados (desde 2006) formados como resultado del desmembramiento de la Federación Yugoslava, destruida por la propia OTAN mediante la infiltración y la guerra?

Para responder esa pregunta basta con

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Who Instigates Tensions to Explode Macedonia?/Кто взрывает Македонию?

20.05.2015, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia), Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


Squeezed between Greece, Albania, Bulgaria, Serbia, the self-proclaimed region of Kosovo and Bulgaria Macedonia is facing an extremely explosive situation, said Russian Foreign Minister Sergey Lavrov speaking at the 125th Session of the Committee of Ministers of the Council of Europe in Brussels. The Russian Foreign Ministry has emphasized that Western organizers of extreme situations are trying to push Macedonia into the abyss of color revolutions. «I cannot judge with a final definition, but objectively it turns out that these events in Macedonia are developing on the backdrop of the Macedonian authorities’ refusal to join in the sanction policy against Russia, as well as on the backdrop of its active support that Skopje showed in regard to the planned construction of the Turkish Stream gas pipeline, which many in Brussels and those overseas are against», Lavrov said on May 15 during a joint press conference with Serbian Foreign Minister Ivica Dacic in Belgrade.

On May 17, anti-government protests were organized in the Macedonian capital Skopje by Zoran Zaev, the political leader of the Social Democratic Union of Macedonia (SDSM) and the leader of opposition in the Republic of Macedonia. The protesters demanded the resignation of

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

OTAN: A PONTE ATLÂNTICA ESTÁ CAINDO, ESTÁ CAINDO…

16 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
11/2/2015, F. William Engdahl*, New Eastern Outlook, NEO
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Em 1949, Washington criou uma coisa chamada OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte, para fundir firmemente a Europa Ocidental na própria massa das políticas futuras de Washington, por mais destrutivas que se viessem e venham a comprovar-se contra os interesses genuínos de Alemanha, França, Itália e outras nações europeias. Em 1986, as 12 nações da então Comunidade Econômica Europeia modificaram o Tratado de Roma de 1957  e assinaram o AEU−Ato Europeu Único [orig. SEA−Single European Act]. Esse AEU ordenava que se criasse um único mercado da Comunidade Econômica Europeia ao final de 1992 e definia as regras para a Cooperação Política Europeia, antecessora da Política de Segurança Externa Comum da União Europeia [orig. European Union’s Common Foreign and Security Policy].

Então, dia 9/11/1989, um evento de dimensão histórica interveio para atrapalhar a estratégia da Comunidade Econômica Europeia para criar um mercado único. A URSS de Gorbachev

quinta-feira, 17 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/OS 10 MAIORES INIMIGOS DA RÚSSIA

16 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

A votação na Assembleia Geral da ONU sobre a legitimidade do referendo na Crimeia deixou claramente evidentes os amigos e inimigos da posição russa. Primeiramente vamos analisar o grupo dos maiores russófobos que desde já muito tem tentado falar com a Rússia a partir de uma posição de força ou juntam -se ao coro deles.

Em 27 de março dos 193 países membros da ONU,100 votaram a favor da resolução, os outros 93 votaram contra, abstiveram-se ou não votaram. Referendo na Criméia no documento referido avalia-se como " não vinculativo ", enquanto a resolução pede aos países para não reconhecerem a "anexação" da Criméia para a Rússia.

Os elaboradores da resolução foram: Alemanha, Canadá, Costa Rica, Lituânia, Polónia e Ucrânia. Em seguida, pediram coautoria: Austrália, Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Dinamarca, Estónia, França, Geórgia, Suécia, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos , Islândia, Itália , Japão, Noruega . Pela primeira vista surpreende como é que entre os iniciadores se encontra a Costa Rica, especialmente porque passados três dias, o governo da Costa Rica aboliu os vistos para os russos a entrarem no país como turistas. O facto mais uma vez mostra que força de "persuasão " têm os EUA sobre os governos "soberanos", especialmente no Caribe. Portanto, retiremos a Costa Rica do grupo de inimigos.

Governo alemão, dirigido pela chanceler

NATO TREINA TERRORISTAS PARA DESESTABILIZAR A UCRÂNIA

10 abril 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

Entrevista a Michel Chossudovsky*

"Empreiteiros (contractors) de companhias de segurança privadas podem fazer o que a NATO não pode abertamente: treinar terroristas que contribuam para desestabilizar a Ucrânia".

Michel Chossudovsky, Diretor do Centre for Research on Globalization em declarações à RIA Novosti.

"Aquelas organizações (companhias de segurança privadas) farão o que a NATO não pode fazer abertamente: Podem treinar pessoas para serem terroristas", disse Chossudovsky, acrescentando que na Síria empreiteiros privados estavam a treinar a al-Qaeda.

"Estamos a falar acerca da continuação da política de intervenção militar dos EUA na Ucrânia e na etapa preparatória para um massacre no Sudeste da Ucrânia", Igor Korotchenko, editor-chefe da revista mensal russa Defesa Nacional, acrescentando que a instalação de mercenários

quarta-feira, 16 de abril de 2014

UCRÂNIA: RELATÓRIO DE SITUAÇÃO

16 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

A situação na Ucrânia mudou rapidamente, para pior.

Dois candidatos à presidência, do leste do país, foram atacados ontem pelos fascistas de Kiev ('camisas marrons'). Mikhail Dobkin escapou só com tinta e farinha jogados contra ele, mas há notícias de que um guarda-costas foi ferido. E Oleg Tsarev, severamente espancado, salvou-se por um triz de ser linchado por gente do Setor Direita. Mas nada disso impedirá o "ocidente democrático" de concluir que as eleições sempre serão "livres e democráticas". Um grupo de ativistas do Setor Direita cercou o prédio do Parlamento em Kiev, acusaram o regime atualmente no poder de indecisão e incompetência por ainda não terem atacado o leste da Ucrânia. O Setor Direita quer armas para "fechar a fronteira com a Rússia e dar cabo da insurreição no leste".

Depois de algumas negociações, deram ao suposto "presidente" o prazo de 24 horas para aceitar todas as suas exigências. Iulia Tymoshenko parecia apavorada; parece que declarou que o Setor Direita deve assumir imediatamente o poder.

Agora já não há dúvidas de que começou a operação "antiterroristas". Várias cidades e pelo menos um aeroporto no leste foram atacadas por forças pró-regime de Kiev. Há notícias de combates em vários pontos da região. Enquanto isso, EUA e União Europeia preparam nova rodada de sanções contra... Já adivinharam: contra a Rússia. Lavrov, ministro de Relações Exteriores da Rússia, disse que, se o regime de Kiev usar de violência, as conversações marcadas para 5ª-feira, em Genebra, serão inúteis. Putin telefonou a Obama e eles tiveram o que os diplomatas descrevem como "franca e animada troca de ideias". Está confirmado: o vídeo do suposto "Tenente-coronel russo" é falso. Foi feito por membro do Partido UDAR de Klitchko.[1]Parece que depois de alguns dias de confusão e caos, o regime de Kiev e seus patrocinadores ocidentais resolveram tentar resolver o problema pela força bruta.

A estratégia maximalista de "sem conversas; só violência" faz pleno sentido com a prática usual dos EUA e o currículo dos neonazistas de Kiev. Por alguns dias, houve indícios de que

terça-feira, 15 de abril de 2014

BRICS, БРИКС∕ENTENDENDO O LADO DA RÚSSIA

15 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Rússia: Declarações à imprensa europeia*: Fala Alexei Pushkov, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Representantes do Parlamento da Rússia (fragmentos). Vemos aprovada alguma resolução para condenar o Partido Svoboda e o Setor Direita por racismo, por antissemitismo?

The Saker: Essa é fala que considero histórica. Aqui se ouve Alexei Pushkov, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Representantes do Parlamento da Rússia (que não traduziu nem traduziria evento tão sem importância como uma rápida reunião com repórteres europeus.) A tradução ao inglês foi feita por internautas, a meu pedido, aos quais agradeço muito, porque, sem ela, os que não falam russo não teriam acesso às palavras de Pushkov e meu comentário seria impossível. Essa reunião com repórteres europeus aconteceu logo depois de anunciado o grotesco, repugnante voto, na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa [orig. PACE] contra a Rússia. [Aqui, fragmentos da entrevista, traduzidos do inglês]:

A. Pushkov: Conferência de imprensa

PUSHKOV: Entendemos que as pessoas que tomaram parte nessa decisão não têm direito moral de votar o que votaram. A delegação da Geórgia tem, antes, de explicar como a Geórgia matou 147 pessoas em Tskhinval em agosto de 2008, por ordem de Saakashvilli -- os senhores, com certeza viram pela televisão. Tskhinval foi bombardeada por sistemas avançados de foguetes. 147 pessoas morreram naquela operação. E o que dizem hoje os delegados da Geórgia? Dizem que não aconteceu. Aconteceu. E eles são responsáveis por aquelas mortes.

Vamos dar às coisas os nomes certos. Querem julgar a Rússia por a Crimeia ter-se reincorporado à Rússia, sem derramar-se uma gota de sangue e por decisão e escolha do próprio povo da Crimeia.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

BRICS/NÃO É A RÚSSIA QUEM ESTÁ DESESTABILIZANDO A UCRÂNIA

8 março 2014, Pravda.ru Правда.Ру http://port.pravda.ru (Rússia, Россия)

Sergei Lavrov, Min. Relações Exteriores da Rússia

A crise profunda e generalizada na Ucrânia é tema de grave preocupação para a Rússia.
Entendemos perfeitamente bem a posição de um país que se tornou independente há apenas 20 anos e que ainda tem pela frente tarefas complexas na construção de um estado soberano.
 Dentre elas, a busca de algum equilíbrio entre os interesses de suas várias regiões, de povos que têm raízes históricas e culturais diferentes, falam línguas diferentes e têm diferentes perspectivas sobre o próprio passado e presente, e sobre o lugar futuro de seu país no mundo.

Dadas essas circunstâncias, o papel de forças externas deve ser ajudar os ucranianos a proteger as fundações da paz civil e do desenvolvimento sustentável, que ainda são frágeis.

A Rússia fez mais que qualquer outro país para apoiar o estado ucraniano independente, incluindo subsidiar por muitos anos a economia ucraniana mediante baixos preços da energia. Em novembro passado, no início da atual crise, apoiamos o desejo de Kiev, de consultas urgentes entre Ucrânia, Rússia e a União Europeia, para discutir a harmonização do processo de integração. Bruxelas rejeitou completamente a ideia. Essa atitude refletiu a linha perigosa e improdutiva já tomada pela União Europeia e pelos EUA,

LA HIPOCRESÍA DE LAS NACIONES UNIDAS

LA HIPOCRESÍA DE LAS NACIONES UNIDAS

1 marzo 2014, РИА Новости RIA Novosti http://sp.ria.ru (Россия, Rússia)
Vicky Peláez
Columna semanal de Vicky Peláez
 
Las Naciones Unidas no existen como tal, pero sí hay una comunidad internacional que ocasionalmente puede ser dirigida por el único poder real que existe en el mundo: Estados Unidos, siempre y cuando esto le convenga. Cuando toma el liderazgo lo único que le queda a la ONU es seguirlo (ex subsecretario de Estado, John Bolton, 1994).

La reciente resolución de la Asamblea de las Naciones Unidas que califica de “inválido” el referendo de Crimea, después de que fracasara la misma resolución en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas debido al veto ruso, hace recordar la política de doble rasero que siempre adoptó las Naciones Unidas durante los 94 años de su existencia.

La Organización de las Naciones Unidas (ONU), desde su fundación en 1920 tras la Primera Guerra Mundial y cuando todavía se llamaba Liga de las Naciones, jamás pudo evitar el surgimiento del nazismo y prevenir la Segunda Guerra Mundial.

Tras aquella guerra, la Liga de las Naciones desapareció temporalmente para resurgir de nuevo en 1946 como la Organización de las Naciones Unidas con sede en New York y así se convirtió en un aliado y subordinado incondicional de Norteamérica  avalando con su silencio o el consentimiento las invasiones de los EE.UU. a Panamá (1918,1920,1925, 1958,1989), Cuba (1917-1933), Filipinas (1948, 1954), Honduras (1919, 1924-1925), República Dominicana (1965-1966), Rusia (1918-1922), Yugoslavia (1999), Guatemala (1920, 1954, 1966-1967), El Salvador (1932), Irán (1946, 1954), Grecia 1946-1947), Vietnam (1960-1975), Egipto (1956), Líbano (1958, 1982-19849, Laos (1962, 1971-1973), Cambodia (1969’1975), Grenada (1983-1984), Somalia (1992-1994), Afganistán (2002 hasta el presente), Irak (1958, 1990, 2003-sigue hasta ahora).

Y esto sin mencionar las resoluciones favorables de las Naciones Unidas para el uso de fuerza militar de la OTAN en Libia que terminaron con el país “balcanizándolo” y destruyendo toda su infraestructura productiva. Por algo el ex senador norteamericano Henry Cabot Lodge caracterizó a la Liga de las Naciones alguna vez como “una creación diabólica con

quinta-feira, 27 de março de 2014

SIETE FRASES HIPÓCRITAS DEL DISCURSO DE OBAMA EN BRUSELAS

27 mar 2014, Cubadebate. Contra el Terrorismo Mediático, Círculo de Periodistas Cubanos contra el Terrorismohttp://www.cubadebate.cu (Cuba)

Este 26 de marzo en Bruselas el presidente de EE.UU. Barack Obama pronunció un discurso que fue calificado de histórico por los medios. Les ofremos los siete puntos más contrastados de su intervención.

1. “Durante más de 60 años EE.UU. ha colaborado con la OTAN no para reclamar otras tierras, sino para mantener a las naciones en libertad”. 
2000 civiles murieron durante 78 días de devastadores ataques aéreos emprendidos por la OTAN contra Yugoslavia en 1999. El entonces presidente de EE.UU., Bill Clinton, lo justificó diciendo que era “una intervención humanitaria” y señaló que “también es importante para el interés nacional de EE.UU.”.

2. “Juntos [EE.UU. y Europa] condenamos la invasión de Rusia a Ucrania y rechazamos la legitimidad del referéndum de Crimea”. 
Sin embargo, Kosovo, que era parte de Serbia, también se separó del resto del país, siendo reconocido por EE.UU. y la mayoría de países de la Unión Europea. Y eso con el uso de constantes bombardeos en la región. ¿Por qué lo de Kosovo es ‘buena independencia’ y lo de Crimea, donde no se usó ninguna fuerza, es un ‘mal referéndum’?

O NOVO GRANDE JOGO (DE AMEAÇAS) NA EURÁSIA

26 março 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia, Россия)

Na Ucrânia, o Ocidente apoiou um golpe inconstitucional contra um governo eleito, perpetrado, entre outros, por guardas de assalto fascistas/neonazis (Svoboda, Setor Direita) instrumentalizado pela inteligência estadunidense. Depois de um contragolpe russo, o presidente Barack Obama proclamou que qualquer referendo na Crimeia "violaria a constituição ucraniana e violaria o direito internacional".

Pepe Escobar*, Asia Times Online

É apenas o último exemplo na violação serial do "direito internacional". O registro diário é enorme, e inclui: Os bombardeios da Servia pela OTAN durante 78 dias em 1999 para permitir a separação de Kosovo; a invasão dos Estados Unidos em 2003 e a posterior bilionária ocupação e criação de uma guerra civil no Iraque; os bombardeios da Líbia pela OTAN/AFRICOM em 2011 invocando a R2P ("a responsabilidade de proteger") como cobertura para provocar uma mudança de regime; o investimento dos EUA no desmembramento do Sul do Sudão, rico em petróleo, para que a China tenha outra dor de cabeça geopolítica; e o investimento estadunidense em uma perene guerra civil na Síria.

Não obstante, Moscou segue crendo (desatinadamente?) que se deve respeitar o direito internacional apresentando ao Conselho de Segurança da ONU informação classificada sobre todas as ações ocidentais de inteligência/operações psicológicas relativas ao golpe em Kiev, incluindo "treinamento" assegurado pela Polônia e Lituânia, para não mencionar a participação da inteligência turca para a realização de um segundo golpe na Crimeia. Diplomatas russos pediram uma investigação internacional imparcial. Esta nunca terá lugar; a narrativa de Washington seria totalmente desmascarada. Por isso haverá um veto dos EUA na ONU.

O ministro do exterior russo, Sergei Lavrov, também pediu que a Organização pela Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) investigue objetivamente os francoatiradores que dispararam contra todos os que tinham pela frente em Kiev, como foi revelado pelo Ministro do Exterior da Estônia

quarta-feira, 26 de março de 2014

UCRÂNIA, AUTÓPSIA DE UM GOLPE DE ESTADO

25 março 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Um bem documentado trabalho para saber quem é quem e o quê na recente luta ainda em curso na Ucrânia. O autor desmascara os corruptos e mafiosos políticos ucranianos, fascistas e nacional-socialistas baptizados de militantes do Svoboda e outros partidos, mas também arranca a máscara a políticos e a instituições dos EUA, do Canadá e da União Europeia, tal como a instituições e aos governantes dos países membros da União Europeia que se atropelaram na praça Maidán e conviveram em alegres comezainas com a banditagem ucraniana.


segunda-feira, 24 de março de 2014

UCRÂNIA: COMO O BLEFE DO OCIDENTE FRACASSOU

20 março 2014, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Por Pepe Escobar, no Znet | Tradução: Antonio Martins
Sob influência dos “falcões” neoconservadores, Obama lançou-se a nova aventura arrogante. Nem toda histeria da mídia ocultará sua derrota
Vamos aos fatos, rápido e rasteiro:
1. O jogada “estratégica” do governo Obama para subcontratar, junto ao “Khaganato de Nulands1” do Departamento de Estado, e exclusão da Ucrânia da esfera de influência Russa e sua anexação subsequente à NATO está arruinada. Ela baseava-se em instrumentalizar uma coalizão de neonazistas e fascistas, pintada com verniz de banqueiro (o primeiro ministro Arseniy Yatsenyuk).
2. O contra-ataque de Moscou consistiu em evitar, na Crimeia, um repetição programada do putsch de Kiev. O referendo na Crimeia (85% de comparecimento, em torno de 93% dos eleitores a favor da reincorporação à Rússia) é fato consumado, ainda que a “tão democrática…” União Europeia continue ameaçando punir o povo por exercitar seus direitos democráticos.
3. A principal razão para todo o movimento “estratégico” dos EUA – levar seus aliados, os putschistas de Kiev, a cancelar o acordo que permite a presença de uma base naval russa em Sebastopol – virou fumaça. Moscou continua presente no Mar Negro, com pleno acesso ao Mediterrâneo Oriental.
O resto é blablablá.
Nos últimos dias, o Departamento de Estado dos EUA praticamente concordou com uma Ucrânia federativa e, em termos práticos, finlandizada2. Por sinal, é a solução proposta pelo ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov desde o início, com atesta um documento russo. O secretário de Estado dos EUA, John Kerry vai tentar roubar todo o crédito dos russos, assim como fez na crise síria. A mídia corporativa norte-americana comprará a versão docilmente, mas não publicações independentes, como Moon of Alabama3.
Esta solução inteligente implica, entre outros pontos cruciais: forte autonomia para as regiões, na Ucrânia; a reintrodução do russo como língua oficial, ao lado do ucraniano; e,

quinta-feira, 20 de março de 2014

BRICS/VLADIMIR PUTIN, PRESIDENTE DA RÚSSIA: DISCURSO SOBRE A INTEGRAÇÃO DA CRIMEIA

18/3/2014, Kremlin, Moscou, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia) -http://eng.kremlin.ru/news/6889
http://port.pravda.ru/russa/20-03-2014/36453-discurso_putin-0/

"Membros do Conselho da Federação, deputados à Duma, boa tarde. Representantes da República da Crimeia e Sevastopol estão hoje conosco. Cidadãos da Rússia que estão conosco hoje, moradores da Crimeia e de Sevastopol.

Caros amigos, nos reunimos hoje em conexão com uma questão que tem significação vital, histórica, para todos nós. Dia 16 de março realizou-se um referendo na Crimeia, que seguiu todos os procedimentos democráticos e normas internacionais.

Mais de 82% do eleitorado compareceu para votar. Mais de 96% deles manifestaram-se a favor da união com a Rússia. Esses números falam por eles mesmos.

Para compreender a razão por trás dessa escolha, basta conhecer a história da Crimeia e o que Rússia e Crimeia sempre significara uma para a outra.

Tudo na Crimeia fala por nossa história e nosso orgulho partilhado. Ali está a antiga Khersones,[1] onde o príncipe Vladimir foi batizado. Uma destinação espiritual para adotar a Ortodoxia predeterminou a base geral da cultura, da civilização e dos valores humanos que unem os povos de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia. Os túmulos dos soldados russos que com bravura trouxeram a Crimeia para o Império Russo também estão na Crimeia. E há também Sevastopol -- cidade legendária, com longa história, uma fortaleza que serviu como local de nascimento da Frota Russa do Mar Negro. A Crimeia é Balaklava e Kerch, Malakhov Kurgan e Sapun Ridge. Cada um desses lugares é caro aos nossos corações e simboliza a glória militar e destacada coragem dos russos.

Crimeia é mistura única de diferentes povos, culturas e tradições. O que torna a Crimeia semelhante à Rússia como um todo, onde jamais se perdeu um único grupo étnico ao longo dos séculos. Russos e ucranianos, tártaros crimeanos e povos de outras etnias sempre viveram lado a lado na Crimeia, sem perder a própria identidade, suas tradições, seu idioma e sua fé.

Vale lembrar que a população total da península da Crimeia é hoje de 2,2 milhões de pessoas, das quais quase 1,5 milhão são russos; 350 mil são ucranianos que predominantemente considera o russo como seu idioma nativo; e cerca cie 290-300 mil tártaros crimeanos, os quais, como o referendo mostrou, também votaram pela união à Rússia.

É verdade que houve tempo em que os tártaros crimeanos foram tratados com terrível injustiça, como vários outros povos na URSS. Só posso dizer uma coisa, nesse caso: milhões de pessoas de várias etnias sofreram naquelas repressões, primariamente os próprios russos.

Os tártaros crimeanos retornaram à região natal. Entendo que temos de empreender todas as decisões necessárias, políticas e legislativas, para finalizar a reabilitação dos tártaros crimeanos, restaurar todos os seus direitos e devolver-lhes o nome limpo que sempre tiveram.

Temos grande respeito pelos povos de todos os grupos étnicos que vivem na Crimeia. Essa é a casa comum deles todos, terra mãe deles todos, e é pleno direito de todos - e sei que a população local apoia essa ideia - que a Crimeia tenha três idiomas nacionais com direitos iguais: o russo, o ucraniano e o tártaro.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cuba/Fidel advierte que EE.UU. fragua un genocidio contra los pueblos árabes



28 agosto 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

En sus más recientes Reflexiones, el Comandante Fidel Castro alertó que Estados Unidos y sus aliados preparan un genocidio contra los pueblos árabes, valiéndose de mentiras, manipulaciones mediáticas y de la impunidad de sus ataques a Kosovo, Irak, Afganistán y Libia.

El líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, advirtió este martes que el Gobierno de los Estados Unidos y sus aliados de Occidente y Medio Oriente alistan sus equipos y tácticas para perpetrar un genocidio contra los pueblos árabes, valiéndose de mentiras, manipulaciones mediáticas y de la impunidad prolongada que han consagrado con sus operaciones en Kosovo, Irak, Afganistán y, recientemente, Libia.

En sus acostumbradas Reflexiones, titulada esta vez “La mentira tarifada”, Fidel alerta que “muy pronto ocurrirán acontecimientos graves. No transcurren en nuestra época diez o quince años sin que nuestra especie corra peligros reales de extinción”, en referencia a la amenaza de una intervención militar en Siria, dirigida por Washington y Londres, con el auspicio de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

El Comandante cubano reconoce la valentía del pueblo árabe, negado a rendirse y arrodillarse ante Occidente y sus planes imperialistas, ni siquiera bajo la sombra de un inminente ataque militar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Venezuela defiende ante Corte de la ONU que independencia de Kosovo es ilegal

11 diciembre 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Venezuela rebatió la comparación que Gran Bretaña hizo sobre la situación de Kosovo con la de Palestina, pues indica que Kosovo siempre ha sido una provincia dentro de Serbia, por lo cual es indispensable contar con el acuerdo para la validez de la independencia kosovar.

Ante la Corte Internacional de Justicia (CIJ), Venezuela defendió este viernes que la declaración de independencia de Kosovo en febrero de 2008 es ilegal, pues alega que dicha acción es contraria a los principios de integridad territorial y de soberanía de Serbia.

El secretario de Estado para Asuntos Europeos del Ministerio de Exteriores de Venezuela, Alejandro Fleming, pronunció su alegato durante la última de las audiencias que desde el pasado 1 de diciembre celebra la Corte de la ONU para pronunciarse sobre este tema, y precisó que la situación de Kosovo no puede compararse con la de otras ex repúblicas de la Antigua Yugoslavia, como Croacia o Eslovenia, ya que el territorio kosovar "no es una ex república, sino una provincia de Serbia".

El representante de Venezuela rebatió la comparación hecha este jueves por Gran Bretaña de la situación de Kosovo con la de Palestina, y aclaró que, en su opinión, "Palestina no es un territorio de Israel (...) y tiene derecho a ser un Estado".

Venezuela insiste en que la resolución 1244 de la ONU, que concedió un autogobierno a Pristina dentro de Serbia en 1999, "todavía está vigente" porque, entre otras cosas, "el Consejo de Seguridad nunca aceptó la independencia de Kosovo", lo que, en su opinión, indica que la proclamación de independencia "tenía que contar con el acuerdo de Serbia" para poder tener validez.

Defendió además que la resolución "ofreció el máximo de autonomía a Kosovo", a la vez que "respetaba los derechos de los albaneses".

Según Fleming, esta minoría dentro de Serbia "no contaba con el derecho a secesión, el cual se aplica solamente y exclusivamente a territorios colonizados".

La CIJ celebra desde el pasado 1 de diciembre una serie de audiencias en las que una treintena de países exponen sus argumentos a favor o en contra de la legalidad de la independencia de Kosovo.

Al final de las mismas y tras el correspondiente período de deliberación de los jueces, la CIJ emitirá lo que se conoce como una "opinión consultiva", la cual no es vinculante pero suele ser respetada por las partes dado el prestigio reconocido del que es el principal órgano judicial de la ONU.

La última opinión consultiva emitida por la CIJ data del 9 de julio de 2004 y se refiere a las consecuencias legales de la construcción de un muro israelí en los territorios palestinos ocupados.

Estados Unidos y la mayoría de los países de la Unión Europea (UE) han reconocido la independencia de Kosovo, mientras que Rusia, China, Brasil, India y España, entre otros, no lo han hecho, lo que le ha impedido al gobierno kosovar ser miembro de la ONU.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Bolivia/Evo Morales declara persona no grata a Goldberg por conspirar contra la democracia

Agencia Boliviana de Información http://www.abi.bo

La Paz, 10 sep (ABI) - El presidente Evo Morales declaró este miércoles persona no grata al embajador de Estados Unidos, Philip Goldberg, por conspirar contra la democracia y promover la división de Bolivia, e instruyó inmediatamente al canciller David Choquehuanca notificar al diplomático para que abandone el país.

"Sin miedo a nadie, sin miedo al imperio, hoy día delante del pueblo boliviano declaro al señor (Philip) Goldberg, embajador de Estados Unidos, persona no grata", enfatizó Morales en Palacio Quemado, en oportunidad de lanzar el programa "Mi Primer Empleo", que tiene el objetivo de incrementar las posibilidades laborales de los jóvenes en el país.

El Jefe de Estado instruyó, además, al canciller boliviano, en cumplimiento de los marcos legales y diplomáticos, hacer conocer en esta misma jornada al señor Goldberg la decisión del Gobierno boliviano y de su Presidente constitucional para que retorne a su país.

"No queremos gente separatista ni divisionista ni que conspire contra la unidad del país, no queremos personas que atenten contra la democracia", afirmó el Mandatario, al momento de recibir los aplausos de las decenas de asistentes en el acto.

En la historia boliviana nunca antes un Presidente de la República declaró persona no grata a un embajador estadounidense, más al contrario los diplomáticos de esa Nación tenían tanta influencia en la política interna de Bolivia que hasta decidían o daban el visto bueno en la designación de ministros, hecho que el propio Mandatario lo denunció en varias oportunidades.

A pocas horas del retorno de Estados Unidos del dirigente cívico Branco Marinkovic, el martes pasado, hordas de autonomistas y delincuentes sembraron de odio, terror, saqueo y golpizas en el centro de la ciudad de Santa Cruz y otras regiones de la denominada "media luna" con la toma de entidades del Estado que fueron prácticamente destrozadas.

Durante el martes y miércoles, los autonomistas y delincuentes saquearon en Santa Cruz el Instituto Nacional de Reforma agraria (INRA), Servicio de Impuestos Nacionales (SIN), la Empresa Nacional de Telecomunicaciones (Entel) y Televisión Boliviana, el Centro de Estudios Jurídicos e Investigación Social (CEJIS), y quemaron la puerta del edificio de Radio Patria Nueva.

En otras regiones de la "media luna" tomaron varios puestos aduaneros, tres aeropuertos, Superintendencia de Hidrocarburos, atentaron contra el gasoducto de exportación a Brasil, en Tarija intentaron tomar el Mercado Campesino donde funciona la Red Patria Nueva.

GOLDBERG - KOSOVO

El Mandatario de la República recordó que el actual Embajador de Estados Unidos en Bolivia, antes de ser acreditado en el país, se desempeñó como jefe de misión estadounidense en Pristina, Kosovo, y allí consolidó el descuartizamiento de lo que fue Yugoslavia.

Goldberg presentó sus cartas credenciales ante el presidente Evo Morales el 13 de octubre de 2006, luego de una postergación de dos semanas.

Pero tres meses antes de su arribo a Bolivia, cuando aún se encontraba en Pristina desempeñándose como jefe de la misión de Estados Unidos en Kosovo, ya se decía que el nuevo Embajador estadounidense designado por George Bush para este país andino vendría para tomar partido en el proceso separatista que comenzaba a gestarse en pos de horadar al régimen boliviano, según publicaron entonces varios medios de comunicación.

Morales dijo hoy que en el país Goldberg es la autoridad externa (diplomático) que encabeza la división de Bolivia y conspira contra la democracia y la unidad del país.

"El que conspira a la democracia y sobre todo que busca la división de Bolivia es el Embajador de Estados Unidos, quiero decirles hermanas y hermanos, este señor es un experto en alentar conflictos separatistas", denunció el Mandatario.

LUCHA DEL PUEBLO

Morales aclaró que la decisión que asume su administración gubernamental sobre el Embajador de Estados Unidos es un homenaje a la lucha histórica del pueblo boliviano contra el modelo neoliberal y contra toda forma de injerencia extranjera.

"Quiero decirles, hermanos y hermanas, y desde acá al pueblo boliviano, que es obligación del Gobierno nacional y del pueblo boliviano defender la unidad nacional", afirmó el Jefe de Estado.

Morales dijo que sólo el pueblo organizado puede defender y recuperar la democracia de los separatistas y convocó a los movimientos sociales y al pueblo a defender la unidad de Bolivia.

¿QUIÉN ES GOLDBERG?

De acuerdo al currículum vitae distribuido oficialmente por la Embajada de Estados Unidos en La Paz, Philip Goldberg participó desde los comienzos de la guerra civil yugoslava que estalló en la década de los noventa, hasta la caída y enjuiciamiento del presidente serbio Slobodan Milosevic.

Entre 1994 y 1996 se desempeñó como "oficial de escritorio" del Departamento de Estado en Bosnia, coyuntura en la cual estalló el conflicto entre los separatistas albaneses y las fuerzas de seguridad serbias y yugoslavas.

En ese mismo periodo se desempeñó como Asistente Especial del Embajador Richard Holbrooke, quien fue artífice de la desintegración de Yugoslavia y la caída de Milosevic. "En ese último cargo" —informó la Embajada— "fue miembro del equipo negociador estadounidense en la preparación de la Conferencia de Paz de Dayton y Jefe de la Delegación Estadounidense en Dayton".

El Embajador Goldberg fue también funcionario político y económico en Pretoria, Sudáfrica, posteriormente funcionario consular y político en la Embajada de Estados Unidos en Bogotá, Colombia, donde comenzó a interesarse en la política latinoamericana.

Tras ejercer el cargo de Ministro Consejero de la Embajada de Estados Unidos en Santiago de Chile del 2001 al 2004, Goldberg retornó a los Balcanes para dirigir la misión estadounidense en Pristina, capital de Kosovo, desde donde apoyó el enjuiciamiento en el Tribunal de La Haya del ex dictador Milosevic (fallecido el 11 de marzo del 2006).

DE KOSOVO A BOLIVIA

De acuerdo a publicaciones de prensa, antes de su traslado a Bolivia, Goldberg trabajó desde Kosovo para la separación de los Estados de Serbia y Montenegro, que se produjo en junio del año pasado como el último resabio en la desaparición de Yugoslavia.

La desaparición de Yugoslavia se desarrolló durante una sangrienta década de guerra civil gestada a partir de procesos de "descentralización" y "autonomías" que se impusieron finalmente con la intervención militar norteamericana y la presencia de tropas de la OTAN y la ONU que ocuparon los Balcanes para "pacificar" esa región.

La guerra civil yugoslava tuvo como rasgo principal la llamada "limpieza étnica" que consistió en la expulsión y aniquilación de los tradicionales grupos étnicos que componían los territorios de Yugoslavia. El más cruel de este exterminio racial se produjo entre serbios y croatas.

Bolivia sufre actualmente un exacerbado proceso de racismo y de autonomías separatistas, muy similar a lo que ocurrió en los Balcanes, que se gestaron desde la ciudad oriental de Santa Cruz, donde gobierna una élite integrada, entre otros, por empresarios de origen croata que crearon un movimiento federalista denominado "Nación Camba".

Uno de los principales líderes cruceños de aquel movimiento separatista es el empresario agroindustrial y socio de capitalistas chilenos Branco Marinkovic, quien asumió la conducción del Comité Cívico de Santa Cruz, ente que dirige este proceso ejerciendo presión movilizada contra el gobierno de Evo Morales.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

EEUU ha transferido más de 120 millones de dólares a oposición boliviana desde 2005

YVKE Mundial / 27 abril 2008 / Rebelión / http://www.rebelion.org

Declaraciones de Eva Golinger

La abogada mostró una investigación que demuestra cómo el gobierno estadounidense ha utilizado a la NED y USAID, entre otros organismos, para financiar a la oposición a Evo Morales desde antes que fuera Presidente, promoviendo el separatismo y el conflicto en la región.

La abogada venezolana-estadounidense Eva Golinger mostró este jueves, en el programa La Hojilla de VTV, cómo se usó a organismos estadounidenses -entre ellos la National Endowment for Democracy (NED) y la Agencia Estadounidense para el Desarrollo Internacional (USAID)- para crear "programas de ayuda" y transferir fondos a organizaciones no gubernamentales y grupos de la oposición de Bolivia, de una forma similar a como se hizo en Venezuela para atacar al Presidente Chávez.
En su disertación, la abogada mostró como desde 2005 -cuando ya el aspirante presidencial Evo Morales era una preocupación para Estados Unidos-, USAID entregaba 120 millones de dólares a organizaciones que intervienen en el conflicto político boliviano. Lo hicieron de forma abierta, argumentando que eran fondos para la lucha contra el narcotráfico. Recuérdese que a Evo Morales lo calificaban como "líder cocalero".
En comparación, las investigaciones de Golinger sólo han podido demostrar que USAID entrega una cifra mucho menor -cinco millones de dólares- a la oposición venezolana para atacar al Presidente Hugo Chávez.
La presentación denuncia que, en 2004, USAID anunció su intención de cambiar su programa de "ayuda para la democracia" para implementar "actividades bajo un nuevo objetivo estratégico". Comienzan a enfocarse en la población indígena para tratar de disminuir la influencia de Evo Morales en ellos y abren una "oficina para las iniciativas hacia una trancisión".
En la presentación mostrada por Golinger también se muestra información sobre la intervención de la NED en Bolivia; además, sobre el embajador estadounidense en Bolivia, Philip Goldberd (quien trabajó entre 1994 y 1996 en el conflicto de Kosovo) y presenta una interesante cronología de las relaciones entre Bolivia y Estados Unidos.

http://www.rebelion.org/noticia.php?id=66602