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segunda-feira, 24 de março de 2014

Resultado de referendo en Crimea era predecible, según analista

Published on Mar 21, 2014, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

El sociólogo e investigador Leonid Savin, director del Movimiento Euroasiático Internacional ofrece su valoración sobre este momento histórico de la reintegración de Crimea y Sebastopol a la Federación de Rusia.


UCRÂNIA: COMO O BLEFE DO OCIDENTE FRACASSOU

20 março 2014, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Por Pepe Escobar, no Znet | Tradução: Antonio Martins
Sob influência dos “falcões” neoconservadores, Obama lançou-se a nova aventura arrogante. Nem toda histeria da mídia ocultará sua derrota
Vamos aos fatos, rápido e rasteiro:
1. O jogada “estratégica” do governo Obama para subcontratar, junto ao “Khaganato de Nulands1” do Departamento de Estado, e exclusão da Ucrânia da esfera de influência Russa e sua anexação subsequente à NATO está arruinada. Ela baseava-se em instrumentalizar uma coalizão de neonazistas e fascistas, pintada com verniz de banqueiro (o primeiro ministro Arseniy Yatsenyuk).
2. O contra-ataque de Moscou consistiu em evitar, na Crimeia, um repetição programada do putsch de Kiev. O referendo na Crimeia (85% de comparecimento, em torno de 93% dos eleitores a favor da reincorporação à Rússia) é fato consumado, ainda que a “tão democrática…” União Europeia continue ameaçando punir o povo por exercitar seus direitos democráticos.
3. A principal razão para todo o movimento “estratégico” dos EUA – levar seus aliados, os putschistas de Kiev, a cancelar o acordo que permite a presença de uma base naval russa em Sebastopol – virou fumaça. Moscou continua presente no Mar Negro, com pleno acesso ao Mediterrâneo Oriental.
O resto é blablablá.
Nos últimos dias, o Departamento de Estado dos EUA praticamente concordou com uma Ucrânia federativa e, em termos práticos, finlandizada2. Por sinal, é a solução proposta pelo ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov desde o início, com atesta um documento russo. O secretário de Estado dos EUA, John Kerry vai tentar roubar todo o crédito dos russos, assim como fez na crise síria. A mídia corporativa norte-americana comprará a versão docilmente, mas não publicações independentes, como Moon of Alabama3.
Esta solução inteligente implica, entre outros pontos cruciais: forte autonomia para as regiões, na Ucrânia; a reintrodução do russo como língua oficial, ao lado do ucraniano; e,

sexta-feira, 21 de março de 2014

Rusia reemplaza a OTAN por BRICS en sector alimentario

21 marzo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Ante las posibles consecuencias que podrían conllevar las sanciones impuestas contra Rusia por parte de Estados Unidos y la Unión Europea (UE), Moscú ha decidido reemplazar a los países de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) por las naciones del grupo de economías emergentes BRICS (Brasil, Rusia, La India, China y Sudáfrica). 


Tras reconocer el aspecto irreversible de la dependencia de Rusia de los suministros del extranjero, el director del Departamento de Comercio y Servicios moscovita ha enfatizado la búsqueda de unos proveedores y suministradores alternativos.

En este sentido, el sector alimenticio de Moscú tiene previsto reorientar y aprovechar, aún más, las ofertas de los productores de América del Sur, en especial Brasil.

Asimismo, considera a los países de la Comunidad de Estados Independientes, China y Asia Central como capaces de ampliar sus ofertas alimentarias a Rusia.