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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Abya Yala*/Fórmula da guerra híbrida deu certo, mas novos ventos sopram sobre América Latina


Por Denise Assis*, para o Jornalistas pela Democracia 

Jornalista Denise Assis as desestabilizações políticas na América Latina desde 2009 com a retirada o presidente de Honduras Manuel Zelaya e a ação dos Estados Unidos nos diversos episódios. "Como a roda da história gira, esse quadro começa a mudar. Nos próximos dias a Argentina se livra de Macri. Evo Morales deve conseguir retornar ao poder, nas próximas eleições", diz ela, mencionando também o Equador

O presidente do Equador, Lenín Moreno, que desde a semana passada colocou o próprio país em convulsão, quando reduziu direitos trabalhistas, retirou os subsídios do petróleo e aumentou o preço dos combustíveis em estratosféricos 123%, acusou o ex-aliado e ex-presidente, Rafael Correa, a quem traiu ao assumir o poder, de estar por trás das manifestações que colocam em risco o seu cargo. Ao mesmo tempo, diz que Nicolás Maduro

sábado, 27 de julho de 2019

Latinoamérica /El secretario de estado de EUA Pompeo anuncia una “nueva era” de reacción entre EUA y Latinoamérica


26 julio 2019, World Socialist Web Site (Australia) https://www.wsws.org/es/articles/2019/07/26/pomp-j26.html
 
por Andrea Lobo

El secretario de Estado de Estados Unidos, Mike Pompeo, anunció el viernes "una nueva era en la relación" entre Estados Unidos y América Latina en la segunda Conferencia Ministerial contra el Terrorismo del Hemisferio Occidental en Buenos Aires, Argentina. Él repitió este mismo tema en cada parada de su gira por América Latina la semana pasada, que también incluyó a Ecuador, México y El Salvador.

Pompeo exigió mayor censura y espionaje, y una alineación más cercana con las campañas de Washington contra sus rivales geopolíticos

terça-feira, 9 de julho de 2019

Abya Yala*, Venezuela/Relatório de Bachelet sobre a Venezuela é desonesto, diz neto de Salvador Allende


8 de julho de 2019, Página Global https://paginaglobal.blogspot.com (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/relatorio-de-bachelet-sobre-venezuela-e.html

Pablo Sepúlveda Allende apontou falhas no relatório sobre direitos humanos da alta comissária da ONU e ex-presidente chilena Michelle Bachelet

“As cifras utilizadas por Michelle Bachelet são fornecidas por ONG's que historicamente são de oposição e financiadas pela Usaid (sigla em inglês para Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e a NED (sigla em inglês para Fundação Nacional para a Democracia, ligada ao Partido Republicano). Também são financiadas por fundações como a Fundação Ford e a Open Society Foundations, do empresário norte-americano George Soros.”

Médico radicado na Venezuela, Pablo Sepúlveda Allende, neto do ex-presidente do chileno Salvador Allende, acompanhou de perto a visita da alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, também ex-presidente do Chile. Bachelet esteve na Venezuela entre os dias 19 e 21 de junho, em missão oficial. Sepúlveda chegou a fazer parte da comitiva de convidados ilustres que recebeu a alta comissária na sede do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela. Na ocasião entregou uma carta a ex-presidente chilena falando sobre as razões da crise venezuelana e a realidade do país.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Pablo Sepúlveda Allende fala sobre o relatório final sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela apresentado por Michelle Bachelet ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, nessa sexta-feira (05/07). Confira a seguir os principais trechos da conversa e os temas destacados pelo neto de Salvador Allende, ex-presidente alvo de um golpe de Estado apoiado pelos Estados Unidos, em setembro de 1973.

Falhas do relatório de Bachelet
É um informe totalmente parcial. Retrata uma realidade que foi distorcida. Fala, por exemplo, que o sistema CLAP (Comitês Locais de Abastecimento e Produção), abastecimento de alimentos subsidiados pelo Estado,

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Brasil/"MORO E JANOT ATUAM COM OS EUA CONTRA O BRASIL" -- Moniz Bandeira

4 dezembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Eduardo Miranda, do Jornal do Brasil

Cientista político é conhecido por dissecar poderio norte-americano na desestabilização de países.

Respeitado pela vasta obra em que disseca o poderio dos Estados Unidos a partir do financiamento de guerras e da desestabilização de países, o cientista político brasileiro Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira afirma, em entrevista ao Jornal do Brasil, que representantes da Lava Jato, como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz de primeira instância Sérgio Moro, avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional. Segundo o professor, os "vínculos notórios" de Moro e Janot com instituições norte-americanas explicam a situação atual das empresas brasileiras.

"Os prejuízos que causaram e estão a causar à economia brasileira, paralisando a Petrobras, as empresas construtoras nacionais e toda a cadeia produtiva, ultrapassam, em uma escala imensurável, todos os prejuízos da corrupção que eles alegam combater. O que estão a fazer é desestruturar, paralisar e descapitalizar as empresas brasileiras, estatais e privadas, como a Odebrecht, que competem no mercado internacional, América do Sul e África", argumenta Moniz Bandeira, que está lançando o livro A Desordem Mundial: O Espectro da Total Dominação.

Na entrevista a seguir, o cientista político, que é autor de mais de 20 obras sobre temas como geopolítica internacional, Estados Unidos, Brasil e América Latina, faz críticas severas

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Abya Yala, Patria Grande/“En Bolivia existen dos opciones: La restauración conservadora o la profundización del proceso de cambio”



27 julio 2016, La Epoca http://www.la-epoca.com.bo (Bolivia)

Katu Arkonada, Analista político vasco

El 21F ha sido un momento de recomposición de la derecha, generado desde Estados Unidos, y que reorganiza el campo político en Bolivia

Katu Arkonada.- Ministro, la semana pasada se ha presentado “BoliviaLeaks, la injerencia política de Estados Unidos contra el Proceso de Cambio”, libro coordinado por usted que analiza 1299 cables confidenciales enviados desde la Embajada de Estados Unidos en La Paz entre 2005 y 2010.

Me llama poderosamente la atención el nivel de injerencia que tenían los Estados Unidos en Bolivia antes del proceso de cambio. En la Cancillería funcionaba hasta la llegada de Evo Morales una Oficina de Asuntos Especiales de la Embajada de Estados Unidos; en el Banco Central funcionaba una oficina del Fondo Monetario Internacional; en Palacio de Gobierno, donde nos encontramos, funcionaba una unidad de CIA bajo el nombre de Unidad de Análisis de Seguridad Presidencial; y junto a la oficina del Comando en Jefe de las Fuerzas

Juan Ramón Quintana.- La penetración del gobierno estadounidense en la estructura del gobierno nacional tiene que ver con varios factores, pero entre los más importantes encontramos el tiempo de injerencia que ha mantenido el Gobierno de EE.UU. y que ha tenido que ver con el hábito de domesticación colonial. No solamente se ha producido una injerencia de tipo vertical, sino que también ha habido una

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil/O GOLPE É PARAGUAIO…E A EMBAIXADORA DOS EUA É A MESMA



29 abril 2016, RS-Urgente https://rsurgente.wordpress.com (Brasil)

Por Caco Schmitt*

Liliana Ayalde, embaixadora dos Estados Unidos no Brasil. 
Seu posto anterior foi na embaixada dos EUA no Paraguai. Coincidência?

“O controle político da Suprema Corte é crucial para garantir impunidade dos crimes cometidos por políticos hábeis. Ter amigos na Suprema Corte é ouro puro”.

A afirmação não é de agora e nem de quem critica o STF por não prender o Cunha, por enrolar a posse do Lula etc. Foi feita há cinco anos pela pessoa que hoje é a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde. A diplomata exercia o cargo de embaixadora no Paraguai (de 2008 a 2011) quando se reportou ao governo norte-americano, relatando a situação do país. Ela

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O BRASIL NO CONTEXTO DOS GOLPES DO SÉCULO XXI



20 abril 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Por Diego Pautasso*

Os processos históricos não são dados a coincidências. E como diria o velho filósofo, os grandes personagens e fatos históricos ocorrem duas vezes, "a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa". A crise política que vem se agudizando desde junho de 2013 no Brasil não reflete apenas suas contradições domésticas. Ao contrário, somente é possível compreendê-la à luz das dinâmicas internacionais e das novas formas que assumem os velhos processos.
                                        
Cabe rememorar que as ditaduras militares na América Latina entre as décadas de 1960 e 1980 emergiram, sem exceção, profundamente articuladas à dinâmica internacional: Brasil em 1964, Chile em 1973, Argentina e Uruguai em 1976. Ou seja, não é possível entendê-las dissociadas da lógica da Guerra Fria, do patrocínio político-diplomático dos EUA através da Doutrina de Segurança Nacional, da promoção da retórica anti-comunista pela grande mídia e indústria cultural, da instrumentalização dos militares na Escola das Américas no Panamá, etc. Nesse sentido, a desestabilização interna, com a espiral inflacionária, o denuncismo moralista da corrupção pelos setores conservadores, a paralisia institucional e a crise econômica foram pré-condições construídas para a efetivação dos golpes militares. Já o fim desses regimes

segunda-feira, 11 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/EUA CONTRA OS BRICS: CORRUPÇÃO COMO ARMA DE PROPAGANDA



8 abril 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Robert Parry, Consortium News

“Ano passado, a USAID distribuiu um documento (fact sheet) no qual resume os próprios serviços de pagar jornalistas amigáveis em todo o mundo, inclusive para“formação e treinamento de jornalistas, desenvolvimento de negócios de mídia-empresa, construção de capacidade para instituições de apoio e reforço de ambientes legal-regulatórios para a livre empresa de comunicações em geral.”
____________________________________

Infelizmente, alguns dos importantes deveres do jornalismo, como aplicar padrões equilibrados aos abusos de direitos humanos e de corrupção financeira, já foram tão pervertidos e corrompidos, pelas demandas da propaganda, de governos e de empresas – e pelo carreirismo de tantos, incontáveis jornalistas –, que já desconfio muito, sempre que a mídia-empresa comercial dominante põe-se a trombetear alguma história suposta ‘sensacional’, cujo protagonista sempre é algum “vilão da hora”, selecionado para a ocasião.”

Incontáveis vezes esse tipo de ‘jornalismo’ não passa de abre-alas para o ataque de “mudança de regime” que logo aparece, para cobrir de lama ou deslegitimar algum governante estrangeiro, antes do inevitável advento de uma “revolução colorida” sempre organizada por ONGs de ‘promoção da democracia’, praticamente sempre com dinheiro de organizações do governo dos EUA, como National Endowment for Democracy [Dotação Nacional para a Democracia] ou de algum financista neoliberal feito George Soros [ou todas as anteriores].

O que vemos agora tem todas as características de mais uma fase preparatória para a próxima rodada de “mudança de regime”, cujo abre-alas é uma enxurrada de acusações de corrupção, sem provas, contra o ex-presidente do Brasil, Luiz Ignacio Lula da Silva e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. As mais recentes

terça-feira, 22 de março de 2016

Brasil/Embaixadora dos EUA no Brasil atuou no Paraguai antes do golpe



22 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Não se tratasse de política, poderíamos afirmar que é uma coincidência, mas isso dificilmente existe quando é este o caso. A mesma embaixadora dos Estados Unidos que serviu no Paraguai até meses antes do golpe é a responsável pelo Brasil neste momento de crise política no país.

Por Mariana Serafini

Liliana Ayalde serviu como embaixadora dos Estados Unidos no Paraguai de 2008 a 2011 e transferiu seu cargo para James Thessin meses antes do golpe que destituiu o presidente Fernando Lugo, em 22 de junho de 2012. Desde 1º de agosto de 2013 ela exerce a mesma função no Brasil. À época da assunção não houve alarde, nem coletivas ou conversas com a imprensa local.

Pouco mais de um ano depois da posse de Lugo, em 7 dezembro de 2009, Liliana Ayalde escreveu para o departamento de Estado dos Estados Unidos um telegrama – vazado pelo Wikileaks e publicados pela Agência Pública – onde expressa suas ressalvas com relação ao governo paraguaio. “Temos sido cuidadosos em expressar nosso apoio público às instituições democráticas do Paraguai – não a Lugo pessoalmente”.

O “apoio” descrito por Ayalde não é apenas uma questão diplomática, trata-se de milhões de dólares norte-americanos investidos por meio da Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) em empresas, ONG’s e

quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/Moniz Bandeira: COMO OS EUA ATUAM NA GEOPOLÍTICA DA PRIMAVERA ÁRABE AO BRASIL



13 março 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)Share Button

Luis Nassif e Patricia Faermann entrevistam o Prof. Moniz Bandeira

Jornal GGN – Mais de cinco anos se passaram desde o início dos protestos no Oriente Médio, que ficaram conhecidos como Primavera Árabe. As revoltas foram desencadeadas contra presidentes que estavam entre 20 e 40 anos no poder. Mas as condições para os conflitos tinham motivações sociais: alto desemprego e economias estagnadas. Terreno ideal para o incentivo norte-americano, estrategista no investimento de milhões de dólares na disseminação de sua ideologia.

Zine al-Abidine Ben Ali estava há mais de 20 anos no poder da Tunísia, Hosni Mubarak há 30 no Egito, Muammar Khadafi governou a Líbia por 42 anos, e Bashar al-Assad sucede o governo de 30 anos de seu pai na Síria, país que até hoje é palco de guerra civil, obrigando ao deslocamento de boa parte de sua população, agora na condição de refugiados pelo mundo.

Mas não foi pelo meio bélico que os Estados Unidos defendeu seus interesses nos países orientais em 2011. A essa outra forma de “ataque”, o estrategista militar norte-americano Thomas Barnett denominou

domingo, 11 de outubro de 2015

A ESTRATÉGIA DOS ESTADOS UNIDOS PARA A AMÉRICA LATINA

4 outubro 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Russia Times

 

Documentos do Wikileaks revelam um plano detalhado para derrubar os governos eleitos dos países latino-americanos e até mesmo o assassinato de Evo Morales.


No recém terminado verão europeu, o mundo viu como a Grécia tentou se opor às chantagens das instituições internacionais que obrigaram o país a aceitar um pacote de novas medidas de austeridade. O endividado Estado grego não pode se negar a cumprir as ordens da Troica conformada pelos credores. Depois do referendo convocado pelo governo de Alexis Tsipras, o Banco Central Europeu privou a economia grega de liquidez, o que intensificou a recessão e transformou o resultado do voto popular numa farsa.

Uma batalha similar pela independência das nações vem sendo travada na América do Sul, durante os últimos 15 anos. Apesar das tentativas de Washington de destruir a “dissidência estatal” em vários países utilizando as mesmas técnicas empregadas contra Atenas, a fortaleza da América Latina vem suportando a pressão. Essa batalha épica vem promovida longe dos olhos dos cidadãos e foi confirmada por documentos do arquivo do Departamento de Estado norte-americano, filtrados pelo WikiLeaks. Alexander Main e Dan Beeton ofereceram uma interessante reconstrução desses acontecimentos em seu livro “WikiLeaks: o mundo segundo o Império Estadunidense”.

Os autores argumentam que o neoliberalismo se impôs na América Latina antes de Berlim e Bruxelas humilharem a democracia na Grécia. Através da coação exercida pelos Chicago Boys – jovens economistas latino-americanos que regressam aos seus países depois de estudar nos Estados Unidos –, Washington conseguiu difundir a

sábado, 19 de setembro de 2015

Brasil/CIA financia Policia Federal para construir democracia extrema que levaria à tirania oligárquica, afirma historiador Moniz Bandeira

14 setembro 2015,  Brasil Popular http://www.brpopular.com.br (Brasil)

A crise política, na avaliação do historiador Moniz Bandeira, autor de “A segunda guerra fria”, “Presença dos Estados Unidos no Brasil”, entre dezenas de outros publicações relevantes, tem acelerado a crise econômica por diversas razões, como, por exemplo, Operação Lavajato, cujas consequências colocam em xeque atuação de grandes empresas nacionais, criando instabilidades, que produzem associações de interesses antinacionais, internos e externos, contrários às opções geopolíticas feitas pelo governo brasileiro de aliar-se às forças internacionais que contrariam as grandes potências, Estados Unidos e Europa. A criação dos BRICs, Banco Brics, moeda dos Brics, alternativa ao dólar como equivalente monetário global etc, é, certamente, o principal incômodo para Tio Sam.

O modo de atuação de juízes de primeira instância, como o juiz Moro, de Curitiba, de pautar investigações mediante métodos semelhantes aos utilizados por Hitler, pela Gestapo, na segunda Guerra Mundial, como é o caso de delação premiada, por meio da qual são feitas prisões sem dispor de provas concretas, configurando ações aparentemente legais, produz, segundo Bandeira, o que Aristóteles denominou de democracia extremada. Trata-se, nada mais nada menos, de praticar tirania oligárquica, algo semelhante ao que ocorrem nas ditaduras.

Os agentes nacionais de segurança, como a Polícia Federal, financiados, diz Bandeira, pela CIA e DEA, estão deturpando o processo democrático, em meio às dificuldades econômicas, agravando-as. Eles estão favorecendo, com tal atuação extremada, que lança dúvidas sobre sua legalidade, interesses financeiros internacionais, contrários às políticas nacionalistas, ancoradas em

terça-feira, 8 de setembro de 2015

¿FIN DEL CICLO PROGRESISTA O REFLUJO DEL CAMBIO DE ÉPOCA EN AMÉRICA LATINA? 7 TESIS PARA EL DEBATE

8 septiembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Hace tiempo que venimos leyendo que el ciclo progresista en América Latina y el Caribe ha llegado a su fin. Aprovechando la muerte del Comandante Chávez, y un cierto reflujo en los avances logrados por los procesos de cambio en el continente, la derecha comenzó a construir un discurso que intenta deslegitimar la década ganada para las mayorías sociales y populares.

Pero en los últimos tiempos, también desde varios sectores de la izquierda se ha venido construyendo la tesis del fin del ciclo que viene a complementar el discurso de la derecha contra los gobiernos de izquierda y nacional-populares. Uno de los amanuenses de la izquierda lightberal, Pablo Stefanoni, habla de una deriva lulista1 de la izquierda latinoamericana. Una compañera de Stefanoni en el grupo de apoyo al trotskismo anti kirchnerista del FIT en la Argentina, Maristella Svampa, escribe en el diario de la oligarquía Clarín sobre una crisis del pluralismo político y un populismo de alta intensidad2 en Bolivia y Ecuador. Mientras tanto, por el lado de la izquierda autonomista, Raúl Zibechi sostiene que

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

EL LADO OSCURO Y DESTRUCTOR DE LAS ONG

31 agosto 2015 ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)


Mala gente que camina
y va apestando la tierra…
Antonio Machado, 1875-1939,
el poema "He andado muchos caminos"

Desde los años 1980 las Organizaciones No Gubernamentales (ONG) se expandieron por todo el mundo abriendo un importante espacio político, cultural y socio económico, prácticamente en cada rincón del planeta. Se calcula que actualmente hay más de 10 millones de ONG en el planeta. En la India, por ejemplo, hay una ONG para cada 600 personas.

Para lograr esto, los medios de comunicación globalizados destacan día a día su rol en la educación, la lucha contra la pobreza y el analfabetismo, la protección del medio ambiente, la promoción de libertades civiles, protección de los derechos humanos etc., pero ocultan su lado oscuro.

Hay aproximadamente unas 40.000 ONG subvencionadas por los gobiernos norteamericanos y europeos y que fueron creadas con el fin específico de ser instrumentos de los globalizadores de Washington y Bruselas.
La idea de crear organizaciones no gubernamentales que podrían ser utilizadas por los servicios de inteligencia para la creación de las redes sociales en África, Asia y América Latina con el propósito de promover los intereses norteamericanos, surgió inicialmente al final de los años cuarenta. Sin embargo, este proyecto demoró casi una década y recién fue puesto en marcha en 1961 impulsado por el triunfo de la revolución cubana en 1959, cuando por una orden ejecutiva fue creada la Agencia de EEUU para el Desarrollo (USAID). Su propósito oficial fue reforzar la política exterior norteamericana cooperando con los países receptores de la ayuda en áreas económica, agrícola, sanitaria, política y humanitaria.

En 1972 el profesor norteamericano William A. Douglas elaboró una idea más compleja del prototipo de una futura ONG en

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

ÁLVARO GARCÍA LINERA RESPONDE SOBRE ONGS NA BOLÍVIA

18 agosto 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


'4 ONGs (Milenio, CEDIB, Fundacion Tierra e CEDLA) mentem e camuflam seu ativismo político e reacionário sob o manto de atividade não governamental'


Por Emir Sader

Tendo recebido uma carta com denuncias sobre suposta repressão a ONGs que atuam na Bolivia, o vice presidente Álvaro García Linera lhe respondeu com longa carta, em que esclarece o tipo de ação desse tipo de organização na Bolívia e a realidade sobre a atuação do governo desse pais.

Esclarece, antes de tudo, o vice presidente, que é falsa a acusação de que haveria risco de repressão sobre essas ONGs da Bolivia: “... nem agora, nem em nenhum momento anterior, se colocou seu fechamento, expulsão ou restrição de algum tipo de suas atividades”.  “Vocês sabem perfeitamente que a liberdade de expressão e de associação não apenas constituem direitos civis, mas representam componentes indissolúveis da vida, da história e do desenvolvimento das sociedades democráticas, das organizações e dos movimentos sociais.”

Nesse marco, adverte Álvaro: “4 ONGs (Milenio, CEDIB, Fundacion Tierra e CEDLA) mentem e camuflam seu ativismo político e reacionário sob o manto de atividade ‘não governamental’”, em que  “...estão desempenhando o papel de substitutos dos partidos políticos da direita”. Mas não há nenhuma ação contra elas. “Nesse sentido, aos que eu preveni e adverti com a expulsão, são organismos internacionais, ONGs e governos estrangeiros que financiam e se envolvem em atividades políticas contrárias aos interesses do Estado Plurinacional da Bolívia e o processo revolucionário que se vem desenvolvendo nos últimos dez anos.”

“Esta é a razão principal pela qual decidimos – como governo soberano – expulsar: o FMI dos escritórios privados que tinham no Banco Central da Bolívia; a CIA, que tinha escritórios no Palácio de Governo; o corpo militar norteamericano, que tinha sua base extra territorial em um aeroporto da Amazônia boliviana; à USAID e o embaixador dos EUA, que conspirava

terça-feira, 23 de junho de 2015

LAS ONG SON INSTRUMENTOS PARA LA SEDICIÓN DESDE LA “SOCIEDAD CIVIL”

23 junio 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


A PROPÓSITO DEL ANUNCIO DEL PRESIDENTE EVO MORALES

El presidente del Estado Plurinacional de Bolivia ha decidió expulsar del territorio boliviano a las ONG que conspiren contra el proceso revolucionario que vive su pueblo. (http://www.contrainjerencia.com)

La historia de la acción retardataria, contrarevolucionaria y sediciosa de las ONG, es parte de su misma razón de ser y de su sentido y significado. Si el pueblo supera su nivel de conciencia intuitiva y aprende a pensar su realidad desde una aproximación científica y racional, se convierte en sujeto político y en protagonista de la reversión de sus problemas y de los de la comunidad y sociedad a la que pertenece. Esto condena a las ONG a su desaparición. Que el pueblo se eduque, culturice e informe políticamente hace peligrar la vida de las ONG y el lucro de sus promotores.

Surgidas en Europa y EE.UU. para alimentar financieramente y armar políticamente a sus subsidiarias de América latina y El Caribe, de África, Asia y Oriente, las ONG matrices y sus subsidiarias han sido instrumentos muy eficaces para mantener el capitalismo jugando a la “ayuda”, pero defendiendo dictaduras y gobiernos autoritarios

EE.UU., la peor amenaza latinoamericana

22/06/2015, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


Un asunto de “estrategia” de un imperio decadente, el de Estados Unidos (EU), que da coletazos y aun así se resiste a morir. Sigue “trabajando” al modo como lo sabe hacer: imponiendo sus políticas por el mundo para conseguir sus fines, en un plazo de tiempo de unas pocas décadas, de unos cuantos años. Valga decir, com políticas redefinidas o rediseñadas desde los autoatentados del 11 de septiembre 2001 en las Torres Gemelas de Nueva York para acá.

Solo recuérdese que en América Latina a EU no le cuaja la idea del “terrorismo”, para con ese pretexto de “falsa bandera” atacar interviniendo a los países. Como le funcionó en Irak y en Afganistán, para apoderarse del control energético y las drogas. No. Pero le funciona a la perfección la “guerra contra las drogas”, en aras de la cual está controlando el negocio, a la vez que militarizar aquellos países como Colombia y México, sentando las bases para la desestabilización. Con ambos países, sobre todo con este último, le está funcionando muy bien la perversa “guerra antidrogas”, a la

segunda-feira, 25 de maio de 2015

EL INTERVENCIONISMO DE EEUU EN SUDAMÉRICA EN LA MITAD DEL SIGLO XX

20 mayo 2015, Barometro Internacional Barometro Internacional http://barometrointernacional.bligoo.com.ve (Venezuela)

Por Diego Olivera Evia

Los golpes de estado y los asesinatos de la CIA crean violencia Latinoamérica

La realidad en América Latina esta signada, por los efectos geopolíticos de la presencia de EEUU en la región, luego de 200 años de la Independencia de España, a finales del siglo XIX, la política de los Estados Unidos, sustituyo a España e Inglaterra, como la potencia hegemónica en varias naciones de Latinoamérica y el Caribe, la certeza del Libertador Simón Bolívar, como la del ideólogo de la independencia, José Martí, advertían los efectos negativos de esta nación, al manifestar que “yo viví en el monstruo y conocí sus entrañas”.

Luego de consolidar y derrotar al sur rebelde, y al ejército confederado, se consolido la nación Yanqui, como lo nombraron los estados del sur. Para de esa manera crear su nuevo plan de conquistas, quitándole a México el 60% de su territorio, con guerras y motivos creados por el Departamento de Estado, de la misma manera los planteamientos expansionistas, de los presidente James Monroe en su visión “América para los Americanos”, pensando en

terça-feira, 12 de maio de 2015

LA USAID ES UNA FACHADA PARA FINANCIAR LA GUERRA DE CUARTA GENERACIÓN

6 mayo 2015, Barometro Internacional http://barometrointernacional.bligoo.com.ve  (Venezuela)

Por Diego Olivera Evia

EEUU usa diferentes agencias internacionales con objetivos desestabilizadores
Hoy la sociedad humana está expuesta a un mundo denominado o llamado unipolar, que  significa la imposición de EEUU, al resto  de naciones, de su modelo militar y el poder de las trasnacionales, sistema de dominación que articula, con sus  aliados de la OTAN, apoyando sus acciones punitivas,  como países satélites como Israel, Arabia Saudita, Corea del Sur y Japón, que le permiten a EEUU, crecer en su política injerencista en el Mundo. Para sostener su influencia y guerras, las distintas administraciones y presidentes, han fortalecido el poder militar. Pero para lograr crear acciones de guerra de Cuarta Generación, para lo cual ha creado diversos mecanismos y organizaciones de inteligencia, como son la Central de Inteligencia de Americana (CIA), las acciones del Pentágono, con sus marines, las operaciones del Servicio Secreto y el FBI, para imponer la Ley Patriota, pero a nivel de acciones civiles han creado la USAID.

Que papel desarrolla? La Agencia de

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A OTAN JÁ ESTÁ EM GUERRA NA UCRÂNIA... E ESTÁ PERDENDO

5 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
5/2/2015,  Finian Cunningham*  Strategic Culture
Tradução: mberublue.


A Junta de Kiev-OTAN promovem a NAZIFICAÇÃO da Ucrânia

Em mais um espetáculo de malabarismo, a mídia ocidental está, nesta semana, apresentando de maneira distorcida a noção de que os Estados Unidos e a OTAN estariam “considerando enviar ajuda militar letal” para “defender” o regime de Kiev de uma “agressão russa”.

Não passa de uma piada sem graça. A explicação real reside no fato de que a OTAN está perdendo a guerra que trava na Ucrânia e necessita de mais suprimento militar para tentar recuperar pelo menos um pouco do prejuízo.

Em primeiro lugar, a imprensa-empresa ocidental reconhece maliciosamente que a OTAN, liderada pelos Estados Unidos supostamente até este momento “só enviou para o teatro de guerra equipamento militar não letal”. Essa desonestidade retórica tem a intenção de demonstrar que esse “material não letal” de alguma forma não se trata de equipamento militar. Ocorre que, letal ou não letal, equipamento militar é equipamento militar. Então, vamos deixar a semântica de lado. Os Estados Unidos e seu alter ego de relações públicas conhecido como OTAN, já estão profundamente envolvidos na guerra da Ucrânia através de forte apoio ao regime de Kiev, já há mais de dez meses em combates na ofensiva do leste ucraniano que apenas até este momento, já causou mais de 5.300 mortes.

Em segundo lugar, não passa de uma ilusão patética a noção de que Washington estaria “reconsiderando” a possibilidade de enviar para a Ucrânia “ajuda letal” conforme o que foi relatado na segunda feira pelo jornal New York Times.Equipamento militar letal já está sendo enviado para a Ucrânia pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN. Apesar disso,