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sábado, 7 de novembro de 2015

Abya Yala, Patria Grande/CINCO PASOS PARA CONTRARRESTAR LA VULNERABILIDAD DE LOS PROCESOS PROGRESISTAS

3 noviembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Opina Alvaro García Linera, vicepresidente del Estado plurinacional de Bolivia

El vicepresidente del Estado, Álvaro García Linera, recomendó, esta semana, seguir cinco pasos para contrarrestar la vulnerabilidad de los procesos progresistas, esto en la clausura del ciclo en conmemoración de los cien años del nacimiento de José Luis Massera, desarrollada en el Paraninfo de la Universidad de la República Oriental de Uruguay.

La autoridad boliviana explicó que existen « estrategias de contrainsurgencias definidas por gobiernos, empresas y bolsas de valor » que ponen en marcha ciertas vulnerabilidades gestadas internamente con acciones agresivas desde el exterior y señaló que América Latina tiene problemas, dentro del desarrollo de los procesos progresistas, porque ha generado internamente condiciones de vulnerabilidad, « por decisiones propias y esta es gatillada por los mercados externos, pero deben reforzarse para volverse invulnerables mediante reflexiones profundas y sinceras », aseveró.

García Linera señaló que el primer paso «es reconocer y analizar en qué decisiones nos equivocamos», como gobernantes, esto es

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

ÁLVARO GARCÍA LINERA RESPONDE SOBRE ONGS NA BOLÍVIA

18 agosto 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


'4 ONGs (Milenio, CEDIB, Fundacion Tierra e CEDLA) mentem e camuflam seu ativismo político e reacionário sob o manto de atividade não governamental'


Por Emir Sader

Tendo recebido uma carta com denuncias sobre suposta repressão a ONGs que atuam na Bolivia, o vice presidente Álvaro García Linera lhe respondeu com longa carta, em que esclarece o tipo de ação desse tipo de organização na Bolívia e a realidade sobre a atuação do governo desse pais.

Esclarece, antes de tudo, o vice presidente, que é falsa a acusação de que haveria risco de repressão sobre essas ONGs da Bolivia: “... nem agora, nem em nenhum momento anterior, se colocou seu fechamento, expulsão ou restrição de algum tipo de suas atividades”.  “Vocês sabem perfeitamente que a liberdade de expressão e de associação não apenas constituem direitos civis, mas representam componentes indissolúveis da vida, da história e do desenvolvimento das sociedades democráticas, das organizações e dos movimentos sociais.”

Nesse marco, adverte Álvaro: “4 ONGs (Milenio, CEDIB, Fundacion Tierra e CEDLA) mentem e camuflam seu ativismo político e reacionário sob o manto de atividade ‘não governamental’”, em que  “...estão desempenhando o papel de substitutos dos partidos políticos da direita”. Mas não há nenhuma ação contra elas. “Nesse sentido, aos que eu preveni e adverti com a expulsão, são organismos internacionais, ONGs e governos estrangeiros que financiam e se envolvem em atividades políticas contrárias aos interesses do Estado Plurinacional da Bolívia e o processo revolucionário que se vem desenvolvendo nos últimos dez anos.”

“Esta é a razão principal pela qual decidimos – como governo soberano – expulsar: o FMI dos escritórios privados que tinham no Banco Central da Bolívia; a CIA, que tinha escritórios no Palácio de Governo; o corpo militar norteamericano, que tinha sua base extra territorial em um aeroporto da Amazônia boliviana; à USAID e o embaixador dos EUA, que conspirava