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segunda-feira, 11 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/EUA CONTRA OS BRICS: CORRUPÇÃO COMO ARMA DE PROPAGANDA



8 abril 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Robert Parry, Consortium News

“Ano passado, a USAID distribuiu um documento (fact sheet) no qual resume os próprios serviços de pagar jornalistas amigáveis em todo o mundo, inclusive para“formação e treinamento de jornalistas, desenvolvimento de negócios de mídia-empresa, construção de capacidade para instituições de apoio e reforço de ambientes legal-regulatórios para a livre empresa de comunicações em geral.”
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Infelizmente, alguns dos importantes deveres do jornalismo, como aplicar padrões equilibrados aos abusos de direitos humanos e de corrupção financeira, já foram tão pervertidos e corrompidos, pelas demandas da propaganda, de governos e de empresas – e pelo carreirismo de tantos, incontáveis jornalistas –, que já desconfio muito, sempre que a mídia-empresa comercial dominante põe-se a trombetear alguma história suposta ‘sensacional’, cujo protagonista sempre é algum “vilão da hora”, selecionado para a ocasião.”

Incontáveis vezes esse tipo de ‘jornalismo’ não passa de abre-alas para o ataque de “mudança de regime” que logo aparece, para cobrir de lama ou deslegitimar algum governante estrangeiro, antes do inevitável advento de uma “revolução colorida” sempre organizada por ONGs de ‘promoção da democracia’, praticamente sempre com dinheiro de organizações do governo dos EUA, como National Endowment for Democracy [Dotação Nacional para a Democracia] ou de algum financista neoliberal feito George Soros [ou todas as anteriores].

O que vemos agora tem todas as características de mais uma fase preparatória para a próxima rodada de “mudança de regime”, cujo abre-alas é uma enxurrada de acusações de corrupção, sem provas, contra o ex-presidente do Brasil, Luiz Ignacio Lula da Silva e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. As mais recentes

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

COMPANHIAS MILITARES PRIVADAS AO SERVIÇO DA CLASSE CAPITALISTA TRANSNACIONAL

23 outubro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por Peter Phillips*

A globalização do comércio e da banca central impulsionou as corporações privadas a posições de poder e controle nunca vistas na história humana. Sob o capitalismo avançado, as exigências estruturais de um retorno sobre o investimento requer uma expansão infinita de capital centralizado nas mãos de cada vez menos pessoas. O centro financeiro do capitalismo global é tão altamente concentrado que menos de um milhar de pessoas domina e controla US$100 milhões de milhões (trillion) de riqueza. 

Os poucos milhares de pessoas que controlam o capital global representam menos de 0,0001 por cento da população mundial. Eles são a classe capitalista transnacional (CCT), a qual, como a elite capitalista do mundo, domina estados-nação através de acordos de comércio internacionais e de organizações transnacionais de estados tais como o Banco Mundial, o Banco Internacional de Pagamentos (BIS, na sigla em inglês) e o Fundo Monetário Internacional.
 

A CCT comunica suas exigências políticas através de redes globais como o G-7 e G-20, e várias organizações políticas não governamentais tais como o World Economic Forum, a Comissão Trilateral e o Grupo Bilderberg. A CCT representa os interesses de centenas de milhares de milionários e bilionários que