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terça-feira, 7 de junho de 2016

EUA/HILLARY CLINTON, A RAÍNHA DO CAOS -- Um livro de Diana Johnstone



6 junho 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)



Nas eleições presidenciais de 2008 nos EUA, a técnica de vender ao mundo um presidente foi, desde início, um enorme logro coroado de sucesso.

Ao contrário, os candidatos que parecem estar destinados à disputa eleitoral de 2016, Hillary Clinton e Donald Trump, não só não suscitam qualquer entusiasmo no mundo como levantam por todo o lado uma indignada interrogação: como é possível?

Neste texto, Miguel Urbano chama a atenção para um livro a lançar esta semana em Portugal que, «apoiando-se numa documentação exaustiva, apresenta de Hillary um perfil tão assustador que muitos eleitores norte-americanos podem concluir que ela é mais perigosa do que Donald Trump.»

São poucos os escritores progressistas norte-americanos cujos livros denunciam a estratégia de dominação planetária dos EUA como ameaça à Humanidade.

Diana Johnstone é quase uma exceção. Não é marxista nem revolucionária e acredita nos valores da democracia ocidental. O que critica é

segunda-feira, 11 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/EUA CONTRA OS BRICS: CORRUPÇÃO COMO ARMA DE PROPAGANDA



8 abril 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Robert Parry, Consortium News

“Ano passado, a USAID distribuiu um documento (fact sheet) no qual resume os próprios serviços de pagar jornalistas amigáveis em todo o mundo, inclusive para“formação e treinamento de jornalistas, desenvolvimento de negócios de mídia-empresa, construção de capacidade para instituições de apoio e reforço de ambientes legal-regulatórios para a livre empresa de comunicações em geral.”
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Infelizmente, alguns dos importantes deveres do jornalismo, como aplicar padrões equilibrados aos abusos de direitos humanos e de corrupção financeira, já foram tão pervertidos e corrompidos, pelas demandas da propaganda, de governos e de empresas – e pelo carreirismo de tantos, incontáveis jornalistas –, que já desconfio muito, sempre que a mídia-empresa comercial dominante põe-se a trombetear alguma história suposta ‘sensacional’, cujo protagonista sempre é algum “vilão da hora”, selecionado para a ocasião.”

Incontáveis vezes esse tipo de ‘jornalismo’ não passa de abre-alas para o ataque de “mudança de regime” que logo aparece, para cobrir de lama ou deslegitimar algum governante estrangeiro, antes do inevitável advento de uma “revolução colorida” sempre organizada por ONGs de ‘promoção da democracia’, praticamente sempre com dinheiro de organizações do governo dos EUA, como National Endowment for Democracy [Dotação Nacional para a Democracia] ou de algum financista neoliberal feito George Soros [ou todas as anteriores].

O que vemos agora tem todas as características de mais uma fase preparatória para a próxima rodada de “mudança de regime”, cujo abre-alas é uma enxurrada de acusações de corrupção, sem provas, contra o ex-presidente do Brasil, Luiz Ignacio Lula da Silva e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. As mais recentes

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A BELICOSIDADE DE BREEDLOVE, O CHEFE DA NATO NA EUROPA

2 abril 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Este artigo foi publicado pelo insuspeito “Der Spiegel”. Contém informação oriunda do interior do campo imperialista ocidental, e é elucidativo acerca das suas contradições internas. Nomeadamente as dos que vêm avançar, com alarme mas também com manifesta impotência, a dementada marcha dos EUA e da NATO na escalada do conflito ucraniano.

Na passada quarta-feira havia calma no leste ucraniano. Na verdade, tratava-se de mais um dia calmo numa sequência alargada de relativa acalmia. As batalhas entre o exército ucraniano e os separatistas pró-russos tinham cessado em grande medida e o armamento pesado estava a ser retirado. O acordo de cessar-fogo de Minsk podia não estar a funcionar na perfeição, mas estava a aguentar-se.

Nesse mesmo dia, o general Philip Breedlove, comandante em chefe da NATO na Europa, dirigiu-se à imprensa em Washington. Putin, disse, tinha de novo “subido a parada” no leste da Ucrânia – com “bem mais do que mil carros de combate, forças de combate russas, alguma da sua mais sofisticada defesa aérea, batalhões de artilharia” a terem sido enviados para o Donbass. “O que fica claro”, disse Breedlove, “é que neste momento as coisas não estão a melhorar. Estão a piorar todos os dias”.

Os dirigentes alemães em Berlim ficaram estarrecidos. Não compreendiam acerca do quê estava Breedlove a falar. E não era a primeira vez que isso sucedia. Mais uma vez o governo alemão, apoiado na informação recolhida pelo Bundesnachrichtendienst (BND), o serviço de informações