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domingo, 25 de outubro de 2015

DR. FANTÁSTICO ESTÁ NU

20 outubro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Pepe Escobar Пепе Эскобар

Todo o Sul Global já está informado sobre como a campanha russa na Síria esmagou rapidamente todos os elaborados planos do Excepcionalistão para um "Oriente Médio Expandido"

Esses planos recobrem tudo, desde a Doutrina Wolfowitz até o imperativo categórico do Dr. Zbig"Grande Tabuleiro de Xadrez" Brzezinski que mandava impedir que surgisse qualquer competidor estratégico na Eurásia.

Mas o subtexto é ainda mais intrigante. O Pentágono não anteviu coisa alguma, nada, do que viria. E o pessoal lá está aterrorizado ante as consequências inevitáveis.
O pânico era palpável na fala do Dr. Fantástico, digo, Dr. Strangelove, digo, general Breedlove, codinome Breed-amor/ódio, comandante da OTAN, o homem que, uma vez por semana, anuncia que a Rússia está invadindo a Ucrânia.

Por mais que todos saibam que se trata de analista proverbialmente fracassado em suas análisis geopolíticas – para ele, a Rússia existe para boicotar as operações de EUA
 plus 'coalizão' na região –Breedamor/ódio está, muito, muito intrigado ante os novos, jamais vistos, intrincados estratos da rede de defesa da Rússia.

Nas palavras dele: "Estamos um pouco preocupados com outra bolha
 A2/AD que venha a ser criada no Mediterrâneo Oriental."

Em pentagonês,
 A2/AD significa área de acesso impedido/negação de

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A BELICOSIDADE DE BREEDLOVE, O CHEFE DA NATO NA EUROPA

2 abril 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Este artigo foi publicado pelo insuspeito “Der Spiegel”. Contém informação oriunda do interior do campo imperialista ocidental, e é elucidativo acerca das suas contradições internas. Nomeadamente as dos que vêm avançar, com alarme mas também com manifesta impotência, a dementada marcha dos EUA e da NATO na escalada do conflito ucraniano.

Na passada quarta-feira havia calma no leste ucraniano. Na verdade, tratava-se de mais um dia calmo numa sequência alargada de relativa acalmia. As batalhas entre o exército ucraniano e os separatistas pró-russos tinham cessado em grande medida e o armamento pesado estava a ser retirado. O acordo de cessar-fogo de Minsk podia não estar a funcionar na perfeição, mas estava a aguentar-se.

Nesse mesmo dia, o general Philip Breedlove, comandante em chefe da NATO na Europa, dirigiu-se à imprensa em Washington. Putin, disse, tinha de novo “subido a parada” no leste da Ucrânia – com “bem mais do que mil carros de combate, forças de combate russas, alguma da sua mais sofisticada defesa aérea, batalhões de artilharia” a terem sido enviados para o Donbass. “O que fica claro”, disse Breedlove, “é que neste momento as coisas não estão a melhorar. Estão a piorar todos os dias”.

Os dirigentes alemães em Berlim ficaram estarrecidos. Não compreendiam acerca do quê estava Breedlove a falar. E não era a primeira vez que isso sucedia. Mais uma vez o governo alemão, apoiado na informação recolhida pelo Bundesnachrichtendienst (BND), o serviço de informações