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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

August 20, 21, 2016/News: 1- Polish special forces claimed to be secretly…, 2- Russia urges Kiev to…, 3- Lvov citizens beg…, 4- Donbass security subgroup…, 5- Erdogan promises Poroshenko, 6- Donetsk Defense: Situation…

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

 

1- Polish special forces claimed to be secretly deployed to Donbass

2- Russia urges Kiev to implement UN human rights recommendations
4- Donbass security subgroup started its work in Minsk

5- Erdogan promises Poroshenko to support Ukraine’s claims to Crimea, Biden intends to allocate Nazi state 1bln

6- Donetsk Defense: Situation Report, 20.09.2016

 

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1- Polish special forces claimed to be secretly deployed to Donbass
Tuesday, September 20, 2016 - 13:24, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

Polish journalist Andrzej Rozenek recently published an article in the Polish news weekly NIE, in which he argued that 18 Polish special forces soldiers were deployed near Donbass at the order of the Polish Defense Ministry. In an interview with Sputnik, Rozenek commented

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A BELICOSIDADE DE BREEDLOVE, O CHEFE DA NATO NA EUROPA

2 abril 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Este artigo foi publicado pelo insuspeito “Der Spiegel”. Contém informação oriunda do interior do campo imperialista ocidental, e é elucidativo acerca das suas contradições internas. Nomeadamente as dos que vêm avançar, com alarme mas também com manifesta impotência, a dementada marcha dos EUA e da NATO na escalada do conflito ucraniano.

Na passada quarta-feira havia calma no leste ucraniano. Na verdade, tratava-se de mais um dia calmo numa sequência alargada de relativa acalmia. As batalhas entre o exército ucraniano e os separatistas pró-russos tinham cessado em grande medida e o armamento pesado estava a ser retirado. O acordo de cessar-fogo de Minsk podia não estar a funcionar na perfeição, mas estava a aguentar-se.

Nesse mesmo dia, o general Philip Breedlove, comandante em chefe da NATO na Europa, dirigiu-se à imprensa em Washington. Putin, disse, tinha de novo “subido a parada” no leste da Ucrânia – com “bem mais do que mil carros de combate, forças de combate russas, alguma da sua mais sofisticada defesa aérea, batalhões de artilharia” a terem sido enviados para o Donbass. “O que fica claro”, disse Breedlove, “é que neste momento as coisas não estão a melhorar. Estão a piorar todos os dias”.

Os dirigentes alemães em Berlim ficaram estarrecidos. Não compreendiam acerca do quê estava Breedlove a falar. E não era a primeira vez que isso sucedia. Mais uma vez o governo alemão, apoiado na informação recolhida pelo Bundesnachrichtendienst (BND), o serviço de informações

terça-feira, 4 de março de 2014

UCRÂNIA: O PLANO MAIS IDIOTA DE OBAMA

3 março 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Aliar-se com os neonazistas na Ucrânia: de todos os planos idiotas que Washington elaborou nos últimos dois anos, este é o mais idiota de todos.

Mike Whitney - CounterPunch

“Washington e Bruxelas apoiaram um golpe nazista, realizado por insurgentes, terroristas e políticos da ultradireita europeia para atender aos interesses geopolíticos do Ocidente". --- Natalia Vitrenko , do Partido Socialista Progressista da Ucrânia

Como você provavelmente já sabe, Obama e companhia ajudaram a depor o presidente democraticamente eleito da Ucrânia, Viktor Yanukovych, com a ajuda de ultra-direita, paramilitares, gangues neonazistas que invadiram e queimaram escritórios do governo, mataram soldados da tropa de choque, e espalharam o caos e terror em todo o país. Estes são os novos aliados dos Estados Unidos no grande jogo para estabelecer uma cabeça de ponte na Ásia, empurrando os russos mais para o leste, derrubando governos eleitos, garantindo corredores de oleodutos e gasodutos vitais, acessando escassas reservas de petróleo e gás natural e trabalhando pela desmontagem da Federação Russa, segundo a estratégia geopolítica proposta por Zbigniew Brzezinski.

A grande obra de Brzezinski, “The Grand Chessboard: American Primacy and it’s Geostrategic Imperatives”(O Grande Tabuleiro de Xadrez: a Primazia Americana e seus Imperativos Geoestratégicos), tornou-se o Mein Kampf de aspirantes imperialistas ocidentais. O livro fornece a estrutura básica para o estabelecimento da hegemonia militar, política e econômica dos EUA na região mais promissora e próspera do século, na Ásia. Em um artigo publicado na Foreign Affairs, Brzezinski apresentou suas idéias sobre como neutralizar a Rússia, dividindo o país em partes menores e permitindo, assim, que os EUA mantenham seu papel dominante na região, sem ameaças, desafios ou interferências. Aqui está um trecho do artigo:

"Dado o tamanho (da Rússia) e sua diversidade, um sistema político descentralizado e uma economia de livre mercado seriam a mais provável via para desencadear o potencial criativo do povo russo e (explorar) os vastos recursos naturais da Rússia. Uma Rússia vagamente confederada - composta por uma Rússia européia, uma república da Sibéria, e uma república do Extremo Oriente - também tornaria mais fácil cultivar relações econômicas mais estreitas com seus vizinhos. Cada um dessas regiões confederadas seria capaz de explorar o seu potencial criativo local, sufocado por séculos de controle da mão burocrática pesada de Moscou. Além disso, a Rússia descentralizada seria menos suscetível a uma mobilização de tipo imperial”. (Zbigniew Brzezinski , "A Geoestratégia para a Eurasia ")

Moscou, é claro, está ciente dessa estratégia de dividir e conquistar de Washington, mas minimizou a questão, a fim de evitar um confronto. O golpe de Estado apoiado pelos EUA na Ucrânia significa que essa opção não é mais viável. A Rússia terá de responder a uma provocação que ameaça tanto a sua segurança como seus interesses vitais na região. Os primeiros informes indicam

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Venezuela instaló un Comando Nacional Antigolpe

21 febrero 2014, 06:32 am, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)
http://www.telesurtv.net/articulos/2014/02/21/venezuela-instalo-un-comando-nacional-antigolpe-5092.html

El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, convocó a una reunión del Comando Nacional Antigolpe, esta decisión se tomó frente a las acciones violentas que se han venido registrando en algunos sectores del país en los últimos días. teleSUR

El jefe de Estado venezolano, Nicolás Maduro, instaló oficialmente este jueves el Comando Nacional Antigolpe, una instancia que estará presidida por el titular de la Asamblea Nacional, diputado Diosdado Cabello, y cuya función será revisar y contrarrestar los planes golpistas y fascistas que gestan aquellos sectores de la derecha financiados por Estados Unidos.

Desde el Palacio de Miraflores (sede del Gobierno) en Caracas, Maduro llamó a toda la población venezolana a asumir el reto de contrarrestar la violencia fascista y conformar Comandos Populares Antigolpe en todo el país, por ser “la fórmula mágica del Comandante Hugo Chávez”.

Asimismo, destacó que para derrotar a la derecha se necesita de “toda la fuerza del Poder Popular que respalda a la Revolución Bolivariana y Socialista” en Venezuela.

“Alerta, los Comandos Populares Antigolpe en cada fábrica, en cada centro de trabajo, en cada barrio, en cada universidad. Vamos a derrotar el golpe fascista con el pueblo movilizado y organizado”, sentenció.
De igual manera, el Presidente aseguró que las acciones violentas forman parte de “un plan para atacar el transporte público, la electricidad, las telecomunicaciones, las calles y la alimentación (del pueblo venezolano)”, hoy día con énfasis en los estados Táchira y Zulia (oeste), donde “están impidiendo que lleguen los abastecimientos necesarios”.

“Basta de la agresión del fascismo contra los trabajadores de la Patria, contra los que quieren trabajar y los servicios públicos claves", enfatizó el mandatario.

El Mandatario reiteró que la violencia propiciada por la derecha se trata de "un plan de golpe de Estado contra la democracia y el Gobierno". Sin embargo, afirmó que “la Revolución Bolivariana va a triunfar por el camino de la Constitución, de las leyes y habrá paz en Venezuela".

Además, Maduro aseveró que sólo en Revolución es posible un Gobierno popular y de diálogo. "El Gobierno Bolivariano es un Gobierno en la calle, de diálogo permanente, popular. Un Gobierno que dialoga con los trabajadores, la clase obrera", expresó.


Por ello, instó a acabar con la intolerancia y el odio promovido por el sector antichavistas en el país e invitó a los venezolanos a convivir pacíficamente a pesar de las diferencias políticas.

"Yo creo en la convivencia entre los venezolanos más allá de las diferencias políticas que podamos tener, convoco a la convivencia de todos, cada quien en su posición", expresó.

Por último, Maduro ratificó su llamado a los organismos judiciales para garantizar que cada uno de los responsables de hechos violentos protagonizados por la derecha fascista sea presentado ante los tribunales nacionales.


Venezuela/Ministra da Defensa: "A Força Armada Nacional Bolivariana não aceitará um governo que não surja pela via constitucional"

20 fevereiro 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Por: TeleSUR/Aporrea.org, 18/02/2014 13h43

A ministra da Defesa da Venezuela, Carmen Meléndez, enfatizou nesta terça-feira, 18, que a Força Armada Nacional Bolivariana não aceitará um governo que não surja pela via constitucional.

"Jamais aceitaremos um governo que não surja pela via constitucional", declarou Meléndez durante uma reunião com o Alto Comando Militar venezuelano.

Outrossi, destacou que o presidente Nicolás Maduro, o povo e a FANB "estamos trabalhando unidos mais que nunca e não permitiremos um cenário similar ao de 11 de abril" (de 2002), quando a direita deu um golpe de Estado ao comandante Hugo Chávez.

O Alto Comando Militar manifesta à patria de Simón Bolívar e de Hugo Chávez "nosso total apego à Constituição e às leis da República Bolivariana",

MODELÃO DOS GOLPES DA CIA, DA GUERRA FRIA, DE VOLTA À CENA

19 fevereiro 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)

Wayne Madsen

Strategic Culture

A maior quantidade de entusiastas do status quo pode ser encontrada na sede da Agência Central de Inteligência dos EUA [tão secreta que o nome jamais é traduzido], a conhecida CIA, em Langley, Virginia. Com muitas nações em todo o mundo tentando livrar-se das garras políticas, militares e financeiras de Washington, aCIA está voltando a recorrer ao velho manual, para lidar com governo recalcitrantes.

Depois de ter ajudado a fomentar uma rebelião na Ucrânia, contra o governo democraticamente eleito do presidente Viktor Yanukovych, o aparelho de propaganda de Washington - centralizado na organização National Endowment for Democracy (NED), naAgency for International Development (USAID) e no Instituto Sociedade Aberta [Open Society, OSI] de George Soros - está focado na Venezuela.

A Venezuela identificou três funcionários da embaixada dos EUA em Caracas, que estavam em contato com manifestantes da oposição e ajudando a planejar tumultos antigoverno por todo o país. Os três "funcionários consulares" dos EUA - Breann Marie McCusker, Jeffrey Gordon Elsen e Kristopher Lee Clark - foram expulsos do país, pelo governo da Venezuela. Em outubro passado, o país expulsou outros três diplomatas dos EUA - chargés d'affaires Kelly Keiderling, David Moo e Elizabeth Hoffman - também por estarem ajudando a promover agitação interna no país. Os seis supostos diplomatas trabalhavam em atividades frequentemente associadas aos agentes da CIA, como "serviço clandestino oficial".

Exatamente como no caso do embaixador dos EUA em Kiev, Geoffrey Pyatt, e da secretária de Estado assistente para Assuntos Europeus e notória visitante boca-suja Victoria Nuland, que se encontraram com líderes da oposição ucraniana para ajudar a planejar os protestos antigoverno, os diplomatas norte-americanos em Caracas foram acusados de estar trabalhando ao lado do grupo de oposição reunido em torno de Leopoldo Lopez, o agente de interesses de empresas norte-americanas treinado em Harvard. O governo venezuelano descobriu que Lopez, como outro líder da oposição venezuelana, Henrique Capriles Radonski, recebem apoio financeiro clandestino da CIA, que lhes chega através de NED e USAID, para planejar protestos e ações de sabotagem contra o governo eleito da Venezuela.

Já se conhecem os laços que unem o partido Voluntad Popular de López e organizações associadas ao ex-presidente da Colômbia Alvaro Uribe, da direita pró-Israel, com pegadas óbvias da CIA e de narcoterroristas; nesse caso, o dinheiro chega ao partido de Lopez por ONGs colombianas mantidas por George Soros e Uribe, como a Fundación Centro de Pensamiento Primero Colombia [Fundação Centro de Pensamento Primeiro Colômbia] e Fundación Internacionalismo Democratico [Fundação Internacionalismo Democrático].

A embaixada dos EUA em Caracas, como no caso de Kiev e Moscou, sempre serviu como espaço virtual para planejamento de protestos pela oposição financiada pelos EUA na Venezuela. A única coisa que os cabeças da oposição ucraniana Arseniy Yatsenyuk, Vitali Klitschko e Oleh Tyahnybok; da oposição russa Alexei Navalny e Garry Kasparov; e da oposição venezuelana Lopez, Capriles e Maria Corina Machado têm em comum é passe livre para entrar nas embaixadas dos EUA em suas respectivas capitais quando bem entendam, e sair, levando a maior quantidade de dinheiro que consigam transportar.

Traço que une as campanhas de desestabilização organizadas e promovidas pela CIA na Ucrânia e na Venezuela é, nos dois casos, a arregimentação de fascistas locais, para as forças antigoverno. Na Venezuela, apoiadores reacionários de antigos regimes oligárquicos fascistas são aliados espontâneos dos EUA; e na Ucrânia, os fascistas reunidos em torno de Tyahnybok garantem a conexão continuada entre a oposição ucraniana e EUA-Israel.

Um relatório da CIA recentemente tornado público, datado de 4/4/1973, anotava que já durante o tempo da República Socialista Soviética Ucraniana o Partido Comunista recomendava "vigilância estrita sobre o nacionalismo e o sionismo na Ucrânia" - apresentados como ameaças gêmeas já então, na Ucrânia. Como se vê hoje, pouca coisa mudou na natureza e na orientação da oposição ucraniana.

Além de abastecer os cabeças da oposição venezuelana com dólares, os EUA e seus banqueiros nunca cessaram de atacar a economia e a moeda venezuelanas, usando a imprensa-empresa privada para espalhar notícias falsas sobre 'desabastecimento' e carência de produtos básicos (itens sempre citados são papel higiênico, sal e açúcar) na Venezuela. Esse é um velho truque da CIA, que sempre o usou contra o governo de Cuba e de outras nações cujos governos opõem-se ao imperialismo norte-americano.

A mesma tática de usar a imprensa-empresa privada para disseminar 'notícias' sobre carência de produtos está sendo usada pela CIA contra o governo da primeira-ministra Yingluck Shinawatra apoiada pelos Camisas Vermelhas na Tailândia; lá o que estaria faltando nas prateleiras seria arroz; e a carência estaria acontecendo por que a primeira-ministra insiste em vender arroz à China.

A campanha conduzida pela CIA contra Yingluck resultou em denúncias já formalizadas contra o primeiro-ministro por uma das ONGs da "sociedade civil" típicas do modelo que Soros promove, a Comissão Nacional Contra a Corrupção - criação dileta dos monarquistas Camisas Amarelas e falsos "reformadores" constitucionais, como o octogenário Amorn Chantarasomboon.

Exatamente como a CIA já fizera antes, quando tentou golpe fracassado contra o presidente Hugo Chávez em abril de 2002, a Agência e seus prepostos locais lançaram ataques de propaganda contra a PDVSA - a empresa estatal venezuelana de petróleo - proprietária da CITGO nos EUA. Os veículos de propaganda da CIA estão divulgando o meme de que a PDVSA seria tão corrompida e moribunda, que a Venezuela já estaria sendo forçada a importar gasolina dos EUA. É história absolutamente falsa, mas a imprensa-empresa privada, inclusive os veículos e 'fontes' que constituem a rede global de propagandistas mantida por Soros, dedicam-se a repetir incansavelmente sempre a mesma mentira, como se fosse fato.

A imprensa-empresa privada, principalmente The Miami Herald, porta-voz das perversões e fantasias dos oligarcas venezuelanos exilados no sul da Florida, exatamente como faz também com os cubanos de direita e com os sionistas nacionalistas que vivem em comunidades fechadas de leitores, também não se cansa de repetir que a Venezuela está sofrendo massiva onda de crimes, porque o presidente Nicolas Maduro é incapaz de prover segurança aos cidadãos. Esse é outro dos velhos truques da CIA, sempre usado para minar governos estáveis em todo o mundo, Iraque, Paquistão e Afeganistão, por exemplo: oferecer ajuda e meios a terroristas e ao crime organizado locais, para que ataquem a população civil.

A CIA já usou esse mesmo jogo para fazer sabotagem econômica contra o governo socialista do presidente Salvador Allende no Chile. Na Venezuela, a CIAataca a indústria do petróleo. No Chile, a CIA usou ataques contra a indústria do cobre, para sabotar a base da economia chilena, antes de lançar o sangrento ataque do dia 11/9/1973, quando o presidente Allende foi assassinado, e começou o massacre de seus apoiadores, por esquadrões da morte treinados pelos EUA.

Outros países latino-americanos estão atentos aos ataques clandestinos dos EUA contra a Venezuela. Os EUA suspenderam formalmente a ajuda econômica que davam à Bolívia, depois que o governo de Evo Morales expulsou do país os representantes da USAID, acusados de fomentar a rebelião no país. O presidente do Equador Rafael Correa anunciou formalmente que seu país está-se retirando do Tratado Interamericano de Mútua Assistência - fachada inventada pelo Pentágono para 'legalizar' a implantação de bases militares dos EUA em países latino-americanos.

Mas, para a CIA, a difícil situação que os EUA enfrentam na América Latina ainda pode ser revertida. Derrubar o governo da Venezuela, por golpe da direita, é ação que, segundo a Agência, pode conter e fazer reverter as tendências de esquerda em outros países.

Memorando de Inteligência da CIA, datado de 29/12/1975, intitulado "Relações Externas em mutação na América Latina" [orig. Latin America's Changing Foreign Relations], registra a esperança de que o sangrento golpe contra Allende em 1973 tenha tido resultados benéficos para os EUAI. Para a CIA, o fim do governo de Allende e de seu "Terceiro Mundismo" ajudaria a pôr fim à "demagogia" do presidente Luis Echeverria do México, e às políticas para o petróleo de líderes do Equador e Venezuela na OPEC. A CIA errou, como sempre, em sua avaliação da América Latina.

Não só o México, Equador e Venezuela resistiram à pressão norte-americana (os dois últimos foram punidos com a exclusão do Tratado de 1974 de redução de tarifas, sob a lei de Reforma do Comércio dos EUA), mas o Chile votou na Assembleia Geral da ONU contra os EUA e a favor de uma resolução que definiu o sionismo como racismo.

Dado que pressões sutis pela CIA em meados dos anos 1970s não levaram ao resultado esperado na América Latina, a CIA está agora recorrendo a velhos métodos bem testados, para calar seus opositores na América Latina. Os assassinatos do panamenho Omar Torrijos e de Jaime Roldos presidente do Equador - ambos conhecidos por suas políticas anti-EUA, mostraram ao mundo que os EUA não pensam duas vezes ante nenhum tipo de crime.

Hoje, o presidente Obama já mostrou que nada mudou: Obama autoriza semanalmente os "assassinatos premeditados" - operações clandestinas para eliminar pessoas (também civis) que se oponham à dominação norte-americana.