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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Somos todos reféns do 11/09


11 de setembro de 2019, 22:55 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/blog/somos-todos-refens-do-11-09-f2or3l3m

Por Pepe Escobar*, no Asia Times
Tradução de Regina Aquino

"Para o desespero dos neocons estadunidenses, toda a fúria e som combinada do 11/09 e a Guerra Global ao Terror/Operação de Contingenciamento Ultramar, em menos de 2 décadas, acaba em metástases representadas não somente por um rival mas também na parceria estratégica Rússia-China. Esse é o 'inimigo' real – não a Al-Qaeda, uma mera invenção do imaginário da CIA, reabilitada e higienizada na forma de 'rebeldes moderados' na Síria", escreve o correspondente Pepe Escobar, ao analisar os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001

Após anos de reportagens sobre a Grande guerra ao terror, muitas questões permanecem pendentes.

O Afeganistão foi bombardeado e invadido por causa do 11/09. Eu estava lá desde o começo, bem antes do 11/09. Em 20 de Agosto de 2001, eu entrevistei o comandante Ahmad Shah Massoud, o “Leão do Panjshir *“, que me contou sobre a aliança profana entre o Talibã, a al-Qaeda e o ISI (Inter-Services Intelligence, o serviço de Inteligência paquistanesa).

De volta a Peshawar, eu fiquei sabendo que algo realmente grande estava para acontecer: meu artigo foi publicado pelo Asia Times em 30 de Agosto. O comandante Massoud foi morto em 9 de Setembro: eu recebi um e-mail sucinto de uma fonte em Panjshir, afirmando somente, “atiraram no comandante”. Dois dias depois, o 11/09 aconteceu.

E ainda, no dia anterior, ninguém mais que Osama bin Laden, em pessoa, esteve num hospital Paquistanês, em Rawalpindi, recebendo tratamento, como foi

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Brasil/"MORO E JANOT ATUAM COM OS EUA CONTRA O BRASIL" -- Moniz Bandeira

4 dezembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Eduardo Miranda, do Jornal do Brasil

Cientista político é conhecido por dissecar poderio norte-americano na desestabilização de países.

Respeitado pela vasta obra em que disseca o poderio dos Estados Unidos a partir do financiamento de guerras e da desestabilização de países, o cientista político brasileiro Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira afirma, em entrevista ao Jornal do Brasil, que representantes da Lava Jato, como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz de primeira instância Sérgio Moro, avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional. Segundo o professor, os "vínculos notórios" de Moro e Janot com instituições norte-americanas explicam a situação atual das empresas brasileiras.

"Os prejuízos que causaram e estão a causar à economia brasileira, paralisando a Petrobras, as empresas construtoras nacionais e toda a cadeia produtiva, ultrapassam, em uma escala imensurável, todos os prejuízos da corrupção que eles alegam combater. O que estão a fazer é desestruturar, paralisar e descapitalizar as empresas brasileiras, estatais e privadas, como a Odebrecht, que competem no mercado internacional, América do Sul e África", argumenta Moniz Bandeira, que está lançando o livro A Desordem Mundial: O Espectro da Total Dominação.

Na entrevista a seguir, o cientista político, que é autor de mais de 20 obras sobre temas como geopolítica internacional, Estados Unidos, Brasil e América Latina, faz críticas severas

“O PROGRAMA DE DRONES CRIA MAIS TERRORISTAS DO QUE OS QUE MATA” -- Edward Snowden

4 dezembro 2016, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Reflexões de um homem que conhece por dentro o sistema de espionagem e de devassa da vida privada não apenas dos cidadãos dos EUA mas dos de qualquer parte do mundo que utilize um sistema de comunicação digital ou analógico. E que teve acesso a documentação não apenas de um infindável rol de crimes de terrorismo de Estado, e da hipócrita linguagem com que tais crimes são descritos.

No quarto de um hotel em Moscovo, sob medidas de segurança, Snowden, de 32 anos, passa os seus dias e as suas noites ligado à Internet, proferindo conferencias para estudantes universitários dos EUA ou, na realidade, de qualquer parte do mundo.

Ao contrário da ideia de que o exiliado político costuma ser um individuo privado de algumas liberdades, sem ligações possíveis com o seu país de origem, Snowden está a demonstrar que essa estratégia contra

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Brasil/“O ESTADO BRASILEIRO PARECE DESINTEGRAR-SE”, diz o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira

4 novembro 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


A biografia do prestigiado académico brasileiro Luiz Alberto Moniz Bandeira é a de um homem que acompanhou, viveu e – enquanto historiador – investigou as lutas pelo progresso dos povos da América Latina e a evolução da situação mundial no decurso do séc. XX. Vivendo há 20 anos fora do Brasil, a distância não prejudica, e talvez amplie, uma visão admiravelmente lúcida e informada da situação no seu país e no mundo.

Em seu livro A desordem mundial, o senhor aborda diversos pontos de tensão ao redor do mundo. O mundo retrocedeu na busca pela paz entre as nações? Como o Brasil do golpe parlamentar / impeachment se encaixa neste complicado tabuleiro de xadrez?

Desde o governo do presidente Lula da Silva, o Brasil, conquanto mantivesse boas relações com os Estados Unidos, inflectiu em sua política exterior no sentido de maior entendimento com a China e a Rússia e empenhou-se na conquista dos mercados da América do Sul e África, a favorecer as empresas nacionais, como todos os governos o fazem. Ao mesmo tempo, reativou a indústria bélica, com a construção do submarino atômico e outros convencionais, em conexão com a França, a compra dos helicópteros da Rússia e dos jatos da Suécia, países que aceitaram transferir a tecnologia, como determinou a Estratégia Nacional de Defesa, aprovada pelo Decreto Nº 6.703, de 18 De dezembro de 2008. E essa transferência de tecnologia, que os Estados Unidos não aceitam realizar, é necessária, indispensável, ao desenvolvimento econômico e à defesa do Brasil, pois “la souveraineté est la grande muraille de la patrie”, conforme o grande jurista Rui Barbosa proclamou, ao defender, na Conferência de Haia (2007), a igualdade dos Estados soberanos. Outrossim, ele advertiu, citando Eduardo Prado, autor da obra “A ilusão Americana”, que não se toma a sério a lei das nações, senão entre as potências cujas forças se equilibram. Esta lição devia pautar a estratégia de segurança e

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Venezuela/CUÁNTOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN TIENE LA CIA PARA ATACAR A VENEZUELA

17 octubre 2016, Misión Verdad http://misionverdad.com (Venezuela)

 En el año 1975 el Comité Church del Congreso estadounidense investigó una operación de la CIA que reclutó a cientos de periodistas y no menos de 25 compañías mediáticas.

"El periodismo es una cubierta perfecta para agentes de la CIA", escribió Steve Kangas. Difícilmente haya alguien tan autorizado para dictar esa sentencia como Kangas, quien fuera agente de inteligencia militar y conoce el mundillo de la CIA aguas adentro, sobre todo sus conexiones con la clase pudiente estadounidense y los tentáculos corporativos, financieros y militares que financian sus proyectos.

El reclutamiento de agentes por parte de la CIA contemplan a los periodistas afínes a sus objetivos, cuestión sintetizada en la Operation Mockingbird (en inglés, Operación Ruiseñor) que comenzó cuando

domingo, 25 de setembro de 2016

September 21, 23, 24, 25 2016/News: 1- Kiev is preparing provocations…, 2- Polish troop deployment…, 3- Clinton left classified data in Russian…, 4- Russian envoy: Kiev’s anti-Moscow…, 5- Lethal arms supply to Ukraine…, 6-- Donetsk residents…, 7- About 600 thousand of voting…, 8- Soviet leaders should have…, 9- AntiBellingcat publishes part 2 of report…, 10- Donetsk Defense: Situation…

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Kiev is preparing provocations on primaries through foreign mercenaries -- LPR People`s Militia

2- Polish troop deployment to Ukraine underscores NATO’s role in fomenting crises

3- Clinton left classified data in Russian hotel during state secretary trip - FBI
4- Russian envoy: Kiev’s anti-Moscow attacks at UN sessions are becoming boring
5- Lethal arms supply to Ukraine takes a toll on peaceful negotiations
6-- Donetsk residents physically challenged to be able to vote at home
7- About 600 thousand of voting papers to be printed by primaries-2016 in DPR
8- Soviet leaders should have prevented USSR's collapse
9- AntiBellingcat publishes part 2 of report debunking lies about MH17 crash in Donbass
10- Donetsk Defense: Situation Report, 25.09.16
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1- Kiev is preparing provocations on primaries through foreign mercenaries -- LPR People`s Militia
Saturday, September 24, 2016 - 16:09, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

Kiev is preparing provocations in the run-up and on the day of the preliminary public voting in the LPR (primaries), informed today the chief of LPR People`s Militia Department Oleg Anashenko during briefing in LuganskInformCenter.

According to our information, at least 200 foreign mercenaries are dislocated in the localities near the contact line. The presence of foreign mercenaries

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Abya Yala, Pátria Grande/ANGELA DAVIS EN CHILE



22 julio 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)



Angela Davis y Michelle Bachelet


CON TODAS LAS RESISTENCIAS POPULARES

  “Se trata de una lucha anticapitalista, 
antirracista y feminista”
Angela Davis

Después de 44 años, la histórica luchadora feminista, marxista y antirracista norteamericana, Angela Davis (1), retornó el 17 de julio de 2016 a la población que lleva su nombre y que está ubicada en la popular comuna de Recoleta de Santiago de Chile. Su segunda visita al país andino tuvo por contexto el Encuentro del Instituto Hemisférico de Performance y Política de la Universidad de Nueva York para dictar la charla "De la abolición carcelaria a #BlackLivesMatter: Movimientos sociales y la lucha global por la justicia".

Angela en la población Angela Davis fue recibida amorosamente por más de un millar de personas de la comunidad. El escenario se levantó en la propia calle y tanto para ella como para las y los asistentes hubo presentaciones de la música y cultura Mapuche y del Hip-hop insumiso. No faltaron los obsequios, símbolos de la rebeldía, abrazos sencillos y

terça-feira, 17 de novembro de 2015

A VOLTA DOS PASSAPORTES ABANDONADOS

17 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por Jean-Claude Paye*

É de rir ou de chorar:   desde o 11 de Setembro de 2001 não há atentado terrorista em que os supostos culpados não se deixem identificar deixando no seu rastro os respectivos documentos de identidade. 

Para o autor, esta aparente estupidez repetitiva dos terroristas deve ser interpretada como um artifício retórico utilizado pelo poder a fim de paralisar os cidadãos.   Como a narrativa oficial é a mais absurda possível, não é possivel contestá-la.

No quadro do inquérito sobre os massacres de Paris, um passaporte sírio foi encontrado perto de um dos kamikazes do Stade de France. Depois de o presidente ter designado "o Estado islâmico" (EI) como responsável dos atentados, este reconheceu estar na base destas acções. Para o executivo francês que havia declarado pretender intervir na Síria contra o EI, na realidade contra a República Árabe Síria e seu presidente constitucional Bachar el-Assad que "deve partir", trata-se de um indício importante que deve justificar uma acção militar. O discurso duplo – apoiar uma organização designada como inimiga e chamar de terroristas aqueles que anteriormente eram chamados de "combatentes da liberdade" – não é característico apenas do governo francês. Produzir seu inimigo tornou-se um eixo da estratégia ocidental, confirmando-nos que

terça-feira, 27 de maio de 2014

DONALD RUMSFELD E A DEMOLIÇÃO DO WTC 7

27 maio 2014, Resistir.infohttp://www.resistir.info (Portugal)

por Kevin Ryan* 

Quando perguntaram ao antigo secretário da Defesa Donald Rumsfeld acerca do World Center Building 7 (WTC 7), ele afirmou que nunca ouvira falar dele . Isto aconteceu apesar da destruição sem precedente daquele edifício de 47 andares e do seu relacionamento com os eventos do 11/Set que marcaram a carreira de Rumsfeld. Embora não atingido por um avião, o WTC 7 experimentou uma queda livre dentro do seu próprio terreno na tarde do 11/Set – pelo caminho que deveria ter sido o de maior resistência. A agência do governo encarregada de investigar a destruição do edifício acabou por admitir que ele estivera em queda livre durante uma parte da sua descida. O facto torna a demolição explosiva a única explicação lógica. Considerar como o WTC 7 pode ter sido demolido conduz a alguns factos interessantes acerca de Rumsfeld e seus associados.

O único grande inquilino do WTC 7 era a Salomon Smith Barney (SSB), a companhia que ocupava 37 dos 47 pisos no WTC 7. Um facto pouco discutido é que Rumsfeld era o presidente do comité consultivo da SSB e Dick Cheney também era membro do mesmo. Rumsfeld actuou como presidente do comité consultivo do SSB desde o seu início em 1999. Segundo as revelações financeiras que ele fez no seu processo de nomeação, durante o mesmo período Rumsfeld também actuou como um consultor pago para o Director da Central Intelligence Agency, George Tenet.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ESPECTACULAR DEBATE ENTRE BILL KELLER Y GLENN GREENWALD: ¿CUÁL ES EL FUTURO DEL PERIODISMO?



26 noviembre 2013, Cuba Debate http://www.cubadebate.cu (Cuba)

 

Recientemente el periodista Bill Keller, de The New York Times, retó a Glenn Greenwald, ex reportero del diario británico The Guardian que reveló las filtraciones de Edward Snowden. Cubadebate comparte con sus lectores esta extraordinaria esgrima verbal entre dos modelos de periodismo, texto que ha traducido el sitio Ventana Política, del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba.

Por Bill Keller

Mucha de la especulación acerca del futuro de las noticias se centra en el modelo empresarial: ¿Cómo generaremos ingresos para pagar a quienes recopilan y difunden las noticias? Pero la prejudicial influencia del Internet da lugar a otras cuestiones profundas con respecto a lo que se está tornando el periodismo, a su carácter esencial y valores. La columna de esta semana es una conversación — una polémica (mayormente) civil — entre dos puntos de vista muy diferentes de cómo el periodismo lleva a cabo su misión.

Glenn Greenwald hizo público probablemente el mayor artículo periodístico del año, las revelaciones de Edward Snowden acerca del inmenso aparato de vigilancia de la Agencia de Seguridad Nacional. Además, ha criticado abiertamente el tipo de periodismo que se practica en lugares como The New York Times, y ha abogado por un tipo de periodismo más activista, más parcial. A principios de este mes anunció que pasaba a formar parte de una nueva empresa periodística, con el apoyo del multimillonario de eBay, Pierre Omidyar, quien prometió invertir 250 millones de dólares y “tirar a la basura las viejas reglas.” Yo invité

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ONU no calla ante espionaje de EEUU




26 noviembre 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Irán)

El espionaje a gran escala de Estados Unidos a Brasil y Alemania, entre otros países, ha provocado la aprobación, este martes, de una resolución en contra de este tipo de actividad y a favor de la privacidad en la tercera comisión de la Asamblea General de las Naciones Unidas (AGNU).

"Reafirmamos el derecho a la privacidad, según el cual nadie debe ser objeto de injerencias arbitrarias o ilegales en su vida privada, su familia, su domicilio o su correspondencia", señala el texto, cuya votación final se celebrará antes de que finalice el presente año.

Al recordar los artículos 12 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos y 17 del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos, el documento llama a los países a respetar y proteger el derecho a la privacidad de las personas,

DIEZ AÑOS DE CÁRCEL PARA EL PRESO POLÍTICO JEREMY HAMMOND



23 noviembre 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Jueza de Nueva York dicta máxima condena posible para el joven hacker por revelar espionaje ilegal contra activistas de Ocupar Wall Street.


Jeremy Hammond: militante social y hacktivista

"Ir a la cárcel, morir por la causa... o vivir sometido" -dice Jeremy Hammond, esposado y escoltado por un guardiacárcel, al finalizar la entrevista con la cineasta Vivien Lesnik Weisman [1] . La última opción -vivir sometido- ha sido imposible para este activista de 28 años, cuya vida parece signada por las palabras que lleva tatuadas en el brazo: Libertad, igualdad y anarquismo.
 
Se autodefine como militante social y hackctivista (alguien que usa sus destrezas en computación para atacar sistemas de vigilancia gubernamental y corporativa difundiendo de manera pública y gratuita la información obtenida). Afirma que de ninguna manera el accionar de un hacker puede reemplazar el activismo social sino que lo complementa, como una herramienta de acción directa.
 
En una conversación con el periodista Chris Hedges, quien lo visitó en la cárcel una semana antes de que fuera dictada la condena, Jeremy Hammond se identificó como "anarco-comunista que lucha contra la autoridad del estado centralizado y las corporaciones explotadoras" [2] . Su objetivo es construir "colectivos basados en la asociación libre, el consenso, la ayuda mutua, la autosuficiencia y la armonía con el medioambiente". Enfatizó la importancia de cortar los lazos personales con el capitalismo y participar en "la organización de protestas masivas, huelgas y boicot".

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/Ecuador y Bolivia apuestan por una red de Internet regional



23 noviembre 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Espanhol) (Irán)

Bolivia y Ecuador, ante las claras muestras de espionaje cibernético de Estados Unidos, declararon el viernes su decisión de crear redes latinoamericanas de Internet con el fin de evitar que el tráfico pase por países involucrados en denuncias de espionaje cibernético como Estados Unidos.

El vicepresidente de Ecuador, Jorge Glas, adujo que la decisión de sus Gobiernos para promover la red regional de Internet se debe a que "hemos sido víctimas del más grosero espionaje no solo Latinoamérica sino el mundo entero".

“Queremos formular regulaciones que permitan protegernos contra este tipo de ataques de potencias sin escrúpulos, que

sábado, 23 de novembro de 2013

EUA tentam frear na ONU proposta de Brasil e Alemanha contra espionagem



21 novembro 2013, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Novo documento secreto vazado aponta que Washington trabalha nos bastidores para alterar plano que impede espionagem extraterritorial

Os EUA trabalham nos bastidores para frear a proposta de Brasil e Alemanha contra espionagem, apresentada à ONU no começo de novembro. Segundo documento secreto de Washington vazado nesta quinta-feira (21/11) pelo portal The Cable, a NSA (Agência de Segurança Nacional) circula um comunicado a diversos países com o título: "O direito de privacidade na Era Digital - Segurança Nacional dos EUA".

No texto, Washington enaltece as negociações que estão em curso atualmente na ONU e pede que a proposta de Brasil e Alemanha seja alterada, pois "as referências ao direito de privacidade se referem explicitamente às obrigações dos estados-membro (da ONU) em atividades extraterritoriais", diz o documento. Em outros termos, os EUA querem alterar o projeto de regulação de espionagem em território estrangeiro sob a justificativa da segurança nacional.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COMO O FBI USOU HACKERS EM SUA GUERRA SECRETA CONTRA O BRASIL



19 novembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil) 

Até a agência de espionagem canadense coletava informações sobre o Ministério das Minas e Energia do Brasil. Reportagem de Shobhan Saxena.  

Shobhan Saxena*

Primeiro,  a notícia que fez manchetes em todo o mundo na sexta-feira, 15 de novembro. Jeremy Hammond, membro do grupo de hackers LulzSec, foi condenado a 10 anos de prisão em Nova Iorque por uma juíza americana, por ter acessado ilegalmente os servidores da empresa de inteligência privada Strategic Forecasting (Stratfor), em dezembro de 2011. Nessa operação, ele alegadamente roubou milhões de e-mails, milhares de números de cartões de crédito, e destruiu as informações da empresa no processo. 

A mídia norte-americana noticiou em detalhes a condenação de Hammond. Mas o que foi ignorado pela mídia foi a declaração de Hammond no Tribunal de Manhattan de que ele seguia as “instruções de um informante do FBI [Federal Bureau of Investigation] para invadir os websites oficiais de vários governos em todo o mundo”.

Em uma revelação chocante, Hammond disse ao tribunal que um colega hacker, conhecido como “Sabu”, deu a ele as listas de websites que eram vulneráveis a ataques, incluindo aqueles de muitos países estrangeiros. Em sua declaração, Hammond mencionou especificamente o Brasil, o Irã e a Turquia antes de a juíza Loretta Preska determinar que ele parasse de falar.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande, Venezuela/Mercosul condena espionagem global dos Estados Unidos



31 outubro 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 

O Mercosul condenou a "espionagem global" dos Estados Unidos a líderes de vários países e organizações internacionais, insistindo na necessidade de garantir a segurança das telecomunicações na região e combater as ações que ameaçam a soberania.

Em reunião em Caracas, países do Mercosul rechaçam atitudes do governo dos EUA.

A condenação foi feita nesta quarta-feira (30), em Caracas, durante uma reunião de ministros das Relações Exteriores de países membros do Mercosul, na qual participaram a Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela e que foi encerrada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

"Ratificou-se a condenação da espionagem global realizada pelo governo dos Estados Unidos e foram abordadas as medidas necessárias que devem tomar os governos e os setores da nossa sociedade",

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Brasil/Dilma critica EUA na ONU e propõe governança global para internet



24 setembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff condenou a espionagem norte-americana e propôs uma governança global para a internet, durante seu discurso na abertura da 68ª Assembleia da ONU, nesta terça (24), em Nova York, conforme previsto. O surpreendente foi a forma incisiva como o fez. Para o The Guardian, a presidenta brasileira fez o maior ataque de um chefe de Estado à prática, acusando a NSA de violar a legislação internacional. Por Najla Passos, de Brasília. 

Brasília -- A presidenta Dilma Rousseff condenou a espionagem norte-americana e propôs uma governança global para a internet, durante seu discurso na abertura da 68ª Assembleia da ONU, nesta terça (24), em Nova York, conforme previsto. O surpreendente foi a forma incisiva como o fez. “Imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o direito internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo entre nações amigas”, afirmou perante os líderes de países que compõe o organismo internacional.

Dilma Rousseff lembrou que as recentes revelações sobre as atividades de espionagem da Agência de Segurança Norte-americana (NSA) provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial, e em especial no Brasil, em que cidadãos, empresas, representações diplomáticas e até a própria presidência da republico foram alvos da interceptação ilegal de dados.

“Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania.

Brasil/DISCURSO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF, NA ABERTURA DO DEBATE GERAL DA 68ª ASSEMBLEIA-GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS



24 setembro 2013 às 11h35 Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)
  
Nova Iorque-EUA, 24 de setembro de 2013

Embaixador John Ashe, Presidente da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas,
Senhor Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas,
Excelentíssimos Senhores Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores,

Permitam-me uma primeira palavra para expressar minha satisfação em ver um ilustre representante de Antígua e Barbuda – país que integra o Caribe tão querido no Brasil e em nossa região – à frente dos trabalhos desta Sessão da Assembleia-Geral.

Conte, Excelência, com o apoio permanente de meu Governo.

Permitam-me também, já no início da minha intervenção, expressar o repúdio do governo e do povo brasileiro ao atentado terrorista ocorrido em Nairóbi. Expresso as nossas condolências e a nossa solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo do Quênia.

O terrorismo, onde quer que ocorra e venha de onde vier, merecerá sempre nossa condenação inequívoca e nossa firme determinação em combatê-lo. Jamais transigiremos com a barbárie.

Senhor Presidente,

Quero trazer à consideração das delegações uma questão a qual atribuo a maior relevância e gravidade.
Recentes revelações sobre as atividades de uma rede global de espionagem eletrônica provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial.

No Brasil, a situação foi ainda mais grave, pois aparecemos como alvo dessa intrusão. Dados pessoais de cidadãos foram indiscriminadamente objeto de interceptação. Informações empresariais – muitas vezes, de alto valor econômico e mesmo estratégico - estiveram na mira da espionagem. Também representações diplomáticas brasileiras, entre elas a Missão Permanente junto às Nações Unidas e a própria Presidência da República tiveram suas comunicações interceptadas.

Imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o Direito Internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo, entre nações amigas. Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania. Jamais pode o direito à segurança dos cidadãos de um país ser garantido mediante a violação de direitos humanos e civis fundamentais dos cidadãos de outro país.

Pior ainda quando empresas privadas estão sustentando essa espionagem.

Não se sustentam argumentos de que a interceptação ilegal de informações e dados destina-se a proteger as nações contra o terrorismo.

O Brasil, senhor presidente, sabe proteger-se.  Repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas.

Somos um país democrático, cercado de países democráticos, pacíficos e respeitosos do Direito Internacional. Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos.

Como tantos outros latino-americanos, lutei contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender de modo intransigente o direito à privacidade dos indivíduos e a soberania de meu país. Sem ele – direito à privacidade - não há verdadeira liberdade de expressão e opinião e, portanto, não há efetiva democracia. Sem respeito à soberania, não há base para o relacionamento entre as nações.

Estamos, senhor presidente, diante de um caso grave de violação dos direitos humanos e das liberdades civis; da invasão e captura de informações sigilosas relativas as atividades empresariais e, sobretudo, de desrespeito à soberania nacional do meu país.

Fizemos saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão.

Governos e sociedades amigas, que buscam consolidar uma parceria efetivamente estratégica, como é o nosso caso, não podem permitir que ações ilegais, recorrentes, tenham curso como se fossem normais. Elas são inadmissíveis.

O Brasil, senhor presidente, redobrará os esforços para dotar-se de legislação, tecnologias e mecanismos que nos protejam da interceptação ilegal de comunicações e dados.

Meu governo fará tudo que estiver a seu alcance para defender os direitos humanos de todos os brasileiros e de todos os cidadãos do mundo e proteger os frutos da engenhosidade de nossos trabalhadores e de nossas empresas.

O problema, porém, transcende o relacionamento bilateral de dois países. Afeta a própria comunidade internacional e dela exige resposta. As tecnologias de telecomunicação e informação não podem ser o novo campo de batalha entre os Estados. Este é o momento de criarmos as condições para evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra, por meio da espionagem, da sabotagem, dos ataques contra sistemas e infraestrutura de outros países.

A ONU deve desempenhar um papel de liderança no esforço de regular o comportamento dos Estados frente a essas tecnologias e a importância da internet, dessa rede social, para construção da democracia no mundo.

Por essa razão, o Brasil apresentará propostas para o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet e de medidas que garantam uma efetiva proteção dos dados que por ela trafegam.

Precisamos estabelecer para a rede mundial mecanismos multilaterais capazes de garantir princípios como:

1 - Da liberdade de expressão, privacidade do indivíduo e respeito aos direitos humanos.

Brasil/Na ONU, Dilma propõe governança global para internet


24 de setembro de 2013 às 11:11 Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (24), durante discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet e de medidas que garantam uma efetiva proteção dos dados.

Dilma afirmou que as recentes revelações sobre as atividades de uma rede global de espionagem eletrônica provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial. No Brasil, a situação foi ainda mais grave, pois dados pessoais de cidadãos e da própria presidenta da República foram indiscriminadamente objeto de interceptação.

“Lutei contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender de modo intransigente o direito à privacidade dos indivíduos e a soberania de meu país. Sem ele – direito à privacidade – não há verdadeira liberdade de expressão e opinião e, portanto, não há efetiva democracia. Sem respeito à soberania, não há base para o relacionamento entre as nações”, disse.

Dilma propôs a implementação de mecanismos multilaterais capazes de garantir os seguintes princípios: Liberdade de expressão, privacidade do individuo e respeito aos direitos humanos;

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

EUA E REINO UNIDO ‘DERROTARAM’ CRIPTOGRAFIA NA INTERNET



7 setembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Agência Nacional de Segurança Nacional (NSA) e sua correlata britânica, o GCHQ, decifraram uma grande parte dos códigos criptografados na internet que protegem a privacidade de e-mails, registros bancários e médicos de centenas de milhões de pessoas. As agências celebraram o feito em tom triunfalista assinalando em suas mensagens que “derrotaram a segurança e privacidade da rede”. Por Marcelo Justo, de Londres

 


Londres – Com a visita oficial da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos por um fio, com as queixas de Brasil e México a Barack Obama na cúpula do G20 e com o pano de fundo de uma investigação do Parlamento Europeu, o jornal The Guardian voltou a colocar o dedo na ferida publicando novas revelações sobre as agências de espionagem eletrônica dos Estados Unidos e Reino Unido. Segundo o matutino britânico, a Agência Nacional de Segurança Nacional (NSA) e sua correlata britânica, o GCHQ, decifraram uma grande parte dos códigos criptografados na internet que protegem a privacidade de e-mails, registros bancários e médicos de centenas de milhões de pessoas. As agências celebraram o feito em tom triunfalista assinalando em suas mensagens que “derrotaram a segurança e privacidade da rede”.

Os documentos entregues ao The Guardian pelo ex-analista de inteligência da CIA, Edward Snowden, revelam que um programa criado há dez anos pela NSA conseguiu em 2010 a decodificação de material criptografado que tornou uma vasta quantidade de dados acessíveis e manuseáveis. O nome do programa é Bullrun em homenagem a uma famosa batalha da guerra civil dos Estados Unidos,