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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Abya Yala*/Bolivia e Irán marcan ruta para consolidar agenda comercial y transferencia de tecnología


martes, 23 julio 2019 09:58, https://www1.abi.bo (Bolivia) https://www1.abi.bo/abi_/

Santa Cruz, 23 jul (ABI).- El presidente Evo Morales y el ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Mohammad Javad Zarif, se reunieron el martes en Santa Cruz para consolidar la agenda comercial, de salud y la transferencia de tecnología, informó el canciller de Bolivia, Diego Pary.

"Es una prioridad de nuestro Estado poder también fortalecer nuestra economía nuestro desarrollo y las exportaciones que es una parte muy importante de toda la política internacional", explicó tras el encuentro bilateral.

Precisó que se está elaborando un memorando de entendimiento para

sábado, 29 de junho de 2019

CPLP/Embaixadora de Moçambique: “Apoiamos que a China e os EUA resolvam seus problemas através do diálogo”


27.06.2019 09h37, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn  (China) http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0627/c309809-9591992.html

Em resposta à atual fricção econômica e comercial entre a China e os EUA, a embaixadora de Moçambique na China, Maria Gustava, expressou recentemente o apoio pela proposta chinesa de resolver os problemas entre a China e os EUA pela via do diálogo.

No dia 18 de junho, o presidente Xi Jinping reforçou durante uma conversa telefônica com o seu homólogo estadunidense que a questão econômica e comercial entre os dois lados deve ser resolvida pela via do diálogo. A chave é ter em consideração os interesses legítimos das duas partes. Maria Gustava referiu: “apoiamos a China e os EUA na resolução dos problemas pela via do diálogo igualitário e que atinjam resultados positivos com base no respeito, igualdade e benefício mútuo”.

“Espero que a porta para as negociações sino-americanas nunca seja encerrada”, disse Gustava. “Esta não só é a posição de Moçambique, mas a voz comum da grande maioria dos países

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ESTUDIO REVELA QUE ONU ES MANIPULADA POLÍTICAMENTE POR TRANSNACIONALES

6 octubre 2015, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Por Thalfi Deen, de IPS/Envolverde
Opera Mundi

La ONU [Organización de las Naciones Unidas] es manipulada políticamente por empresas transnacionales, algunas de las cuales violan, abiertamente, derechos laborales y normas ambientales que el forum mundial defiende. Es lo que dice el estudio de la organización independiente Global Policy Forum. En el documento, divulgado recientemente, se alerta que la ONU "está iniciando una nueva era de multilateralismo selectivo, formada por paralizaciones políticas intergubernamentales y una creciente dependencia de soluciones empresariales para los problemas mundiales”.

En el informe se agrega que "los patrones mutables de financiamiento de la ONU y de sus fondos, programas y organismos especializados, reflejan esas tendencias alarmantes”. Y destaca la brecha que hay entre la magnitud de los problemas globales y la capacidad financiera de las Naciones Unidas para resolverlos; la creciente participación de los aportes complementarios y los fondos fiduciarios en las finanzas del forum mundial; su mayor dependencia del sector empresarial; y la tercerización del financiamiento y de la toma de decisiones.

El estudio de 140 páginas, titulado "¿Apta con qué objetivo? La financiación privada y la influencia corporativa en las Naciones Unidas", fue publicado días antes de

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Multilateralismo da Rússia converge no Brics



12 novembro 2013, http://gazetarussa.com.br (Brasil, Бразилия)

Giovanni Lorenzon, especial para Gazeta Russa

Professor de relações internacionais prevê o fortalecimento das relações Brasil-Rússia, tanto bilateralmente como no âmbito dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), e não concorda em julgar a democracia russa apenas pela ótica ocidental.

Próxima cúpula com líderes dos Brics acontecerá no Brasil em 2014 Foto: RIA Nóvosti

Único brasileiro participante da reunião do Clube Valdai 2013, iniciativa que reuniu intelectuais, políticos e autoridades em setembro para discutir questões relacionadas à Rússia, o cientista político Fabiano Mielniczuk prevê o avanço das relações bilaterais entre Brasil-Rússia.

“Multilateralismo é a política que baliza a cooperação com a Rússia, inclusive no âmbito das iniciativas individuais do próprio país”, observa

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Brasil/Dilma critica EUA na ONU e propõe governança global para internet



24 setembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff condenou a espionagem norte-americana e propôs uma governança global para a internet, durante seu discurso na abertura da 68ª Assembleia da ONU, nesta terça (24), em Nova York, conforme previsto. O surpreendente foi a forma incisiva como o fez. Para o The Guardian, a presidenta brasileira fez o maior ataque de um chefe de Estado à prática, acusando a NSA de violar a legislação internacional. Por Najla Passos, de Brasília. 

Brasília -- A presidenta Dilma Rousseff condenou a espionagem norte-americana e propôs uma governança global para a internet, durante seu discurso na abertura da 68ª Assembleia da ONU, nesta terça (24), em Nova York, conforme previsto. O surpreendente foi a forma incisiva como o fez. “Imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o direito internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo entre nações amigas”, afirmou perante os líderes de países que compõe o organismo internacional.

Dilma Rousseff lembrou que as recentes revelações sobre as atividades de espionagem da Agência de Segurança Norte-americana (NSA) provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial, e em especial no Brasil, em que cidadãos, empresas, representações diplomáticas e até a própria presidência da republico foram alvos da interceptação ilegal de dados.

“Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania.

Brasil/DISCURSO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF, NA ABERTURA DO DEBATE GERAL DA 68ª ASSEMBLEIA-GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS



24 setembro 2013 às 11h35 Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)
  
Nova Iorque-EUA, 24 de setembro de 2013

Embaixador John Ashe, Presidente da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas,
Senhor Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas,
Excelentíssimos Senhores Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores,

Permitam-me uma primeira palavra para expressar minha satisfação em ver um ilustre representante de Antígua e Barbuda – país que integra o Caribe tão querido no Brasil e em nossa região – à frente dos trabalhos desta Sessão da Assembleia-Geral.

Conte, Excelência, com o apoio permanente de meu Governo.

Permitam-me também, já no início da minha intervenção, expressar o repúdio do governo e do povo brasileiro ao atentado terrorista ocorrido em Nairóbi. Expresso as nossas condolências e a nossa solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo do Quênia.

O terrorismo, onde quer que ocorra e venha de onde vier, merecerá sempre nossa condenação inequívoca e nossa firme determinação em combatê-lo. Jamais transigiremos com a barbárie.

Senhor Presidente,

Quero trazer à consideração das delegações uma questão a qual atribuo a maior relevância e gravidade.
Recentes revelações sobre as atividades de uma rede global de espionagem eletrônica provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial.

No Brasil, a situação foi ainda mais grave, pois aparecemos como alvo dessa intrusão. Dados pessoais de cidadãos foram indiscriminadamente objeto de interceptação. Informações empresariais – muitas vezes, de alto valor econômico e mesmo estratégico - estiveram na mira da espionagem. Também representações diplomáticas brasileiras, entre elas a Missão Permanente junto às Nações Unidas e a própria Presidência da República tiveram suas comunicações interceptadas.

Imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o Direito Internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo, entre nações amigas. Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania. Jamais pode o direito à segurança dos cidadãos de um país ser garantido mediante a violação de direitos humanos e civis fundamentais dos cidadãos de outro país.

Pior ainda quando empresas privadas estão sustentando essa espionagem.

Não se sustentam argumentos de que a interceptação ilegal de informações e dados destina-se a proteger as nações contra o terrorismo.

O Brasil, senhor presidente, sabe proteger-se.  Repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas.

Somos um país democrático, cercado de países democráticos, pacíficos e respeitosos do Direito Internacional. Vivemos em paz com os nossos vizinhos há mais de 140 anos.

Como tantos outros latino-americanos, lutei contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender de modo intransigente o direito à privacidade dos indivíduos e a soberania de meu país. Sem ele – direito à privacidade - não há verdadeira liberdade de expressão e opinião e, portanto, não há efetiva democracia. Sem respeito à soberania, não há base para o relacionamento entre as nações.

Estamos, senhor presidente, diante de um caso grave de violação dos direitos humanos e das liberdades civis; da invasão e captura de informações sigilosas relativas as atividades empresariais e, sobretudo, de desrespeito à soberania nacional do meu país.

Fizemos saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão.

Governos e sociedades amigas, que buscam consolidar uma parceria efetivamente estratégica, como é o nosso caso, não podem permitir que ações ilegais, recorrentes, tenham curso como se fossem normais. Elas são inadmissíveis.

O Brasil, senhor presidente, redobrará os esforços para dotar-se de legislação, tecnologias e mecanismos que nos protejam da interceptação ilegal de comunicações e dados.

Meu governo fará tudo que estiver a seu alcance para defender os direitos humanos de todos os brasileiros e de todos os cidadãos do mundo e proteger os frutos da engenhosidade de nossos trabalhadores e de nossas empresas.

O problema, porém, transcende o relacionamento bilateral de dois países. Afeta a própria comunidade internacional e dela exige resposta. As tecnologias de telecomunicação e informação não podem ser o novo campo de batalha entre os Estados. Este é o momento de criarmos as condições para evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra, por meio da espionagem, da sabotagem, dos ataques contra sistemas e infraestrutura de outros países.

A ONU deve desempenhar um papel de liderança no esforço de regular o comportamento dos Estados frente a essas tecnologias e a importância da internet, dessa rede social, para construção da democracia no mundo.

Por essa razão, o Brasil apresentará propostas para o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet e de medidas que garantam uma efetiva proteção dos dados que por ela trafegam.

Precisamos estabelecer para a rede mundial mecanismos multilaterais capazes de garantir princípios como:

1 - Da liberdade de expressão, privacidade do indivíduo e respeito aos direitos humanos.

Brasil/É preciso calar a voz das armas, afirma Dilma sobre conflito na Síria



24 de setembro de 2013 às 11:06, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (24), em Nova Iorque, durante discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, uma solução negociada para o conflito na Síria. A presidenta disse que o Brasil, que tem na descendência síria um importante componente de sua nacionalidade, está profundamente envolvido com este drama.

“Dois anos e meio de perdas de vidas e destruição causaram o maior desastre humanitário deste século (…) É preciso impedir a morte de inocentes, crianças, mulheres e idosos. É preciso calar a voz das armas