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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Abya Yala*/Bolivia e Irán marcan ruta para consolidar agenda comercial y transferencia de tecnología


martes, 23 julio 2019 09:58, https://www1.abi.bo (Bolivia) https://www1.abi.bo/abi_/

Santa Cruz, 23 jul (ABI).- El presidente Evo Morales y el ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Mohammad Javad Zarif, se reunieron el martes en Santa Cruz para consolidar la agenda comercial, de salud y la transferencia de tecnología, informó el canciller de Bolivia, Diego Pary.

"Es una prioridad de nuestro Estado poder también fortalecer nuestra economía nuestro desarrollo y las exportaciones que es una parte muy importante de toda la política internacional", explicó tras el encuentro bilateral.

Precisó que se está elaborando un memorando de entendimiento para

terça-feira, 17 de março de 2009

Brasil garante doação de antiretrovirais a países lusófonos

Brasília, 16 março 2009 (Lusa) - O governo brasileiro comprometeu-se a doar medicamentos antiretrovirais a Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste e para países da rede Laços Sul-Sul, divulgou nesta segunda-feira a imprensa brasileira.

Segundo a Agência Brasil, o anúncio da doação aconteceu num encontro que aconteceu até domingo - em Fortaleza, no Ceará - e reuniu autoridades do setor de saúde para discutir a cooperação entre os países do sul e outras entidades.

A rede Laços Sul-Sul é composta ainda por Bolívia, Paraguai e Nicarágua, nações que também serão beneficiados com a doação dos medicamentos.

A rede Laços Sul-Sul foi criada em 2004 - por iniciativa do governo brasileiro, através do Programa Nacional de DST/Aids - e tem como objetivo contribuir com o fortalecimento das políticas e dos esforços nacionais em apoiar o acesso universal ao tratamento antiretroviral.

Em declarações à Agência Brasil, a representante do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) no Brasil, Alana Armitage, afirmou que durante o encontro cada país apresentou um plano de ação para o tratamento, a prevenção e o controle da Aids pensado nas necessidades de cada país.

"O objetivo era fortalecer os processos de cooperação entre os países membros, trocar experiências sobre os progressos, avanços e desafios e discutir os obstáculos comuns para criar fundos de prevenção e tratamento", afirmou Armitage.

"A Unfpa ainda vai realizar a doação de preservativos masculinos e femininos", disse.

A representante da agência da ONU explicou que este ano o número de casos de Aids entre as mulheres foi um tema importante.

"Os países estão a reconhecer a feminilização da doença e a questão da mulher está a ser mais observada, principalmente nos países que requerem uma maior atenção no assunto", acrescentou Armitage.

Participam ainda na rede entidades como o Centro Internacional de Cooperação Técnica em HIV/Aids, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), o Fundo das Nações Unidas para o combate à Aids (Onusida) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Moçambique/Controlo de medicamentos passa a ser mais rigoroso

A investigação, produção, importação e exportação e a distribuição de medicamentos no país vai passar a ser controlada por uma autoridade competente, denominada Autoridade Nacional Reguladora dos Medicamentos, uma vez aprovada a Lei de Medicamentos que em breve será submetida pelo Conselho de Ministros à aprovação da Assembleia da República.

15 dezembro 2008, Notícias
À Autoridade Nacional Reguladora dos Medicamentos caberá, igualmente, controlar a circulação de vacinas e outros produtos biológicos, bem como a comercialização, prescrição, dispensa e utilização de medicamentos.
A proposta de Lei de Medicamentos, segundo Luís Covane, porta-voz do Governo, surge da necessidade de estabelecimento dum quadro jurídico apropriado, visando suprir lacunas que se verificam na implementação da política farmacêutica.
A proposta do Governo contempla três grandes objectivos, designadamente, o uso racional de medicamentos, vacinas e outros produtos biológicos para que o doente receba o medicamento apropriado à sua condição de saúde, a garantia da qualidade dos mesmos de modo a que só circulem no país medicamentos legalmente reconhecidos, seguros e eficazes, em conformidade com os padrões estabelecidos e o acesso equitativo.
A Autoridade Nacional Reguladora dos Medicamentos vai gozar de autonomia administrativa e financeira e terá personalidade jurídica. Nas suas funções executivas e de assessoria na regulamentação farmacêutica, esta autoridade vai contar com o apoio de um fórum consultivo que integra médicos, instituições de investigação, importadores de medicamentos, agentes privados e outros.
Ainda no quadro de regulamentação da área da Saúde, o Governo acaba de submeter à aprovação de alterações à Lei 26/ 91, de 31 de Dezembro, que regula o exercício da medicina privada.
Decorridos 17 anos de implementação da referida lei, o Governo considera que é necessário ajustá-la ao contexto e à realidade do país, criando mais espaço para o desenvolvimento e colaboração do sector privado e o sector público.
Pretende-se, igualmente, acomodar as diferentes formas de medicina alternativas praticadas no país que impõem mudanças no Sistema Nacional de Saúde.
A proposta do Governo é de adequar o texto legal à criação e institucionalização da Ordem dos Médicos no país, a quem caberá o reconhecimento e registo para o exercício da medicina.
A proposta exceptua da chamada medicina alternativa, a medicina tradicional e as parteiras tradicionais que serão sujeitas a regulamentação específica.
A medicina alternativa é entendida como conjunto de práticas de saúde não abrangidas pelo Sistema Nacional de Saúde e que são constituídas por diagnósticos e terapêuticas sem a apropriada validação científica ou que sejam consideradas inacessíveis ao método científico e experimentação que neste último caso pode ocorrer nas práticas de uma cura por métodos metafísicos e espirituais.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Moçambique/Farmacêutica brasileira quer construir fábrica a curto prazo

Maputo, Moçambique, 14 dezembro 2007 - A empresa brasileira Pharlab - Indústria Farmacêutica pretende instalar a breve prazo em Moçambique uma fábrica de medicamentos, afirmou quinta-feira em Maputo o seu presidente, António Carlos Vargas.
O empreendimento, a ser construído na cidade de Maputo, com serviços extensivos a todo o território moçambicano, vai produzir diversos genéricos, entre os quais antibióticos, soros injectáveis e orais, bem como outros materiais medicinais.
Em declarações ao jornal Notícias, de Maputo, Vargas, que não divulgou o investimento a ser efectuado, disse que será transferida para Moçambique toda a capacidade tecnológica e humana usada naquela empresa, de modo a que os medicamentos a serem produzidos no país tenham os mesmos padrões de qualidade e aceitabilidade internacional, como os do Brasil.
Disse ainda que depois dos contactos que manteve com várias entidades moçambicanas, entre as quais o Governo, através do Ministério da Saúde, e o Centro de Promoção de Investimentos (CPI), o seu grupo sentiu-se encorajado a continuar a trabalhar para efectivar o projecto no mais curto prazo.
De acordo com António Carlos Vargas, o seu grupo tem uma visão de futuro e alargada do projecto, daí que, após a operacionalização do projecto, os seus produtos serão comercializados localmente e no mercado regional.
O presidente da Pharlab informou também que, embora a empresa não produza retrovirais, pode comercializá-los nos termos de um acordo de parceria assinado com um laboratório estatal brasileiro produtor daqueles medicamentos.
A Pharlab está presente em Angola há dois anos e meio, onde construiu duas fábricas em Luanda e Benguela. (macauhub)

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Uruguay exportará productos farmacéuticos de alta tecnología al mundo

Agência RIA Novosti/10 octubre 2007

El Presidente de Uruguay Tabaré Vázquez, concurrió a la inauguración de una planta farmacéutica de alta tecnología del Laboratorio Clausen, que apuesta a la innovación, incorporación de tecnología y especialización en producción de medicamentos, orientada a una mayor diversificación de los mercados. Desde ahora, Uruguay pasará a ser un país exportador de productos farmacéuticos de alta tecnología.
La Planta es única en la región y fue diseñada y equipada de acuerdo a los niveles tecnológicos más avanzados y requeridos por EMEA y por la FA de Estados Unidos. Es la primera planta de este nivel con condiciones de producir medicamentos específicos y dedicados, cuenta con una gran capacidad productiva que permitirá cubrir la demanda del país y exportar hacia cualquier mercado internacional.

El Director de Laboratorios Clausen, Leonardo Olivera, recordó que el camino recorrido para lograr este objetivo, fue posible gracias al aporte del sector público en cuanto a políticas y reglas claras, actuando éstas como factores determinantes de la modernidad y la competitividad en el mercado nacional e internacional.

Añadió que esta apuesta a la mejora en la producción de medicamentos de alta tecnología, se enmarca en el objetivo de este gobierno de avanzar hacia un Uruguay tecnológico, donde debe coexistir el trabajo privado y público, apuntando a la búsqueda de equilibrios difíciles de alcanzar entre ambos.

Olivera, señaló que como la competencia es fundamental para existir y sobrevivir, Laboratorios Clausen, respalda esa idea plenamente dejando bien claro que no se deben bajar los estándares de calidad, sino que es necesario invertir en tecnología de punta, trabajar en conjunto con la comunidad científica, la Universidad de la República y los agentes privados. En este sentido, desde 1995 Clausen, trabaja con las Facultades de Medicina y Ciencia por medio de convenios, a partir de los cuales comenzó a funcionar la Unidad de Control de Calidad de Biotecnología -primera en Uruguay que realiza controles de calidad de productos biotecnológicos- y que una vez cumplido sus objetivos de generar la capacitación necesaria para continuar funcionando, continuará sus actividades en este laboratorio, concluyendo la etapa de trabajos mixtos.

A continuación Olivera, se dirigió al Presidente Vázquez, resaltando que no solicitan ventajas ni consideraciones especiales para simular ineficiencias, pero sí reclaman que el Estado garantice condiciones de competencia igualitarias, enfatizando que a las importaciones de productos de alta tecnología que compitan en el mercado nacional, se les exijan los mismos requisitos que se establecen en el exterior a los productos elaborados en Uruguay. Asimismo, destacó que Clausen está preparado para seguir ese camino de competencia e inserción en el mercado mundial, para lo cual la planta inaugurada, es una respuesta a la necesidad de mejorar la salud de la población cumpliendo con las altas exigencias de los mercados regionales e internacionales. (www.presidencia.gub.uy)