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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/Ecuador y Bolivia apuestan por una red de Internet regional



23 noviembre 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Espanhol) (Irán)

Bolivia y Ecuador, ante las claras muestras de espionaje cibernético de Estados Unidos, declararon el viernes su decisión de crear redes latinoamericanas de Internet con el fin de evitar que el tráfico pase por países involucrados en denuncias de espionaje cibernético como Estados Unidos.

El vicepresidente de Ecuador, Jorge Glas, adujo que la decisión de sus Gobiernos para promover la red regional de Internet se debe a que "hemos sido víctimas del más grosero espionaje no solo Latinoamérica sino el mundo entero".

“Queremos formular regulaciones que permitan protegernos contra este tipo de ataques de potencias sin escrúpulos, que

sábado, 23 de novembro de 2013

EUA tentam frear na ONU proposta de Brasil e Alemanha contra espionagem



21 novembro 2013, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Novo documento secreto vazado aponta que Washington trabalha nos bastidores para alterar plano que impede espionagem extraterritorial

Os EUA trabalham nos bastidores para frear a proposta de Brasil e Alemanha contra espionagem, apresentada à ONU no começo de novembro. Segundo documento secreto de Washington vazado nesta quinta-feira (21/11) pelo portal The Cable, a NSA (Agência de Segurança Nacional) circula um comunicado a diversos países com o título: "O direito de privacidade na Era Digital - Segurança Nacional dos EUA".

No texto, Washington enaltece as negociações que estão em curso atualmente na ONU e pede que a proposta de Brasil e Alemanha seja alterada, pois "as referências ao direito de privacidade se referem explicitamente às obrigações dos estados-membro (da ONU) em atividades extraterritoriais", diz o documento. Em outros termos, os EUA querem alterar o projeto de regulação de espionagem em território estrangeiro sob a justificativa da segurança nacional.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COMO O FBI USOU HACKERS EM SUA GUERRA SECRETA CONTRA O BRASIL



19 novembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil) 

Até a agência de espionagem canadense coletava informações sobre o Ministério das Minas e Energia do Brasil. Reportagem de Shobhan Saxena.  

Shobhan Saxena*

Primeiro,  a notícia que fez manchetes em todo o mundo na sexta-feira, 15 de novembro. Jeremy Hammond, membro do grupo de hackers LulzSec, foi condenado a 10 anos de prisão em Nova Iorque por uma juíza americana, por ter acessado ilegalmente os servidores da empresa de inteligência privada Strategic Forecasting (Stratfor), em dezembro de 2011. Nessa operação, ele alegadamente roubou milhões de e-mails, milhares de números de cartões de crédito, e destruiu as informações da empresa no processo. 

A mídia norte-americana noticiou em detalhes a condenação de Hammond. Mas o que foi ignorado pela mídia foi a declaração de Hammond no Tribunal de Manhattan de que ele seguia as “instruções de um informante do FBI [Federal Bureau of Investigation] para invadir os websites oficiais de vários governos em todo o mundo”.

Em uma revelação chocante, Hammond disse ao tribunal que um colega hacker, conhecido como “Sabu”, deu a ele as listas de websites que eram vulneráveis a ataques, incluindo aqueles de muitos países estrangeiros. Em sua declaração, Hammond mencionou especificamente o Brasil, o Irã e a Turquia antes de a juíza Loretta Preska determinar que ele parasse de falar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

UM MANIFESTO PELA VERDADE



8 novembro 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Edward Snowden*


Num espaço de tempo muito breve o mundo aprendeu muito acerca de agências secretas irresponsáveis e acerca de programas de vigilância muitas vezes ilegais. Algumas dessas agências tentam, deliberadamente, ocultar a sua vigilância até mesmo de altos responsáveis e do público. Apesar de a NSA e o GCHQ (1) parecerem ser os piores transgressores – é isto que sugerem os documentos actualmente disponíveis – não devemos esquecer que a vigilância em massa é um problema global que precisa de soluções globais.

Tais programas não são uma ameaça apenas à privacidade, eles também ameaçam a liberdade de discurso e as sociedades abertas. A existência de tecnologia de espionagem não deveria determinar a política. Temos um dever moral de assegurar que nossas leis e valores

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Portugal e Espanha entre os países em quem a NSA mais confia para partilhar dados



31 outubro 2013, Público http://www.publico.pt (Portugal)


Documento obtido por Edward Snowden reforça a ideia de que as secretas de alguns países europeus mantêm uma colaboração próxima com a Agência de Segurança Nacional dos EUA.

A Agência de Segurança Nacional (NSA) norte-americana inclui Portugal numa lista de 20 países com quem mantém ou pretende manter uma "colaboração focada" para a partilha de informações, ao lado de Espanha, onde foram interceptados dados sobre dezenas de milhões de chamadas telefónicas.

Um documento secreto da NSA, obtido pelo analista informático Edward Snowden e divulgado pelo jornal espanhol El Mundo, mostra que os serviços secretos americanos dividem os países que consideram aliados em quatro grupos, consoante as suas relações de proximidade, confiança e capacidade dos respectivos serviços de espionagem.

No primeiro lote estão apenas quatro países: Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido. Juntamente com os EUA, estes cinco países são designados Five Eyes (Cinco Olhos), fruto de um acordo de cooperação em vigor há décadas, com implicações políticas e militares.

Com esses quatro países, Washington mantém uma "colaboração abrangente", resultado de "um historial de confiança devido aos sacrifícios e riscos assumidos na aliança com os Estados Unidos", lê-se no documento, intitulado Sharing Computer Network Operations Cryptologic Information With Foreign Partners (Partilha de informação codificada em redes de computadores com parceiros estrangeiros). São também países que "já provaram ter a mais próxima e abrangente aliança política e militar" com os EUA.

O documento inclui num segundo nível de colaboração outros 20 países, entre os quais Portugal, Espanha, Itália, Japão ou Coreia do Sul.

Sem estabelecer qualquer distinção entre estas duas dezenas de nações (a lista é apresentada por ordem alfabética), a NSA coloca Portugal no grupo de "aliados seguros",

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Brasil/UE BAIXA A CABEÇA PARA OS EUA. ÚNICA REAÇÃO FORTE PARTIU DE DILMA



26 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Cúpula da União Europeia limitou-se a manifestar preocupação com espionagem dos Estados Unidos. Única medida forte até agora partiu do governo do Brasil.

Eduardo Febbro

Paris - Que susto! Os europeus por pouco se enojaram dos Estados Unidos, mas no final se acalmaram. Os espiões de Washington podem dormir tranquilos. As galinhas põem ovos, a União Europeia um punhado de palavras onde fica retratada sua assombrosa, pusilânime e temerosa posição ante os Estados Unidos. Os serviços de inteligência norte-americanos interceptaram na França mais de 70 milhões de comunicações entre dezembro e janeiro de 2013, grampearam o telefone celular da chanceler alemã Angela Merkel, além de outras incontáveis interceptações de todos os tipos de que foram alvo os demais membros da União Europeia.

No entanto, ao final da cúpula realizada em Bruxelas entre os 28 chefes de Estado e o governo da UE não saiu mais do que uma “preocupação” e uma proposta franco-alemã para negociar, no prazo de um ano, um acordo de boa conduta e de cooperação entre os serviços de inteligência norte-americanos, franceses e alemães. Os demais países da UE que quiserem poderão se somar à iniciativa. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, François Hollande, foram os mais firmes em suas posições. Ao lado do silêncio e da covardia dos outros membros do grupo, Hollande e Merkel tinham uma auréola de subversivos.

“A confiança foi seriamente danificada e precisa ser reconstruída”, disse a chanceler alemã quando começou a cúpula.

COMO A AGÊNCIA DE SEGURANÇA NACIONAL DOS EUA INVADIU AS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES NA AMÉRICA LATINA



28 outubro 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Wayne MADSEN, Strategic Culture
http://www.strategic-culture.org/news/2013/10/26/how-nsa-penetrated-latin-america-telecommunications-networks.html

Entreouvido na Vila Vudu: 
Por algum estranhíssimo fenômeno, sempre inexplicado e, pior, pressuposto não existente, os ‘jornalistas’ brasileiros [só rindo!] em todas as redes de televisão e rádio, dizem “Ene Ece A” [NSA], sempre que falam da National Security Agency – Agência de Segurança Nacional – dos EUA. A tal “Ene Ece A”, assim, é convertida, num passe de mágica, em algo que ninguém nem sabe o que seja. E fica tudo por isso mesmo.

Para piorar, os autoproclamados ‘grandes’ ‘jornais’ brasileiros [só rindo!], escrevem “Agência Nacional de Segurança”, o que a tal agência NÃO É, posto que ela é Agência [federal] de Segurança Nacional dos EUA.

Quem duvide, pode conferir todinho o Grupo GAFE:  
n’O Globo, em http://oglobo.globo.com/mundo/brasil-alemanha-vao-apresentar-resolucao-antiespionagem-na-onu-10550018;  
 na revista-aquela, em http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/nsa-espionou-os-telefones-de-35-lideres-mundiais;  
na Folha de S.Paulo, em http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/10/1361972-conversa-off-the-record-de-ex-diretor-da-nsa-com-jornalistas-termina-no-twitter.shtml e  
n’O Estado de S.Paulo, em http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,obama-e-hollande-discutem-espionagem-da-nsa-na-franca,1088391,0.htm.  
Diga-se, a favor da revista-aquela que ela, pelo menos, não distorce também o nome da Agência de Segurança Nacional dos EUA
 (os demais ‘jornais’ brasileiros distorcem  também isso).  
Mas cá na Vila Vudu, só dizemos e escrevemos tudo: “Agência de Segurança Nacional dos EUA”.  
Com isso, cuidamos de informar que sempre que se ler ou ouvir falar de “Ene Ece A”, em português do Brasil, trata-se do interesse da segurança nacional dos EUA, contra os interesses da segurança nacional de todas as demais nações do mundo, no resto do planeta. 

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Graças aos documentos expostos por Edward Snowden, ex-analista [terceirizado] da Agência de Segurança Nacional dos EUA, as atividades de um ramo pouco conhecido da comunidade de inteligência dos EUA, o Serviço de Coleta Especial [Special Collection Service (SCS)], vão afinal se tornando mais conhecidas.

Uma organização híbrida, composta, na maioria, por pessoal da