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quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/Moniz Bandeira: COMO OS EUA ATUAM NA GEOPOLÍTICA DA PRIMAVERA ÁRABE AO BRASIL



13 março 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)Share Button

Luis Nassif e Patricia Faermann entrevistam o Prof. Moniz Bandeira

Jornal GGN – Mais de cinco anos se passaram desde o início dos protestos no Oriente Médio, que ficaram conhecidos como Primavera Árabe. As revoltas foram desencadeadas contra presidentes que estavam entre 20 e 40 anos no poder. Mas as condições para os conflitos tinham motivações sociais: alto desemprego e economias estagnadas. Terreno ideal para o incentivo norte-americano, estrategista no investimento de milhões de dólares na disseminação de sua ideologia.

Zine al-Abidine Ben Ali estava há mais de 20 anos no poder da Tunísia, Hosni Mubarak há 30 no Egito, Muammar Khadafi governou a Líbia por 42 anos, e Bashar al-Assad sucede o governo de 30 anos de seu pai na Síria, país que até hoje é palco de guerra civil, obrigando ao deslocamento de boa parte de sua população, agora na condição de refugiados pelo mundo.

Mas não foi pelo meio bélico que os Estados Unidos defendeu seus interesses nos países orientais em 2011. A essa outra forma de “ataque”, o estrategista militar norte-americano Thomas Barnett denominou

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Portugal/CARTA A UM INTERNACIONALISTA

6 outubro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por César Príncipe

John Pilger, 

Acabo de ler o artigo O acto revolucionário de contar a verdade . 
[1] Para quando a criação de um TNM/Tribunal de Nuremberga Mediático? Os delinquentes andam à solta por Jornais, Rádios e Televisões e até moldam sondagens ao minuto para cobrir as estratégias e os crimes de lesa-cidadania, ofuscando as mentes com projecções e projectores, atraindo o máximo de votantes para os seus campos de concentração de boletins. O complexo de camuflagem, chantagem e despistagem está rodado. Formou-se nas AMG/Academias da Mentira Global. Especializou-se em parcerias encobertas: público-privadas. 

Na Casa Portuguesa, nestas Legislativas, levou-se mais longe do que o habitual a guerra suja, a auscultação encomendada pelo poder mediático partidarizado ou sectarizado e induzida com alarde científico. Emergiu, nesta sequência e

terça-feira, 5 de junho de 2007

África do Sul / UA e ONU são solicitadas a intervir na liberdade de imprensa em África

Cidade do Cabo -- A Associação Mundial dos Jornais (AMJ) e o Fórum Mundial dos Editores exortaram hoje (segunda-feira), na Cidade do Cabo, a União Africana (UA) e as Nações Unidas a intervirem pela liberdade de imprensa no em África, noticiou a AFP. As duas associações, que se encontram reunidas na Cidade do Cabo até quarta-feira próxima "apelam, numa declaração que deverá ser entregue as Nações Unidas, a Unesco e a UA, as instituições internacionais a promover avanços na liberdade de imprensa em África durante o próximo decénio".

"De um país a outro, a imprensa africana está paralisada por um arsenal de medidas repressivas", lê-se na declaração.

Os participantes no evento afirmam "a sua convicção de que a África precisa de uma imprensa forte, livre e independente que possa controlar as instituições públicas", elemento essencial de um desenvolvimento económico e político duradouro".

A AMJ e o Fórum Mundial dos Editores denunciam as leis sobre a injúria pública que "interditam toda crítica contra os poderes instituídos".

Durante os cinco primeiros meses do ano em curso, 103 jornalistas foram detidos ou aprisionados em 26 países africanos ao abrigo dessas leis, que as duas associações qualificam de "principal fosso sobre a liberdade de imprensa no continente".

Com efeito, solicitam a "abolição urgente" dessas leis e exortam a UA a "incluir imediatamente" a liberdade de imprensa nos critérios da boa governação do Mecanismo Africano de Controlo (APRM).

O Congresso Mundial de Imprensa denuncia igualmente as "outras formas de repressão" dos médias africanos, que passam também pela repressão fiscal ou a supressão dos anúncios publicitários.

Neste contexto, apelam à ONU e à UNESCO para que ajudem os jornais nos domínios da defesa legal, no desenvolvimento das competências e no acesso ao capital e ao investimento.Participam no Congresso, o primeiro a realizar-se no continente africano, cerca de mil e 600 convidados de 105 países. (AngolaPress / 4 junho 2007)