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domingo, 25 de setembro de 2016

Vaticano/Papa Francisco: "Jornalismo não pode virar uma arma de destruição"

23 setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O papa Francisco reuniu-se com jornalistas e disse como um bom jornalista tem que fazer seu ofício. Com alguns conselhos, o Pontífice quase criou um pequeno documento de ética para a profissão na reunião com o Conselho Italiano da Ordem dos Jornalistas, que aconteceu na sala Clementina com o presidente do órgão, Enzo Iacopino, e com o responsável pela Secretaria Vaticana de Comunicação, o monsenhor Dario Edoardo Viganò.

Entre as recomendações fundamentais de Mario Bergoglio para quem "faz a informação" estão as de "amar a verdade", "viver com profissionalismo", e "respeitar a dignidade humana". Assim, o jornalismo não será transformado em uma "arma de destruição" de pessoas e de povos e

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Brasil/DIREITO DE RESISTIR AO GOLPISMO OU À FRAUDE JÁ FOI UTILIZADO COM SUCESSO EM NOSSA HISTÓRIA



17 abril 2016, Frente Brasil Popular http://frentebrasilpopular.com.br (Brasil)

O direito histórico de resistir

Dada  sua importância no cenário internacional, o Brasil  sempre foi e continua sendo, alvo de políticas intervencionistas, sabotadoras, desestabilizadoras por parte de grandes potências imperiais e de  seus mecanismos , sejam eles empresas transnacionais, médios de comunicação, serviços de informação e espionagem e, mais recentemente, instituições não governamentais, porém sempre orientadas e financiadas pelos objetivos  estatais destas grandes nações, especialmente, os EUA.

E, sempre que empreendeu, a partir do século passado, ações  destinadas a alcançar independência, soberania e modelo próprio de desenvolvimento, o Brasil foi efetivamente travado em suas pretensões, repetidas vezes, pela   ação destes poderes internacionais intervencionistas, sempre contando com auxílio vassalo  de oligarquias nativas e de seus instrumentos locais, especialmente os meios de comunicação.

Lava Jato e paralisação produtiva
É o caso do golpismo que hoje vitima a presidenta Dilma Roussef.  A Operação Lava Jato conta com conexões externas que poderiam explicar de modo mais objetivo o porquê  da quase paralisia que produziu na Petrobrás e em seus projetos,  levados adiante em

quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/Moniz Bandeira: COMO OS EUA ATUAM NA GEOPOLÍTICA DA PRIMAVERA ÁRABE AO BRASIL



13 março 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)Share Button

Luis Nassif e Patricia Faermann entrevistam o Prof. Moniz Bandeira

Jornal GGN – Mais de cinco anos se passaram desde o início dos protestos no Oriente Médio, que ficaram conhecidos como Primavera Árabe. As revoltas foram desencadeadas contra presidentes que estavam entre 20 e 40 anos no poder. Mas as condições para os conflitos tinham motivações sociais: alto desemprego e economias estagnadas. Terreno ideal para o incentivo norte-americano, estrategista no investimento de milhões de dólares na disseminação de sua ideologia.

Zine al-Abidine Ben Ali estava há mais de 20 anos no poder da Tunísia, Hosni Mubarak há 30 no Egito, Muammar Khadafi governou a Líbia por 42 anos, e Bashar al-Assad sucede o governo de 30 anos de seu pai na Síria, país que até hoje é palco de guerra civil, obrigando ao deslocamento de boa parte de sua população, agora na condição de refugiados pelo mundo.

Mas não foi pelo meio bélico que os Estados Unidos defendeu seus interesses nos países orientais em 2011. A essa outra forma de “ataque”, o estrategista militar norte-americano Thomas Barnett denominou

quinta-feira, 28 de maio de 2015

CARTA EM DEFESA DO BRASIL, DA DEMOCRACIA E DO TRABALHO

27 maio 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Petição Pública http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR82210



Para: Ao povo brasileiro


O pacto político e social da Constituição de 88 está sob um ataque de exceção. Contra a política, contra os partidos, especialmente do campo da esquerda, contra os movimentos sociais. 

Este ataque representa a maior ofensiva organizada pelas forças políticas da direita e pelo oligopólio da mídia conservadora, desde 1968. 

A luta contra a corrupção, que deveria atingir de forma indistinta e igual quem viola a legalidade e desmoraliza a política e o Estado, está sendo instrumentalizada por setores conservadores e foi colocada a serviço de um projeto autoritário de restauração de uma democracia restrita e de redução das funções públicas do Estado. 

Parte da direita não hesita em clamar pela intervenção militar, como se o Brasil fosse uma república bananeira, e as nossas forças armadas fossem feitoras dos interesses do capital financeiro. Promovem a contra-reforma política para manter o financiamento empresarial de campanhas eleitorais e partidos políticos e buscam terceirizar o Banco Central, pretendendo

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Brasil/CARTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

27 novembro 2014, Leonardo Boff http://leonardoboff.wordpress.com (Brasil)

Estimada Presidenta Dilma Rousseff,

Nós, participantes do Grupo Emaús abaixo relacionados, queremos parabenizá-la por seu esforço e desempenho durante a árdua campanha eleitoral, bem como pelas conquistas de seu primeiro mandato. Somos um grupo de teólogos/as de várias Igrejas cristãs, sociólogos/as, educadores/as e militantes que nos encontramos regularmente há quatro décadas. Estamos todos comprometidos na construção de um Brasil, social e economicamente mais justo, solidário e sustentável.

A maioria batalhou, desde o início, em favor do PT e de seu projeto de sociedade. Nessas eleições de 2014, muitos de nós expressamos publicamente nosso apoio à sua candidatura. Discutimos e polemizamos, pois, percebíamos o risco de que o projeto popular do PT, representado pela Senhora, não pudesse se reafirmar e consolidar. Para nós cristãos, especialmente nas milhares de comunidades de base, tínhamos e temos a convicção de que a participação política, de cunho democrático, popular e libertador, se apresenta como um instrumento para realizar os bens do Reino de Deus.

Esses valores são a centralidade dos pobres, a conquista da justiça social, a mútua ajuda, a busca incansável da dignidade e dos direitos dos oprimidos, a valorização do trabalhador e da trabalhadora, a justa partilha e o respeito pela Mãe Terra. Por isso, na linha do diálogo que a Senhora propôs à sociedade, queremos apresentar algumas sugestões para que seu governo