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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Brasil/DIREITO DE RESISTIR AO GOLPISMO OU À FRAUDE JÁ FOI UTILIZADO COM SUCESSO EM NOSSA HISTÓRIA



17 abril 2016, Frente Brasil Popular http://frentebrasilpopular.com.br (Brasil)

O direito histórico de resistir

Dada  sua importância no cenário internacional, o Brasil  sempre foi e continua sendo, alvo de políticas intervencionistas, sabotadoras, desestabilizadoras por parte de grandes potências imperiais e de  seus mecanismos , sejam eles empresas transnacionais, médios de comunicação, serviços de informação e espionagem e, mais recentemente, instituições não governamentais, porém sempre orientadas e financiadas pelos objetivos  estatais destas grandes nações, especialmente, os EUA.

E, sempre que empreendeu, a partir do século passado, ações  destinadas a alcançar independência, soberania e modelo próprio de desenvolvimento, o Brasil foi efetivamente travado em suas pretensões, repetidas vezes, pela   ação destes poderes internacionais intervencionistas, sempre contando com auxílio vassalo  de oligarquias nativas e de seus instrumentos locais, especialmente os meios de comunicação.

Lava Jato e paralisação produtiva
É o caso do golpismo que hoje vitima a presidenta Dilma Roussef.  A Operação Lava Jato conta com conexões externas que poderiam explicar de modo mais objetivo o porquê  da quase paralisia que produziu na Petrobrás e em seus projetos,  levados adiante em

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/REDE DA DIGNIDADE CONTRA O GOLPE E A VIGARICE

3 dezembro 2015, Carta Maior EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon

O governo, emparedado pela lógica conservadora, paradoxalmente, passou a ter escolhas. Como disse a própria Dilma, 'não era mais possível viver chantageada'.
A história apertou o passo e quando sacode a poeira ela derrama transparência por onde passa.
 
A retaliação de Eduardo Cunha contra o governo e contra o PT guarda semelhanças com uma cena recorrente da crônica policial.
 
Enredado em evidências grotescas de ilícitos e falcatruas, o presidente da Câmara sacou um processo de impeachment contra a Presidenta Dilma, depois que o PT –graças à corajosa decisão de seu presidente, Rui Falcão, determinou que o partido não acobertasse o delinquente no Conselho de Ética.
 
Cunha age como o sequestrador que saca o revólver e o coloca na cabeça do refém, exigindo salvo conduto para si e para o malote de dinheiro.
 
Eduardo Cunha aposta que os comparsas do lado de