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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A LUTA DE DILMA, ONTEM E HOJE, PELO BRASIL, A DEMOCRACIA E O POVO

25 agosto 2016, Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Começou nesta quinta-feira (25), no Senado, o julgamento do processo de impeachment contra a presidenta constitucional e sem crime de responsabilidade, Dilma Rousseff. Os patrocinadores do golpe judicial, político e midiático estão apressados e querem concluí-lo no próximo dia 31.

O julgamento de Dilma Rousseff esconde o objetivo verdadeiro do golpe posto em marcha pelos conservadores e a direita: colocar um ponto final no projeto democrático, nacional e desenvolvimentista inaugurado com a posse de Luís Inácio Lula da Silva na presidência da República em 2003, mantido depois de 2010 por Dilma Rousseff.

O alvo do golpe é destruir a democracia, os direitos do o povo e a soberania do Brasil. Há um indisfarçável desejo de desfigurar a Constituição de 1988 e eliminar direitos sociais, políticos e

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Brasil/“A democracia incomoda aos que não querem a participação popular” -- Dilma



23 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Railídia Carvalho    



Fica, Dilma: Presidenta é recebida em ato em São Paulo (Midia Ninja)

“Se você não pode passar pelo crivo do voto, o que eles pensaram: vamos saltar o voto e substituir um colégio eleitoral de 110 milhões de pessoas por um colégio menor de 81 pessoas. É disso que se trata”, afirmou a presidenta eleita Dilma Rousseff referindo-se ao golpe imposto ao país com o governo interino de Michel Temer. As declarações foram feitas durante o ato realizado em São Paulo na noite desta terça-feira (23).

A partir da quinta-feira (25) se inicia o julgamento do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

O ato realizado em São Paulo por entidades do movimento sindical e social e partidos políticos, integrantes da Frente Brasil Popular e da Frente Povo sem Medo, faz parte das ações de denúncia do golpe.  Diversas iniciativas estão programadas para acontecer a partir de quinta-feira (25), simultaneamente às

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasil/A Carta Testamento de Getúlio Vargas é uma arma contra o golpe atual

15 agosto 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

A Carta Testamento que Getúlio nos deixou é um dos mais importantes documentos de referência política e ideológica em defesa dos interesses nacionais.

Fórum 21

 

O Brasil enfrenta um momento histórico de extrema gravidade. Um golpe de estado institucional está prestes a ser consumado, afastando definitivamente uma Presidenta da República eleita com mais de 54 milhões de votos.

E muito do que está em jogo hoje guarda semelhanças profundas com outra conjuntura trágica ocorrida há sessenta e dois anos, quando forças anti-democráticas com idênticos interesses anti-povo e anti-nacionais levaram o Presidente Getúlio Vargas a dar um tiro no próprio peito.

Esse gesto político extremo barrou a tentativa de golpe e levantou grande parte do povo contra líderes de direita, partidos e mídia golpistas de então, derrotando-os fragorosamente. Venceu a democracia e

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Brasil/DIREITO DE RESISTIR AO GOLPISMO OU À FRAUDE JÁ FOI UTILIZADO COM SUCESSO EM NOSSA HISTÓRIA



17 abril 2016, Frente Brasil Popular http://frentebrasilpopular.com.br (Brasil)

O direito histórico de resistir

Dada  sua importância no cenário internacional, o Brasil  sempre foi e continua sendo, alvo de políticas intervencionistas, sabotadoras, desestabilizadoras por parte de grandes potências imperiais e de  seus mecanismos , sejam eles empresas transnacionais, médios de comunicação, serviços de informação e espionagem e, mais recentemente, instituições não governamentais, porém sempre orientadas e financiadas pelos objetivos  estatais destas grandes nações, especialmente, os EUA.

E, sempre que empreendeu, a partir do século passado, ações  destinadas a alcançar independência, soberania e modelo próprio de desenvolvimento, o Brasil foi efetivamente travado em suas pretensões, repetidas vezes, pela   ação destes poderes internacionais intervencionistas, sempre contando com auxílio vassalo  de oligarquias nativas e de seus instrumentos locais, especialmente os meios de comunicação.

Lava Jato e paralisação produtiva
É o caso do golpismo que hoje vitima a presidenta Dilma Roussef.  A Operação Lava Jato conta com conexões externas que poderiam explicar de modo mais objetivo o porquê  da quase paralisia que produziu na Petrobrás e em seus projetos,  levados adiante em

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/O povo nas ruas defende a legalidade e barra o impeachment

3 dezembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A Câmara dos Deputados já foi presidida por homens com alto sentido da função pública, da moralidade republicana, e da responsabilidade democrática. A lembrança de deputados do calibre e da honradez de Ulysses Guimarães ou Adauto Lúcio Cardoso se impõe. Eram políticos que colocavam os interesses do país, as exigências da democracia, e sua própria honra, acima de qualquer interesse pessoal. 

Não é o que acontece em nossos dias. A Câmara dos Deputados é presidida por um deputado contra o qual se acumulam acusações sobre acusações. De faltar com a verdade em CPIs, de receber dinheiros ilícitos, de manter contas secretas no exterior. De usar seu cargo, que o coloca em linha direta na sucessão presidencial, como um biombo que o esconda dessas acusações ou como recurso para fazer chantagens políticas em defesa de interesses pessoais e espúrios.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, decidiu, nesta terça-feira (2), iniciar um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, e não há como esconder o objetivo de retaliação contra o anunciado voto dos deputados do PT, na Comissão de Ética da Câmara, pela abertura de um processo parlamentar em que ele será julgado. 

Além das chicanas políticas, da pequenez da atuação desse parlamentar que, incensado pela mídia conservadora e

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Brasil/Golpe: O DESASTRE SOCIAL COMO PROGRAMA DE GOVERNO*

21 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Cada pronunciamento da direita (em especial os tucanos) sobre o seu programa de governo ressalta aspectos da história política e econômica brasileira que resultaram em estrondosos desastres sociais. Essa prática tem sido sistemática nesse momento em que os oportunistas de plantão, de todas asmatizes, se apresentam como alternativa de governo caso eles consigam, pela via golpista, interromper o ciclo iniciado no Brasil com a eleição presidencial de Lula em 2002.

Por
Osvaldo Bertolino*


Até a década de 1980, era comum no Brasil o portador de algum capital aplicá-lo de modo geral em um negócio. Um bar, restaurante ou armazém de esquina, uma oficina, um salão de beleza ou algo do mesmo porte. Durante a “era neoliberal”, que se estendeu até 2002, o desmonte nacional podou o ânimo empreendedor dos brasileiros. Valia mais a pena aplicar o capital acumulado, por pouco que fosse, na ciranda financeira.

Os ganhos eram no mínimo compatíveis, e os riscos muito menores. Há, no entanto, os que, mesmo desempregados, insistiram em empreender em vez de especular: abriram videolocadoras, lojas de roupa em shopping centers, confecções, academias de ginástica. Mas poucos

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Argentina/CRISTINA VENCE MAIS UMA VEZ O GOLPE E A MÍDIA

10 agosto 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

FC Leite Filho, Café na Política

Vejamos como a presidenta Cristina Kirchner ganhou as primárias e impôs a vitória de seu candidato, Daniel Scioli, sobre o candidato da mídia.

Vejamos como a presidenta Cristina Kirchner ganhou as primárias de ontem, impondo a vitória de seu candidato Daniel Scioli, já no primeiro turno, e derrotando com 13% de vantagem o candidato da mídia, Maurício Macri. Primeiro, ela enfrentou o golpe midiático com a realização de um grande governo e uma determinação pessoal, que incluiu o uso dos instrumentos de poder para, ao mesmo tempo, impor um modelo de desenvolvimento autônomo e conter o adversário poderoso e ensandecido.

Lembremos que, ao longo de seus dois mandatos de oito anos (2007-2015), irrompeu o mais implacável processo de desestabilização, que não se resumiu a manchetes de jornais, mas enfiou-se numa treslocada irrupção de desastres provocados de trens, saques a lojas e supermercados, greves gerais e setoriais sucessivas, incluindo de policiais, a paralização do campo com a iminência de desabastecimento e um ataque permanente à economia por parte dos chamados fundos abutres, este a partir do exterior.

Cristina estava convencida de que sofria não só um ataque interno, mas sobretudo externo, em razão da nova geopolítica que visava eliminar, inclusive com a guerra civil, os governos progressistas surgidos com Hugo Chávez, na Venezuela, Lula da Silva, no Brasil e ela própria, com seu marido e antecessor, o falecido presidente Néstor Kirchner, na Argentina. Por isso, foi em cima da cabeça da conspiração: o Clarín, jornal que lidera um mastodôntico conglomerado de TVs, rádios, jornais e internet, cortando-lhe as asas com uma lei de regulação da mídia e

terça-feira, 24 de março de 2015

Brasil/DATAFOLHA: BRASILEIRO É CONTRA VENDER PETROBRAS

22 março 2015, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)


Pesquisa realizada pelo instituto revela que 61% dos brasileiros condenam a eventual privatização da empresa, atingida pela Operação Lava Jato; a rejeição é maior entre os que se dizem simpatizantes do PT: 67% são contra; entre os que se dizem mais próximos do PSDB, 56% também condenam a privatização, mas 35% se dizem a favor; lideranças do partido, como os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP) defendem ao menos a revisão do modelo do pré-sal, com espaço para maior participação de empresas estrangeiras; ainda não foi desta vez que uma campanha negativa contra a empresa abriu as portas para a desestatização.

Ainda não foi desta vez que

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Brasil/PETROBRAS: PUNIR OS RESPONSÁVEIS, MAS DEFENDER PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS

25 fevereiro 2015, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)


Participantes de ato em defesa da estatal são unânimes no apoio às investigações, julgamento e punição a culpados por corrupção, mas afirmam que é preciso preservar a presença da sanha privatista

Rio de Janeiro – "Somos 200 milhões de petroleiros." A frase estampada na faixa aberta por militantes da Federação Única dos Petroleiros (FUP) retrata o espírito que animou o ato em defesa da Petrobras realizado na noite de ontem (24) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro. Com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, auditório lotado e cerca de mil manifestantes na rua, em frente ao prédio da ABI, o ato, organizado pela FUP e pela CUT, contou com expressiva presença de representantes de sindicatos, movimentos sociais e entidades de classe, além de estudantes, artistas e jornalistas.

Acompanhado pela executiva da CUT, o presidente da central, Vágner Freitas, também convocou as forças democráticas para o ato marcado para o dia 13 de março: "Essa campanha para vender a Petrobras a preço de banana para o capitalismo internacional não é um ato isolado dessa direita golpista brasileira. Esse é um enfrentamento de classes, é a luta de classes", disse.

Freitas também elencou outros pontos da agenda política da CUT, como a reforma política e

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Brasil/HORA DE SE CONHECER A VERDADE



14 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Depois de quase 36 anos e meio da morte do Presidente João Goulart (6 de dezembro de 1976), a Comissão Nacional da Verdade e o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul decidiram, finalmente, exumar o corpo do herdeiro político de Getúlio Vargas. Muitos devem estar dizendo, antes tarde do que nunca.

Por
Mário Augusto Jakobskind*, no Direto da Redação

 

Mas não se pode esquecer que logo após a morte de Jango, as autoridades brasileiras e argentinas se recusaram a fazer a autopsia. Por que será?

Há fortes indícios de que Jango foi mesmo assassinado com a troca de remédios. Embora deva ser considerado louvável a inicativa da Comissão Nacional da Verdade, não se pode garantir que depois de tanto tempo a exumação seja considerada conclusiva.

Como se sabe, há testemunhas, como a do ex-agente da repressão uruguaia, Mario Barreiro, que conta com detalhes como ocorreu a troca de remédios que teria provocado a morte do Presidente.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Brasil/70 ANOS DEPOIS, NETA DE LAMPIÃO PRESERVA MEMÓRIA DO CANGAÇO

Lampião e Maria Bonita, em foto de Benjamin Abrahão

27 julho 2008/Vermelho http://vermelho.org.br

Herói ou bandido? Definir Lampião ainda é um assunto controverso passados 70 anos da morte do rei do cangaço, completados neste mês. A neta do Rei do Cangaço

com Maria Bonita, Vera Ferreira, de 55 anos de idade, dedica-se a preservar a memória dos avós legendários e se empenha no movimento para criar um Museu do Cangaço.

Traído por um de seus companheiros, Virgolino Ferreira da Silva, sua mulher Maria Bonita - que largou o primeiro casamento para segui-lo - e nove de seus cangaceiros foram apanhados em 1938 numa emboscada na Gruta de Angico, em Sergipe. Todos eles foram decapitados pela polícia de Alagoas, com o aval do governo Getúlio Vargas, e suas cabeças, expostas em praça pública.

Desde muito pequena, a jornalista Vera Ferreira, de 55 anos de idade, soube do fim cruel de seus avós e da curta e intensa história deles, vivida no Nordeste do Brasil. Eles foram perseguidos sem trégua por 16 anos (1922-1938) por militares de oito estados da região. Por isso, a mãe de Vera, dona Expedita Ferreira - única filha do casal - foi criada por coiteiros, como eram conhecidos os protetores do bando.

''Quando criança, não era fácil ser identificada como neta deles. Havia muita ignorância em torno do assunto'', comenta. Mas, aos 13 anos de idade, durante o lançamento de um livro que reuniu ex-integrantes do grupo (Dadá, Labareda, Balão Criança, Dulce, Zé Sereno e Sila), Vera se deu conta que sua família havia deixado marcas indeléveis no Brasil. Na adolescência, ela decidiu que iria preservar a memória do cangaço no país.

Uma de suas missões foi a de explicar o movimento dentro da história de um sertão pobre, em decorrência da seca extremada, dos conflitos de terra e da rivalidade entre famílias que travavam verdadeiras guerras. O escritor Sérgio Dantas, do Rio Grande do Norte, pesquisa o assunto há dez anos e define o aparecimento do cangaço como um poder paralelo, em conseqüência de um Estado que não cumpria sua função de manter a estabilidade. ''Foi uma espécie de convulsão social, mas sem nenhuma visão revolucionária'', explica.

Portanto, o lema de fazer justiça com as próprias mãos transformou Virgolino, o mercador nascido em Serra Talhada, Pernambuco, em Lampião, o cangaceiro, que começou o ofício vingando a morte do pai ao lado de dois irmãos. Mas sua habilidade e valentia logo o colocaram na posição de líder de um bando que dominou várias cidades, saqueou comércios, devastou fazendas e sacrificou vidas.

Para muitos pesquisadores, Lampião e seu grupo eram o reflexo de uma sociedade arcaica e metáfora do isolamento de uma região - o sertão. ''No entanto, essa é a nossa história e, por isso, devemos conhecê-la sem preconceitos'', analisa Vera.

Na visão da neta, a criação de um museu - o Museu do Cangaço - poderia reunir peças, imagens, livros e depoimentos para formar um acervo representativo daquela época. Por enquanto, alguns objetos estão guardados em uma pequena sala no Museu do Sertão, em Alagoas.

Se os pertences e as histórias estivessem abertas ao público, muita gente teria a oportunidade de conhecer certas particularidades do homem que semeou terror e morte em seu caminho. Ele era vaidoso - só usava perfume francês -, adornava os dedos com anéis, vestia-se de maneira extravagante, com cores berrantes, e usava chapéus imensos enfeitados com medalhas, colares e broches. As roupas dele e do bando eram costuradas por Maria Bonita e outras mulheres que apareceram no cangaço depois dela.

O gosto pela ostentação era tamanho que Lampião distribuía fotografias suas nos povoados por onde passava. Foi a extrema preocupação com a imagem, inclusive, que o levou a contratar o mascate e fotógrafo libanês Benjamin Abrahão para documentar as atividades do grupo. Por isso, o movimento conseguiu ser registrado com seu líder, que morreu aos 41 anos de idade, desafiando autoridades policiais e políticas.

As andanças para recompor a História e as próprias raízes fizeram com que Vera Ferreira se aproximasse de lugares por onde os avós tinham passado. Ela percebeu que muita coisa mudou no sertão. Grande parte dos habitantes de Serra Talhada, antes envergonhados por tê-lo como conterrâneo, agora sente orgulho. Nas festas juninas recém-encerradas, dezenas de pessoas se esbaldaram a valer trajadas de cangaceiros.

No entanto, a exclusão social e geográfica ainda residem no sertão. Por essa razão, ela teve a idéia de criar uma Oscip - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, a Sociedade do Cangaço, para desenvolver projetos com comunidades sergipanas. Um deles recebeu o nome de Linhas da Vida, cujo objetivo é gerar emprego e renda a partir da confecção de bolsas e bornais com aplicações dos elementos usados pelos cangaceiros em suas indumentárias. Os materiais são criados pela desenhista Germana de Araújo, que pretende implantar um curso de serigrafia para a confecção de camisetas.

No mês passado, Lampião, Maria Bonita e seu bando tiveram a vida revisitada durante a Primeira Semana do Cangaço, que ocorreu em Aracaju, SE. Quem esteve por lá entendeu como eles se tornaram o mito que, tempos depois, gerou novelas, livros, músicas e filmes. (
Com informações do Globo Rural)

http://vermelho.org.br/base.asp?texto=41031