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quarta-feira, 6 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/Muito de BRICS, nada de EUA: Por que você deve desconfiar dos 'Panama Papers'



4 abril 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

Apesar de não figurar na lista da Mossack Fonseca, o nome do presidente russo Vladimir Putin estampa as manchetes de grande parte da mídia corporativa ocidental nesta segunda-feira (4). Apesar dos 11,5 milhões de registros vazados, não há uma referência sequer a empresas dos EUA. O que está de fato em jogo no suposto “maior vazamento” da História?

​Vamos aos fatos:

O jornal que recebeu o vazamento, o Sueddeutsche Zeitung, foi o primeiro a receber da administração militar norte-americana na Bavária uma licença de circulação na Alemanha após a Segunda Guerra Mundial.

A publicação relata detalhadamente a metodologia que a mídia corporativa usou ​​para pesquisar os arquivos vazados pelo escritório panamenho de advocacia, e revela que a principal categoria de busca foi orientada para nomes associados a regimes submetidos a sanções da ONU.

O jornal The Guardian relata a mesma informação e menciona, especificamente, o Zimbábue, a Coreia do Norte, a Rússia e a Síria.

Um rápido relance evidencia bem rapidamente que a filtragem midiática das informações vazadas segue uma agenda governamental direta do Ocidente. Não há menção alguma à contratação dos serviços da Mossack Fonseca por parte de grandes corporações ou bilionários ocidentais.

A aparição do primeiro-ministro britânico David Cameron nos Panama Papers, longe de ser exceção, acontece no momento em que ele

terça-feira, 23 de junho de 2015

LAS ONG SON INSTRUMENTOS PARA LA SEDICIÓN DESDE LA “SOCIEDAD CIVIL”

23 junio 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


A PROPÓSITO DEL ANUNCIO DEL PRESIDENTE EVO MORALES

El presidente del Estado Plurinacional de Bolivia ha decidió expulsar del territorio boliviano a las ONG que conspiren contra el proceso revolucionario que vive su pueblo. (http://www.contrainjerencia.com)

La historia de la acción retardataria, contrarevolucionaria y sediciosa de las ONG, es parte de su misma razón de ser y de su sentido y significado. Si el pueblo supera su nivel de conciencia intuitiva y aprende a pensar su realidad desde una aproximación científica y racional, se convierte en sujeto político y en protagonista de la reversión de sus problemas y de los de la comunidad y sociedad a la que pertenece. Esto condena a las ONG a su desaparición. Que el pueblo se eduque, culturice e informe políticamente hace peligrar la vida de las ONG y el lucro de sus promotores.

Surgidas en Europa y EE.UU. para alimentar financieramente y armar políticamente a sus subsidiarias de América latina y El Caribe, de África, Asia y Oriente, las ONG matrices y sus subsidiarias han sido instrumentos muy eficaces para mantener el capitalismo jugando a la “ayuda”, pero defendiendo dictaduras y gobiernos autoritarios