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terça-feira, 20 de agosto de 2019

The Anglo-American Origins of Color Revolutions & NED


August 17, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/08/17/the-anglo-american-origins-of-color-revolutions-ned/


A few years ago, very few people understood the concept behind color revolutions.

Had Russia and China’s leadership not decided to unite in solidarity in 2012 when they began vetoing the overthrow of Bashar al Assad in Syria- followed by their alliance around the Belt and Road Initiative, then it is doubtful that the color revolution concept would be as well-known as it has become today.

At that time, Russia and China realized that they had no choice but to go on the counter offensive, since the regime change operations and colour revolutions orchestrated by such organizations as the CIA-affiliated National Endowment for Democracy (NED) and Soros Open Society Foundations were ultimately designed to target them as those rose, orange, green or yellow revolution efforts in Georgia, Ukraine, Iran or Hong Kong were always recognized as weak points on the periphery of the threatened formation of a great power alliance of sovereign Eurasian nations that would have the collective power to challenge the power of the Anglo-American elite based in London and Wall Street.

Russia’s 2015 expulsion of 12 major conduits of color revolution included Soros’ Open Society Foundation as well as the NED was

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Chomsky: “Lula é o principal preso político do mundo”

8 de agosto de 2019, 23:04 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/brasil/chomsky-lula-e-o-principal-preso-politico-do-mundo-zst65e9y

 
Um dos principais intelectuais vivos do mundo, o linguista Noam Chomsky voltou a denunciar a condição de preso político do ex-presidente Lula; “As revelações de Glenn Greenwald deixaram absolutamente claro que o juiz Moro era tudo menos um herói, ao contrário do que foi apresentado pela imprensa. Lula é o principal preso político do mundo”, disse Chomsky à revista Jacobin

247 - O linguista norte-americano Noam Chomsky voltou a denunciar ao mundo a condição de preso político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à revista Jacobin Brasil, Chomsky comparou a prisão de Lula à prisão do pensador italiano Antonio Gramsci pelo regime fascista de Benito Mussolini.

"A exemplo de Bolsonaro, Benito Mussolini reconheceu que Gramsci precisava ser silenciado: quando Gramsci foi preso, o representante do Ministério Público italiano disse 'precisamos silenciar esse homem pelos próximos vinte anos, porque sua voz é muito perigosa para ser escutada'. É exatamente isso que o golpe de direita fez no Brasil. No último verão, ficou claro que se Lula pudesse aparecer publicamente, ele ganharia as eleições. Então, era preciso fazer algo contra ele, colocá-lo

sábado, 27 de julho de 2019

Latinoamérica /El secretario de estado de EUA Pompeo anuncia una “nueva era” de reacción entre EUA y Latinoamérica


26 julio 2019, World Socialist Web Site (Australia) https://www.wsws.org/es/articles/2019/07/26/pomp-j26.html
 
por Andrea Lobo

El secretario de Estado de Estados Unidos, Mike Pompeo, anunció el viernes "una nueva era en la relación" entre Estados Unidos y América Latina en la segunda Conferencia Ministerial contra el Terrorismo del Hemisferio Occidental en Buenos Aires, Argentina. Él repitió este mismo tema en cada parada de su gira por América Latina la semana pasada, que también incluyó a Ecuador, México y El Salvador.

Pompeo exigió mayor censura y espionaje, y una alineación más cercana con las campañas de Washington contra sus rivales geopolíticos

sábado, 29 de junho de 2019

Golfe Persique/VERS L’ENFER AVEC TRUMP


27 06 2019, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=26387
Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística

Ángel Guerra Cabrera*

Traduzido por  Fausto Giudice Фаусто Джудиче فاوستو جيوديشي

Il y a un an, Donald Trump, dans le plus pur style hitlérien, a décidé de rompre l'accord sur le programme nucléaire de l'Iran, dont le nom officiel est Plan d’action global commun (PAGC). L'action farfelue et la réimposition par Washington de sanctions économiques suffocantes contre le pays des ayatollahs ont déclenché et aggravé le nouveau conflit des USA avec ce pays, à tel point que la moindre erreur humaine peut conduire à la "catastrophe" annoncée la semaine dernière par Vladimir Poutine. Ceci, en supposant que l'escalade militaire yankee en cours dans le golfe Persique ne se limite qu'à la pratique trumpienne habituelle qui consiste à exacerber les conflits et à négocier ensuite à partir de positions plus avantageuses. Parce qu'il n'y a rien de plus semblable au branle-bas de combat usaméricain de ces dernières semaines contre l’Iran que ceux qui ont précédé l'agression contre l'Irak et d'autres pays comme le Vietnam, y compris les opérations sous fausse bannière  contre des pétroliers dans la région dont Téhéran est accusé et d'autres mensonges similaires. Bolton en sait beaucoup là-dessus.

Dans un cas comme dans l'autre, cela vaut le coup de continuer à citer Poutine : « Une action militaire américaine contre l’Iran ne ferait que contribuer à une explosion de violence dans la région, et les initiateurs d'une telle action doivent prendre en compte les conséquences négatives ». Déjà, ce résultat, rien que dans la zone, serait d'une ampleur sans précédent, car l'Iran est beaucoup plus puissant militairement que

terça-feira, 25 de junho de 2019

Provoking Iran Could Start a War and Crash the Entire World Economy


June 23, 2019, Strategic Culture Foundation https://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/06/23/provoking-iran-could-start-a-war-and-crash-the-entire-world-economy/

Federico Pieraccini*

Tensions in the Persian Gulf are reaching a point of no return. In recent weeks, six oil tankers have been subjected to Israeli sabotage disguised to look like Iranian attacks to induce the United States to take military action against the Islamic Republic. Some days ago Iran rightfully shot out of the sky a US Drone. In Yemen, the Houthis have finally started responding with cruise and ballistic missiles to the Saudis’ indiscriminate attacks, causing damage to the Saudi international airport of Abha, as well as blocking, through explosive drones, Saudi oil transportation from east to west through one of the largest pipelines in the world.

As if the political and military situation at this time were not tense and complex enough, the two most important power groups in the United States, the Fed and the military-industrial complex, both face problems that threaten to diminish Washington’s status as a world superpower.

The Fed could find itself defending the role of the US dollar as the world reserve currency during any conflict in the Persian Gulf that would see the cost of oil rise to $300 a barrel, threatening trillions of dollars in derivatives and toppling the global economy.

The military-industrial complex would in turn be involved in a war that it would struggle to contain and even win, destroying the United States’ image of invincibility and inflicting a mortal blow on its ability to project power to the four corners of the world.

Just look at how surprised US officials were about Iran’s capabilities to shot down an

terça-feira, 30 de abril de 2019

Abyayala/Washington monta guerra colonial na América Latina



por José Goulão

Os acontecimentos sucedem-se em cascata nos últimos dias tendo como alvos a Venezuela e, por arrastamento, a Nicarágua e Cuba – a "troika da tirania", citando o triunvirato fascista que comanda Trump: Michael Pompeo, John Bolton e Michael Pence. Os movimentos militares não estão apenas em cima das mesas de conspiração, conforme reconhece a própria CNN, as sanções económicas e políticas multiplicam-se, as ondas de choque extravasam em muito a região latino-americana e desconcertam até alguns dos mais fiéis súbditos de Washington, como a União Europeia.

A CNN, citando fontes próprias do interior do establishment norte-americano, revelou a existência de actividades militares orientadas para a América Central e do Sul resultantes da coordenação do Estado-Maior conjunto do Pentágono com o Comando Sul (SouthCom), aprofundando a interacção com países vizinhos – sobretudo Colômbia e Brasil. De acordo com as mesmas fontes, trata-se de dissuadir a alegada penetração da Rússia e da China na região, que recentemente o secretário de Estado, Michael Pompeo, qualificou como "uma provocação" além de, imagine-se, uma "ingerência nos assuntos internos" da Venezuela.

Tais razões serão válidas apenas para consumo propagandístico e agitação de fantasmas; porque, em termos práticos, o que continua a ganhar forma, depois do espaço dado à vocação "humanitária", são os preparativos de uma agressão militar norte-americana contra a Venezuela, que Washington continua a preferir por procuração, isto é, através de exércitos e mercenários alheios. As movimentações militares, especialmente navais, serviriam de enquadramento das operações ofensivas e teriam igualmente cariz intimidatório.

Os sinais de reactivação da "opção militar coincidem com os fracassos sucessivos de outras formas de desestabilização da Venezuela testadas desde que o vice-presidente dos Estados Unidos, Michael Pence, telefonou a Juan Guaidó para este se auto-designar "presidente interino" da Venezuela, em 23 de Janeiro.

Um mês depois registou-se o falhanço estrondoso da intervenção contra Caracas a partir da Colômbia, sob capa de "ajuda humanitária", que acabou por se virar contra os promotores e deixar Guaidó em maus lençóis perante os patrocinadores de Washington.

Mais recentemente, em 6 de Abril, esteve programado o início de um "levantamento de massas" através da Venezuela, que deveria ir ganhando projecção e manter-se até à queda do governo eleito de Nicolás Maduro. Foi montada uma rede de células que deveria agitar manifestações em todo o país, mas tudo indica que a operação morreu no ovo: a resposta "das massas" está longe de ter o vigor ambicionado.

A conspiração de Washington
A perspectiva de novo fracasso parece ter esgotado a já pouca paciência de Washington. Em 10 de Abril, as estruturas conspirativas norte-americanas montaram uma "mesa-redonda" na capital federal, sob a capa do Centro de Estudo Estratégicos e Internacionais (CEEI), com um ponto único na ordem de trabalhos: "Avaliar a utilização da força militar na Venezuela".

A reunião deveria ter sido "privada", o que de facto aconteceu, mas o jornalista de investigação Max Blumenthal logrou acesso à lista de participantes – honrando a liberdade de imprensa e provando que a luta dos jornalistas dedicados à investigação e à busca da verdade foi ferida mas não liquidada com a prisão de Julian Assange.

A "lista de participantes" expõe uma autêntica associação de malfeitores, um conluio de índole mafiosa, gente para quem "a mudança de regime na Venezuela só é possível castigando a população", o que "não tem qualquer importância" – segundo palavras anteriormente proferidas por um dos presentes, o embaixador William Brownfield.

Desconhece-se o teor das intervenções na reunião sobre a intervenção militar na Venezuela. Mas averiguando o que pensam os conspiradores, pelo menos os principais, ficaremos com uma noção do que foi dito e preparado.

O já citado William Brownfield foi embaixador dos Estados Unidos na Venezuela a seguir ao golpe de 2002 contra Hugo Chávez e não descansou um momento no ataque à democracia venezuelana, sucessivamente como membro das administrações de George W. Bush, Obama e agora Trump. "Mais do que um narco-Estado, a Venezuela é um Estado mafioso", considera Brownfield. Por isso, "a melhor solução é acelerar o colapso, nem que produza um período de maior sofrimento durante meses, talvez anos".

Não será descabido supor, perante este tipo de afirmações, que o "combate ao narcotráfico" venha a ser um dos argumentos a brandir para justificar uma agressão militar contra a Venezuela. Já não seria a primeira vez, conhecendo o tipo de alegações que conduziram à invasão do Panamá e até do Afeganistão, país onde, desde a instalação da NATO, o comércio de estupefacientes floresce como nunca. O que acontece também com um dos grandes aliados norte-americanos na América Latina, a Colômbia, um narco-Estado que não necessita de ser invadido porque Washington já está presente e tirando proveito. 

Uma reunião que não foi académica
Olhando a lista de participantes na reunião promovida em 10 de Abril deduz-se que a intenção de "avaliar a utilização da força militar na Venezuela" fica muito aquém do que efectivamente se passou. Tratou-se muito provavelmente de uma reunião operacional, pois figuras como o almirante Kurt Tidd, o embaixador Brownfield ou o terrorista Roger Noriega não são pessoas de perder tempo e gastar experiência com debates académicos. E a presença de membros em funções no Departamento de Estado de Pompeo, como Stephen Dreikorn e Keith Mines, de um alto quadro do Conselho Nacional de Inteligência, como David Tapia, de três representantes da USAID, uma agência da CIA para mudanças de regimes, além de vários "assessores" da equipa usurpadora de Juan Guaidó indiciam um estado mais avançado de preparação do que uma simples troca de opiniões. Sem esquecer o significado da presença de delegações oficiais representativas da Colômbia e do Brasil.

O almirante Kurt Tidd foi, até há quatro meses, o comandante do Comando Sul das Forças Navais norte-americanas (SouthCom), com tarefas de controlo sobre a América Latina.

A sua presença numa reunião deste tipo tem enorme importância, não há outra interpretação possível; porque trata-se de alguém com anos de práticas desestabilizadoras e intimidatórias contra a Venezuela, incluindo planos golpistas organizados como o que esteve previsto para 2016 e foi frustrado pela Revolução Bolivariana.

"Há que continuar a manipular o cenário em que a Venezuela 'está à beira do colapso e da implosão', reforçando "a matriz mediática que liga a crise eléctrica à responsabilidade exclusiva de Maduro", incitou o almirante em ocasiões anteriores que não estão, porém, desactualizadas. A multiplicação de actos terroristas para provocar apagões que afectam a Venezuela é actual e provavelmente continua a ser testada não apenas para minar a situação interna mas também para ser uma arma em situação de agressão militar.

O terrorista Noriega 
A presença de uma figura como Roger Noriega na reunião de 10 de Abril, ainda que na discreta posição de representante do American Enterprise Institute, é todo um programa de conspiração operacional.
Noriega é um intervencionista veterano dos tempos do escândalo Irão-Contras, um braço executivo de Elliot Abrams no apoio a grupos de mercenários e esquadrões da morte patrocinados pelos Estados Unidos para lançar o terror contra as revoluções na Nicarágua e em El Salvador nas duas últimas décadas do século passado.

Sendo Elliot Abrams, actualmente, o enviado especial norte-americano para a entronização de Guaidó e o derrube de Maduro, a presença de Roger Noriega numa reunião sobre o uso da força militar na Venezuela significa que a sua realização tem de ser levada muito a sério.

Os planos contra Caracas desenvolvidos sob a alçada do almirante Kurt Tidd prevêem desde sempre o recurso a mercenários e esquadrões da morte que, para o efeito, continuam a ser preparados nas bases norte-americanas de Tona e Tolemaida, na Colômbia.

Perante os acontecimentos em cascata que se têm sucedido nos últimos dias torna-se evidente que Roger Noriega reaparece agora como uma peça-chave dos planos de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina - e que vão além da Venezuela.

O recentíssimo reforço das sanções contra a Nicarágua e, sobretudo, contra Cuba representam o agravamento de uma filosofia colonial intervencionista no "quintal das traseiras" e que tem vindo a ser considerada como a restauração plena da velha Doutrina Monroe. À luz da qual, obviamente, quaisquer apoios a países da região por parte de potências como a China e a Rússia são "provocações", como já declarou Michael Pompeo, o secretário de Estado e ex-director da CIA.

Além de antigo e actual colaborador próximo de Elliott Abrams na definição da estratégia terrorista contra a Venezuela, existem outras poderosas razões para considerar relevante o papel de Noriega em tudo o que está a passar-se na América Latina. Ele foi exactamente um dos autores da lei anti-cubana Helms-Burton, em 1996, agora restaurada em todo o seu articulado para agravar as sanções contra Havana.

Existe uma unidade estratégica na política de Pompeo, Bolton e Adams para a América Latina. E Roger Noriega é um dos elementos fulcrais da equipa que a desenvolve e aplica. Por isso, a sua presença na reunião de 10 de Abril, juntamente com o almirante Kurt Tidd e o embaixador William Brownfield, confirma o carácter operacional desta.

Roger Noriega, o terrorista que em tempos lamentou o facto de "os Estados Unidos se terem enganado ao não dar a devida importância a Hugo Chávez", defende que a mudança de regime é a única opção a tomar em relação à Venezuela. "Quando existe um regime cruel, não há outra solução", afirma.

A restauração plena da chamada Lei Helms-Burton é mais um reforço do bloqueio contra Cuba mas afecta também numerosas empresas e importantes negócios de outras regiões e entidades, incluindo a União Europeia.

Ora a União Europeia tem-se identificado com a estratégia latino-americana do triunvirato fascista que envolve Trump. O alargamento dessa estratégia a vários países, designadamente Cuba, afecta ainda mais directamente vastos e importantes interesses da União Europeia. Interesses que realmente contam para Bruxelas, como os dos negócios privados e das propriedades e lucros das empresas.

A imprensa espanhola revelou que a alta representante para a política externa da União Europeia, Federica Mogherini, escreveu uma carta para a Casa Branca garantindo que Bruxelas fará queixa dos Estados Unidos à Organização Mundial de Comércio se a aplicação da lei de Noriega contra Cuba for até às últimas consequências. O cenário resultante desta demanda europeia, se for concretizada, poderá criar atritos muito sérios entre a União e Washington.

Resta agora saber se este rasgo de "atrevimento" de Mogherini segue os seus trâmites ou não passará de um papel perante o qual Trump irá rir-se às gargalhadas.

Os acontecimentos dos últimos dias em relação a América Latina, incluindo a reunião de guerra efectuada em 10 de Abril, colocam, afinal, um dilema à União Europeia: reage à doutrina colonial de Washington ou continua, como até aqui, a sustentar uma figura golpista e cada vez mais desacreditada como Guaidó?

Tendo em consideração os antecedentes próximos ou afastados e o que está em jogo – não apenas regionalmente – é difícil acreditar que Bruxelas chegue a desafiar Washington. Nada faz prever que tenha chegado o dia das surpresas.