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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Abya Yala*/A violência repressiva está varrendo a Bolívia. O regime de Áñez deve ser responsabilizado



Por Angela Davis, Noam Chomsky, Molly Crabapple, John Pilger e outros

Apelamos à comunidade internacional para que pare de apoiar este governo, que está cometendo alarmantes violações dos direitos humanos

Evo Morales -- Presidente da Bolívia do partido MAS (Movimento ao Socialismo, Movimento ao Socialismo) - foi forçado a renunciar em 10 de novembro, no que muitos observadores consideram um golpe. Após a renúncia de Morales, houve um crescente caos e violência. O que está acontecendo na Bolívia é altamente antidemocrático e estamos testemunhando algumas das piores violações dos direitos humanos nas mãos dos militares e da polícia desde a transição para o governo civil no início dos anos 80. Condenamos a violência nos termos mais fortes e exortamos os EUA e outros governos estrangeiros a deixarem imediatamente de reconhecer e fornecer qualquer apoio a esse regime. Instamos a mídia a fazer mais para documentar os crescentes abusos dos direitos humanos cometidos pelo Estado boliviano.

Em 10 de novembro, o vice-presidente de Morales e os chefes das duas câmaras do Congresso também renunciaram diante das ameaças de violência contra os principais funcionários do MAS, a menos que deixassem o cargo. A campanha de pressão incluiu a queima das casas dos funcionários do MAS e o seqüestro de parentes. Isso abriu o caminho para a ascensão à presidência de Jeanine Áñez (uma líder conservadora da oposição católica romana do nordeste da Bolívia, amplamente acusada de ter opiniões racistas) na

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Direitos Humanos/Um encontro com Julian Assange na prisão

08 10 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/varios/assange_04out19.html

por Felicity Ruby* 




– Mesmo tendo cumprido em abril a sentença que o levou à prisão, Assange continua detido
– A Lei de Espionagem americana está sendo usada pela primeira vez contra um editor
– As acusações nos Estados Unidos por publicar informações de interesse público podem condená-lo a 175 anos de cadeia

Só conheci Julian Assange no cárcere. Faz nove anos que o visito na Inglaterra, trazendo notícias e solidariedade australiana.

Quando fui a Ellingham Hall [histórica propriedade rural em Norfolk onde Assange ficou em prisão domiciliar durante dois anos], levei música e chocolate. Quando fui à embaixada do Equador, levei camisas de flanela, cópias de Rake, uma série de TV australiana, um pote de Wizz Fizz, uma marca australiana de sorvete, e folhas de eucalipto. Mas para o presídio de Belmarsh não se pode levar nada – nenhum presente, nenhum livro, nenhuma folha de papel.

E, depois de ter passado por lá,

terça-feira, 24 de setembro de 2019

They’re Murdering My Son – Julian Assange’s Father Tells of Pain and Anguish


September 24, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/09/24/theyre-murdering-my-son-julian-assanges-father-tells-of-pain-and-anguish/


Julian Assange’s father, John Shipton, gave an interview to Strategic Culture Foundation over the weekend. After arriving from his home country of Australia, Shipton is visiting several European states, including Russia, to bring public attention to the persecution of Julian Assange by British authorities over his role as a publisher and author.

First though an introduction to the Assange case. Few media figures can be attributed with transforming international politics and the global media landscape. Arguably, Julian Assange, author, publisher and founder of the Wikileaks whistleblower website (2006), is in the top tier of world-changing individuals over the past decade.

The Australian-born Assange has previously been awarded with accolades and respect for his truth-telling journalism which exposed massive crimes, corruption and nefarious intrigues by the US government and its Western allies.

One of the most shocking exposés by Wikileaks was the video ‘Collateral Murder’ (2010) which showed mass, indiscriminate deadly shootings by US troops

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Chomsky: “Lula é o principal preso político do mundo”

8 de agosto de 2019, 23:04 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/brasil/chomsky-lula-e-o-principal-preso-politico-do-mundo-zst65e9y

 
Um dos principais intelectuais vivos do mundo, o linguista Noam Chomsky voltou a denunciar a condição de preso político do ex-presidente Lula; “As revelações de Glenn Greenwald deixaram absolutamente claro que o juiz Moro era tudo menos um herói, ao contrário do que foi apresentado pela imprensa. Lula é o principal preso político do mundo”, disse Chomsky à revista Jacobin

247 - O linguista norte-americano Noam Chomsky voltou a denunciar ao mundo a condição de preso político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à revista Jacobin Brasil, Chomsky comparou a prisão de Lula à prisão do pensador italiano Antonio Gramsci pelo regime fascista de Benito Mussolini.

"A exemplo de Bolsonaro, Benito Mussolini reconheceu que Gramsci precisava ser silenciado: quando Gramsci foi preso, o representante do Ministério Público italiano disse 'precisamos silenciar esse homem pelos próximos vinte anos, porque sua voz é muito perigosa para ser escutada'. É exatamente isso que o golpe de direita fez no Brasil. No último verão, ficou claro que se Lula pudesse aparecer publicamente, ele ganharia as eleições. Então, era preciso fazer algo contra ele, colocá-lo

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Follow the money trail for source of 'Russian threat' paranoia/Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da “ameaça russa”

22 Aug, 2016, TV-Novosti https://www.rt.com (Russia)

You’d have to have been locked in a wardrobe if you live in the West not to have heard ominous phrases like ‘The Russian threat’, ‘Russian aggression in Europe’ and ‘Russia set to invade Poland/Estonia/ Ukraine/Finland’.

Certain people are trying to scare us witless about Russia and the ‘threat’ the country apparently poses. The hysteria reminds one to the build up to the Iraq war, when we were warned every day about the ‘threat’ of Saddam’s deadly WMDs, which - surprise, surprise - turned out not to exist.

Now, we can talk for hours about grand, highfalutin theories in the field of geopolitics and international relations in attempts to explain why this is happening.

But ‘follow the money’ trail is all we really have to do. Ask yourself who benefits financially from all this scaremongering and then

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Brasil/Artistas e intelectuais estrangeiros manifestam apoio a Dilma

24 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Um grupo de artistas e intelectuais estrangeiros divulgou um manifesto em apoio à presidenta eleita Dilma Rousseff, contra o processo fraudulento de impeachment contra ela no Senado e pela democracia no Brasil. No texto, personalidades como o cineasta Oliver Stone (Platoon), a atriz Susan Sarandon (Thelma & Louise) e o ator Viggo Mortensen (Senhor dos Anéis), Danny Glover (ator) e Noam Chomsky (linguista) reforçam a denúncia internacional do ataque à democracia brasileira.

O texto fala da preocupação dos artistas e intelectuais com o processo de impeachment contra a presidenta Dilma ter motivação política. “A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Argentina/Riesgo de un “Estado policial”



28 julio 2016, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

CRISTINA KIRCHNER CRITICO LA TRANSFERENCIA DE DATOS DE LA ANSES

“Con los datos que figuran en la Anses y un buen software –afirma la ex presidenta– se puede elaborar una base de metadatos que permitan, a quien lo maneje, conocer tus costumbres, tus gustos, tus contactos, tus inclinaciones, tus actividades, etc.”

Cristina Fernández de Kirchner criticó ayer en duros términos la decisión del Gobierno de transferir la base de datos personales de la Anses a la Secretaría de Comunicación Pública y denunció que, si no se frena en los tribunales o en el Congreso, la medida le permitirá a la administración de Mauricio Macri “vigilar” y “controlar” las preferencias y comportamientos de la sociedad, para utilizarla con fines electorales. La ex mandataria calificó la medida como un método de espionaje moderno, violatorio de “las libertades y la privacidad” de la población, y aseguró que si el Gobierno logra aplicarla se implantará “un Estado policial”

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Brasil/Noam Chomsky: Dilma está sendo impedida por “gangue de ladrões”



18 maio 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)


Em entrevista à emissora norte-americana Democracy Now!, o linguista norte-americano e professor emérito do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) Noam Chomsky afirmou, nesta terça-feira (17), que “uma gangue de ladrões” está tentando destituir a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, orquestrando “um golpe brando” no país.

O escritor, que é um dos mais respeitados analistas políticos do mundo, avalia que uma das causas do golpe é que os derrotados nas últimas eleições procuram chegar ao poder de outra forma. “A elite detestava o Partido dos Trabalhadores e está usando essa oportunidade para se livrar do partido que venceu as eleições. Eles não estão esperando pelas eleições, em que provavelmente perderiam, mas querem se livrar do PT, explorando uma recessão econômica, que

sexta-feira, 3 de abril de 2015

CONTRA EL IMPERIO DE LA VIGILANCIA

3 abril 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Le Monde Diplomatique

ENTREVISTA AL INTELECTUAL ESTADOUNIDENSE NOAM CHOMSKY

En Buenos Aires (Argentina), del 12 al 14 de marzo pasado, organizado por el Ministerio de Cultura y el Secretario de Coordinación Estratégica del Pensamiento Nacional, Ricardo Forster, tuvo lugar un importante Foro Internacional por la Emancipación y la Igualdad que reunió a personalidades de gran prestigio venidas de Estados Unidos, de América Latina y de Europa. Se trataba de reflexionar sobre el momento que se está viviendo no sólo en Latinoamérica sino también en algunos países de Europa, donde nuevas organizaciones políticas (Syriza, Podemos), que conocen bien los avances progresistas realizados en América Latina, están tratando de cambiar las cosas y de aportar soluciones de inclusión social y de rechazo de las políticas “austeritarias”.

En el marco de ese encuentro excepcional, pudimos entrevistar a nuestro amigo estadounidense Noam Chomsky, uno de los intelectuales más prestigiosos del mundo. Un hombre que lleva años pensando cómo construir un mundo más justo, menos desigual y con menos violencia.

Ignacio Ramonet: Noam, el 9 de marzo pasado, Barack Obama firmó una orden ejecutiva y decretó “estado de emergencia” en Estados Unidos por “la amenaza inusitada y extraordinaria” que representaría Venezuela para la seguridad nacional de su país. ¿Qué piensa usted de esta declaración?

Noam Chomsky: Tenemos que ser cuidadosos y distinguir dos partes en esa declaración. Por un lado, un hecho real: la imposición de sanciones a siete funcionarios de Venezuela. La otra parte es un aspecto más bien técnico, la forma en que se formulan las leyes estadounidenses. Cuando un presidente impone una sanción debe invocar esta declaración ridícula que pretende que hay “una amenaza a la seguridad nacional y a la existencia de EE.UU.”, por parte de tal o cual Estado. Es un aspecto técnico del derecho estadounidense. Es tan ridículo que,

segunda-feira, 23 de março de 2015

Abya Yala, Pátria Grande/CONVERGÊNCIAS NAS NOVAS DEMOCRACIAS LATINO-AMERICANAS

20 março 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

*Leonardo Boff

Juntos, podemos ser mais fraternos e solidários, especialmente, com aqueles países que mais lutam para superar a pobreza e a desigualdade.

Nos dias 12, 13 e 14 de março do corrente ano o Ministério da Cultura da Argentina organizou um fórum internacional sobre o tema Emancipação e Igualdade.

Estes dois temas estão intimamente ligados, pois quanto maior for a igualdade social tanto mais se pode realizar a autonomia de um país. Dada a profunda desigualdade que ainda vigora na América Latina, estas duas realidades não encontraram até o momento uma forma satisfatória de concretização. No Brasil se deram, nos últimos anos, passos importantes, pois passamos do terceiro país mais desigual do mundo para o 15º. Mesmo assim persiste um fosso considerável que estigmatiza nossa sociedade.

A este fórum acorreram pessoas de toda a América Latina e algumas celebridades mundiais como Noam Chomsky dos EUA, Gianni Vattimo, filósofo italiano, Ignacio Ramonet, do Le Monde Diplomatique, Jean-Luc Mélenchon, da França, Marisa Matias, de Portugual, representantes da nova agremiação política espanhola Podemos e um representante do novo governo da Grécia,

sábado, 14 de março de 2015

Abya Yala, Patria Grande/UN LLAMAMIENTO CONTRA EL AVANCE DEL IMPERIALISMO EN AMÉRICA LATINA

13 marzo 2015, La Marea http://www.lamarea.com (España)


“El Imperio no descansa y hoy está decidido a acabar con esta etapa de cambios políticos en América Latina”. Con estas palabras, el sociólogo venezolano Vladimir Acosta resumía el espíritu que se respiró la primera jornada del Foro por la Emancipación y la Igualdad organizado por el Gobierno argentino, que reúne hasta el sábado en Buenos Aires a académicos, políticos y activistas de 18 países. Se refería Acosta al avance en la región latinoamericana del imperalismo estadounidense, “el mayor enemigo de todos los pueblos del mundo”. No se trataba de una abstracción: Acosta se refería a los golpes, duros o blandos, en Honduras, Paraguay, Salvador. A la ofensiva mediática contra la mandataria brasileña Dilma Rousseff, que, pocos meses después ganar las elecciones, se enfrenta a un pedido de impeachment por parte de una derecha que no sabe aceptar la derrota en las urnas; o a los intentos por desestabilizar en gobierno de Nicolás Maduro en Venezuela, después de las inquietantes palabras de Barack Obama, muy comentadas este primer día de Foro, que apuntaban a Venezuela como un peligro para la seguridad nacional de los Estados Unidos. “Obama se quitó la máscara y anunció explícitamente que habrá medidas, como un bloqueo naval”, aventuró el intelectual español Ignacio Ramonet.

La colombiana Piedad Córdoba, senadora y activista por los derechos humanos, lo resumió

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Venezuela/ATAQUE AÉREO A TELESUR

14 febrero 2015, Aporrea http://www.aporrea.org (Venezuela)

Eduardo Rothe 

Si un fogonazo nuclear borrara a Caracas con todos sus habitantes, la noticia saldría por Telesur. Desde su fundación, y especialmente desde que su sede estuvo alojada en el edificio de VTV, Telesur cuenta con un Plan B, un Plan C, un Plan D, un Plan E… media docena de alternativas para que nada ni nadie pueda silenciar la voz de la Patria Grande en el canal multiestatal de América Latina y el Caribe.

Cuando el mundo supo, por el Daily Mirror de Londres del 22 de noviembre 2005, que el presidente Bush había propuesto al primer ministro británico Tony Blair bombardear Al Jazeera, ya Telesur estaba preparada: conocía el antecedente del bombardeo de la NATO a la Radio y Televisión Serbia (RTS) el 22 de abril de 1999, que mató a 16 personas. Pero 24 horas después, antes que terminara el rescate de las víctimas atrapadas en los escombros, que se comunicaban y guiaban a los salvadores mediante sus celulares, la RTS retomaba sus transmisiones desde una ubicación secreta. Francia se opuso al vil ataque, Amnistía Internacional lo consideró crimen de guerra y Noam Chomsky un acto de terrorismo.

Los norteamericanos saben lo inútil que fue el ataque a la RTS, y

sábado, 29 de novembro de 2014

Assange participó en el Encuentro Nacional de Gobernanza de Internet--Ecuador

28 noviembre 2014, El Ciudadano  http://www.elciudadano.gob.ec (Ecuador)

Por Andrea Nacimba


Quito (Pichincha) -- Ciespal fue el escenario donde se realizó el Encuentro Nacional de Gobernanza de Internet –Ecuador, aquí, el fundador de Wikileaks, Julian Assange, cerró la jornada con una intervención en vivo a través de videoconferencia desde la Embajada de Ecuador en Londres.

Assange expresó que “Sudamérica es una botella de vino que está tapada por el corcho de Estados Unidos”.

La descentralización minimiza el riesgo que todos se vean afectados cuando algo va mal y que las comunidades locales tienen más poder de negociación de lo que tenían antes debido a que

terça-feira, 29 de julho de 2014

Noam Chomsky, Rigoberta Menchú y otros 62 intelectuales exigen embargo militar a Israel/ The arms trade and Israel's attack on Gaza

22 julio 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)
18 July 2014, The Guardian (England)

64 intelectuales, entre ellos 7 premios Nobel, piden a todos los países del mundo que apliquen un embargo internacional a las armas de Israel por sus “crímenes de guerra” en la Franja de Gaza.

Adolfo Pérez Esquivel y Rigoberta Menchú

La carta fue publicada por el diario ‘The Guardian‘, en donde figuras públicas como la guatemalteca Rigoberta Menchú o el argentino Adolfo Pérez Esquivel, ganadores del Nobel de la Paz, lamentan que Israel haya desatado “una vez más toda la fuerza de su Ejército contra la población palestina”.

Los firmantes de la carta exigen un embargo militar inmediato a Israel por su ofensiva en la Franja de Gaza.

“Hacemos un llamado a las Naciones Unidas y a los gobiernos de todo el mundo a tomar medidas inmediatas para aplicar a Israel un embargo militar integral y legalmente vinculante, similar al impuesto a Sudáfrica durante el apartheid,” señala el comunicado.

Entre los firmantes se encuentra el Premio Nobel de la Paz de la Argentina, Adolfo Pérez Esquivel, así como sus colegas Desmond Tutu, de Sudáfrica, Rigoberta Menchú, de Guatemala, Mairead Maguire, de Irlanda, Jody Williams, de Estados Unidos, y Betty Williams, de Irlanda del Norte.

“Israel ha desatado una vez más toda la fuerza de su ejército contra la población palestina cautiva –arranca el texto–, sobre todo en la sitiada Franja de Gaza, en un acto inhumano e ilegal de agresión militar. El actual ataque de Israel contra Gaza

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Noam Chomsky: "CÓMO ARRUINAR UNA ECONOMÍA EN TRES SENCILLOS PASOS"

22 febrero 2014, RT Actualidad

Durante un simposio de economía en Boston, grabado en video y publicado en YouTube, Noam Chomsky explicó "cómo arruinar una economía y una sociedad" en tres sencillos pasos, poniendo como ejemplo el modelo de EE.UU. conducido por "líderes suicidas".

"Supongamos que por alguna razón perversa estamos interesados en arruinar una economía y una sociedad […] y para hacerlo más interesante, seleccionemos la sociedad más rica y poderosa de la historia, una con ventajas incomparables, una que tengamos a mano, concretamente, la nuestra propia", comenzó Chomsky su intervención.

El actual clima económico que vive EE.UU., se debe, en su opinión, a factores como los recortes en la financiación federal en investigación y desarrollo y la creciente brecha entre el 1% más rico del país y todos los demás ciudadanos. 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

EL MUNDO SE LIBERA DE EU



10 noviembre 2013, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

Noam Chomsky

Durante el más reciente episodio de la farsa de Washington que ha dejado atónito al mundo, un comentarista chino escribió que si Estados Unidos no puede ser un miembro responsable del sistema mundial, tal vez el mundo deba separarse del Estado rufián que es la potencia militar reinante, pero que pierde credibilidad en otros terrenos.

La fuente inmediata de la debacle de Washington fue el brusco viraje a la derecha que ha dado la clase política. En el pasado se ha descrito a Estados Unidos con cierto sarcasmo, pero no sin exactitud, como un Estado de un solo partido: el partido empresarial, con dos facciones llamadas republicanos y demócratas.

Ya no es así. Sigue siendo un Estado de un solo partido, pero ahora tiene una sola facción, los republicanos moderados, ahora llamados nuevos demócratas (como la coalición en el Congreso ha dado en designarse): existe una organización republicana, pero hace mucho tiempo que abandonó cualquier pretensión de ser un partido parlamentario normal. El comentarista conservador Norman Ornstein, del Instituto Estadunidense de Empresa, describe a los republicanos actuales como una insurgencia radical, ideológicamente extremista, que se burla de los hechos y de los acuerdos, y desprecia la

terça-feira, 15 de outubro de 2013

LA DOCTRINA OBAMA



14 octubre 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


La reciente escaramuza Obama-Putin con respecto al excepcionalismo estadunidense volvió a encender el debate sobre la doctrina Obama: ¿se dirige el presidente hacia el aislacionismo o portará con orgullo la bandera del excepcionalismo?

El debate es más estrecho de lo que parece. Existe considerable terreno común entre las dos posiciones, como expresó con claridad Hans Morgenthau, fundador de la escuela realista de relaciones internacionales, exenta de sentimentalismos, que domina hoy día.

A lo largo de su obra, Morgenthau describe a Estados Unidos como único entre las potencias pasadas y presentes, en cuanto tiene un propósito trascendente que debe defender y promover en todo el mundo: la instauración de la igualdad y la libertad.

Los conceptos en competencia excepcionalismo y aislacionismo aceptan esta doctrina y sus diversas elaboraciones, pero difieren

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Bolivia/Álvaro García Linera y Noam Chomsky hablan sobre el desarrollo económico en Bolivia



10 junio 2013, Agencia Boliviana de Información (ABI) http://www3.abi.bo (Bolivia)

El vicepresidente boliviano Alvaro García Linera explicó al conocido filósofo y activista estadounidense, Noam Chomsky, todo el proceso económico que desarrollo Bolivia los últimos años, para reducir la extrema pobreza, bajo la presidencia del líder indígena de izquierdas Evo Morales, según un comunicado institucional al que tuvo acceso la ABI el domingo.

En Estados Unidos desde el viernes último, el Vicepresidente explicó al filósofo detalles sobre los tres programas gubernamentales instaurados para reducir la extrema pobreza de manera directa en Bolivia, tales como los bonos sociales Juana Azurduy, Juancito Pinto y la Renta Dignidad.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Chomsky: NO SE DEBE DESCARTAR UN POSIBLE ASALTO A LA EMBAJADA DE ECUADOR EN LONDRES

20 agosto 2012/Patria Grande http://www.patriagrande.com.ve (Venezuela)

El intelectual estadounidense Noam Chomsky no descarta la posibilidad de que el Reino Unido pueda incursionar en la Embajada del Ecuador en Londres con el fin de capturar al periodista y fundador de Wikileaks, Julian Assange.

En una entrevista concedida a José María León, del sitio www.gkillcity.com, Chomsky pone de manifiesto su postura ante el papel del Estado en cuanto a su tratamiento con los medios de comunicación; además, habla de una posible intención de Inglaterra de agotar a Assange para que este –cansado y aburrido de estar en un cuarto modesto- se vea obligado a dejar la sede diplomática.

A continuación replicamos una parte de la entrevista publicada en el mencionado sitio web. El documento completo se encuentra en esta dirección: http://bit.ly/QidZJ1

- El gobierno de los Estados Unidos ha emitido una declaración en la cual expresa que este es un problema entre los británicos, los ecuatorianos y los suecos. ¿Cree que es un argumento honesto? ¿Realmente están los Estados Unidos interesados en el destino de Julian Assange?

La afirmación no puede ser tomada en serio, sencillamente. La sombra que acecha sobre todo este asunto es la expectativa de que Suecia envíe de forma rápida a Assange a los Estados Unidos, donde las oportunidades de que reciba un juicio justo son, virtualmente, cero. Eso se evidencia por el trato brutal e ilegal a Bradley Manning y la histeria generalizada del gobierno y los medios sobre Assange. Más allá de esto, para aquellos que creen que los ciudadanos tienen el derecho a saber qué es lo que su gobierno planea y hace –esto es, quienes tienen un persistente afecto por la democracia– Assange no debería enfrentar un proceso judicial sino, por el contrario, ser condecorado con una medalla al honor.

- En una entrevista con Amy Goodman, de Demcoracy Now! usted afirmó que la mayor razón para los secretos gubernamentales es proteger a esos mismos gobiernos de su gente ¿Por primera vez en la historia el mundo está viendo la verdadera cara de la diplomacia?

Cualquiera que estudie documentos desclasificados pronto advierte que el secretismo gubernamental es un esfuerzo para proteger a los hacedores de políticas públicas del escrutinio ciudadano, no para proteger el país de enemigos. Sin duda, ese secretismo es a veces justificado, pero es algo raro, y en el caso de las filtraciones hechas por Wikileaks, no he visto un solo ejemplo que así lo hubiese ameritado.

Sin embargo, esta no es -de ninguna manera- la primera vez que documentos filtrados han expuesto la “verdadera cara de la diplomacia”. Los Papeles del Pentágono es un caso famoso pero la verdad es que este es un asunto constante. Los registros expuestos, inclusive los documentos desclasificados oficialmente, son por lo general bastante impresionantes; aunque es muy raro que esta información sea conocida por el público en general e, inclusive, por la mayoría de la academia.

- En el asunto específico del asilo otorgado por el Ecuador a Assange, se ha argumentado que el gobierno ecuatoriano ha mostrado ambigüedad hacia la libertad de prensa: por un lado mantienen un constante confrontación retórica (que ha sido llevada a las cortes, como los casos de Diario El Universo y los periodistas Juan Carlos Calderón y Christian Zurita, autores del libro Gran Hermano) y por la otra, le otorgan el asilo a Assange ¿Ve usted también la contradicción en esto? ¿O tiene una lectura diferente?

Personalmente, pienso que solo en extremas circunstancias debe ser utilizado el poder estatal para restringir la libertad de prensa, sin importar cuan desgraciado y corrupto sea el comportamiento de los medios. Y sin duda ha habido muchos abusos severos –por ejemplo, hubo un escándalo internacional hace unos años cuando las leyes británicas sobre calumnias fueron utilizadas por una gran corporación mediática para destruir a un pequeño diario disidente por publicar una crítica a una noticia publicada por la gran corporación-. Eso no generó, virtualmente, ninguna crítica. El caso ecuatoriano debe ser examinado individualmente, pero más allá de cualquier conclusión, no tiene porqué pesar en el otorgamiento del asilo a Assange, así como la vergonzosa supresión de la libertad de expresión en el caso británico que mencioné no tendría porqué pesar si Inglaterra otorgase asilo a alguien que justamente tema ser perseguido. Y nadie diría lo contrario en casos de cualquier Estado occidental poderoso.

- Ya que estamos hablando de ambigüedad, ¿hay un doble estándar en la aplicación de la ley por parte de los británicos, ya que en el caso Pinochet la extradición solicitada por Baltazar Garzón fue rechazada?

El estándar gobernante es la subordinación a los intereses del poder. Rara vez hay una desviación.

- ¿Cuál es, en su opinión, el futuro inmediato del caso Assange? ¿Va la policía británica a asaltar la Embajada ecuatoriana? ¿Podrá Assange salir del Reino Unido y, después de ello, permanecer fuera de todo riesgo incluso llegando al Ecuador?

Virtualmente, no hay ninguna posibilidad de que Assange pueda salir del Reino Unido, ni de la Embajada de Ecuador. Dudo mucho de que Inglaterra vaya a asaltar la Embajada, que sería una violación radical del Derecho Internacional, pero tampoco creo que esa opción deba ser descartada. Vale la pena recordar, por ejemplo, el asalto contra la Embajada del Vaticano hecha por fuerzas estadounidenses después de invadir Panamá, en 1989. Las grandes potencias se consideran a sí mismas inmunes al Derecho Internacional y las clases educadas por lo general protegen esa postura. Mi previsión es que los británicos esperarán hasta que Assange no tolere más estar confinado a un pequeño cuarto en la Embajada (que de hecho es un departamento de tamaño modesto).

- En un aspecto más amplio, y para terminar esta entrevista, Slavoj Zizek dijo que no estamos destruyendo el capitalismo, sino atestiguando cómo el sistema se destruye a sí mismo ¿Son los movimientos Occupy, las crisis financiera en Europa y Estados Unidos, el surgimiento de Latinoamérica y otras regiones antes reputadas marginales y el caso Wikileaks signos del derrumbe del sistema capitalista?

Lejos de eso. La crisis financiera en Europa podría ser resuelta, pero está siendo utilizada de palanca para socavar el contrato social europeo; es, básicamente, un caso de lucha de clases. Los registros de la Reserva Federal de los Estados Unidos lucen mejor que la de su par europeo, pero es aún demasiado limitada, y hay otras medidas que podrían adoptarse para paliar la crisis en Estados Unidos, que es una crisis de desempleo, principalmente. Para la población en general, el desempleo es la mayor preocupación pero las instituciones financieras, que tienen una posición dominante en la economía y el sistema político, están más interesadas en recortar el déficit y sus intereses prevalecen. En general, hay una brecha gigante entre el interés público y las políticas públicas. Este es un solo caso. El surgimiento de América Latina es un fenómeno con significado histórico, pero está lejos de remover el sistema de estado capitalista. Y mientras Wikileaks y los movimientos Occupy son irritantes para los poderosos –y una gran ayuda para el público– no son una amenaza para los poderes fácticos dominantes.

Nacido en EE.UU., Noam Chomsky –lingüista y filósofo- es una de las figuras más destacadas del siglo XX, gracias a sus trabajos en teoría lingüística y ciencia cognitiva. Es, asimismo, reconocido por su activismo político, caracterizado por una fuerte crítica del capitalismo contemporáneo y de la política exterior de los Estados Unidos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

OS PROTESTOS DE WALL STREET E AS LUTAS EM PORTUGAL

Os acontecimentos de Wall Street confirmam que o grande capital que controla o sistema de exploração responsável pela crise está preparado para absorver e neutralizar os protestos isolados, mas quando estes se tornam permanentes e assumem um carácter massivo, entra em pânico. O gigante tem pés de barro.

10 outubro 2011/Diário.info
http://www.odiario.info/

Por Miguel Urbano Rodrigues

Nos últimos dias os protestos de Wall Street foram tema de manchetes em influentes media internacionais.

Em Washington o governo tenta desvalorizar o significado das manifestações que principiaram com a ocupação por um grupo de "indignados" da rua da Bolsa de Nova York, símbolo do poder do capital.

Mas o que parecia ser a iniciativa inofensiva de um punhado de jovens assumiu rapidamente as proporções de um protesto de dimensões nacionais.

A brutal repressão que no dia 1º de outubro atingiu os jovens que avançavam para Wall Street – mais de 700 prisões e espancamentos – suscitou uma vaga de indignação e gerou solidariedades inesperadas. O movimento alastrou a outras cidades e assumiu um carácter diferente, de contestação ao sistema responsável pela atual crise mundial.

O discurso de Obama no 10º aniversário da invasão do Afeganistão produziu um efeito oposto ao desejado pela Casa Branca, empenhada em desviar as atenções dos acontecimentos de Wall Street. Ao homenagear os mortos americanos e das forças da Otan, o Presidente mentiu. Para justificar a agressão afirmou que o pais está agora mais "seguro" e a caminho do progresso. Na realidade, a guerra está perdida e o povo afegão, empobrecido, odeia os ocupantes, como reconhece o general McChrystal, ex-comandante-chefe demitido por Obama.

A peça oratória do presidente, marcada pela hipocrisia, trouxe à memória dos compatriotas, os discursos em que Nixon há 40 anos prometia a vitoria no Vietname e invocava a democracia e a liberdade enquanto promovia a escalada num conflito em que morreram mais de um milhão de vietnamitas.

É oportuno lembrar que no inicio dos ano 70 do século passado foram os protestos torrenciais da juventude estadounidense contra a guerra que forçaram Nixon a negociar com Hanoi a retirada dos EUA do Vietname, num acordo que foi o prólogo da derrota americana no Sudeste Asiático.

A analogia das situações, sublinhada por observadores internacionais, termina, porem, aí.

A repulsa crescente do povo americano pelas guerras neocoloniais do Iraque, do Afeganistão e da Líbia está a evoluir nos EUA para uma atitude de protesto contra o sistema do qual Wall Street, como vitrina do capital, é o símbolo.

Alguns sindicatos tornaram público o seu apoio ao movimento iniciado por jovens. Dirigentes seus desfilaram já em frente do Stock Exchange, o edifício da Bolsa; E centenas de pilotos de grandes companhias aéreas imitaram-nos. A auto intitulada Assembleia-geral da Cidade de Nova York lançou um apelo com a palavra de ordem "ocupem as ruas!". Universidades prestigiadas aderem às manifestações.

Num dos desfiles uma estudante exibia um cartaz expressivo: "Ninguém é mais completamente escravizado do que aquele que acredita falsamente ser livre" - Goethe.

Noam Chomsky, Michael Moore e outras personalidades progressistas de prestígio internacional deslocaram-se a Wall Street e escreveram artigos apoiando o protesto.

A Casa Branca tem motivos para estar preocupada. Num país onde as fortunas de 400 multimilionários excedem os bens, somados, de metade da população -como lembra Michael Moore- as palavras de ordem dos manifestantes são agora mais radicais. Muitos passam da crítica ao sistema e da responsabilização dos banqueiros e especuladores à condenação do capitalismo.

Os grandes da Finança estão alarmados. Um protesto de jovens que inicialmente subestimaram como coisa de hippies está a tomar um rumo que definem como "perigoso".

Que lições para Portugal?
As mídias portuguesas ditos de referência têm dedicado pouca atenção aos acontecimentos da Wall Street.

Para as forças progressistas, eles constituem, porém, tema de reflexão. Um dos seus ensinamentos é a demonstração inesperada de que no maior baluarte do capitalismo tem sido possível contestar o sistema nas ruas de forma permanente há mais de três semanas.

Em Portugal as manifestações contra a política de traição nacional impostas pelo imperialismo através do governo que o representa também, para atingirem o seu objetivo devem assumir carácter permanente, mediante iniciativas diversificadas.

A CGTP anunciou no dia 1º de outubro uma semana de luta no final do mês, que incluirá greves sectoriais.

As manifestações de Lisboa e do Porto levaram o pânico ao grande capital. É significativo que a PSP tenha sem demora divulgado um comunicado no qual prevê que a contestação social às medidas do memorando da troika desemboque em "tumultos" e atos de violência "semelhantes aos do PREC".

Esse berro reacionário vale por uma certeza: o aparelho repressivo do Estado, imitando o grego, prepara-se para infiltrar provocadores em protestos massivos que traduzam o descontentamento popular perante as calamidades que atingem o país. Alguns jornais antecipam-se, sugerindo que o PCP pode eventualmente surgir ligado a esses futuros "tumultos", não obstante ser do domínio público que o Partido Comunista sempre condenou a violência irracional (saque de lojas, incêndios, queima de automóveis e edifícios, etc).

A intenção de intimidar os trabalhadores que transparece no comunicado policial tem por complemento o slogan largamente difundido de que somos um povo diferente, de brandos costumes, que abomina a violência social.

Esse discurso e a linguagem usada ocultam mal o propósito de misturar alhos com bugalhos. Os tumultos, os saques, a destruição de edifícios não podem ser confundidos com acções legítimas de violência social. O abismo entre a violência irracional e a violência social é tamanho que até um destacado político de direita como Pacheco Pereira reconhece essa evidência em crónica publicada no jornal "Publico" (8/10/11) em que denuncia a especulação de governantes sobre "tumultos hipotéticos".

Chamo a atenção para o fato porque a luta de massas tende a radicalizar-se em Portugal como resposta defensiva inevitável a uma politica criminosa.

A anunciada semana de luta programada pela CGTP vai trazer algumas respostas a questões teóricas e praticas que condicionam o futuro do povo português.

Repito: os acontecimentos de Wall Street confirmam que o grande capital que controla o sistema de exploração responsável pela crise está preparado para absorver e neutralizar os protestos isolados, mas quando estes se tornam permanentes e assumem um carácter massivo, entra em pânico. O gigante tem pés de barro.

Vila Nova de Gaia, 10 de outubro de 2011