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quinta-feira, 19 de maio de 2016

NAKBA: 68 ANOS DE OCUPAÇÃO SIONISTA DA PALESTINA



19 maio 2016, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)














Miko Peled
55 anos, israelense natural de Jerusalém, escritor e ativista da paz

Não foi por esquecimento que os media portugueses – rádios, jornais e televisões – ignoraram a criminosa ocupação da Palestina pelos sionistas fez dia 15 de maio passado 68 anos. Tinham a agenda, se quisessem recordar a data. As agendas servem precisamente para isso. Foi um propósito que os qualifica.

O texto que hoje publicamos, de um escritor israelense, ativista da luta pela Paz, nascido em Jerusalém, em 1961, é uma denúncia, do comportamento sionista que o autor compara ao comportamento dos nazis para com os judeus.

15 de maio de 2016 em Nova Iorque

Sessenta e oito anos depois da ocupação da Palestina as pessoas começam a referir-se à violação e à pilhagem sionistas da Palestina como um “conflito”. É o “conflito israelo-palestino” ou a “questão” israelo-palestina; alguns até lhe chamam de “disputa” e outros de “problema”.

Mads Gilbert disse-me recentemente que se alguém na Noruega se referisse à ocupação alemã da Noruega como um “conflito” ou “disputa”, seria expulso da sala. Espero que isso se torne verdade em França ou na Bélgica e até na ilha de Jersey.

Ninguém se referirá à ocupação alemã, para não mencionar as políticas alemãs para com os judeus sob o regime nazi, como um conflito. No entanto, ao falarem da Palestina ocupada, onde a limpeza étnica e o genocídio têm sido uma realidade desde há 68 anos, as pessoas muitas vezes abstêm-se de usar o termo ocupação – sobretudo relativamente a 1948, quando a parte do leão da Palestina foi ocupada.

Há duas coisas que não estamos autorizados a dizer sobre a Nakba palestina. Duas coisas que a sociedade ocidental “civilizada” acha pouco educadas. A primeira é

terça-feira, 7 de abril de 2015

CARTA DE ALBERT EINSTEIN ALERTANDO PARA O FASCISMO SIONISTA EM ISRAEL

3 abril 2015, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
–- Carta enviada ao New York Times em 1948 em protesto contra a visita de Menachem Begin

por Albert Einstein



Universidade de Harvard, 4 de dezembro de 1948

Cartas ao Editor
New York Times

4 de dezembro de 1948

Aos editores do New York Times:

Entre os fenómenos políticos mais perturbadores da nossa época, está o aparecimento, no recém-criado estado de Israel, do "Partido da Liberdade" (Tnuat Haherut), um partido político muito parecido, na organização, nos métodos, na filosofia política e no apelo social, com os partidos nazis e fascistas. Formou-se a partir dos membros do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, de extrema-direita e chauvinista na Palestina.

A atual visita do líder deste partido, Menachem Begin, aos Estados Unidos, é obviamente calculada para

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A POSSÍVEL EXTINÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL

22 agosto 2014, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto, pode dar lugar a Estado plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente

8/3/2013: Jovem manifestante palestino foge dos guardas de fronteira israelense, durante confronto contra a expropriação de terras palestinas em Kafr Qaddum

Por Boaventura de Sousa Santos*

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem. E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinianos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A VERDADE E A GUERRA DO BIG BROTHER NA PALESTINA E NA UCRÂNIA



1º. Setembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

John Pilger

A 2 de Maio, em Odessa, 41 russos étnicos foram queimados vivos no quartel general da união comercial, com a polícia ao pé. Há provas de vídeo horripilantes. Nos media americanos e britânicos foi considerado uma tragédia horrível resultante dos embates entre nacionalistas (neonazis) e separatistas (pessoas que angariam assinaturas para um referendo numa Ucrânia federal). O New York Times enterrou-o, tendo-o considerado propaganda russa sobre as políticas fascistas e anti-semitas dos novos clientes de Washington. O Wall Street condenou as vítimas. Fogo destruidor na Ucrânia, lançado pelos rebeldes, afirma o governo. Obama cumprimentou a Junta pela sua «contenção». 

Uma destas noites vi o «1984» de George Orwell representado num palco de Londres. Embora precisasse de uma interpretação contemporânea, o aviso de Orwell sobre o futuro foi apresentado como uma peça de época, remota, quase reconfortante. Foi como se Edward Snowden nada tivesse revelado, o Big Brother não fosse agora uma realidade e o próprio Orwell nada tivesse dito. «Para sermos corrompidos pelo totalitarismo, não temos de viver num país totalitário».

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Chile/Médicos chilenos viajan a la Franja de Gaza para tratar a los heridos [VIDEO]

29 agosto 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)

Una delegación de médicos chilenos viajará a Palestina para tratar a los heridos que dejó la masacre israelí durante más de 50 días de bombardeos. Los médicos están a la espera de las visas que les debe conceder el gobierno de Netanyahu para volar hasta Tel Aviv y desde ahí ingresar a la malograda zona.

Mientras se hace oficial la tregua permanente, ya asoman las primeras cifras de daños materiales, heridos y muertos que dejó la asonada israelí en la franja de Gaza. En los cincuenta días de enfrentamientos han perdido ya la vida 2.120 palestinos, en su gran mayoría civiles y una cuarta parte de ellos niños. Además, alrededor de

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ISRAEL QUER A DESTRUIÇÃO POLÍTICA DOS PALESTINOS, DIZ INTELECTUAL JUDEU

22 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tatiana Merlino, Adital

Nem quatro prisões foram suficientes para impedir que o filósofo israelense Sergio Yahni continuasse a criticar, duramente, a política de Israel em relação à Palestina. Judeu, nascido na Argentina, sua família emigrou para Israel quando ele tinha 12 anos. Como reservista do Exército, por quatro vezes se negou a se apresentar quando convocado, o que lhe rendeu quatro detenções, a última em 2002. Hoje, segue vivendo em Jerusalém, onde dirige o Centro Alternativo de Informação (AIC), organização palestino-israelense de direitos humanos.

Em entrevista à Ponte, Yahni afirma que o objetivo de Israel é destruir a capacidade do povo palestino de se expressar através de instituições políticas. "Continuam tentando tratar a resistência palestina como se fossem terroristas, não os reconhecendo e não negociando verdadeiramente.”

Desde o início da ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, em 08 de julho [e até o fechamento desta entrevista] o número de mortos chegava a 1.945 palestinos e 67 israelenses."A destruição é total, está por toda a parte. Estamos falando da destruição da única usina elétrica que existia. Estamos falando de toda a estrutura de esgoto. Estamos falando de mais de 100 mil pessoas sem água potável numa região onde já não há água. É um desastre total”, aponta Yahni.

Apesar dos mortos e da destruição, grande parte da população acredita que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netahyahu não é suficientemente duro com a resistência palestina, explica o filósofo. "Então, nascem dois tipos de repressão. Uma delas é a estatal, que, por exemplo, proibiu uma manifestação contra a ofensiva militar ocorrida no sábado, 11 de agosto. Por outro lado, há o que se pode chamar de uma repressão popular, da gente, dos grupos neofascistas.”

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

¡NUNCA MÁS PARA CUALQUIERA!/ Holocaust survivors condemn Israel for 'Gaza massacre,' call for boycott

Agosto 2014, International Jewish Anti-Zionist Network http://ijsn.net (USA)

Casi trescientos de supervivientes y descendientes de supervivientes del genocidio Nazi firman un manifiesto titulado ¡Nunca más para cualquiera! condenando la masacre de Gaza y reclaman el fin del genocidio del pueblo palestino. En la carta también denuncian el uso fraudulento de sus historias y biografías para promover la deshumanización de los palestinos tal como hacen Elie Wiesel junto a otros autores en recientes artículos (Ver http://electronicintifada.net/blogs/asa-winstanley/liberal-guardianprint-pro-genocide-ad), aparecidos en The New York Times, Wall Street Journal, The Washington Post y The Guardian. 

Supervivientes judíos y descendientes de los sobrevivientes del genocidio nazi condenan de forma inequívoca la masacre de palestinos en Gaza


Como sobrevivientes judíos y descendientes de los sobrevivientes del genocidio nazi condenamos inequívocamente la masacre de palestinos en Gaza, la ocupación actual y la colonización de la Palestina histórica. Nosotros y nosotras, además, condenamos a los Estados Unidos por proveer con apoyo financiero a Israel para el ataque, y a los estados occidentales por usar su fuerza diplomática para proteger a Israel de las condenas. El Genocidio comienza con el silencio del mundo.

domingo, 24 de agosto de 2014

“VINGANÇA JUSTIFICADA”, O PRETEXTO PARA BOMBARDEAR GAZA: ESTEVE O GOVERNO DE NETANYAHU POR DETRÁS DOS ASSASSINATOS DOS TRÊS JOVENS ISRAELENSES?

July 25, 2014 Global Research http://www.globalresearch.ca (Canada)

 

By Prof Michel Chossudovsky


A morte de três jovens israelenses alegadamente assassinados por Hamas foi o pretexto dado para os atuais bombardeios de Gaza.

Operação Margem de Proteção – Operation Protective Edge (OPE) – dirigida contra Gaza, é reminescente do abominável Plano Dagan denominado “Operação Vingança Justificada”, no qual mortes de inocentes israelenses civís tinham sido previstas pelo planejamento militar da IDF, Força de Defesa de Israel.

As mortes seriam usadas para convocar o apoio do público israelense, assim também como para dar justificação a uma operação contra-terrorista nos territórios dos palestinianos, ocupados por Israel, fazendo-a “legitima” aos olhos da comunidade internacional.

Planejado atrás de portas fechadas, em julho de 2001, o Plano Dagan (denominado assim em referência ao então chefe do serviço secreto Mossad, Meir Dagan) tinha sido escolhido pelos arquitetos da IDF e do serviço secreto israelense, Mossad, para ser “lançado imediatamente após o próximo alto-número de vítimas”.

A Operação Margem de Proteção (OPE), dirigida agora contra Gaza, foi planejada bem anteriormente ao sequestro e morte dos três adolescentes israelenses.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

NURIT PELED: "ISRAEL ES LA CONTINUACIÓN DEL COLONIALISMO EUROPEO"

9 agosto 2014, Publico http://www.publico.es (España)

La autora del libro 'Palestina en los libros de texto israelíes: ideología y propaganda en la educación', condena la política de ocupación israelí y desvela los mecanismos de adoctrinamiento que operan en el seno de su sociedad

Alex Anfruns, Lille (Francia) 

Perdió a su hija, de 14 años, en un atentado suicida que fue asumido por Hamás. Pero ella culpó también a la política de ocupación impuesta en Israel por el Gobierno de Benjamin Netanyahu. Nurit Peled, judía israelí y profesora de Educación en la Universidad de Tel Aviv, es la autora del libro Palestina en los libros de texto israelíes: ideología y propaganda en la educación, en el que desvela los mecanismos de adoctrinamiento que operan en el seno de su sociedad.
Algunas organizaciones palestinas definen su situación actual como una 'Nakba en curso', oponiéndola a la Nakba de 1948 (en árabe Nakba significa catástrofe), que en realidad nunca terminó. ¿Cómo justifican los israelíes su actitud, 66 años después del nacimiento de su nación?
La justifican incesantemente, diciendo que están impidiendo un mal mayor. Según ellos, es mejor hacer eso que sufrir luego. No es algo típico sólo de Israel, sino que ocurre en todos los países: oprimir al otro siempre es un mal menor. Su pensamiento se puede resumir así: "Es lamentable que tuviesen que morir personas, pero no tuvimos elección".
¿Se trata de algun tipo de visión teológica?
No, para nada. Es completamente política.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

RELATÓRIO DA OLP APONTA RESULTADOS DA OFENSIVA DE ISRAEL CONTRA GAZA

7 agosto 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) divulgou um novo relatório, nesta quarta-feira (6), sobre os resultados da ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza. No mesmo dia, o representante palestino na Organização das Nações Unidas, Riyad Mansour, instou o Conselho de Segurança a adotar uma resolução sobre o massacre dos palestinos. Em menos de um mês de bombardeios, a OLP estima que 1.875 pessoas foram mortas – cerca de 400 são crianças – e 9.567 feridas.

O número total de mortos "pode continuar a crescer, uma vez que muitas das pessoas feridas estão em condições graves e que os corpos continuam a ser resgatados dos escombros,” afirma o novo relatório do Departamento de Assuntos das Negociações da OLP. 

"O desrespeito israelense pelas vidas dos palestinos resultou na morte de centenas. Ao invés de aprender com experiências passadas, alguns países

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

OS NOVOS JUDEUS

3 agosto 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Daniel Aarão Reis*

Dizem os jornais do sistema que 90% dos israelitas apoiam a acção genocida do seu governo. Até pode ser que assim seja, num Estado em cuja população é sistematicamente incutida a ideologia racista do “povo eleito” e do seu direito divino ao “Grande Israel”. E se assim é, mais um motivo para saudar fraternalmente os 10% que não apoiam tal acção criminosa. Neles reside uma pequena parte da esperança de que um dia seja encontrada uma solução justa para a causa do martirizado povo palestino. Essa causa é hoje uma prioridade para toda a humanidade progressista e amante da paz.

“Há um fosso ético entre o nome do nosso exército, Forças de Defesa de Israel, e o que fazem os soldados. Eu e meus amigos fomos mobilizados para empreender ações “preventivas” na Cisjordânia, mas o que fazíamos nada tinha de preventivo.”

Segundo Yehuda Shaul, ex-oficial do exército israelense e autor destas palavras, o chefe do estado-maior, Moshe Yaalon, exortava os soldados a “queimar a consciência palestina”.

De acordo com testemunhas, os soldados patrulham as ruas e penetram ao acaso nas casas, a qualquer hora do dia ou da noite. Revistam tudo e todos, encostam as pessoas na parede e tiram fotos. Ninguém fica de fora: homens e mulheres, velhos e crianças.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

DECLARACIÓN CONJUNTA ELABORADA POR EXPERTOS EN DERECHO INTERNACIONAL SOBRE LA OFENSIVA DE ISRAEL CONTRA GAZA

1 agosto 2014, Rebeliónhttp://www.rebelion.org (México)

Jadaliyya Report

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández.

Prefacio de Richard Falk Queremos dar a conocer la declaración conjunta suscrita por expertos en Derecho Internacional de todo el mundo, cuya firma aparece al final de la misma en manifestación de apoyo. Formo parte de ese grupo de patrocinadores; el texto fue inicialmente redactado por varios especialistas en Derecho Internacional. Serán bienvenidas todas las firmas de quienes deseen apoyar la declaración, que pueden enviar a la sección de comentarios con los datos de afiliación para su identificación, que se irán añadiendo periódicamente al texto. Considero que esta acción representa una expresión importante de compromiso profesional y conciencia individual respecto a la actuación israelí en Gaza iniciada el 8 de julio, que tantas víctimas inocentes se ha llevado ya y tan inmensa devastación ha causado. ¡Por favor, únase a nosotros y extienda el mensaje!

La Comunidad Internacional debe poner fin al castigo colectivo de Israel de la población civil en la Franja de Gaza
Como especialistas en Derecho Internacional y Penal, como defensores de los derechos civiles, como expertos juristas y como personas que creen firmemente en el imperio de la ley y en la necesidad de respetarlo en tiempos de paz y más aún en tiempos de guerra, sentimos el deber moral e intelectual de denunciar las graves violaciones, mistificación y desprecio hacia los principios más básicos de las leyes de los conflictos armados y los derechos humanos fundamentales de toda

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Naciones Unidas/“ATAQUE ISRAELÍ A GAZA ES UN DESAFÍO INTENCIONADO AL DERECHO INTERNACIONAL”

Actualizado: 31 julio 2014 14:05 GMT, http://www.hispantv.com (Irán)



La alta comisionada de Naciones Unidas para los Derechos Humanos, Navi Pillay, ha calificado este jueves los ataques del régimen de Israel en la Franja de Gaza de un desafío intencionado al derecho internacional. 

Al condenar las agresiones del régimen de Tel Aviv contra casas, escuelas, hospitales y otras instituciones de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) en el enclave costero palestino, Pillay ha afirmado que ninguno de esos ataques parece “accidental”. 


“Parecen ser un acto deliberado de desafío ante las obligaciones que resultan del derecho internacional” que debe respetar el régimen de Israel, ha aseverado en una rueda de prensa

Bolivia declara a Israel "Estado terrorista" y aprueba exigencia de visas para el ingreso de sus ciudadanos

30 de julio de 2014, La Razón Digital http://www.la-razon.com (Bolivia)

Carlos CorzLa Paz

El presidente Evo Morales informó que la decisión asumida en reunión de gabinete. Dijo que fue denunciado el acuerdo de visas con Israel de 1972 y ahora los ciudadanos de ese país deben tramitar una visa de ingreso.


El reunión de gabinete, el gobierno de Evo Morales decidió hoy denunciar el acuerdo sobre visas de 1972 suscrito con Israel y pasar a ese país a la "lista 3" , que significa que a partir de ahora es considerado un "Estado terrorista". La determinación obliga a los ciudadanos israelitas a tramitar visas de ingreso a Bolivia.

“Pasar a la lista 3 significa, en otras palabras, que estamos declarando un Estado terrorista (a Israel)”, anunció Morales, tras justificar la decisión en el rechazo a los ataques que Israel inició contra Palestina.“Lamentablemente el Gobierno de Israel no respeta las convenciones internacionales, los derechos humanos”, argumentó.

Un ataque letal de Israel arrasa un barrio de Gaza en una hora

Publicado: 29 jul 2014
Fuente: Gaza Watch


Un ataque con fuego de artillería del Ejército de Israel en un barrio de Gaza se saldó el pasado sábado, según el portal Arab Net, con la muerte de 72 personas, cientos de heridos y la destrucción total de decenas de edificios. Este video muestra cómo en una hora la nueva ofensiva israelí cambió por completo esta zona. Desde que comenzara la ofensiva militar israelí el pasado ocho de julio más de mil personas de Gaza han fallecido, la mayoría de ellos civiles.

LA MORAL DEL SOLDADO JUDÍO

30 julio 2014, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

José Steinsleger

El llamado conflicto de Gaza suele agitar un confuso entrecruzamiento de prismas, datos, ángulos de mira, obsesiones, disciplinas (o relatos ylecturas, como se dice ahora) que sutilmente, abrumándonos con la inquietante presencia del sheriff Woody y el discurso del gran filósofo sionista Buzz Lightyear, busca remontarnos hasta el infinito… ¡y más allá!

Si el apotegma es válido, habrá que sopesar la cósmica energía de las mujeres de Gaza que nos interpelan, mirando al cielo con los brazos abiertos y las ropas empapadas con la sangre de sus hijos. ¿Verdades y mentiras? El comentarista se resiste a ensayar la cínica y serena imparcialidad de los que renuncian a fijar las verdades y mentiras de los hechos.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

ISRAEL PROHÍBE QUE SE DIFUNDAN POR RADIO LOS NOMBRES DE LOS NIÑOS ASESINADOS EN GAZA

30 julio 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Harriet Sherwood, The Guardian

Traducido para Rebelión por LB

ASESINAR A CIENTOS DE NIÑOS NO ES OBJETABLE, DECIR SUS NOMBRES SÍ

La Autoridad de Radiodifusión de Israel (Israeli Broadcasting Authority – IBA) ha prohibido la emisión de un anuncio radiofónico promovido por una organización de derechos humanos en el que se recitaban los nombres de algunos de las docenas de niños que han muerto en Gaza desde que se inició el ataque israelí hace 17 días.

El recurso presentado por B'Tselem contra la decisión fue rechazado el miércoles. La organización humanitaria tiene la intención cursar el domingo una petición ante la Corte Suprema de Israel para conseguir que le prohibición sea revocada.

La IBA declaró que el contenido del anuncio es "políticamente controvertido". El anuncio trata de los niños muertos en Gaza y en él se leen en voz alta los nombres de algunas víctimas.

En su apelación B'Tselem exigió saber dónde radica exactamente el contenido “polémico” del anuncio. "¿Lo polémico es que los niños [no estén] vivos? ¿Que sean niños? ¿Que ésos sean sus nombres? Esos son hechos que deseamos poner en conocimiento del público".

En un comunicado el grupo de derechos humanos ha manifestado: "Hasta el momento más de

O RETORNO DE ORWELL: A GUERRA CONTRA A PALESTINA, A UCRÂNIA E A VERDADE/THE RETURN OF GEORGE ORWELL AND BIG BROTHER’S WAR ON PALESTINE, UKRAINE AND THE TRUTH

29 julho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)
11 July 2014, John Pilger.com http://johnpilger.com (UK)

por John Pilger

Na noite passada assisti à peça "1984", de George Orwell, encenada num teatro de Londres. Embora clamasse por uma interpretação contemporânea, a advertência de Orwell acerca do futuro foi apresentada como uma peça datada: remota, não ameaçadora, quase reconfortante. Era como se Edward Snowden nada houvesse revelado, como se o Big Brother não fosse agora um espião digital e como se o próprio Orwell nunca houvesse dito: "Para ser corrompido pelo totalitarismo, basta ter de viver num país totalitário". 

Aplaudida pelos críticos, a produção cuidadosa foi uma medida dos nossos tempos culturais e políticos. Quando a luzes acenderam, as pessoas já estavam a sair. Pareciam impassíveis, ou talvez outras distracções as chamassem. "Que
 mindfuck ", disse uma jovem, a ligar seu telemóvel. 

Quando sociedades avançadas são despolitizadas, as mudanças são tanto subtis como espectaculares. No discurso diário, a linguagem política é

terça-feira, 29 de julho de 2014

Mais de 80 organizações pedem que Brasil rompa relações com Israel

28 julho 2014, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço


São Paulo -- Um manifesto com mais de 80 assinaturas de organizações da sociedade civil e de ativistas políticos pede ao governo brasileiro medidas mais enérgicas em relação a Israel como forma de sanção pelos ataques à Faixa de Gaza. O documento, protocolado no escritório da Presidência da República em São Paulo no dia 25, é encabeçado pelo movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) e pede o rompimento imediato das relações militares, comerciais e diplomáticas com Israel. As entidades cobram também o fim do Acordo de Livre Comércio do Mercosul com o país e de contratos com empresas israelenses.

No texto, as entidades lembram que os ataques iniciados por Israel no início deste mês já

O FIM DE ISRAEL/THE END OF ISRAEL

28 julho 2014, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

21/7/2014, Gilad Atzmon 

No discurso que fez à nação o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu reconheceu ontem que a guerra contra Gaza é uma batalha pela existência do Estado Judeu. Netanyahu está certo. E Israel não pode vencer essa batalha; não pode sequer definir que vitória poderia advir dessa batalha.

Claro que a batalha não se trava pela posse dos tuneis ou pela operação subterrânea da resistência: os tuneis são armas da resistência, não são a resistência. Os militantes do Hamás e de Gaza atraíram Israel para uma zona de batalha na qual Israel jamais vencerá; e o Hamas impôs as condições, escolheu o campo e escreveu os termos que exige para concluir esse ciclo de violência. 

Por dez dias, Netanyahu fez tudo que pôde para evitar a operação por terra, pelo exército de Israel. Ele sabia que Israel não conhece resposta militar à resistência palestina. Netanyahu sabia que uma derrota em solo erradicaria o pouco que resta do poder de contenção que