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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A POSSÍVEL EXTINÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL

22 agosto 2014, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto, pode dar lugar a Estado plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente

8/3/2013: Jovem manifestante palestino foge dos guardas de fronteira israelense, durante confronto contra a expropriação de terras palestinas em Kafr Qaddum

Por Boaventura de Sousa Santos*

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem. E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinianos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Chile/Médicos chilenos viajan a la Franja de Gaza para tratar a los heridos [VIDEO]

29 agosto 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)

Una delegación de médicos chilenos viajará a Palestina para tratar a los heridos que dejó la masacre israelí durante más de 50 días de bombardeos. Los médicos están a la espera de las visas que les debe conceder el gobierno de Netanyahu para volar hasta Tel Aviv y desde ahí ingresar a la malograda zona.

Mientras se hace oficial la tregua permanente, ya asoman las primeras cifras de daños materiales, heridos y muertos que dejó la asonada israelí en la franja de Gaza. En los cincuenta días de enfrentamientos han perdido ya la vida 2.120 palestinos, en su gran mayoría civiles y una cuarta parte de ellos niños. Además, alrededor de

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O CESSAR-FOGO PROLONGADO ENTRE PALESTINOS E AGRESSORES SIONISTAS

27 agosto 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Os palestinos comemoram o fim de mais um episódio do massacre que sofreram por Israel. Um cessar-fogo prolongado, mediado pelo Egito, deve ser o ponto de partida para negociações mais abrangentes a serem retomadas em um mês. Entre os pontos centrais estão alívio do bloqueio de quase oito anos imposto ao estreito território palestino da Faixa de Gaza, para o envio de ajuda humanitária e materiais para a enésima reconstrução do enclave de 365 quilômetros quadrados, com quase 1,8 milhão de habitantes, uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.

O fim dos bombardeios diários da “operação Margem Protetora” – que, em hebraico, foi intitulada “Penhasco Poderoso” – obtido em negociações importantes, é uma vitória para os palestinos, vítimas de ataques brutais que incluíram também, por algumas semanas, a invasão terrestre com tanques e artilharia pesada. A agência da ONU

domingo, 24 de agosto de 2014

“VINGANÇA JUSTIFICADA”, O PRETEXTO PARA BOMBARDEAR GAZA: ESTEVE O GOVERNO DE NETANYAHU POR DETRÁS DOS ASSASSINATOS DOS TRÊS JOVENS ISRAELENSES?

July 25, 2014 Global Research http://www.globalresearch.ca (Canada)

 

By Prof Michel Chossudovsky


A morte de três jovens israelenses alegadamente assassinados por Hamas foi o pretexto dado para os atuais bombardeios de Gaza.

Operação Margem de Proteção – Operation Protective Edge (OPE) – dirigida contra Gaza, é reminescente do abominável Plano Dagan denominado “Operação Vingança Justificada”, no qual mortes de inocentes israelenses civís tinham sido previstas pelo planejamento militar da IDF, Força de Defesa de Israel.

As mortes seriam usadas para convocar o apoio do público israelense, assim também como para dar justificação a uma operação contra-terrorista nos territórios dos palestinianos, ocupados por Israel, fazendo-a “legitima” aos olhos da comunidade internacional.

Planejado atrás de portas fechadas, em julho de 2001, o Plano Dagan (denominado assim em referência ao então chefe do serviço secreto Mossad, Meir Dagan) tinha sido escolhido pelos arquitetos da IDF e do serviço secreto israelense, Mossad, para ser “lançado imediatamente após o próximo alto-número de vítimas”.

A Operação Margem de Proteção (OPE), dirigida agora contra Gaza, foi planejada bem anteriormente ao sequestro e morte dos três adolescentes israelenses.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

"SANGUE NAS MÃOS AMERICANAS" – Richard Falk na Palestina

21 julho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por C.J. Polychroniou*

Há 20 anos que Israel e os Estados Unidos trabalham para separar Gaza da Margem Ocidental, violando os Acordos de Oslo que tinham acabado de assinar, declarando-os uma unidade territorial indivisível. O último massacre em Gaza faz parte duma política imperialista israelense que, como me escreveu Noam Chomsky há alguns dias, procura "apoderar-se do que há de valioso 'na terra de Israel', reduzir a população a uma existência marginal (com a habitual exceção neocolonialista: um enclave para os setores ricos e ocidentalizados em Ramallah) e, se ela se for embora, tanto melhor". Mas Richard Falk, Albert G. Milbank, professor emérito de direito internacional na Universidade de Princeton, antigo relator especial das Nações Unidas para a Palestina Ocupada, e autor do recente livro Palestine: The Legitimacy of Hope , que será publicado em setembro pela Just World Press, sublinha nesta entrevista exclusiva que

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Palestina/Papa Francisco invita a futbolistas a un partido por Gaza

16 agosto 2014, HispanTV http://hispantv.com (Irán)


El papa Francisco ha convocado a Lionel Messi, Diego Maradona, Zinedine Zidane, Ronaldinho y Gary Medel, entre otros futbolistas y exfutbolistas, para participar en el Partido por la Paz en la Franja de Gaza.

Según medios locales, el sumo pontífice ha invitado, durante esta semana, a las figuras más importantes del mundo del fútbol, para asistir en un partido que se celebrará el próximo 1 de septiembre en el Estadio Olímpico de Roma, la capital italiana, a propósito del conflicto palestino-israelí en el enclave costero.

En respuesta a esta invitación, el futbolista nacional chileno Gary Medel afirmó el viernes que “ha recibido con mucha alegría” la invitación

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

DECLARACIÓN CONJUNTA ELABORADA POR EXPERTOS EN DERECHO INTERNACIONAL SOBRE LA OFENSIVA DE ISRAEL CONTRA GAZA

1 agosto 2014, Rebeliónhttp://www.rebelion.org (México)

Jadaliyya Report

Traducido del inglés para Rebelión por Sinfo Fernández.

Prefacio de Richard Falk Queremos dar a conocer la declaración conjunta suscrita por expertos en Derecho Internacional de todo el mundo, cuya firma aparece al final de la misma en manifestación de apoyo. Formo parte de ese grupo de patrocinadores; el texto fue inicialmente redactado por varios especialistas en Derecho Internacional. Serán bienvenidas todas las firmas de quienes deseen apoyar la declaración, que pueden enviar a la sección de comentarios con los datos de afiliación para su identificación, que se irán añadiendo periódicamente al texto. Considero que esta acción representa una expresión importante de compromiso profesional y conciencia individual respecto a la actuación israelí en Gaza iniciada el 8 de julio, que tantas víctimas inocentes se ha llevado ya y tan inmensa devastación ha causado. ¡Por favor, únase a nosotros y extienda el mensaje!

La Comunidad Internacional debe poner fin al castigo colectivo de Israel de la población civil en la Franja de Gaza
Como especialistas en Derecho Internacional y Penal, como defensores de los derechos civiles, como expertos juristas y como personas que creen firmemente en el imperio de la ley y en la necesidad de respetarlo en tiempos de paz y más aún en tiempos de guerra, sentimos el deber moral e intelectual de denunciar las graves violaciones, mistificación y desprecio hacia los principios más básicos de las leyes de los conflictos armados y los derechos humanos fundamentales de toda

ERIC HOBSBAWM SOBRE GAZA

27 julho 2014, Pravda.ru
(em 2009! Mas... ATÉ QUANDO?!)
London Review of Books, vol. 31, n. 2, sessão "Cartas":
"Responses to the War in Gaza", 29/1/2009, pages 5-6 (traduzido)
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2012/11/eric-hobsbawm-sobre-gaza-2009_18.html  

Já há três semanas a barbárie está exposta aos olhos da opinião pública universal, que está vendo, julgando e, com poucas exceções, rejeitando o terrorismo armado que Israel emprega contra meio milhão de palestinos cercados, desde 2006, na Faixa de Gaza. 

Jamais qualquer explicação oficial para a invasão foi mais patentemente refutada por uma combinação de imagens de televisão e aritmética; ou o papaguear dos jornais sobre "alvos militares", pelas imagens de crianças ensanguentadas e escolas incendiadas. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

LA MORAL DEL SOLDADO JUDÍO

30 julio 2014, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

José Steinsleger

El llamado conflicto de Gaza suele agitar un confuso entrecruzamiento de prismas, datos, ángulos de mira, obsesiones, disciplinas (o relatos ylecturas, como se dice ahora) que sutilmente, abrumándonos con la inquietante presencia del sheriff Woody y el discurso del gran filósofo sionista Buzz Lightyear, busca remontarnos hasta el infinito… ¡y más allá!

Si el apotegma es válido, habrá que sopesar la cósmica energía de las mujeres de Gaza que nos interpelan, mirando al cielo con los brazos abiertos y las ropas empapadas con la sangre de sus hijos. ¿Verdades y mentiras? El comentarista se resiste a ensayar la cínica y serena imparcialidad de los que renuncian a fijar las verdades y mentiras de los hechos.

Brasil/Igreja Católica recebe aviso de bombardeio israelense

29 julho 2014 13:46, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil -- CONIC http://www.conic.org.br (Brasil)
O CONIC recebeu, na manhã desta terça-feira, 29, um apelo da Rede de Voluntários do Programa Ecumênico de Acompanhamento na Palestina e Israel -- organismo promovido pelo Conselho Mundial de Igrejas -- com a informação de que uma igreja Católica em Gaza foi orientada pelo Exército Israelense a evacuar o edifício que ocupa.

O problema é que tal igreja mantém, abrigadas ali, crianças deficientes e idosos, fato que

quarta-feira, 4 de junho de 2014

LA DIGNIDAD INDÍGENA FRENTE A LOS ATROPELLOS DE LOS DDHH POR DIFERENTES ESTADOS EN EL CONTINENTE DE AMÉRICA (ABYA YALA)

3 junio 2014, Mapuexpress http://www.mapuexpress.net (Wallmapu, País Mapuche)

A continuación nota que hace una gráfica de la situación de Derechos humanos, incluyendo genocidios,  por la que atraviesan diversos Pueblos indígenas en diferentes países del continente, como por ejemplo: Panamá, Brasil, Chile, México, Honduras, Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, Guatemala, Ecuador, Colombia.

A continuación leer artículo completo

La Dignidad tiene la cara pintada




Ya no es solo Barro Blanco en Panamá, también las Naciones Indígenas del Brasil se movilizan para exigir el reconocimientos de sus territorios ancestrales y llamar la atención mundial para que la Presidenta Dilma Rousseff, heredera de Lula, respete sus derechos territoriales.

Hace apenas un año fueron asesinatos en Petén, México indígenas; asesinados campesinos en Bajo Aguán, Honduras; asesinados indígenas en Oaxaca, la violencia hacia los Bri Bri de Costa Rica; 6 hermanos indígenas asesinados K’iche’ de Totonicapán, jóvenes asesinados y Guías Espirituales Mayas de Guatemala, el asesinato de Cícero Guedes dos Santos del Movimiento Sin Tierra, el asesinato reciente del Sub comandante Zapatista Galeano.

En Brasil el pueblo indígena Guarani-Kaiowá es

sexta-feira, 17 de maio de 2013

MURIO EL MAYOR GENOCIDA DE LA ARGENTINA



17 mayo 2013, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

Murió Jorge Rafael Videla

La muerte del genocida fue a las 8.30 en el penal donde purgaba una condena a cadena perpetua, según lo confirmó el Servicio Penitenciario Federal.

Encabezó la junta militar que se alzó con el poder luego del golpe de Estado del 24 de marzo de 1976, y abrió la etapa más negra de la historia Argentina. Puso en marcha un plan sistemático genocida con secuestros, saqueos y desaparición de personas, y una política económica neoliberal que fue el puntapié de inicio de uno de los procesos de vaciamiento y entrega a los capitales financieros más duros para la sociedad argentina. Fue condenado por delitos de lesa humanidad y

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Argentina/Curas argentinos en la opción por los pobres critican duramente documento obispal

11 noviembre 2012/Sur y Sur http://www.surysur.net


El Grupo de Curas en la Opción por los Pobres calificó de “pobre” e “insuficiente” el documento emitido el viernes por la asamblea de la Conferencia Episcopal Argentina. En el escrito, los obispos católicos retoman el tema de las violaciones a los derechos humanos durante la dictadura y aluden a los señalamientos de complicidad con el régimen que se le hacen a la jerarquía católica, situación que fue reconocida recientemente por el dictador Jorge Videla.

Lamentan los curas que los obispos hayan perdido otra oportunidad y sostienen que “tanta reticencia durante años a llamar las cosas por su nombre no nos permite confiar plenamente como quisiéramos en la efectividad de estas declaraciones”.

El documento de la Conferencia Episcopal fue también una respuesta a un reclamo planteado por un grupo de aproximadamente cuatrocientos laicos cristianos liderados por el escribano Hernán Patiño Mayer, que exigieron a sus obispos un pronunciamiento sobre un tema que parecía definitivamente cerrado para las autoridades de la Iglesia.

En uno de los párrafos más críticos de la declaración el grupo de sacerdotes dice que “debemos confesar que nos escandaliza que ante la sociedad parezca que usar preservativo sea más grave que la tortura; que el sexo pre-matrimonial sea más grave que violar mujeres detenidas-desaparecidas; que engendrar hijos fuera del sacramento del matrimonio sea más grave que apropiarse de niños después de tirar al mar a sus padres, que la homosexualidad es una enfermedad perversa y más grave que ser un torturador o presenciar con sadismo y complicidad sesiones de tortura, que el aborto de una mujer angustiada en su situación de embarazo no deseado o provocado sea tenido por genocidio y como algo mucho más grave que arrojar personas vivas al mar, atadas, dopadas y secuestradas”.

Los Curas en la Opción por los Pobres rechazan la llamada “teoría de los dos demonios” en la cual –dicen– se enmarca el documento episcopal al equipar el “terrorismo de Estado” con la “violencia guerrillera”. Pero respecto de las complicidades entre la dictadura y la jerarquía, los sacerdotes recuerdan que en sus declaraciones “el genocida Videla fue más allá del reconocimiento de una connivencia entre la conducción facciosa del Estado y la cúpula eclesiástica”, ponen en duda las palabras del arzobispo José María Arancedo, quien niega que tal connivencia haya existido, y señalan que existen otras “muchas instancias que no son tenidas en cuenta en el documento” episcopal.

Outro tema está referido a cuánto sabían los obispos de entonces –a quienes la jerarquía menciona como “hermanos mayores”– sobre lo que estaba ocurriendo en el país. Los curas dicen que “no hace falta demasiada investigación” porque allí están los discursos de monseñor (Victorio) Bonamín, monseñor (Antonio) Plaza, monseñor (Adolfo) Tortolo (presidente de la CEA), por nombrar solo los más emblemáticos”.

Denuncia también el grupo de sacerdotes que, más allá de los párrafos de documentos con los cuales los obispos intentan justificar que algo hicieron en materia de denuncia, “sabemos bien que fueron muchas las voces eclesiásticas episcopales o presbiterales que justificaron la tortura públicamente como un ‘mal menor’, e incluso participaron de las mismas”.

El documento que lleva la firma de Juan Carlos Baigorri, Marcelo Ciaramella, Roberto Murall y Eduardo de la Serna, integrantes del secretariado de Curas en la Opción por los Pobres, dice que “no se entiende el tibio y limitado pedido de perdón de 2000 si realmente creen que hicieron todo lo debido y necesario. No se entiende el silencio de los nombres de nuestros mártires desaparecidos, asesinados o torturados, como el obispo Enrique Angelelli, Carlos de Dios Murias, Gabriel Longueville, Carlos Bustos, Pablo Gazzarri, Mauricio Silva, Orlando Yorio, Francisco Jálics, Wenceslao Pedernera, Alice Domon, Leonie Duquet y tantos otros, si el supuesto pedido de perdón se pretende serio y responsable”

Señalan también que en la sociedad faltan muchos sectores que no han hecho su “mea culpa, pero no se trata de especular con el mal de muchos sino de afirmar lo que se espera del pastor: que dé ‘la vida por sus ovejas”.

Y en referencia a lo que ahora está ocurriendo advierten que “cuando se avanza en los juicios, se escuchan voces que hablan de reconciliación, de perdón, deslizando la idea implícita de que los juicios son motivados por venganza o revanchismo, desdiciendo todo lo que han afirmado de ‘la verdad y la justicia’”. Dicen también los curas que les gustaría ver “una cercanía fraterna de los obispos con los organismos de derechos humanos que siguen luchando por la verdad, la memoria y la justicia en especial las Madres y Abuelas de Plaza de Mayo, como en su momento lo hicieron con cariño y valentía Jorge Novak y Jaime de Nevares” para subrayar que “hoy –como ayer– más bien percibimos distancia”.

Desestiman los curas el pedido genérico de perdón hecho por los obispos “porque el pedido de perdón debe ser concreto”, señalando que “ninguno de nosotros (como sacerdotes) aceptaría una confesión tan genérica sin reconocimiento concreto de las faltas o delitos cometidos”. Ante la presunta disposición de la jerarquía a profundizar las investigaciones los sacerdotes denuncian que la Conferencia Episcopal posee “libros bastante documentados sobre este y otros temas semejantes”, piden que los obispos “colaboren en todo con la Justicia, se acerquen a aportar toda la información disponible, y acepten los fallos correspondientes para cerrar heridas no desde el olvido y la impunidad, sino desde la verdad y la justicia que tanto proclamamos”, lamentan que no se encare la complicidad de los capellanes militares con el genocidio, mientras el “condenado por la Justicia Christian von Wernich no fue suspendido en sus licencias o expulsado del ministerio” y “Videla sigue comulgando y lo dice abiertamente a pesar de haber reconocido públicamente su delito que parece no ser entendido como pecado”.

 

 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Moçambique/Guebuza em missão de paz no Ruanda*

29 de Agosto de 2012, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz

O encontro que o Presidente Armando Guebuza manteve em Kigali, a capital ruandesa, com o seu homólogo deste país, Paulo Kagame, trouxe um quadro mais completo dos contornos do conflito no Leste da República Democrática do Congo (RDC), o que vai permitir que a região aprofunde ainda mais o assunto.

Momentos depois do encontro entre ambos ontem, Guebuza, que preside a Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral (SADC), há sensivelmente duas semanas, disse que  “a longa conversa com o Presidente Kagame permitiu que tivéssemos um quadro mais completo da situação no Leste da RDC, o que vai permitir que aprofundemos ainda mais esta matéria com os demais colegas da região”.

Na conferência de imprensa que concedeu a jornalistas moçambicanos, Guebuza deixou claro que o presidente ruandês “não gostou” da posição tomada pelos chefes de Estado e de Governo da SADC, reunidos, em Maputo, entre os dias 17 e 18 do presente mês, na sua 32ª cimeira ordinária.

Foi na cimeira de Maputo que os líderes da SADC, organização regional de que a República Democrática do Congo (RDC) faz parte,  exigiram, através de uma declaração conjunta, que o governo de Kagame cessasse, imediatamente, o apoio militar aos rebeldes que operam no Leste da RDC.

“Obviamente que o Presidente Kagame não gostou da posição da SADC, por isso é que ele veio com uma explicação mais detalhada que nos ajuda compreender ainda mais o assunto ”, afirmou Guebuza.

O Presidente não revelou nenhum detalhe sobre o quadro “mais completo” avançado por Kagame, justificando que ainda se está num processo que envolve uma organização, neste caso a SADC.

“Ainda vamos consultar aos colegas da região  com base no que fomos explicados. As decisões quando são tomadas obedecem uma certa ordem e são o resultado de uma ponderação e análise”, referiu o estadista moçambicano.

Ainda na esfera das conversações com Kagamé, Guebuza disse que houve um reafirmar do governo ruandês em se engajar na luta pela paz na região.

O governo de Paulo Kagamé sempre se distanciou das acusações de que estaria por detrás das hostilidades no Leste do Congo, um país rico em recursos naturais.

O Secretario Executivo da SADC, o moçambicano Tomas Salomão, disse a jornalistas que a decisão de se pedir para que o Ruanda abandonasse o apoio a rebelião no Leste da RDC baseou-se de uma peritagem de um grupo de especialistas na área militar que concluiu haver envolvimento do Ruanda.

A sociedade civil do Ruanda também tem estado a  exigir provas do envolvimento do seu país na guerra no Leste congolês. Para além da posição da SADC, a organização das Nações Unidas (ONU) concluiu, em Maio último, um relatório no qual indica haver envolvimento do Ruanda no conflito em questão.

Guebuza, que regressa a Moçambique Quarta-feira, visitou ainda hoje o memorial do genocídio ruandês  que vitimou cerca de 800 mil pessoas.

No memorial jazem os restos mortais de pouco mais de 250 mil pessoas.

Sobre a visita ao memorial, Guebuza disse ter ficado mais uma vez convencido de que a divisão não faz bem a nenhum país.

“O tribalismo, os conflitos sociais, só desembocam em extremos tais como genocídios”, indicou o Chefe de Estado moçambicano.

Segundo Guebuza, agora que visitou o memorial teve a realidade do que aconteceu em 1994, no Ruanda, muito mais do que acompanhava em leituras sobre a matéria.

“Uma coisa é conhecer a história, lendo ou ouvindo pessoas, e outra é ver o local onde as coisas são mais reais”, afirmou Guebuza.

Nesta sua missão ao Ruanda, Guebuza faz-se acompanhar do Ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros, Oldemiro Baloi, entre quadros do seu gabinete. (RM/AIM)

*Título de Mercosul & CPLP

 

sábado, 21 de abril de 2012

EL DIPLOMÁTICO ITALIANO ENRICO CALAMAI, UN HÉROE SILENCIOSO

17 abril 2012/Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Enrico Calamai
  
Si Italia fuera una meca del cine político como lo era en los años 60 y 70, seguramente los estudios romanos de Cinecittá habrían filmado algo parecido a la Lista de Schlinder, aquella producción de Hollywood sobre un magnate alemán que rescató un millar de judíos condenados a morir en Auschwitz. El protagonista del filme que nunca se realizó sería el diplomático italiano Enrico Calamai, un héroe silencioso que se desempeñó en el Consulado en Buenos Aires durante la dictadura.

Roma - Si Italia fuera una meca del cine político como lo era en los años 60 y 70, seguramente los estudios romanos de Cinecittá habrían filmado algo parecido a la Lista de Schlinder, aquella producción de Hollywood sobre un magnate alemán que rescató un millar de judíos condenados a morir en Auschwitz.

El protagonista del filme que nunca se realizó sería el diplomático italiano Enrico Calamai, un héroe silencioso que se desempeñó en el Consulado en Buenos Aires durante la dictadura,cuando arriesgó su vida y su carrera para facilitar la fuga de cientos de disidentes políticos y partisanos alzados en armas contra el experimento neonazi de los generales argentinos.

"Nunqué me detuve a contar la gente que pasó por el Consulado, en un programa de la RAI (TV italiana) dijeron que fueron más de 400, sinceramente no sé si ese númer es correcto, no sé cuántos recibieron nuestra ayuda para poder salir con vida de Argentina".

La biografía de Calamai es la de un diplomático inusual en el otoño porteño de 1976 cuando la llegada al poder del general Videla era bien acogida por la mayorías de las embajadas occidentales y conmemorada secretamente por de Brasil, como consta en la intensa comunicación generada por el entonces embajador Joao Batista Pinheiro.

DESAFIANDO AL CONDOR
"Nosotros sabíamos que el Cóndor estaba actuando, aún no lo conocíamos por ese nombre, pero teníamos noticias de que los militares brasileños y argentinos se habían articulado para atrapar a quienes huían de la matanza en Buenos Aires, por eso decidí viajar con dos italo argentinos, Piero Carmelutti y Santiago Camarda, hasta Rio de Janeiro, era arriesgado que fueran solos. Fue en el carnaval de 1977".

"Estos muchachos estuvieron un tiempo ocultos en el Consulado, uno de ellos tenia una destreza artesanal para falsificar documentos y confeccionó unos que lo único auténtico que tenían eran las fotos.

Lo hizo con mi auxiliio utilizando algunos sellos que le facilité, era un método no formal de hacerse de documentación para salir del país, no teníamos apoyo institucional, todo lo hicimos a espaldas de la Embajada, que no me apoyaba en esto.

Tampoco la obtuve de un funcionario de Alitalia al que propuse que haga la vista gorda y nos dieran pasajes directos hasta Roma, lo que este hombre rechazó escandalizándose.
Finalmente logramos los pasajes directos gracias al representante de Varig en Argentina, un italo-brasileño robusto y cordial".

"Nuestra premisa era evitar que fueran interrogados en Rio, porque allí posiblemente había gente del aparato de inteligencia militar, y mi función era estar junto a ellos para hacer valer mi condición de diplomático denunciando un eventual secuestro, como ocurriría en 1980 con el italo-argentino Domingo Campiglia, capturado precisamente en Rio de Janeiro" cuenta Calamai, con rigor propio de un historiador.

"Ellos no podía permanecer en Buenos Aires pero a la vez había que atravesar el cerco del Cóndor en Rio, la única forma de que llegaran con vida a Italia".

La resistencia a la dictadura había sido fracturada militarmente en 1977, año de intenso intercambio entre los servicios de inteligencia de los dictadores Ernesto Geisel y Jorge Videla.

Documentos a los que tuvo acceso Carta Maior, fechados en auel año , confirman la prioridad dada por Brasilia a la ubicación y detención de "elementos de (de las organizaciones guerrilleas) Montoneros y ERP", para ser entregados a Buenos Aires.

Los aparatos represivos trabajaban en notable sintonía. Tanto que las agencias de inteligencia brasileñas recibían informaciones sobre las actividades de la resistencia argentina en Italia.

Dentro de la documentación hasta ahora secreta, obtenida por este sitio, consta un dossier del Estado Mayor del Ejército brasileño,originado en Italia en junio de 1978, caratulado como “Movimiento Peronista Montonero en el exterior, Accionar, Contactos, Conexiones con Grupos Terroristas, Antecedentes”.

OMERTA DIPLOMATICA
Los cientos de argentinos que huyeron del genocidio gracias al trabajo de Calamai no le valieron de mucho para obtener una promoción en su carrera diplomática, dado que luego de haber trabajado 5 años Argentina, un destino considerado de relativa importancia, fue enviado a otro considerado irrelevante:Nepal.

Distinta fue la suerte del embajador Joao Batista Pinheiro quien, luego de sus buenos oficios ante la Junta Militar porteña, fue promovido a jefe de la misión diplomática en Washington.

Poco despúes del derrocamiento del gobierno civil argentino Pinheiro trabajó para que Geisel enviara en abril de 1977, a un representante a Buenos Aires, un gesto crucial para Videla quien temía sufrir el asilamiento diplomático que padecía su colega chileno Augusto Pinochet.

"Hasta ahora no se ha estudiado demasiado como actuaron los servicios diplomáticos en general frente a la dictadura", apunta Calamai durante la conversación con Carta Maior en Roma.

Y amplia: "no lo digo sólo por Italia, me refiero a la mayoría de los paises occidentales, que fueron completamente omisos ante las violaciones de los derechos humanos en Argentina".

Como en los pactos mafiosos, el grueso de los diplomáticos apostados en Buenos Aires, salvo los la embajada de México donde recibió refugio durante años el ex presidente democrático Héctor Cámpora, optó por omertá.

"Directamente o indirectamente las principales embajadas, incluyo acá a las de Italia, y creo lógico que también Brasil, aunque no tengo información concreta, fueron informadas con de que se venía el golpe de Estado".

"Estos avisos sobre el inminente derrocamiento del gobierno civil eran también una forma de advertir que no aceptarían que las embajadas reciban refugiados, como lo había hecho nuestra embajada y otras después del golpe de Chile. Y casi todos los países que recibieron el aviso de los militares argentinos, por lo visto, entendieron el recado y lo aceptaron".

"Ahora, con el pasar del tiempo, comprendo que alrededor del Cóndor había una colaboración estrecha de las embajadas y los militares argentinos, y de las embajadas y sus propios agregados militares. La diplomacia es algo muy cercano al poder, y lo fue durante las dictaduras, los diplomáticos saben que si se oponen al poder o lo marginan o lo eliminan, en esa época esto era un riego real".

SANTA COMPLICIDAD
Antes de la entrevista Calamai nos muestra el Antico Café del Brasile, a pocos metros de su casa: "antes de ser papa, Juan Pablo II, cuando era seminarista, venía habitualmente a este café, es un lugar simple, como ven".

Las exequias de Juan Pablo I, antecesor del papa polaco que frecuentaba el barrio de Calamai, fueron un pretexto para estrechar las relaciones entre el Vaticano y Videla, que fue uno de los jefes de estado convidados. Las gestiones para el viaje de Videla y su encuentro con el entonces premier italiano, fueron realizadas por la logia masónica Propaganda Due (P2), según consta en un libro lanzado este año en la Universidad Roma Tres.

"La logia P2 se movía como un poder oculto, gozaba de una notable influencia en el servicio exterior italiano y en el Vaticano, y uno de sus principales hombres, Licio Gelli, mantenía buenas relaciones en la Iglesia".

"El Vaticano estuvo muy cerca del régimen argentino, no sólo porque coincidía con su anticomunismo, sino porque contribuía en la decision de Roma de terminar con la teología de la liberación en América Latina. Se decía que el nuncio apostólico jugaba tenis con el almirante (Emilio) Massera", uno de los miembros de la Junta y a quien le correspondía el control del Ministerio de Exteriores argentino.

"Pero también hay que recordar que los motivos ideológicos que tuvo el Vaticano para apoyar a los militares eran tan importante com los intereses económicos de empresas ligadas a la Iglesia que estaban radicadas en Argentina".

Estas razones contribuyen a explicar, según Calamai, porque el Estado Vaticano omitió durante años denunciar el genocidio argentina y negó toda ayuda a los familiares de los desaparecidos y prisioneros.

"Hay muchas cosas que han escapado de mi memoria, pero lo que recuerdo es que cuando hablaba con diplomáticos de otros países sobre las violaciones de los derechos humanos, prácticamente todo el mundo que nadie iba a la Nunciatura porque no los recibían".


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Argentina/Crece el clamor en PuelMapu: ¡¡Desmonumentemos a Roca!!

20 mayo 2010/Mapuexpress - Informativo Mapuche http://www.mapuexpress.net

A partir del sábado, organizaciones Mapuche y de otros pueblos originarios, investigadores y movimientos sociales, se reunirán en la localidad bonaerense de Junín para responder a la convocatoria que hace una década, mantiene en alto el periodista y escritor Osvaldo Bayer. Explicó que “no podemos mantener un monumento, el más grande de Buenos Aires, a un hombre de tan extremo racismo, cuando siempre hablaba de los salvajes, de los bárbaros, para referirse a los pueblos originarios. Además, no hay que olvidar la quita de las tierras que sufrieron y el genocidio”.

Por Adrián Moyano

En Facebook y en una multitud de blogs, pero también en la realidad física y concreta, crece el clamor que pacientemente insiste en instalar Osvaldo Bayer, venerable escritor y periodista de la Argentina. Bajo la consigna “Desmonumentemos a Roca”, confluirán en la localidad de Junín (provincia de Buenos Aires), organizaciones del pueblo mapuche, historiadores e integrantes de movimientos sociales para acercarse un poco más a ese objetivo.

Julio Roca fue dos veces presidente de los argentinos y figura de triste memoria para los mapuche. Mientras ocupaba el Ministerio de Guerra, ideó la serie de expediciones militares que pasaron a la historia bajo el título engañoso de Campaña al Desierto, auténtica invasión territorial que significó la pérdida de la libertad para decenas de miles de mapuche, además del inicio de políticas genocidas por parte del Estado argentino.

La tarea de bajar al general de su pedestal “es algo que comenzamos hace más o menos una década”, recordó Bayer desde la capital de la Argentina en diálogo con Radio El Ark (Furilofche). “Justamente, en Buenos Aires está el monumento más grande que es además el más cercano al Cabildo, donde obtuvimos la libertad en Mayo. No es a San Martín ni a Belgrano ni a ninguno de los héroes de Mayo, sino al general Roca. Entonces, los que iniciamos el movimiento creemos que es un insulto a la mayoría del pueblo argentino”.

La movilización que tendrá lugar entre el 22 y el 23, anticipará en pocas horas los festejos oficiales por el Bicentenario de la Revolución de Mayo, que en el discurso gubernamental, se convirtieron en los 200 años de la Argentina. El autor de “Los vengadores de la Patagonia trágica” trajo a colación que “según los últimos estudios de antropología, el 61 por ciento de la gente tiene sangre de los pueblos originarios a través del mestizo y del criollo, es decir, casi todos... Entonces, hemos solicitado que se retire esa estatua de allí y que se haga el Monumento a la Mujer de los Pueblos Originarios, ya que en su cuerpo, en su vientre, nació el criollo, el que fue el soldado de la Independencia. Además, ¡cómo sufrió esa mujer! Fue todo un ejemplo de trabajo, de crear a sus hijos sola y demás”, opinó Bayer.

Derecha y racismo
Pero en la capital argentina gobierna una de las expresiones políticas de la derecha. “Aquí tenemos mayoría del macrismo y esa mayoría rechazó el proyecto, diciendo que en historia hay que mirar hacia delante, que no hay que revisar la historia... Entonces, yo les contesté: claro, ¡tienen razón! En Alemania, actualmente tendrían que estar todos los monumentos a Hitler porque hay que mirar hacia delante... Justamente, ahora vamos a sacar el segundo libro con toda la documentación científicamente histórica, donde se habla de lo que fue un genocidio y además, del tremendo racismo de este hombre”.

Proclamó el columnista de “Página/12” que “no podemos mantener un monumento, el más grande de Buenos Aires, a un hombre de tan extremo racismo, cuando siempre hablaba de los salvajes, de los bárbaros, para referirse a los pueblos originarios. Hablaba de las razas que inundaron durante siglos este país... ¡No inundaron! Se originaron acá, nacieron acá, se calcula que hace 20.000 años. Además, no hay que olvidar la quita de las tierras que sufrieron y el genocidio”.

El volumen al que se refiere Bayer se denomina “Historia de la crueldad argentina: Julio Roca y el genocidio de los pueblos originarios”. Tiene como compilador al propio escritor y un participación decisiva de la Red de Investigadores en Genocidio y Política Indígena, entre ellos, los historiadores Diana Lenton, Walter Delrio, Mariano Nagy, Alexis Papazian y Marcelo Musante. Además, participan del trabajo la realizadora del film “Octubre pilagá”, Valeria Mapelman; la referente del gremio docente Stella Maldonado; el activista mapuche Miguel Leuman y el autor de estas líneas.

Precisamente, Bayer invitó a estudiar la temática “profundamente. Aportamos muchas investigaciones, se han publicado ya varios libros con toda la documentación y queremos que en estas jornadas de Junín, donde van a venir delegaciones de todas partes, se haga un congreso histórico para mostrar esto una vez más. Y vamos a pedir una vez más que se saquen los monumentos a Roca, que se quite el nombre de General Roca a esa ciudad de Río Negro y todas las calles. Tenemos otros héroes de Mayo que pueden reemplazarlo”, insistió.

Se eligió esa localidad como sede de “Desmonumentemos a Roca” porque “en Junín hay muchos representantes de los pueblos originarios y está muy cercana a Los Toldos, a Ranchos y otros lugares donde todavía hay minorías de los pueblos originarios. Nos han pedido que lo hagamos ahí y me parece muy bien”, destacó. Por último, formuló a la distancia una exhortación. “Sigamos la pelea, porque ustedes ahí también, en Bariloche, tienen un monumento que muchos de los originarios quieren no verlo más y creo que tienen razón. Hay que buscar la paz y no levantar el espíritu de los que trajeron la muerte para muchos”, consideró Bayer. Y está en lo cierto.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Brasil/CAMPANHA DA OAB-RJ PELA ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA MILITAR

23 abril 2010/Vermelho http://www.vermelho.org.br

Brasil/Osmar Prado interpreta Maurício Grabois em campanha da OAB-RJ
Diversos artistas, como Fernanda Montenegro, estão entre as celebridades que aderiram à campanha da OAB-RJ, lançada dia 16, pela abertura dos arquivos da ditadura militar.

Cada um deles interpreta um desaparecido do período e pergunta: "será que essa tortura nunca vai acabar?".

Entre eles está Osmar Prado, na pele do guerriheiro do Araguaia, Maurício Grabois. A campanha se soma ao esforço pelo direito à memória e à verdade.

Nenhum dos artistas cobrou cachê para protagonizar a campanha da OAB-RJ.


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Brasil/OAB-RJ lança campanha pela abertura dos arquivos da ditadura

17 abril 2010/Vermelho http://www.vermelho.org.br

Com o objetivo de pressionar o governo a abrir os arquivos da ditadura militar, a Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio de Janeiro (OAB/RJ), lançou ontem (16), a Campanha Nacional pela Memória e pela Verdade. Para o presidente da OAB/RJ, Wadir Damus, é incompreensível que o Brasil não tenha seguido o exemplo de países vizinhos e dado às famílias dos desaparecidos o direito de saber seu paradeiro e ao país, o de conhecer sua história.

“Esse continua sendo um tema tabu aqui no Brasil. E nós [da OAB] não conseguimos entender por que essa nova geração de militares, que nada teve a ver com aqueles episódios, não se insere nessa luta, inclusive para limpar a imagem do Exército brasileiro”.

A campanha será veiculada no rádio, na TV, em revistas e jornais. A entidade também organizará um abaixo-assinado em apoio à abertura dos arquivos. Para a campanha na TV, artistas como Fernanda Montenegro, Glória Pires, Osmar Prado e José Mayer gravaram, gratuitamente, relatos de 30 segundos em que interpretam militantes mortos e desaparecidos.

O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, disse que o apoio da OAB fará enorme diferença na luta pela abertura dos arquivos. “São astros queridos pelo povo, pela classe artística, são formadores de opinião e se, essa campanha for bem veiculada, terá o poder de superar as dúvidas que ainda existem em torno do assunto que deveria ter 100% de aprovação nacional, pois se trata de uma campanha que reivindica apenas o resgate da memória e o direito de cerca de 140 famílias de enterrarem seus mortos”.

O advogado Modesto da Silveira, que defendeu milhares de presos políticos durante o regime militar, acredita que mesmo os advogados mais conservadores devem aderir à campanha. “Por mais reacionário que seja o advogado, ele tem um compromisso com a verdade e com a lei”. Segundo Modesto, se o governo não abrir os arquivos terá a decepção de ver esses documentos serem divulgados em outros países, devido, principalmente, à Operação Condor, uma aliança político-militar entre os vários regimes militares da América do Sul, com apoio dos Estados Unidos.

Neuza Cerveira, filha do major Joaquim Cerveira, descobriu, por meios próprios, detalhes sobre a morte do pai, que foi sequestrado na Argentina e morto em 1974, na Operação Condor, por combater a ditadura. Ela encontrou, em documentos do acervo pessoal de conhecidos argentinos, informações relevantes sobre o pai, cujo corpo nunca foi encontrado.

“O túmulo do meu pai é a nação brasileira. O que eu quero é essas pessoas que cometeram esses crimes hediondos no banco dos réus. Não importa se foram 300 ou 400 mortos aqui, enquanto na Argentina foram 30 mil. Genocídio é genocídio”.

Várias emissoras, como a TV Brasil, a TV Senado e a MTV vão veicular, gratuitamente, os depoimentos, assim como a rede de cinemas do Grupo Estação. (Fonte: Agência Brasil)