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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Palestina/Papa Francisco invita a futbolistas a un partido por Gaza

16 agosto 2014, HispanTV http://hispantv.com (Irán)


El papa Francisco ha convocado a Lionel Messi, Diego Maradona, Zinedine Zidane, Ronaldinho y Gary Medel, entre otros futbolistas y exfutbolistas, para participar en el Partido por la Paz en la Franja de Gaza.

Según medios locales, el sumo pontífice ha invitado, durante esta semana, a las figuras más importantes del mundo del fútbol, para asistir en un partido que se celebrará el próximo 1 de septiembre en el Estadio Olímpico de Roma, la capital italiana, a propósito del conflicto palestino-israelí en el enclave costero.

En respuesta a esta invitación, el futbolista nacional chileno Gary Medel afirmó el viernes que “ha recibido con mucha alegría” la invitación

GRACIAS, FIDEL

12 agosto 2014, La pupila insomne http://lapupilainsomne.wordpress.com (Cuba)

Iroel Sánchez

Hace pocos días fue de los primeros en denunciar lo que podía esconderse con el derribo del avión malayo al sobrevolar Ucrania. Algunos pensaron se había precipitado pero los hechos, una vez más, parecen darle la razón.

“El viejo zorro caribeño Fidel Castro nunca se fue con la finta y sin titubeos señaló la culpabilidad de Ucrania en el derribo del avión, en coincidencia con el inicio del infanticidio de palestinos por la potencia nuclear Israel”, escribió el periodista mexicano Alfredo Jalife-Rahme.

Quién duda que hay mucha sabiduría y experiencia política en Fidel. “Oye la hierba crecer y ve lo que está pasando al doblar la esquina”, decía Raúl Roa en frase memorable que mi padre no se cansaba de repetir.

“Viaja al futuro, regresa y lo explica” se suele citar lo que ha dicho sobre él el presidente argelino Abdelaziz Bouteflika, luego de referirse a su lealtad a los principios:  “Hemos tenido el inmenso privilegio de

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Venezuela encerra os 10 dias de campanha presidencial



12 abril 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)  


O encerramento da campanha ocorreu na noite desta quinta-feira (11), com comícios dos dois candidatos à Presidência da Venezuela para as eleições de domingo (14).

A situação buscou resgatar a trajetória e o legado do presidente Hugo Chávez, reafirmando sua ligação com o candidato socialista Nicolás Maduro. A oposição, representada por Henrique Capriles, tentou mostrar a oportunidade de conquistar uma “nova Venezuela”.

Nicolás Maduro
Maduro abriu seu discurso afirmando: "Sou chavista, socialista e anti-imperialista. Aqui todos têm consciência de que vão votar por Chávez".

Acompanhado por sua mulher, Cilia Flores e do amigo, Maradona, Maduro subiu ao palanque com um chapéu adornado com um passarinho, para lembrar a visita que Chávez lhe fez sob a forma de pássaro, quando cantou para dar sua benção e prever a vitória nas eleições de domingo.

"Quero merecer a confiança do comandante, espero estar à altura da responsabilidade que ele me deu, quero estar à altura deste povo. Terão em mim um pai, seu presidente. Serei o presidente dos pobres", prometeu o ex-motorista de ônibus, de 50 anos.

O candidato socialista, que chegou ao comício a bordo de uma caminhonete, foi saudado por milhares de pessoas das janelas dos prédios de Caracas, ao final de uma campanha de apenas dez dias.

No comício desta quinta (11) à noite em Caracas, para encerrar a campanha de Maduro, foram exibidos trechos com o final da campanha do presidente Hugo Chávez nas eleições de outubro do ano passado e do último discurso de Chávez em dezembro, antes de viajar para Cuba para ser operado em sua luta contra o câncer.

A multidão assistiu em um telão Chávez dizer: “Se algo acontecer eu peço que votem em Nicolás Maduro, porque ele é um dos líderes jovens com maior capacidade para a Presidência da República. Eu peço de coração”. O comício teve a participação do ex-jogador de futebol argentino Diego Maradona e das filhas de Hugo Chávez.

A lembrança de Chávez também foi cultivada em cada grito de guerra: “Chávez para sempre, Maduro presidente!” O candidato lembrou sua relação pessoal com Chávez, que o escolheu para sucedê-lo e falou que o maior legado deixado pelo presidente morto foi a inclusão social. “Ele inaugurou uma época histórica e democrática de união e participação das maiorias que foram excluídas”, disse Maduro, prometendo continuar as missões sociais criadas por Chávez.

Henrique Capriles
A oposição terminou a campanha na cidade de Barquisimeto, estado de Lara, no que chamou de Cruzada pela Venezuela. Capriles apostou em um discurso de promessas, prometendo manter programas sociais desenvolvidos por Chávez e valorizar o bolívar em relação ao dólar, resgatando o valor da moeda.

O candidato de oposição Capriles, de 40 anos, governador do Estado de Miranda, diz que os venezuelanos precisam de uma mudança. Ele espera que um último fôlego o leve à vitória -- algo que analistas consideram improvável.

Capriles foi derrotado por Chávez numa eleição presidencial em outubro passado. Desta vez, ele abandonou o tom respeitoso que demonstrava pelo presidente e passou a fazer ataques mais agressivos contra seus rivais.

Pesquisas
Segundo pesquisa do instituto Datanálisis publicada nesta quinta-feira, Maduro tem 9,7 pontos de vantagem sobre Capriles, com 54,8% das intenções de voto, contra 45,1%.

Em 18 de março, outra pesquisa Datanálisis dava vantagem de 14,4 pontos para Maduro, com 49,2% contra 34,8% para Capriles.