Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sexta-feira, 19 de julho de 2019
BRICS, África do Sul/Morreu Johnny Clegg, o cantor do hino anti-apartheid "Asimbonanga"
quarta-feira, 23 de março de 2016
Brasil/O DIA EM QUE JANOT ASSUMIU A POSTURA DE PROCURADOR GERAL
sábado, 12 de setembro de 2015
BRICS, БРИКС/The West is Outraged by the South Africa’s Politicians Call to Turn to the Russian Federation and China/На Западе возмущены призывом южноафриканских политиков развернуться в сторону РФ и Китая
09.09.2015, South Front http://southfront.org
It seems that somebody is scared by BRICS
This article originally appeared at Topwar, translated by Olga Seletskaia exclusively for SouthFront
The report’s authors write:
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Angola/DEMOCRACIA E BRANQUEAMENTO POLÍTICO
Agostinho Neto foi o timoneiro dessa grande epopeia e como político visionário cedo percebeu e conclamou que “Na Namíbia e na África do Sul estavam a continuação da nossa luta”.
A batalha do Cuito Cuanavale, que
quarta-feira, 25 de março de 2015
Angola/MONUMENTO À LIBERDADE
Os tanques Oliphant que há 27 anos atacaram o Triângulo do Tumpo caíram nos campos de minas não convencionais, reforçadas com caixas de explosivos e bombas avariadas da aviação, obra do capitão Jorge, comandante da Engenharia Militar. O capitão Valeriano estava com os seus homens, na linha da frente. Montou num ardil aos invasores que lhes foi fatal.
“Durante o dia retirei os meus homens das suas posições e eles passaram a ponte sobre o rio Cuito. Eu sabia que o inimigo estava a vigiar os nossos movimentos. Mas pela calada da noite, com o máximo cuidado, regressámos. Quando os invasores nos atacaram, pensavam que
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Brasil/Graça Machel: NOSSO DEVER É HONRAR O LEGADO DE ZUMBI E DE MANDELA
25 novembro 2014, Vermelho htt p://www.vermelho.org.br (Brasil)
Ela ressaltou que
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
GRACIAS, FIDEL
Iroel Sánchez
segunda-feira, 10 de março de 2014
UMA ÁFRICA ESTÁVEL É O ÚNICO CAMINHO
Ali Sultan Issa - Nasci a 4 de Março de 1932, na ilha de Pemba, em Zanzibar. Na infância já me interessava pela realidade social em que estava inserido. Foi aos 21 anos que decidi entrar na vida política e na luta de libertação nacional que culminou com a libertação do jugo colonial.
JA - Quando inicia a sua ligação com o movimento pan-africano?
ASI - Nos anos 60, quando estudava ciência política em Inglaterra. Aderi ao Partido Comunista. Daí até chegar ao movimento pan-africano foi um passo inevitável. Devido às actividades que desenvolvia, recebia com frequência convites vindos de países comunistas, em particular, da União Soviética. Concluídos os estudos regressei a Zanzibar.
JA - A sua ligação ao comunismo foi bem aceite?
ASI - As simpatias comunistas do Partido Nacional de Zanzibar, onde militava, preocupavam o Ocidente e uma vez que Zanzibar se situava dentro da esfera da influência britânica, o governo de Londres vezes sem conta tentou eliminar uma possível revolução. Durante o domínio britânico a temida revolução comunista nunca se materializou. A revolução veio depois e foi responsável pela deposição do sultão de Zanzibar e do seu governo de maioria árabe, dando lugar à República Unida da Tanzânia,
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
NOVO JOGO, NOVA OBSESSÃO, NOVO INIMIGO – AGORA É A CHINA
31 outubro 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Brasil/DECLARACIÓN FINAL XIX ENCUENTRO DEL FORO DE SÃO PAULO
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Moçambique/Livro “Obrigado Madiba” do moçambicano Abílio Soeiro à venda em Lisboa
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Premio Nobel sudafricano pide respetar acuerdos de paz en Colombia
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29 mayo 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)
Bogotá
(PL) --- El expresidente
sudafricano Frederick de Klerk, Premio Nobel de la Paz, afirmó aquí que deben
ser respetados los futuros acuerdos entre el Gobierno y las Fuerzas Armadas
Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Uruguay/Murió el pastor Emilio Castro
El año 2009, la Intendencia Municipal lo declaró "Ciudadano Ilustre de la Ciudad de Montevideo", recordando que "abogó por la esperanza de la recuperación democrática en Uruguay y el resto de América en tiempos de dictaduras en la región". En esa ocasión, se recordó que "Emilio Castro compartió, como tantos uruguayos, los golpes de la dictadura" y se reconoció que "su disposición solidaria fue fundamental para muchos uruguayos que padecieron el exilio".
Entre las múltiples actividades de apoyo a la resistencia Emilio Castro logró que el Consejo Mundial de Iglesias fuera una de las entidades que junto a IPS Inter Press Service colaborará con la agencia de noticias PRESSUR con sede en Roma.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Venezuela/TELESUR, SEIS ANOS DE TELEJORNALISMO TRANSFORMADOR
25 julho 2011/Carta Maior http://www.cartamaior.com.br
No terreno simbólico, quanto mais os povos vão tornando-se conscientes da prática cada vez mais hegemônica do jornalismo delinqüente, como agora se revela pelo fechamento do jornal News of the World, na Inglaterra, a Telesur caminha conquistando credibilidade consolidando um jornalismo de missão pública. A emissora vem conseguindo cada vez mais visibilidade mundialmente, comprovando o acerto de uma decisão que era considerada visionária, e vai levando na prática jornalística o seu lema “Nosso norte é o sul”. O artigo é de Beto Almeida.
Beto Almeida
Neste domingo, 24 de julho, a Telesur – La Nueva Television del Sur - completou seu sexto aniversário cercada de simbolismo - é a data de aniversário de Bolívar - de conquistas e de desafios. O simbolismo é a missão, bolivariana, de ser a única emissora televisiva que nasce para promover a integração latinoamericana e se contrapor, editorialmente, ao jornalismo desintegrador e neocolonialista praticado subreptíciamente ou encandalosamente pelas redes internacionais de TV.
No terreno simbólico, quanto mais os povos vão tornando-se conscientes da prática cada vez mais hegemônica do jornalismo delinqüente , sobretudo nos países imperialistas, como agora se revela pelo fechamento do jornal News of the World, na Inglaterra, a Telesur caminha conquistando credibilidade consolidando um jornalismo de missão pública. Enquanto a grande mídia inglesa, como nos EUA, França, Itália ou Espanha, revela sua absoluta relação intrínseca com governos imperais e guerreiros - e aqui estamos nos referindo também às suas mídias públicas que também atuam em sintonia com os interesses da indústria bélica, participando da construção de mentiras que “justificam”, sob uma ótica das razões propagandistas de Hitler, as guerras contra o Iraque, o Afeganistão, agora contra Líbia, e os preparativos para ações militares contra a Síria e o Irã, Telesur esforça-se exatamente para revelar a existência de um terrorismo midiático que tentar intimidar os processos revolucionários e populares.
Jornalismo delinqüente inglês, uma prática hegemômica
Sempre se soube da estreita ligação do jornalismo delinqüente das empresas de Murdock com as políticas mais interessantes para a indústria de armamentos e a suposta “guerra ao terrorismo”. Estes oligopólios jornalísticos sempre tiveram sob controle os governos de Margareth Tatcher, John Major, Tony Blair, Gordon e agora de Cameron, e esta relação jamais foi posta sob questão pelo jornalismo da BBC, que também ofereceu suporte editorial a todas as ações bélicas destes governos. Telesur, ao contrário, permite que as vozes silenciadas, seja nos EUA, ou na Europa, possam deunciar e revelar as ações criminosas da OTAN que sempre contaram com o suporte editorial da grande mídia capitalista, inclusive daquela chamada pública, mas que não foi capaz de escapar dos planos militares de seus governos contra os povos do Sul.
Para se ter uma idéia, basta citar dois exemplos recentes: primeiro, nos embates eleitorais na América Latina, como no Peru recentemente, quando até a BBC de Londres também revelou-se representar interesses neocoloniais ao fazer aberta campanha pró- Fujimori, lá estava Telesur informando sobre o significado histórico da vitória de Humalla. Segundo, a presença de Telesur na Líbia, única TV internacional a emitir de Trípoli, desmontando a vil farsa do “bombardeio humanitário da OTAN”, crime apoiado pela manipulação de todas as grandes redes, inclusive a TV Al-Jazeera, representante dos interesses do estado oligárquico do Qatar, país ocupado militarmente pelos EUA.
Telesur é conquista dos povos do sul
Telesur é também uma conquista, não apenas da Revolução Bolivariana, que já erradicou o analfabetismo e assumiu com soberania o destino de suas riquezas nacionais. Nunca tais causas e conquistas, também alcançadas por outras nações, foram adequadamente informadas. Jamais o tesouro cultural e das causas revolucionárias latinoamericanas mereceram espaços justos nas telas como na Telesur, que retrata Che, Zapata, Gaitan, Perón, Lula, Fidel, Evo, Mandela, Agostinho Neto e Samora Machel como expressões históricas das lutas populares.
Nas telas de Telesur há intensa e necessária divulgação, por exemplo, da vitória do povo da Bolívia contra o analfabetismo, ecoando a façanha da economia mais fraca da América do Sul já ser hoje “Território Livre do Analfabetismo”, ao passo que na economia mais forte da região sequer temos metas fixadas para erradicar esta vergonhosa mazela. Também há, por exemplo, qualificada informação sobre a retomada do desenvolvimento econômico na Argentina e seus progressos políticos, como na democratização dos meios de comunicação, o que permite que a Telesur seja hoje plenamente acessível aos nosso hermanos portenhos.. Os planos para a integração sulamericana - que é retratata com desdém e manipulação pela mídia capitalista - encontram na Telesur uma explicação lógica e contextualizada para os povos do sul.
Desta cobertura jornalística, sistemática e regular, vai surgindo clara a idéia de que essa integração exige valores como o da solidariedade e da cooperação entre os povos, para o que também se fazem necessárias políticas baseadas no Estado de tal forma que se realizem as obras públicas indispensáveis, de infraestrutura, por exemplo, para que o crescimento e o desenvolvimento sócio-econômico seja para todos os países da região. Só a Telesur pode oferecer uma cobertura legítima, educativa e transparente sobre estas políticas porque é, ela mesma, produto deste processo de libertação e de integração latinoamericana. E também porque não está submetida à ditadura do mercado, aquela que produz o jornalismo delinqüente da Inglaterra, mas não apenas lá.
Desafios
Muitos desafios, porém, cercam a Telesur. Entre eles: vencer a sabotagem permanente do império que coloca sempre mais e mais obstáculos para impedir o crescimento da visibilidade da Telesur no mundo. Apesar dela, Telesur já está na Espanha, caminha para a África de língua portuguesa. Além deste, há também a incompreensão em alguns círculos nos governos progressistas, que ainda retardam a integração midiática libertadora e preferem acordos com redes convencionais a cooperar com Telesur. Não há explicações lógicas para que, em sintonia com o processo e as políticas de integração latinomaericana, a TV Brasil ainda não tenha colocado em prática o convênio de cooperação firmado com a Telesur, permitindo, com isto, que os telespectadores brasileiros tomem conhecimento de um curso de transformações progressistas que avança em vários países da região. Aliás, a Telesur já foi bastante difundida nacionalmente no Brasil por meio de convênio com a TVE do Paraná,, até o ano de 2010. Seria apenas levar ao terreno da comunicação políticas de cooperação que já existem nos planos econômico, político, educacional, de saúde, seja com a Venezuela, com Cuba, com a Bolívia e Equador, todos sócios da Telesur.
Apesar destes obstáculos, a Telesur consegue cada vez mais presença e visibilidade mundialmente, comprovando o acerto de uma decisão que era considerada visionária, e vai levando na prática jornalística o seu lema “Nosso norte é o sul”, com o que prova e convida: um outro jornalismo é possível! E urgente!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Angola/Tomás Salomão: batalha de Cuito Cuanavale em Angola mudou a história na África Austral
A batalha do Cuito Cuanavale, em que as Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) derrotaram as forças do regime do apartheid, em 1988, é uma pertença do cidadão da África Austral e marcou o início da fase de desenvolvimento da região, afirmou ontem, em Luanda, o secretário executivo da SADC, Tomás Augusto Salomão.
Tomás Salomão, mestre em economia pela Universidade Eduardo Mondlame, que dissertava na palestra subordinada ao tema “Integração regional”, em alusão ao 10º aniversário da Universidade Lusíada de Angola, disse que esta batalha deu resposta à questão dos Chefes de Estado da região que hoje constitui a SADC, entre eles José Eduardo dos Santos, Samora Machel, sobre a redução da dependência destes países em relação à Africa do Sul racista e da então Rodésia do Sul.
Tomás Salomão referiu que a história registou as várias batalhas que decorreram no mundo, nomeadamente na América, África, Europa, Ásia e da guerra entre norte e sul, e “nós, os cidadãos da região da SADC, escrevemos a história do Cuito Cuanavale”.
“Temos a obrigação, passados 22 anos desta batalha, de escrever a história deste acontecimento e contar às gerações vindouras o que foi feito para a destruição da máquina de guerra sul-africana”, disse.
O ex-ministro das Finanças de Moçambique referiu que esta batalha deu espaço para que a Namíbia ficasse independente, em 1990, e é no mesmo ano em que Nelson Mandela sai da cadeia para, quatro anos depois, portanto em 1994, a África do Sul transformar-se num Estado multiracial e democrático.
Tomás Salomão disse não ter qualquer tipo de dúvidas que, olhando para uma perspectiva histórica e temporal nos últimos trinta anos, nota-se que a organização cresceu e desenvolveu-se, teve os seus desafios e continua a tê-los, mas continua a olhar para frente.
Afirmou que quando se diz que a organização cresceu do ponto de vista da perspectiva económica, humana e social, olhamos para a região e vemos a causa nobre porque estes valentes filhos de Angola, Moçambique, Botswana, Zimbabwe e de outros países da região se bateram.
Acrescentou que esta causa que se chama liberdade, paz e progresso não deve ser traída para que concentremos o essencial da nossa atenção no desenvolvimento dos nossos recursos, da nossa energia, do nosso intelecto, no essencial o desenvolvimento económico, social e o progresso. (Jornal de Angola/Rádio Moçambique)
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
África/Faleceu na Itália cantora sul africana Miriam Makeba, " Mamã África"
Voz legendária do continente africano e que se tornou um dos símbolos da luta antiApartheid, Miriam Makeba foi tomada de uma indisposição quando acabava de cantar durante 30 minutos na hora de um concerto dedicado ao jovem autor de " Gomorra" Castel Volturno perto de Nápoles.
" Makeba foi á última que subiu ao palco, após à passagem de outros cantores. Houve um pedido nesse momento se havia um um médico entre à assistência. Miriam Makeba desmaiou e caiu sobre no solo" , de acordo com um fotógrafo da AFP.
Foi transportada rapidamente para a clínica Pineta Grande Castel Volturno, onde teve morte imediata depois na sequência de uma crise cardíaca, de acordo com Ansa. Cerca de um milhar de pessoas assistiram a este concerto anti-mafia, sobre uma comuna considerada um dos feudos da máfia napolitana, o Camorra, e onde seis imigrantes africanos e um italiano foram abatidos em condições ainda por esclarecer, em Setembro passado.
Miriam Makeba tinha nasceu a 4 de Março de 1932, e Johannesburg. Começou a cantar nos anos de 1950 com o grupo " Manhattan Brothers" e escreveu em 1956 a canção que lhe deu grande sucesso: " Pata, Pata".
Foi forçada a exílar-se durante longos anos devido ao seu aparecimento num filme anti-Apartheid " Come back Africa" (o Regresso para África).
Miriam Makeba: voz legendária do continente africano
Paris (França) - A Voz legendária do continente africano e que se tornou um dos símbolos da luta antiApartheid, a artista sul-africana, Miriam Makeba, cognominada " Mamã áfrica" falecida na noite de domingo para segunda-feira perto de Nápoles, na Itália, nasceu em Joanesburgo (África do sul ) a 4 de Março de 1932.
Criança de uma mãe suazilandesa e de um pai shosa, atraiu à atenção internacional como cantora do grupo sul-africano "the Manhattan Brothers" , na véspera de uma digressão aos Estados Unidos em 1959.
No ano seguinte, quando queria regressar à África do Sul (seu país) para assistir o funeral de sua mãe, o Estado sul-africano tirou-lhe a sua nacionalidade e a condenou imediatamente depois da sua música. Na sequência deste desterro, viveu 31 anos no exílio, nos Estados Unidos e na Guiné.
Foi a primeira mulher negra foi autorgada com um Grammy Award que partilhou com o cantor norte americano Harry Belafonte em 1965.
Dois anos depois, conheceu cimeiras de glória com a gravação deo seu disco inédito "Pata Pata" inspirado de uma dança típica de um municipio sul africano.
Em 1985, conheceu uma passagem dolorosa quando a sua filha, Bongi, morreu com 36 anos de idade e Miriam Makeba, que não tinha dinheiro para pagar o seu enterro, fez o funeral sózinha impedindo os jornalistas a cobrir o acontecimento.
Nos anos de 1990, regressou para o seu país (África do Sul) após a saída de prisão de Nelson Mandela, mas esperou seis anos antes de gravar um novo disco. Saiu então o disco " Homeland" que contem uma canção que descreve a sua alegria de ter regressado à sua terra natal e no qual evoca o Apartheid.
"Eu conservei a minha cultura, conservei a música das minhas raizes. Graças a ela, tornei-me esta voz e esta imagem de África e do seu povo sem mesmo estar consciente", escreveu a grande cantora africana na sua biografia. (AngolaPress)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Chávez inicia histórica visita a Suráfrica para activar cooperación energética
Los temas económicos y comerciales centrarán la agenda de las conversaciones previstas el martes en Pretoria entre el presidente venezolano y su homólogo surafricano, Thabo Mbeki.
2 septiembre 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, inició este martes, una histórica visita a Suráfrica en la que prevé firmar acuerdos para activar la cooperación energética y fortalecer las relaciones bilaterales.
Los temas económicos y comerciales centrarán la agenda de las conversaciones previstas el martes en Pretoria entre el presidente venezolano y su homólogo surafricano, Thabo Mbeki.
La Presidencia de Venezuela precisó que, en su primera visita oficial a Suráfrica, Chávez tratará con Mbeki sobre la cooperación en proyectos de energía, minería, comercio, armamento, agricultura y obras públicas.
"Sin ninguna duda esto es una visita que va a contribuir de manera decisiva a afianzar las relaciones bilaterales entre la República Bolivariana de Venezuela y la República Surafricana, la República de Nelson Mandela", aseguró en entrevista exclusiva para TeleSUR, el embajador de Venezuela en Suráfrica, Antonio Montilla.
"Nosotros aspiramos que esta visita sea todo un éxito", agregó.
El diplomático venezolano explicó, además, que uno de los objetivos propuestos es firmar acuerdos que puedan contribuir a ambos pueblos y "que a través de la complementariedad y a través de la cooperación, batan unos de los flagelos de la población que son fundamentalmente la pobreza y por supuesto el sub desarrollo", dijo.
En tanto, la Cancillería surafricana indicó, en un comunicado, que las conversaciones Venezuela-Suráfrica se centrarán en "las oportunidades que existen en las áreas de energía, minería, comercio e industria de armamentos y se explorará una posible colaboración futura con Venezuela en los campos de agricultura y obras públicas".
"Es la declarada intención de Suráfrica ampliar sus relaciones con Venezuela en particular y con toda América Latina y el Caribe en general", señaló el ministerio sudafricano de Relaciones Exteriores.
Asimismo, el documento señala que entre otras medidas también se fortalecerán y consolidarán las relaciones Sur-Sur, a través de la cooperación en el Movimiento de Países No Alineados y en el foro G77+ China".
Las exportaciones surafricanas crecieron a 275,8 millones de rands (35,6 millones de dólares, ó 24,4 millones de euros) en junio de 2007, contra 107 millones y 156 millones respectivamente en 2005 y 2006.
Las importaciones surafricanas de Venezuela ascendieron a 530 millones de rands en 2007, contra 20 millones en 2005 y 325 millones en 2006, indicó.
Las principales exportaciones de Suráfrica fueron maquinaria y equipamientos mecánicos, metales de base y químicos, mientras las importaciones de Venezuela consistieron sobre todo en plástico y goma.
Venezuela en Suráfrica
El presidente venezolano ha manifestado en diversas ocasiones su interés en que Venezuela pueda contribuir a resolver los problemas de los países menos privilegiados del mundo.
En la actualidad, Chávez adelanta, a través de la embajada en Suráfrica, mecanismos de ayuda que si bien no desaparece las dolencias de este país, disminuye las deficiencias en torno a la educación, al enviar paquetes de útiles escolares a los niños sudafricanos.
En embajador venezolano aseguró que el mandatario de Venezuela ejerce un "esfuerzo mancomunado, a través de la política de relaciones multilaterales, y sin ninguna duda está orientado a tener y a cosechar grandes éxitos para los pueblos venezolanos, africanos, y para los pueblos del mundo".
Montilla destacó que las similitudes que comparten ambos gobiernos, en cuanto a los principios de cooperación e integración regional, "iluminan la política exterior y la política internacional de nuestros países".
La visita de Chávez al país africano tiene lugar antes de la cumbre entre África y Suramérica, que tendrá lugar del próximo 24 al 29 de noviembre en Caracas, la capital de Venezuela.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32213-NN/chavez-inicia-historica-visita-a-surafrica-para-activar-cooperacion-energetica/


