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quarta-feira, 25 de março de 2015

Angola/MONUMENTO À LIBERDADE

25 março 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Artur Queiroz

No Triângulo do Tumpo a Bandeira Nacional foi hasteada nos pontos mais importantes da Batalha do Cuito Cuanavale, travada há 27 anos, entre as forças angolanas e as tropas do apartheid, reforçadas com os batalhões de Savimbi.

Uma aliança que acabou esmagada, no dia 27 de Março de 1987. A derrota dos invasores levou à libertação de Nelson Mandela, ao fim do regime de Pretória e à independência da Namíbia. Os combatentes construíram heroicamente no Cuando Cubango o monumento mundial da liberdade.

Os tanques Oliphant que há 27 anos  atacaram o Triângulo do Tumpo caíram nos campos de minas não convencionais, reforçadas com caixas de explosivos e bombas avariadas da aviação, obra do capitão Jorge, comandante da Engenharia Militar. O capitão Valeriano estava com os seus homens, na linha da frente. Montou num ardil aos invasores que lhes foi fatal.
 
“Durante o dia retirei os meus homens das suas posições e eles passaram a ponte sobre o rio Cuito. Eu sabia que o inimigo estava a vigiar os nossos movimentos. Mas pela calada da noite, com o máximo cuidado, regressámos. Quando os invasores nos atacaram, pensavam que

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Portugal/CARTA ABERTA AO MINISTRO QUE TEMOS



12 novembro 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por AOFA*

1. Deslocámo-nos, a AOFA, à Assembleia da República para, in loco, poder ouvir Sua Exª o Ministro da Defesa Nacional discorrer sobre questões relacionadas com as Forças Armadas (FA's) e os militares, no contexto da discussão do Orçamento do Estado para 2014 (OE2014).

2. Pese embora não nos iludíssemos com uma pouco provável surpresa positiva, a verdade é que, inversamente, fomos, sim, confirmar a postura a que nos tem habituado: um ministro que nada ministra, a não ser dedicar-se a cortes nos meios que garantam umas FA's efectivamente capazes de cumprir o papel que a Constituição da República Portuguesa lhes atribui.

E, não bastando tamanha insuficiência, permitiu-se intervir em termos que intermediaram entre a hipocrisia e a meia verdade, uma e outra, distorcendo a veracidade dos factos, transmitindo à opinião pública uma falsa imagem do que se passa com os militares e as Forças Armadas, iludindo a realidade para obter a possível aprovação dos portugueses para as malfeitorias que sistematicamente vem praticando, num exercício, que é prática corrente, de "dividir para reinar.

Vamos aos factos.

3. Disse o Sr. ministro que foram feitas cerca de 30 reuniões com as Associações Profissionais de Militares (APM's). Nada mais falso.