2 outubro 2016, Jornal Domingo
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Um leão dedicado e determinado (palavras de Raimundo Pachinuapa, antigo
combatente) deixou-nos já lá se foram três décadas. Seu ideário mantém-se aceso
na mente da maioria dos moçambicanos, até porque “o que somos hoje, considera o
general, devemos a ele”.
O General Raimundo
Pachinuapa falava sexta-feira passada, em Maputo, numa palestra organizada pelo
Ministério da Administração Estatal e Função Pública sobre a Vida e obra de
Samora Moisés Machel, no quadro das celebrações do trigésimo aniversário da sua
morte.
O antigo combatente
destacou o papel do Marechal Samora Moisés Machel na luta contra a ocupação
colonial em Moçambique, um líder político apontado por seu companheiro de
trincheira como “um
cidadão atento, que acompanhava as acções de Kwame NKrumah, no contexto do
Gana, e
