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quinta-feira, 2 de abril de 2015

LEZIONI DELL’ALBA PER L’AFRICA

6 mars 2015, Investig'Action http://www.michelcollon.info  (France)
http://www.michelcollon.info/Lezioni-dell-ALBA-per-l-Africa.html?lang=fr


Il 14 dicembre 2014, l’«Alleanza bolivariana per i popoli del nostro America-Trattato di commercio dei Popoli» (ALBA) festeggiava i dieci anni di esistenza con i suoi undici paesi membri. Fondata sui «principi di solidarietà, di semplice cooperazione e di complementarietà», l’Alleanza ha come obiettivi lo sradicamento totale della povertà, dell’esclusione sociale e della dipendenza esterna.

La giovane Alleanza ha già al suo attivo numerose realizzazioni che le attirano l’interesse e la solidarietà dei popoli africani. l’ALBA suscita la speranza di tutti i combattenti antimperialisti grazie all’esempio di sovranità che dà di fronte alle potenze imperialiste e grazie alle prese di posizione rivoluzionarie a livello internazionale. L’opera compiuta è ricca di insegnamenti per i popoli africani sui quali si abbattono le rapaci potenze imperialiste che si lacerano per saccheggiare le ricchezze di petrolio, gas e minerali d’importanza strategica del continente.

La solidarietà regionale per allentare la stretta del mercato capitalista mondiale
In Africa le esperienze rivoluzionarie non mancano. Ogni volta i governi progressisti nati dalle lotte popolari si confrontano con il sistema capitalista mondiale, con i suoi scambi disuguali, con gli stratagemmi mafiosi a cui ricorre per abbassare i prezzi delle materie prime e con il debito

segunda-feira, 10 de março de 2014

UMA ÁFRICA ESTÁVEL É O ÚNICO CAMINHO

10 março 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Adalberto Ceita

Antigo representante do arquipélago de Zanzibar junto da Internacional Socialista no Cairo, Ali Sultan Issa está entre as vozes autorizadas quando o assunto é a luta que culminou com a independência e auto-determinação das colónias africanas.


Aos 82 anos e pela primeira vez de visita a Luanda, não disfarça a emoção quando recorda figuras como Ernesto “Che” Guevara, Agostinho Neto, Amílcar Cabral, Kwame Nkrumah, Marcelino dos Santos, Nelson Mandela, Oliver Thambo, Sam Nujoma e outros companheiros de luta.

Jornal de Angola - Em que circunstâncias aderiu à luta pela libertação da Tanzânia?

Ali Sultan Issa
 - Nasci a 4 de Março de 1932, na ilha de Pemba, em Zanzibar. Na infância já me interessava pela realidade social em que estava inserido. Foi aos 21 anos que decidi entrar na vida política e na luta de libertação nacional que culminou com a libertação do jugo colonial. 

JA - Quando inicia a sua ligação com o movimento pan-africano?

ASI - Nos anos 60, quando estudava ciência política em Inglaterra. Aderi ao Partido Comunista. Daí até chegar ao movimento pan-africano foi um passo inevitável. Devido às actividades que desenvolvia, recebia com frequência convites vindos de países comunistas, em particular, da União Soviética. Concluídos os estudos regressei a Zanzibar.

JA - A sua ligação ao comunismo foi bem aceite? 

ASI - As simpatias comunistas do Partido Nacional de Zanzibar, onde militava, preocupavam o Ocidente e uma vez que Zanzibar se situava dentro da esfera da influência britânica, o governo de Londres vezes sem conta tentou eliminar uma possível revolução. Durante o domínio britânico a temida revolução comunista nunca se materializou. A revolução veio depois e foi responsável pela deposição do sultão de Zanzibar e do seu governo de maioria árabe, dando lugar à República Unida da Tanzânia,