18 abril 2015, Página Global
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15 – O agrupamento FAPLA/FAR/PLAN tiveram antecipadamente,
ao nível do seu mando, ao nível de José Eduardo dos Santos, de Fidel de Castro,
de Sam Nujoma e de Oliver Tambo, entre outros mais, a visão das possibilidades
de criar vantagens estratégicas que inevitavelmente se iriam reflectir depois nas
conversações, a fim de alcançar os objectivos maiores: a independência da
Namíbia, por tabela o fim do regime de Ian Smith e a independência do Zimbabwe,
bem como o fim do próprio “apartheid”, com a introdução de eleições
abrangentes na base de 1 homem / 1 voto.
A plataforma ideológica permitia
encontrarem-se denominadores comuns na luta.
Sem essa visão, fruto da doutrina
progressista que dominava a “Linha da Frente”, seria impossível introduzir
meios, em tempo oportuno, que resultaram no desequilíbrio a favor do Movimento
de Libertação em África, no próprio teatro de operações.
A experiência das possibilidades estratégicas
e dos cenários que seriam assim produzidos, era algo que estava antes da tomada
efectiva das decisões, por via da paciente colecta de dados, assim como de sua
análise e foram os aliados dos angolanos e por inerente tabela os próprios
angolanos, que tiveram a noção mais exacta da situação internacional, da África
Austral e
