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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

BRICS, Russia/Cold War 2.0 and the Buzz Around Russia’s New Ultra-Heavy Drone


August 10, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/08/10/cold-war-2-and-buzz-around-russia-new-ultra-heavy-drone/


The Cold War perception of space travel as being very human-oriented with man conquering Mars to build the Capitalist or Communist cities of tomorrow has been completely replaced by the reality that drones are much better suited for space exploration than humans. When it comes to military aviation the situation is similar. The strongest and weakest point of any pilot is his brain, which cannot stand the massive gravitational forces that ultra-modern fighter jets are capable of creating. So it is no surprise that at some point the US, Russia and China will unveil a drone big enough and capable enough to replace any current generation bombers and fighters removing the limitations of the human body’s weakness to big gravity from military aviation. And, as of a few days ago the Russians did just that.

The Ministry of Defense of the Russian Federation just released video to the public of a test of their new massive pilotless aircraft called “The Hunter”. This demonstration was

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Brasil/Diplomata pede ajuda na Câmara para crianças palestinas

7 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O comissário-geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, Pierre Krähenbülh, esteve em audiência com a presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputada Jô Moraes, nesta quarta-feira (6), para pedir apoio à causa palestina. Ele falou sobre a possibilidade de conseguir algum mecanismo regular da contribuição brasileira à Gaza.  

A deputada se dispôs a ser uma ponte com  as associações e comunidades no Brasil de apoio à causa palestina e constituir um grupo de trabalho no parlamento brasileiro para debater o assunto. Ela se sensibilizou com o relato do diplomata sobre a situação dos palestinos após a ofensiva de Israel em julho do ano passado, quando recrudesceu o conflito entre israelenses e palestinos, na Faixa de Gaza. 

Nos ataques à Faixa de Gaza, as maiores vítimas são as crianças, destaca o diplomata. E, pensando nelas, Krähenbülh sugeriu que o Brasil ajudasse aos palestinos com um projeto nos moldes do

sexta-feira, 14 de março de 2014

A PROMOVER O IMPÉRIO DA AMÉRICA: GOLPE, PILHAGEM E DUPLICIDADE

12 março 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por James Petras

O regime Obama, em coordenação com seus aliados serviçais, relançou uma virulenta campanha de âmbito mundial para destruir governos independentes, cercar e finalmente subverter competidores globais, e estabelecer uma nova ordem mundial centrada nos EUA-UE.

Prosseguiremos com a identificação dos "ciclos" recentes da construção do império estado-unidense; os avanços e recuos; os métodos e estratégias; os resultados e perspectivas. Nosso foco principal é na dinâmica imperial que conduz os EUA rumo a maiores confrontações militares, até e incluindo condições que podem levar a uma guerra mundial.

Ciclos imperiais recentes 

A construção do império estado-unidense não tem sido um processo linear. As décadas recentes apresentaram amplas evidências de experiências contraditórias. Sumariamente podemos identificar várias fases nas quais a construção do império experimentou avanços amplos e recuos drásticos – com as devidas cautelas. Estamos a examinar processos globais, nos quais também há contra-tendências limitadas. Em meio a avanços imperiais em grande escala, regiões particulares, países ou movimentos resistiram com êxito ou mesmo reverteram a investida imperial. Em segundo lugar, a natureza cíclica da construção do império de modo algum põe em dúvida o carácter imperial do estado e da economia e seu implacável impulso para dominar, explorar e acumular. Em terceiro lugar, os métodos e estratégicas que dirigem cada avanço imperial diferem de acordo com mudanças nos países alvo.

Ao longo dos últimos trinta anos podemos identificar três fases na construção do império.

O avanço imperial da década de 1980 a 2000

No período aproximadamente de meados da década de 1980 ao ano 2000, a construção do império expandiu-se a uma escala global.

(A) Expansão imperial nas antigas regiões comunistas. Os EUA e a UE penetraram e hegemonizaram a Europa do Leste; desintegraram e pilharam a Rússia e a URSS; privatizaram e desnacionalizaram centenas de milhares de milhões de dólares do valor de empresas públicas, meios de comunicação social e bancos, incorporaram bases milhares por todas a Europa do Leste na NATO e estabeleceram regimes satélites como cúmplices voluntários em conquistas imperiais na África, Médio Oriente e Ásia.

(B) Expansão imperial na América Latina. A partir do princípio da década de 1980 até o fim do século, a construção do império avançou por toda a América Latina sob a fórmula de "mercados livre e eleições livres".

Desde o México até a Argentina, regime neoliberais, centrados no império, privatizaram desnacionalizaram mais de 5000 empresas públicas e bancos, beneficiando multinacionais dos EUA e da UE. Líderes políticos alinharam-se com os EUA em fóruns internacionais. Generais latino-americanos responderam favoravelmente a operações militares centradas nos EUA. Banqueiros extraíram milhares de milhões em pagamentos de dívida e lavaram muitos milhares de milhões mais de dinheiro ilícito.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NOVO JOGO, NOVA OBSESSÃO, NOVO INIMIGO – AGORA É A CHINA



31 outubro 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Para Obama há uma causa premente – a China. A África é a história de êxito da China. Onde os americanos trazem drones, os chineses constroem estradas, pontes e barragens. O que os chineses querem é recursos, especialmente combustíveis fósseis. O bombardeamento da Líbia pela NATO expulsou 30 mil trabalhadores chineses da indústria petrolífera. Mais do que o jihadismo ou o Irão, a China é agora a obsessão de Washington na África e para além dela.

Países são “peças num jogo de xadrez sobre o qual está a ser efectuado um grande jogo para a dominação do mundo”, escreveu Lord Curzon, vice-rei da Índia, em 1898. Nada mudou. O massacre no centro comercial em Nairobi foi uma fachada sangrenta por trás da qual uma invasão em grande escala da África e uma guerra na Ásia constituem o grande jogo.

Os assassinos do centro comercial al-Shabaab vieram da Somália. Se algum país é uma metáfora, este é a Somália. Partilhando uma língua e religião comuns, os somalis foram divididos entre os britânicos, franceses, italianos e etíopes. Dezenas de milhares de pessoas foram passadas de uma potência para outra. “Quando se faz com que se odeiem entre si”, escreveu um responsável colonial britânico, “a boa governação está assegurada”.

Hoje, a Somália é um parque temático (theme park) de divisões artificiais brutais, um país há muito empobrecido pelos programas de “ajustamento estrutural” do Banco Mundial e FMI e saturado de armas modernas, nomeadamente aquela da preferência pessoal do presidente Obama: o drone.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

LUTHER KING TINHA UM SONHO. OBAMA TEM UM DRONE



4 setembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Muita gente em todas as partes do mundo se iludia com a eleição de Obama em 2008. Também pudera: depois dos anos tenebrosos com Bush, qualquer coisa seria um alívio. Obama então apresentou um cardápio sedutor de promessas que, sabia-se, eram inaplicáveis para o establishment norte-americano. E ele logo se revelou uma farsa. Por Jeferson Miola


A cada dia se conhece com melhores detalhes a espionagem que os EUA promovem no Brasil e em outros países. Uma ação que agride as soberanias das nações e que tem antes estratégicos interesses comerciais e econômicos que qualquer preocupação com a segurança contra o terrorismo.

E a cada dia fica mais notável o quão abjeto é o papel desempenhado por Obama, somente equiparável àquele desempenhado pelos poderosos mais abomináveis da história humana.

Obama é prova do desvirtuamento do Prêmio Nobel da Paz. Ele é o Senhor das Guerras. O senhor de todas as guerras; o promotor das guerras que destroem nações, culturas, vidas e futuro. Guerras feitas em nome do domínio e da expansão do poder imperial dos EUA no mundo, mas cinicamente batizadas de “humanitárias”. A espionagem é a dimensão cibernética da guerra total que Obama promove.

A entrega do Nobel da Paz a ele é desmoralizante, feita para legitimar sua condição de gendarme do mundo. A concessão desse título não deixa de ser uma espécie de condecoração do crime. Com estilo e glamour.

Como observa o filósofo norte-americano Cornel West, “os legados de Luther King e Obama são o oposto. Um é sigilo, falsidade e drones. O outro, sonhos, verdade e justiça. Luther King disse ‘I have a dream’ [Eu tenho um sonho], enquanto Obama diz ‘I have a drone’ [Eu tenho um drone]” [Entrevista FSP, 24/08/2013].