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sexta-feira, 8 de abril de 2016

A ARGENTINA DEPOIS DO GOLPE BRANDO – A MARCHA APRESSADA DO CAPITALISMO MAFIOSO



7 abril 2016, Resistir.Info http://resistir.info (Argentina)

por Jorge Beinstein*

Na Argentina começa formar-se um regime autoritário com aparência constitucional, uma convergência mafiosa de camarilhas empresariais, judiciais e mediáticas monitorada pelo aparelho de inteligência dos Estados Unidos. Mas o que demonstram os primeiros meses deste processo é que a tentativa tropeça com numerosas dificuldades que ameaçam convertê-la numa gigantesca crise de governabilidade. O contexto do seu desenvolvimento é uma recessão económica que se vai aprofundando rumo à depressão, ou seja, um funcionamento económico de baixa intensidade, com altas taxas de desemprego, salários reais muito reduzidos e baratos em dólares.

Não se trata do retorno do velho neoliberalismo dos anos 1990 nem muito menos de uma imitação do regime oligárquico dos fins do século XIX e sim da tentativa de instauração de um sistema mafioso a parasitar sobre uma população

sexta-feira, 13 de junho de 2014

IIª GUERRA MUNDIAL: A GUERRA DESCONHECIDA

9/6/2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Paul Craig Roberts*Institute for Political Economy

Traduzido por mberublue

Em minha coluna de seis de junho, As mentiras tornam-se mais e mais audaciosas... mencionei que Obama e o primeiro ministro britânico, o “poodle” de Obama, da mesma maneira que Bush tinha seu “poodle” britânico, Tony Blair, conseguiram celebrar a derrota do nazismo alemão no aniversário dos setenta anos da Normandia sem mencionar os russos.

Salientei o fato de que, como bem sabem os historiadores e pessoas instruídas, o Exército Vermelho já tinha derrotado o nazismo alemão bem antes que os Estados Unidos sequer estivessem aptos a participar da guerra. Com certeza a invasão da Normandia não foi o fato que derrotou os nazistas. O que na realidade a invasão da Normandia evitou foi que o Exército Vermelho se derramasse por toda a Europa.

Como já ressaltei em outras colunas,

domingo, 8 de junho de 2014

6 DE JUNIO DE 1944: LO QUE NO OS DIRÁN

Michel Collon http://www.michelcollon.info

«Sí, ¡ pero los estadounidenses nos liberaron en el 45!» ¡Cuántas veces he tenido que oir decir eso! En la escuela. Pero también en los debates sobre las guerras actuales de Estados Unidos.

La del 40-45, ¿la única "buena" guerra de los EE.UU. ? Puede que haya que matizar. Algunos hechos inquietantes han sido documentados en un excelente libro del historiador Jacques Pauwels (1). Sus documentos irrefutables demuestran que gran parte de las empresas de Estados Unidos han colaborado directamente con Hitler, y no sólo al comienzo de la guerra : Du Pont, Union Carbide, Westinghouse, General Electric, Goodrich , Singer, Kodak, ITT, JP Morgan ...

Peor aún. La gran novedad estratégica de Hitler fue la " Blitzkrieg ", la guerra relámpago: dirigir muy rápidamente sus tropas hacia el corazón del enemigo. Para ello, dos condiciones esenciales: camiones y gasolina. Como Alemania no tenia ninguno de los dos, fue Esso la que aprovisionó la gasolina, mientras que los camiones provenían de las fábricas alemanas de Ford y

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NOVO JOGO, NOVA OBSESSÃO, NOVO INIMIGO – AGORA É A CHINA



31 outubro 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Para Obama há uma causa premente – a China. A África é a história de êxito da China. Onde os americanos trazem drones, os chineses constroem estradas, pontes e barragens. O que os chineses querem é recursos, especialmente combustíveis fósseis. O bombardeamento da Líbia pela NATO expulsou 30 mil trabalhadores chineses da indústria petrolífera. Mais do que o jihadismo ou o Irão, a China é agora a obsessão de Washington na África e para além dela.

Países são “peças num jogo de xadrez sobre o qual está a ser efectuado um grande jogo para a dominação do mundo”, escreveu Lord Curzon, vice-rei da Índia, em 1898. Nada mudou. O massacre no centro comercial em Nairobi foi uma fachada sangrenta por trás da qual uma invasão em grande escala da África e uma guerra na Ásia constituem o grande jogo.

Os assassinos do centro comercial al-Shabaab vieram da Somália. Se algum país é uma metáfora, este é a Somália. Partilhando uma língua e religião comuns, os somalis foram divididos entre os britânicos, franceses, italianos e etíopes. Dezenas de milhares de pessoas foram passadas de uma potência para outra. “Quando se faz com que se odeiem entre si”, escreveu um responsável colonial britânico, “a boa governação está assegurada”.

Hoje, a Somália é um parque temático (theme park) de divisões artificiais brutais, um país há muito empobrecido pelos programas de “ajustamento estrutural” do Banco Mundial e FMI e saturado de armas modernas, nomeadamente aquela da preferência pessoal do presidente Obama: o drone.