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sábado, 8 de novembro de 2014

50 PREGUNTAS Y RESPUESTAS SOBRE EL TRATADO DE LIBRE COMERCIO

5 noviembre 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


El debate público sobre el Tratado de Libre Comercio (TLC) que se está negociando entre la Unión Europea y Estados Unidos es casi inexistente. Y eso a pesar, o quizás debido a, su importancia. Por eso desde la Secretaría de Economía Política Global de Izquierda Unida hemos lanzado un documento divulgativo con el que pretendemos romper el bloqueo informativo sobre el TLC. Se trata de una serie de 50 preguntas y respuestas que de forma pedagógica intentan desvelar la importancia de un Tratado negociado de espaldas a la ciudadanía y que apoyan los principales grupos de poder económico y político. Esperamos que sea útil.

Para una lectura más cómoda el documento puede descargarse en formato .pdf pinchando aquí: 50 preguntas y respuestas sobre el Tratado de Libre Comercio entre Estados Unidos y la Unión Europea 

Por Alberto Garzón Espinosa y Desiderio Cansino Pozo, Secretaría de Economía Política Global de Izquierda Unida

1. ¿Qué es un tratado de libre comercio?
Un tratado de libre comercio es un acuerdo que se firma entre dos o más países y que tiene como objetivo ampliar el mercado de bienes y servicios entre los países firmantes. Para ello se busca la reducción o eliminación de las barreras arancelarias y no arancelarias que existen en un determinado momento entre espacios económicos. Es decir, busca la reducción o eliminación de los impuestos a la importación y de la regulación relativa a la comercialización internacional de bienes y servicios. Cuando el acuerdo se firma entre dos países es conocido como acuerdo bilateral mientras que cuando se firma entre más de dos países se denomina acuerdo multilateral. En el mundo hay más de 3.000 acuerdos internacionales de inversión, la mayoría de ellos bilaterales.

2. ¿Cuándo se ha empezado a negociar el tratado entre EEUU y la UE?
El 28 de noviembre de 2011 durante encuentro entre líderes europeos y estadounidenses se creó el Grupo de Trabajo de Alto Nivel sobre Empleo y Crecimiento (HLWG, por sus siglas en inglés). Este grupo tenía como objetivo

sexta-feira, 13 de junho de 2014

IIª GUERRA MUNDIAL: A GUERRA DESCONHECIDA

9/6/2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Paul Craig Roberts*, Institute for Political Economy

Traduzido por mberublue

Em minha coluna de seis de junho, “As mentiras tornam-se mais e mais audaciosas...” mencionei que Obama e o primeiro ministro britânico, o “poodle” de Obama, da mesma maneira que Bush tinha seu “poodle” britânico, Tony Blair, conseguiram celebrar a derrota do nazismo alemão no aniversário dos setenta anos da Normandia sem mencionar os russos.

Salientei o fato de que, como bem sabem os historiadores e pessoas instruídas, o Exército Vermelho já tinha derrotado o nazismo alemão bem antes que os Estados Unidos sequer estivessem aptos a participar da guerra. Com certeza a invasão da Normandia não foi o fato que derrotou os nazistas. O que na realidade a invasão da Normandia evitou foi que o Exército Vermelho se derramasse por toda a Europa.

Como já ressaltei em outras colunas,

domingo, 8 de junho de 2014

BRICS, БРИКС/GUERRA PSICOLÓGICA NOS MERCADOS FINANCEIROS: O ACORDO SINO-RUSSO DO GÁS

5 junho 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

1/6/2014, Madhi Darius Nazemroaya*, Global Research
Traduzido por Mberublue

Já havia negociações há tempos para um acordo de gás natural entre a Rússia e a China. Por que a gritaria quando finalmente aconteceu?
Quanto aos acontecimentos mundiais, é prudente que a pessoa olhe para além das manchetes. Muitos destes acontecimentos são, de forma sensacionalista, grosseira e tacanha, desarticuladas e mal interpretadas por uma espécie de novilíngua, combinadas a uma visão estreita. O anúncio de um mega acordo (também chamado de “Acordo Santo Graal” [Nrc]) energético que representa cerca de 36.8 bilhões de metros cúbicos (1.3 trilhões de pés cúbicos) de gás natural fechado entre a Federação Russa e a República Popular da China em 21 de maio de 2014 é apenas mais um exemplo disso.

Apesar de não se tratar, nem sinalizar nada de novo, em termos políticos ou econômicos, nem significar um estreitamento dos laços entre os dois países, o acordo atingido por Moscou e Pequim está sendo visto dessa maneira.

Malha de ferrovias e o Oleogasodutostão unindo Rússia (Sibéria) e China
(clique na imagem para aumentar)


De qualquer maneira, de uma ou de outra forma, as notícias destacam e distorcem a natureza do acordo energético sino-russo e a grande maioria delas enfatiza este acontecimento em particular apenas nos seus termos puramente políticos. Na realidade, com perdão ao trocadilho, este acordo já está no gasoduto há algum tempo e tanto Pequim quanto Moscou tem falado e estão em negociação sobre algum tipo de acordo de exportação/importação de gás natural há dez anos. Qualquer um que estivesse seguindo essas negociações (realmente importantes) saberia disso e