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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Abya Yala*, Ecuador/Miles de ecuatorianos protestan contra el ‘paquetazo’ neoliberal de Lenín Moreno

08 10 2019, Rebelión (México) https://www.rebelion.org/noticia.php?id=261154

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La población pide la apertura de un proceso político democrático que cuestione el ‘neoliberalismo por sorpresa’ del presidente, que hace lo contrario de lo que prometió en campaña.

El martes 2 de octubre, a las ocho de la tarde, Ecuador se paralizó delante del televisor para escuchar al presidente Lenín Moreno desgranar las principales medidas del ya anticipado “paquetazo”. Como si se tratara de un viaje en el tiempo, concretamente una vuelta a los años noventa, asistimos a un revival de aquel ajuste antisocial, encabezado por el Fondo Monetario Internacional y aplicado en el marco del Consenso de Washington, que sumió a América Latina en la conocida como “década perdida”. El nuevo embate neoliberal que arrasa la región (véanse las reformas en Brasil y Argentina), y que ahora se plasma en el paquetazo de Moreno, combina las antiguas medidas con las líneas de las reformas estructurales que se implantaron en los países de la Unión Europea (como España o Grecia), impulsadas por la famosa Troika (de nuevo el FMI) en el “Consenso de Bruselas”.

La contestación no se ha hecho esperar; desde la tarde

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Mercosul/VENEZUELA DENUNCIA A VOLTA DA TRÍPLICE ALIANÇA



2 agosto 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Tereza Cruvinel*

O tempo fechou e a paz acabou entre os parceiros do Mercosul, depois que o chanceler interino José Serra liderou o movimento para evitar que a Venezuela assumisse a presidência pro-tempore do bloco. Em seguida, ele anunciou o não reconhecimento da posse anunciada pelo presidente Nicolás Maduro, mesmo não tendo havido consenso e reunião das partes. Em comunicado oficial, divulgado nesta terça-feira,  a Venezuela denuncia a formação, pela extrema direita do sul do continente,   de uma nova Tríplice Aliança entre  Brasil, Argentina e Paraguai. Há muito tempo não havia um contencioso tão áspero entre vizinhos sul-americanos.

O comunicado diz ainda que os três países pretendem editar  “uma espécie de Operação Condor contra a Venezuela, que persegue e criminaliza seu modelo de desenvolvimento e democracia, agressão que inclusive tenta destruir a institucionalidade e legalidade do Mercosul”.  A manifestação é uma reação direta

sábado, 2 de julho de 2016

BRICS/O POVO CHINÊS SENTE-SE ULTRAJADO: "A CHINA IRÁ REAGIR SE PROVOCADA NOVAMENTE. ESTÁ-SE A ARRISCAR UMA GUERRA" -- Andre Vltchek*



1 julho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Alessandro Bianchi -- Começo com uma pergunta brutal: em que se tornou um país que propõe Donald Trump como seu "melhor candidato"'?

AV - Não é muito diferente do país que costumava ser há décadas, até há séculos. Desde o início, os presidentes dos Estados Unidos (todos de stock europeu, claro), promoveram a escravidão, campanhas de extermínio contra a população nativa da América do Norte, bárbaras guerras de agressão contra o México e outros países da América Latina, Filipinas, etc. Mudou alguma coisa agora? Duvido muito. Donald Trump é horroroso, mas ele também é honesto. Ambos os presidentes Clinton e Obama foram grandes oradores, mas impenitentes assassinos em massa.

AB - Numa pesquisa recente mais de 53% dos americanos estavam contra Hillary Clinton e Donald Trump. Quanto tempo mais se vai continuar a considerar os Estados Unidos uma democracia? E porquê, na sua opinião, é a abstenção a única forma de "rebelião" de uma população completamente excluída das tomadas de decisão?

AV - "Democracia" significa nada mais que, "governo do povo", em grego. Não há nada de democrático nos conceitos políticos dos Estados Unidos e da Europa. E não há absolutamente nada democrático no "acordo global", através do qual o Ocidente tem governando sobre o resto do mundo durante décadas e séculos. A segunda parte, estou convencido, é muito mais

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A ARGENTINA DEPOIS DO GOLPE BRANDO – A MARCHA APRESSADA DO CAPITALISMO MAFIOSO



7 abril 2016, Resistir.Info http://resistir.info (Argentina)

por Jorge Beinstein*

Na Argentina começa formar-se um regime autoritário com aparência constitucional, uma convergência mafiosa de camarilhas empresariais, judiciais e mediáticas monitorada pelo aparelho de inteligência dos Estados Unidos. Mas o que demonstram os primeiros meses deste processo é que a tentativa tropeça com numerosas dificuldades que ameaçam convertê-la numa gigantesca crise de governabilidade. O contexto do seu desenvolvimento é uma recessão económica que se vai aprofundando rumo à depressão, ou seja, um funcionamento económico de baixa intensidade, com altas taxas de desemprego, salários reais muito reduzidos e baratos em dólares.

Não se trata do retorno do velho neoliberalismo dos anos 1990 nem muito menos de uma imitação do regime oligárquico dos fins do século XIX e sim da tentativa de instauração de um sistema mafioso a parasitar sobre uma população

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Abya Yala, Pátria Grande/ENCUENTROS HEMISFÉRICOS EN LA HABANA

19 noviembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Alai

UNA MIRADA DIEZ AÑOS DESPUÉS

El Área de Libre Comercio de las Américas (ALCA) fue el proyecto estratégico de EE.UU. más importante luego de la caída del Muro de Berlín, en 1989, y de la Unión Soviética, en 1991. Su objetivo principal era reubicar geopolíticamente a la región bajo el total dominio norteamericano, con una fuerte política de carácter integral: económica, financiera, jurídica, cultural, militar, hacia toda la región.

Son años, no hay que olvidar, en que América Latina y el Caribe sucumbían ante el Consenso de Washington y se turnaban en el poder gobiernos neoliberales, en muchos casos post dictaduras militares, al servicio de las oligarquías nacionales y el capital transnacional. Muchos años de represión, de resistencias aplastadas, de crisis en el movimiento revolucionario mundial habían tenido un impacto directo en la desarticulación de lucha de los pueblos.

En mayo de 1997, en Belo Horizonte, comienza a gestarse la resistencia organizada. En Chile, un año después, tiene lugar la Segunda Cumbre de las Américas y, por primera vez, en forma paralela, una Cumbre de los Pueblos en la que confluían organizaciones de diversos signos políticos y sociales que empezaban a aglutinarse en la Campaña contra el ALCA y la Alianza Social Continental (ASC).

Cuba, país excluido del proyecto del ALCA, no estaba, sin embargo, ajeno a los grandes peligros que entrañaba para Nuestra América tal engendro anexionista. Un siglo antes, nuestro José Martí ya había alertado

domingo, 11 de outubro de 2015

LA GUERRA CONTRA LOS BRICS

9 outubro 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Alai

La guerra contra los BRICS continúa. El país hegemón, Estados Unidos, junto a sus satélites centrales, persiste en el intento de explicar el actual enfriamiento de la economía mundial por culpa de los países emergentes. Esto no va a parar. El FMI aprovecha su informe anual de previsiones de crecimiento económico para situar el foco afuera del epicentro capitalista. Y lo hace como sabe: abusando de su posición dominante para proyectar un panorama preocupante para China, Rusia, Brasil, India y Sudáfrica. De esta forma, se pretende desviar la atención de los verdaderos problemas estructurales del sistema capitalista mundial. Se obvia discutir acerca de subordinación de la economía real frente a la financiarización neoliberal. ¿Qué dice el FMI como garante de un sistema económico que permite que el 90% de los movimientos de capitales sean no productivos? ¿Cuál es la política económica del FMI para un sector financiero que es 18,1 veces superior a la economía real? ¿Por qué no prohíbe la existencia de fondos buitres que atentan y desestabilizan las economías de muchos países? ¿Por qué no

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO BRICS CRIA NOVO POLO MONETÁRIO INTERNACIONAL

26 agosto 2014, Gazeta Russa http://gazetarussa.com.br (Rússia)
Российская газета http://rg.ru (Россия)

William Engdahl, cientista político

Novo organismo criado em reunião dos países em Fortaleza oferece alternativa para o domínio econômico do FMI e do Banco Mundial ю

Não tenho dúvida de que os historiadores do futuro irão destacar a reunião dos chefes dos Estados membros do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) realizada nos dias 16 e 17 de julho na cidade brasileira de Fortaleza, como um dos pontos de transformação da história, comparável à derrota de Napoleão em Waterloo em 1815 e à ascensão do domínio imperialista britânico, seguido do norte-americano, em todo o mundo. É evidente que o presidente russo, Vladímir Pútin, está desempenhando um papel de liderança na criação de uma alternativa histórica para o sistema monetário e financeiro anglo-americano, no âmbito do BRICS. Presumo que os próximos meses serão decisivos a esse respeito.

 

Com certeza, o acordo mais importante alcançado nessa reunião foi o que se refere à criação do chamado Novo Banco de Desenvolvimento, com um capital inicial de US$ 50 bilhões e

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A CONTRAOFENSIVA DA DIREITA INTERNACIONAL

21 junho 2014,Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

por Emir Sader
Blog do Emir

A nova ofensiva contra a Argentina tem que ser respondida por todos os governos latino-americanos que são igualmente vitimas do capital especulativo.

A nova ação dos fundos abutre contra a Argentina faz parte de uma contraofensiva mais ampla da direita internacional contra os países progressistas da América Latina. Conduzida por suas principais vozes na mídia – Financial Times, Wall Street Journal, The Economist, El País – atacam sistematicamente esses governos, que não aceitaram os ditames do Consenso de Washington. E por isso mesmo conseguiram contornar a recessão capitalista internacional, que se instalou já faz mais de 6 anos no centro mesmo do sistema, arrasando os direitos sociais, sem prazo para terminar.

Por isso os países latino-americanos que seguiram crescendo e distribuindo renda, diminuindo a desigualdade que aumenta exponencialmente no centro do sistema, são um fator de perturbação, são a prova concreta que outra forma de enfrentar a crise é possível. Que se pode distribuir renda, recuperar o papel ativo do Estado, apoiar-se nos países do Sul do mundo e resistir à crise.

Daí a contraofensiva atual, que busca demonstrar

sábado, 3 de maio de 2014

SOMOS TODOS MACACOS

28 abril 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


por Emir Sader, Blog do Emir

Depois da enésima vez que jogaram bananas contra jogadores negros na Europa, Daniel Alves resolveu comer a banana e Neymar declarou: Somos todos macacos.


Depois da enésima vez que jogaram bananas contra jogadores negros na Europa, Daniel Alves resolveu comer a banana e Neymar declarou: “Somos todos macacos”. É o começo da reação, que os próprios europeus parecem incapazes de fazer, contra a discriminação nos campos de futebol, que é apenas a extensão da vida cotidiana em países que se consideram  “brancos e civilizados”.

 A Europa “civilizada” se enriqueceu às custas da escravidão e do seu corolário – a discriminação e a redução dos negros a “bárbaros”. Vieram com a cruz e a espada a “civilizar-nos”,  isto é, destruir as populações nativas e submete-las ao jugo da dominação colonial. Tiraram milhões de  africanos do seu mundo para trazê-los como animais a trabalhar como escravos para explorar as riquezas daqui e enviá-las para enriquecer a Europa  “civilizada”.

Todo o movimento histórico da “liberdade, igualdade, fraternidade”, foi feito em função da libertação dos servos da gleba europeus, desconhecendo a escravidão que essa mesma Europa praticava. Ninguém – salvo o solitário Hegel – tomou conhecimento da Revolução Haitiana contra a dominação da França

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A ALIANÇA DO PACÍFICO, UMA ALTERNATIVA?

26 fevereiro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br/  (Brasil)

A Aliança do Pacífico é a versão para o século XXI de outros projetos fracassados dos EUA para estender a todo o continente uma área de livre comércio.

por Emir Sader/Carta Maior

Há um grande lobby midiático internacional – em que o grupo espanhol Prisa, que publica El País, desempenha um papel motor – que, incomodado com o sucesso dos governos progressistas latino-americanos e para defender os interesses das grandes corporações internacionais na região, busca fazer dos seus sonhos realidade. A Aliança do Pacífico seria o setor dinâmico da América Latina e, como corolário, o Mexico e não o Brasil, seria o grande líder continental.

A Aliança do Pacifico é a versão para o século XXI de outros projetos fracassados dos EUA para estender a todo o continente uma área de livre comercio. A primeira versão foi o Nafta – Area de Livre Comércio da America do Norte -, assinado entre os EUA, o Canadá e o México, em 1994, cujos planos iniciais eram ir incorporando a países do continente, conforme seus governos correspondessem às normas do Consenso de Washington.

Depois do México, o Chile se apresentou como o próximo pretendente a ingressar no Nafta. Porém, no mesmo ano da assinatura do acordo, o Mexico viveu uma grande crise – a primeira crise especificamente neoliberal na América Latina -, ao mesmo tempo que o levante de Chiapas alçava seu grito conclamando à resistência contra o neoliberalismo.

sábado, 10 de novembro de 2007

Iberoamérica/Lage: cohesión social es fruto de un sistema de justicia


Santiago de Chile, 9 noviembre 2007 (PL) - Cuba planteó hoy en la XVII Cumbre Iberoamericana que nunca se alcanzará la cohesión social mediante las supuestas bondades del mercado, sino como fruto de un sistema de justicia e igualdad.

Al intervenir en la sesión inaugural de la cita de 22 mandatarios, el vicepresidente cubano Carlos Lage resaltó que también resulta imprescindible un orden político y económico internacional justo y democrático.

Para alcanzar la cohesión social hay que estar dispuestos a enfrentar a las egoístas y violentas oligarquías nacionales y a la política criminal de la actual administración de los Estados Unidos, dijo.

Lage insistió en que "ellos harán todo para impedir que alcancemos la justicia social o siquiera un poco más de cohesión social, porque afectaría sus privilegios históricos".

Sostuvo, además, que tampoco habrá cohesión social si "las naciones que se desarrollan con nuestros recursos y con el sudor y la sangre de nuestros pueblos se comportan con irresponsable egoísmo o tratan de seducirnos con demagógicas ayudas".

Igualmente, "si los Bancos Centrales están bajo las órdenes del Fondo Monetario Internacional y de un cuestionado consenso alcanzado en Washington e ignoran las necesidades de sus pueblos".

Tampoco, agregó, se alcanzará o no tendría sentido la búsqueda de la cohesión social, si no logramos salvar la existencia de nuestra especie.

Al respecto, preguntó ¿quién podría negar la primordial responsabilidad y nefasta influencia del Gobierno de Estados Unidos en estas circunstancias? Tras subrayar que "nada nos será regalado", el jefe de la delegación cubana destacó el derecho de todo ser humano a la salud, la educación y el trabajo.

Refiriéndose a Cuba, sostuvo que, "pese a invasiones, actos terroristas, guerra económica y multimillonarios esfuerzos por organizar una contrarrevolución interna, la cohesión social, fruto directo de la obra histórica de Fidel, es orgullo de los cubanos".

Es también una conquista irrenunciable que tiene sólidos pilares, agregó el vicepresidente cubano, quien aportó cifras e indicadores que reflejan los avances en Cuba en varios ámbitos sociales.

Subrayó, por último, que sin cultura no hay libertad posible, que nadie tiene más derecho a vivir que otros y que, en una sociedad que se considere justa, ningún ser humano debe sobrar.

En las austeras condiciones de vida de nuestro pueblo, en medio del más prolongado bloqueo de la historia del hombre, luchamos y defenderemos la unidad y la dignidad de los cubanos, concluyó Lage.

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

Presidente ecuatoriano exhorta a Fuerzas Armadas a trabajar por la paz

Quito, 05 Julio (ABN) - El presidente ecuatoriano, Rafael Correa, exhortó este jueves a las Fuerzas Armadas de su país a trabajar por la paz social con miras a construir una nación con justicia y equidad, reseñó Prensa Latina.
Al participar en el acto por los 35 años de creación del Escuadrón de Combate 2313 con base militar en Manta, en la provincia de Manabí, Correa señaló que los militares tienen la misión proteger las fronteras y soberanía del país.
“Debemos trabajar por la paz social, la cual sólo será posible construir a través de regímenes de justicia y de equidad, que es lo que la Patria demanda con urgencia”, subrayó.
Correa instó a las Fuerzas Armadas a incorporarse al proceso de cambio que vive la nación y recordó que la invocación a la soberanía comprende la defensa territorial aérea y marítima.
Advirtió que los asuntos internos de los países no se deben definir fuera de las fronteras nacionales y recalcó que las decisiones políticas y económicas a adoptar deben beneficiar a las mayorías.
El jefe de Estado ecuatoriano lamentó que en las últimas décadas Ecuador y Latinoamérica pasaran por períodos de vergüenzas cuando el desarrollo se vio guiado por el llamado Consenso de Washington.
Tras saludar a cada uno de los integrantes del escuadrón 2313, el dignatario participó en un almuerzo acompañado del viceministro de Defensa, Miguel Carvajal, y la oficialidad del Comando Conjunto de las Fuerzas Armadas.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=96769&lee=Array[0]