29 março 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)
Filomeno Manaças
Não há país sem história e os angolanos orgulham-se de terem uma das
mais ricas e brilhantes, apesar do pouco tempo de independência que têm. A
proclamação da independência deu-se em meio a batalhas ferozes contra forças
invasoras apoiadas por mercenários e aliados internos que pretendiam impedir a
consagração desse momento histórico.
Esse feito está devidamente registado e os heróis dessa nova madrugada
para Angola são conhecidos e merecem todo o nosso reconhecimento.
Agostinho Neto foi o timoneiro dessa grande epopeia e como político visionário cedo percebeu e conclamou que “Na Namíbia e na África do Sul estavam a continuação da nossa luta”.
Angola tem uma das histórias mais ricas e brilhantes porque além da luta
pela sua libertação do jugo colonial fascista português, uma vez conquistada a
independência nacional mergulhou no combate pela emancipação de outros povos. E
isso foi alcançado com bravura.
A batalha do Cuito Cuanavale, que
