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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Chile/Médicos chilenos viajan a la Franja de Gaza para tratar a los heridos [VIDEO]

29 agosto 2014, El Ciudadano http://www.elciudadano.cl (Chile)

Una delegación de médicos chilenos viajará a Palestina para tratar a los heridos que dejó la masacre israelí durante más de 50 días de bombardeos. Los médicos están a la espera de las visas que les debe conceder el gobierno de Netanyahu para volar hasta Tel Aviv y desde ahí ingresar a la malograda zona.

Mientras se hace oficial la tregua permanente, ya asoman las primeras cifras de daños materiales, heridos y muertos que dejó la asonada israelí en la franja de Gaza. En los cincuenta días de enfrentamientos han perdido ya la vida 2.120 palestinos, en su gran mayoría civiles y una cuarta parte de ellos niños. Además, alrededor de

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ISRAEL QUER A DESTRUIÇÃO POLÍTICA DOS PALESTINOS, DIZ INTELECTUAL JUDEU

22 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Tatiana Merlino, Adital

Nem quatro prisões foram suficientes para impedir que o filósofo israelense Sergio Yahni continuasse a criticar, duramente, a política de Israel em relação à Palestina. Judeu, nascido na Argentina, sua família emigrou para Israel quando ele tinha 12 anos. Como reservista do Exército, por quatro vezes se negou a se apresentar quando convocado, o que lhe rendeu quatro detenções, a última em 2002. Hoje, segue vivendo em Jerusalém, onde dirige o Centro Alternativo de Informação (AIC), organização palestino-israelense de direitos humanos.

Em entrevista à Ponte, Yahni afirma que o objetivo de Israel é destruir a capacidade do povo palestino de se expressar através de instituições políticas. "Continuam tentando tratar a resistência palestina como se fossem terroristas, não os reconhecendo e não negociando verdadeiramente.”

Desde o início da ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, em 08 de julho [e até o fechamento desta entrevista] o número de mortos chegava a 1.945 palestinos e 67 israelenses."A destruição é total, está por toda a parte. Estamos falando da destruição da única usina elétrica que existia. Estamos falando de toda a estrutura de esgoto. Estamos falando de mais de 100 mil pessoas sem água potável numa região onde já não há água. É um desastre total”, aponta Yahni.

Apesar dos mortos e da destruição, grande parte da população acredita que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netahyahu não é suficientemente duro com a resistência palestina, explica o filósofo. "Então, nascem dois tipos de repressão. Uma delas é a estatal, que, por exemplo, proibiu uma manifestação contra a ofensiva militar ocorrida no sábado, 11 de agosto. Por outro lado, há o que se pode chamar de uma repressão popular, da gente, dos grupos neofascistas.”

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O CESSAR-FOGO PROLONGADO ENTRE PALESTINOS E AGRESSORES SIONISTAS

27 agosto 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Os palestinos comemoram o fim de mais um episódio do massacre que sofreram por Israel. Um cessar-fogo prolongado, mediado pelo Egito, deve ser o ponto de partida para negociações mais abrangentes a serem retomadas em um mês. Entre os pontos centrais estão alívio do bloqueio de quase oito anos imposto ao estreito território palestino da Faixa de Gaza, para o envio de ajuda humanitária e materiais para a enésima reconstrução do enclave de 365 quilômetros quadrados, com quase 1,8 milhão de habitantes, uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.

O fim dos bombardeios diários da “operação Margem Protetora” – que, em hebraico, foi intitulada “Penhasco Poderoso” – obtido em negociações importantes, é uma vitória para os palestinos, vítimas de ataques brutais que incluíram também, por algumas semanas, a invasão terrestre com tanques e artilharia pesada. A agência da ONU

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

From Gaza to Brazil: STOP FINANCING DRONES THAT KILL OUR CHILDREN

August 14, 2014, The Palestine Chronicle http://www.palestinechronicle.com

Nota: Este artigo foi apagado no portal da Folha de São Paulo. Toda tentativa de acesso recebe a seguinte mensagem:  Erro 404 Desculpe, página não encontrada. A página que você procura não existe nos servidores da Folha de S.Paulo. (Mercosul & CPLP)

By Haidar Eid, Gaza


 Tear gas in Bil’in. (Supplied)

As I write this, bombs are falling around us. Electricity is severely restricted and water is hardly available. The loud and frightening sounds of missiles, drones, constant shelling are everywhere. Awake at night, fearfully waiting for the bombing; awake during the day, assisting the injured and searching the ruins of what were once family homes.gave refuge from this harsh world). Awake during the day to search for food and medicine, to bury our dead, and to wait for the night when they will destroy it all again. The death toll has reached 1813 killed (398 children, 207 women, 74 elderly) and 9370 injured (2744 children, 1750 women, 343 elderly). 0.1 percent of the total population of Gaza has already been killed.. During the month-long Israeli assault, a child was both born and later killed.

An entire generation of children in the Gaza Strip have grown up experiencing repeated massacres and

"SANGUE NAS MÃOS AMERICANAS" – Richard Falk na Palestina

21 julho 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por C.J. Polychroniou*

Há 20 anos que Israel e os Estados Unidos trabalham para separar Gaza da Margem Ocidental, violando os Acordos de Oslo que tinham acabado de assinar, declarando-os uma unidade territorial indivisível. O último massacre em Gaza faz parte duma política imperialista israelense que, como me escreveu Noam Chomsky há alguns dias, procura "apoderar-se do que há de valioso 'na terra de Israel', reduzir a população a uma existência marginal (com a habitual exceção neocolonialista: um enclave para os setores ricos e ocidentalizados em Ramallah) e, se ela se for embora, tanto melhor". Mas Richard Falk, Albert G. Milbank, professor emérito de direito internacional na Universidade de Princeton, antigo relator especial das Nações Unidas para a Palestina Ocupada, e autor do recente livro Palestine: The Legitimacy of Hope , que será publicado em setembro pela Just World Press, sublinha nesta entrevista exclusiva que

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Exjefe del ejército israelí admite fracaso de Israel en Gaza

11 agosto 2014, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El exministro israelí de asuntos militares, Shaul Mofaz, confesó el domingo que el ejército israelí ha fracasado en su ofensiva contra la asediada Franja de Gaza. 

El funcionario israelí tras el establecimiento de la tregua de 72 horas entre los israelíes y los palestinos afirmó que el ejército no logró conseguir sus objetivos para acabar con el Movimiento de Resistencia Islámica Palestina (HAMAS).

Además añadió que HAMAS ha conseguido la victoria y cumplió con sus objetivos durante los ataques israelíes al enclave costero palestino, infligiendo grandes pérdidas en las filas de las tropas del régimen de Tel Aviv.

Al destacar el poder militar de HAMAS, se refirió a la pérdida del ánimo de los israelíes debido al incumplimiento del sistema antimisil de ese régimen, la llamada “Cúpula de Hierro” en interceptar los cohetes lanzados desde Gaza.

Por otra parte, más de 6000 israelíes hicieron una campaña en las redes sociales contra el primer ministro de ese régimen, Benyamin Netanyahu, para

quinta-feira, 31 de julho de 2014

LA MORAL DEL SOLDADO JUDÍO

30 julio 2014, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

José Steinsleger

El llamado conflicto de Gaza suele agitar un confuso entrecruzamiento de prismas, datos, ángulos de mira, obsesiones, disciplinas (o relatos ylecturas, como se dice ahora) que sutilmente, abrumándonos con la inquietante presencia del sheriff Woody y el discurso del gran filósofo sionista Buzz Lightyear, busca remontarnos hasta el infinito… ¡y más allá!

Si el apotegma es válido, habrá que sopesar la cósmica energía de las mujeres de Gaza que nos interpelan, mirando al cielo con los brazos abiertos y las ropas empapadas con la sangre de sus hijos. ¿Verdades y mentiras? El comentarista se resiste a ensayar la cínica y serena imparcialidad de los que renuncian a fijar las verdades y mentiras de los hechos.

terça-feira, 29 de julho de 2014

EL MANUAL DE PROPAGANDA SECRETO DE LOS ISRAELÍES/ THE SECRET REPORT THAT HELPS ISRAEL HIDE FACTS

29 julio 2014, Rebelion http://www.rebelion.org (México)

Patrick Cockburn, The Independent http://www.independent.co.uk (UK)

Traducido para Rebelión por LB

Los portavoces israelíes tienen que trabajar duro para explicar cómo han llegado a matar a más de 1.000 palestinos en Gaza, la mayoría de ellos civiles, en comparación con los tres civiles que han muerto en Israel a consecuencia de los cohetes y morteros de Hamas. Pero en la radio, la televisión y los periódicos los portavoces del gobierno israelí como Mark Regev se muestran más sofisticados y menos agresivos que sus predecesores, quienes a menudo se mostraban visiblemente indiferentes ante la cifra de muertos palestinos.

Hay una razón que explica esta mejora de las habilidades en materia de relaciones públicas de los portavoces israelíes. A juzgar por lo que dicen, el manual de instrucciones que están utilizando es un estudio profesional, bien investigado y confidencial que explica cómo influir en los medios de comunicación y en la opinión pública estadounidense y europea. Escrito por el experto encuestador y estratega político republicano Frank Luntz, el estudio fue encargado hace cinco años por un grupo llamado The Israel Project,

domingo, 20 de julho de 2014

MILHARES SAEM ÀS RUAS EM TODO O MUNDO EM PROTESTO CONTRA O ATAQUE DE ISRAEL A GAZA

20 julho 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Vanessa Martina Silva, Opera Mundi

Presidente do Conselho Mundial da Paz avalia que manifestações devem aumentar em “tom, quantidade e contundência das denúncias”


Ato em Londres tomou diversas ruas da cidade

Milhares de pessoas em todo o mundo saíram às ruas neste sábado (19/07) para protestar contra a ofensiva realizada por Israel a Gaza, que desde o começo da operação a doze dias deixou mais de 340 mortos e milhares de feridos e deslocados. Em Londres, mais de cem mil pessoas protagonizaram um dos maiores protestos dos últimos anos. Para a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, em entrevista a Opera Mundi, a tendência é que esses “protestos aumentem em tom, quantidade e contundência das denúncias” no Brasil e no mundo.

Na capital inglesa, milhares de pessoas juntaram-se à passeata que foi do gabinete do primeiro-ministro David Cameron até a embaixada israelense. Os manifestantes carregavam cartazes pedindo para Israel cessar os ataques aos palestinos em um dos maiores atos realizados na cidade nos últimos anos.

Na capital francesa, a polícia reprimiu violentamente a manifestação. Pelo menos 38 pessoas

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Brasil/INTELECTUAIS CRITICAM DESOBEDIÊNCIA DE ISRAEL ÀS LEIS INTERNACIONAIS

Documento conjunto assinado pela Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos defende a "retirada completa das tropas de Israel, a reabertura dos pontos de acesso para a entrada da ajuda humanitária e a pronta retomada do diálogo pacífico". Para o jurista Fábio Konder Comparato, Israel comete crimes contra a humanidade em Gaza. "Nosso programa mínimo tem que ser a constituição de dois estados na Palestina", defende Marilena Chauí.

Tadeu Breda

13 janeiro 2009/Agência Carta Maior http://www.cartamaior.com.br

O permanente desrespeito ao Direito Internacional e ao Direito Internacional Humanitário por Israel em relação aos territórios e à população palestina esteve no centro do debate promovido nesta terça-feira (13) pela Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos no Memorial da América Latina.

A conferência contou com a presença de intelectuais e políticos que expressaram o desejo da sociedade civil brasileira em assistir ao fim imediato dos ataques sobre a Faixa de Gaza. Outro objetivo do encontro foi instar o Itamaraty a posicionar-se de maneira contundente em favor de uma solução definitiva para a disputa. Mais de 900 palestinos já morreram vítimas da ofensiva israelense iniciada no dia 27 de dezembro. O número de feridos gira em torno de 4 mil.

“Julgamos urgente e imperativo o cessar-fogo imediato, a suspensão dos bombardeios e dos ataques por terra a Gaza e a proibição do lançamento de foguetes do Hamas sobre território israelense”, diz o documento conjunto assinado pela Comissão. “Deve ainda haver a retirada completa das tropas de Israel, a reabertura dos pontos de acesso para a entrada da ajuda humanitária e a pronta retomada do diálogo pacífico.”

Nesta segunda-feira (12) o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou por 33 votos a favor e um contra – proferido pelo Canadá – uma resolução em que “condena fortemente” as operações militares israelenses por empreenderem “violações massivas” dos direitos humanos e destruírem “sistematicamente” a infra-estrutura palestina. Coréia do Sul, Japão e mais 11 países europeus se abstiveram da votação.

“Ficamos decepcionados pela resolução não ter sido aprovada por consenso”, diz Sílvio Albuquerque, chefe da divisão de Temas Sociais do Itamaraty. O diplomata demonstra preocupação com a aplicação dos pontos aprovados pelas Nações Unidas, uma vez que Israel desqualificou as novas exigências do Conselho de Direitos Humanos da mesma maneira que fez com as anteriores. Na semana passada o governo israelense desconsiderou o pedido de cessar-fogo enviado pelo Conselho de Segurança.

“O périplo do ministro Celso Amorim pelo Oriente Médio faz parte de um esforço diplomático para a realização de uma convenção pela paz com a participação de países que extrapolem o quarteto Estados Unidos, União Européia, ONU e Rússia”. Albuquerque acredita que as negociações realizadas apenas com as principais potências mundiais até agora não conseguiram promover avanços permanentes na questão palestina.

Impunidade
O jurista Fábio Konder Comparato acredita que Israel comete crimes contra a humanidade em Gaza e que se beneficia do fato de não estar vinculado ao Tribunal Penal Internacional. “Isso não pode ser admitido. Gostaria que o Brasil apresentasse uma proposta ao Tribunal para que os Estados que não fazem parte do estatuto possam ser alvo de um inquérito criminal preliminar que apure suas responsabilidades”, explica o jurista.

Caso o governo israelense siga descumprindo a legislação humanitária e as exigências da ONU, Comparato acredita que a comunidade internacional deve agir da mesma maneira como procedeu com o regime do apartheid na África do Sul. “Uma medida que nos resta é o boicote econômico. E isso diz respeito diretamente ao Brasil, uma vez que Israel é parceiro preferencial do Mercosul.”

O deputado federal Fernando Gabeira, membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acredita que o governo brasileiro deve ouvir tanto os parlamentares como a sociedade civil no momento de posicionar-se sobre os ataques israelenses. “Como deputado, quero ajudar na evacuação de brasileiros residentes em Gaza, além de estimular a continuidade da ajuda humanitária que o Brasil tem enviado à Palestina e intervir da melhor maneira possível nas longas negociações de paz que virão.”

Gabeira lembra que o mundo deve estar atento ao surgimento de um novo ator político internacional no dia 20 de janeiro: Barack Obama, que assume a presidência dos Estados Unidos dizendo-se “preocupado” com a morte de civis no conflito.

Paulo Sérgio Pinheiro, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP, concorda com a avaliação e acredita que “não haverá nenhuma mudança relevante na postura israelense antes da posse de Obama”.

Teocracias
A filósofa Marilena Chauí analisa que o mundo assiste no Oriente Médio à perda do referencial republicano, laico e democrático na política. “Existe uma forte concepção teológica em ambas as partes envolvidas na questão palestina.”

Segundo a professora da USP, quando a política é vista como extensão de uma divindade, não há nada que os homens possam fazer senão matar e morrer em seu nome. “A disputa para saber quem é o verdadeiro eleito por deus para ocupar a Palestina é uma ideia que justifica razões militares, econômicas e sociais”, analisa.

Marilena Chauí cita o pensador judeu Baruch de Espinoza – excomungado em 1656 devido a seus escritos sobre deus – para dizer que a paz não é a ausência de guerra, mas a virtude política por excelência. “Toda paz unilateral é na verdade a imposição da vontade do vencedor sobre o vencido.”

Chauí acredita que a idéia mesma de “território ocupado” e de “refugiados” tem que desaparecer porque não pode haver paz entre ocupante e ocupado. “Nosso programa mínimo tem que ser a constituição de dois estados na Palestina.”

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15486&alterarHomeAtual=1

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Organizações timorenses manifestam apoio aos palestinos

Díli, 19 janeiro 2009 (Lusa) - Uma aliança de organizações civis do Timor Leste manifestou, na capital Díli, o seu apoio aos palestinos da Faixa de Gaza, condenando a recente operação militar de Israel na região.

A coligação de 17 organizações pediu que Israel e os palestinos "encontrem uma solução pacífica em Gaza".

A declaração coletiva lembrou que muitos timorenses "sentem" a ocupação de Gaza por Israel porque o Timor Leste esteve 24 anos sob ocupação indonésia.

"Como povo que viveu 24 anos sob ocupação, sentimos grande empatia com o sofrimento infligido ao povo palestino em Gaza", afirmaram vários responsáveis das principais organizações cívicas e não-governamentais timorenses.

O grupo exigiu que a ONU "tome medidas rápidas para acabar com a guerra em Gaza". Em relação a Israel, as organizações timorenses pediram a retirada dos territórios palestinos, "em especial de Gaza".

Foi também exigido a Israel "que respeite o direito humanitário internacional e proíba o ataque a civis em tempo de guerra".

As entidades também pediram à "resistência palestina Hamas" para que "acabe com os seus ataques contra Israel".

O grupo de organizações recordou as condições de vida e de luta no Timor Leste após a invasão indonésia em 1975, para ressaltar "a solidariedade especial dos timorenses" com a população de Gaza.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

UM MUNDO SEM GUERRAS É POSSÍVEL

Coluna de Emir Sader

Fonte: Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br

O governo dos EUA respondeu aos atentados de 2001 com a adoção de uma doutrina que tenta condenar a humanidade a viver em guerra eternamente. Reivindica-se o direito de atacar preventivamente a quem julga que pode representar risco para ele, fala de “guerra infinita”, se reivindica a defesa “do bem contra o mal” e coloca rigorosamente em prática sua doutrina, como se vê pela ocupação e destruição do Iraque e do Afeganistão. Israel, como discípulo predileto do centro imperial do mundo, faz exatamente o mesmo contra os palestinos.
Militarizar os conflitos, tentar impor soluções baseadas na força e na violência, na superioridade militar, não importando o que seria justo, não importando quem sejam as vítimas da sua política genocida – é o resultado dessa doutrina. A lista de entidades supostamente “terroristas” – que inclui o Hamas, porém não o Exército israelense, para nos atermos a um exemplo aberrante imediato – serve para tentar desqualificar os inimigos do império e abençoar seus aliados. Um direito de consagrar quais seriam as forças do bem e as do mal – conforme os critérios do império genocida.
No entanto, um mundo sem guerras é possível. É possível ouvir as partes em confronto, buscar o respeito dos direitos de ambas, tentar todas as formas de solução política, em que todas as partes envolvidas sejam ouvidas e contempladas nas suas reivindicações, contanto que não impeçam que o mesmo aconteça com as outras partes.
Com esse objetivo foi organizada uma mesa de debates no Forum Social Mundial de Belém, no próximo dia 29, pela manhã, com o nome “Um mundo sem guerras é possível”, com a participação de Mustafa Barghouthi – dirigente palestino, que vive em Ramalah -, Alejo Vargas – professor universitário colombiano, especialista nos temas de negociação política de conflitos – e Ignacio Ramonet – renomado jornalista internacional, que abordará os temas do Iraque e do Afeganistão. A mesa é organizada por Clacso – Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais -, pelo Forum de São Paulo, por Memórias de Lutas e pela CUT.
Além dessa atividade, está programa um grande ato de solidariedade com a Palestina durante o Forum, que será aberto no dia 27 de janeiro e irá até primeiro de fevereiro. (Postado em 13/01/2009)

http://www.patrialatina.com.br/colunaconteudo.php?idprog=35cf8659cfcb13224cbd47863a34fc58&codcolunista=38&cod=796

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Bolivia rompe relaciones con Israel por el genocidio contra Gaza

Agencia Boliviana de Información (ABI) http://www.abi.bo

La Paz, 14 enero 2009 (ABI) - El Gobierno de Bolivia disolvió este miércoles las relaciones diplomáticas con el Estado de Israel que continúa con los ataques bélicos contra la población civil de la Franja de Gaza que cobró la vida de más de 1.000 personas.

“Bolivia tenía relaciones diplomáticas con Israel, pero frente a estos hechos de grave atentado contra la vida, a la humanidad, Bolivia rompe relaciones diplomáticas con Israel”, afirmó el presidente Evo Morales Ayma.

Esta decisión del Gobierno boliviano, lo hizo conocer en oportunidad del saludo protocolar que recibió del cuerpo diplomático acreditado en el país, realizado en instalaciones de Palacio Quemado.

Además anunció que el país presentará esta denuncia ante la Corte Penal Internacional sobre el genocidio que está cometiendo Israel contra la población civil de la Franja de Gaza.

“Hacemos el llamado, adjunto con muchos estados y organismos internacionales, especialmente organismos que defienden la vida para que a partir de este momento trabajemos para defender a la humanidad”, aseveró.

Recordó que cualquier Estado puede presentar denuncias contra los actores de los crímenes de lesa humanidad, genocidio, exterminio y otros.

“Los crímenes del Gobierno de Israel afectan la estabilidad y paz mundial y han hecho retroceder al mundo a la peor etapa de los crímenes de lesa humanidad que no se habían vivido sino en la segunda guerra mundial y en los últimos años en la ex Yugoslavia y Ruanda”, señaló el Mandatario.

El Jefe de Estado aclaró que Bolivia es pacifista y no puede estar expectante ante el evidente genocidio que comete Israel contra la gente civil en Gaza.

Desde el comienzo de la ofensiva militar israelí han muerto 1.000 palestinos y al menos 4.300 resultaron heridos en la Franja de Gaza, según informes palestinos. Sólo el martes el ataque israelí provocó la muerte de 47 palestinos.

Se anunció un refuerzo en la ofensiva contra la organización islamista Hamas en Gaza, donde los combates continúan sin pausa y las tropas ingresaron por primera vez en varios suburbios de la capital.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20090114115015&l=200901080043_Los_ni%F1os_en_Gaza_las_v%EDctimas_inocentes_de_los_ataques_de_Israel._(archivo).

Secretário do PCdoB defende condenação do Brasil a Israel

De São Paulo, Priscila Lobregatte

Blogue Somos Todos Palestinos http://somostodospalestinos.blogspot.com

Atuante na luta antiimperialista, pela soberania e direitos dos povos, o PCdoB tem incentivado seus militantes a integrarem as manifestações que acontecem por todo o país contra o genocídio na Faixa de Gaza. Um dos principais momentos de mobilização ocorrerá na abertura do Fórum Social Mundial, dia 27, em Belém. Em entrevista ao Vermelho, o secretário de Relações Internacionais do partido, José Reinaldo Carvalho, analisa a situação e defende a condenação enérgica pelo governo brasileiro às ações de Israel e o apoio à causa palestina.

Qual seria a saída para o fim dos conflitos entre Israel e Palestina?

A saída é muito difícil porque as razões que levaram a essa nova escalada são históricas e a situação é complexa. Só vejo solução se os problemas históricos e de fundo forem enfrentados. De qualquer maneira, é preciso lutar de imediato pela suspensão dos bombardeios, da ocupação terrestre e contra o cerco à Faixa de Gaza, assim como contra a campanha de aniquilamento da Resistência. É preciso também acabar com essa hipocrisia de dizer que as partes que estão negociando vão promover uma trégua e que o pressuposto é que o Hamas “pare de dar tiros”, como se se tratasse de uma guerra entre dois exércitos. O que há ali é massacre e uma luta desigual. Israel não pode continuar impunemente submetendo a população palestina e as forças da Resistência a uma operação de cerco e extermínio.

Porém, os problemas na região remontam à criação do Estado de Israel...

O Estado de Israel foi criado na base da usurpação do território da Palestina. Quando a Assembléia Geral das Nações Unidas de 28 de novembro de 1947 determinou, através da Resolução 181 a criação do Estado de Israel, estabeleceu também a criação do Estado da Palestina. Havia, então, a expectativa de que ambos os estados seriam capazes de conviver em harmonia. O que aconteceu, no entanto, é que desde então Israel foi se expandindo cada vez mais e inviabilizou a criação do Estado palestino. Não há o que tergiversar sobre isso. E mais: houve a guerra de 1967, quando Israel ocupou ainda mais territórios palestinos e árabes, revelando-se um Estado expansionista na região do Oriente Médio. Além disso, todo o processo de colonização dos territórios que passaram a ser de Israel foi feito na base da usurpação de terras das famílias palestinas, o que gerou um grande êxodo. Existem cerca de 4 milhões de refugiados. Por tudo isso, além da questão imediata deste conflito, é preciso avançar para a criação do Estado da Palestina livre, independente, com plena soberania, tendo por capital Jerusalém Oriental. Enquanto estas questões não forem resolvidas, não haverá paz na Palestina.

E os Estados Unidos têm papel fundamental no acirramento dos conflitos...

Sim. A resolução 242 da ONU, posterior ao conflito de 1967, determina a devolução de todos os territórios ocupados então e a criação do Estado Nacional Palestino. Então, quem está violando o direito internacional é Israel e os protetores de Israel, ou seja, os países imperialistas, especialmente os Estados Unidos, mas também a União Européia. A situação se complica com a tentativa dos Estados Unidos de impor o chamado Plano de Reestruturação do Oriente Médio, um engendro da Administração Bush, que corresponde às ambições hegemônicas do imperialismo norte-americano. Israel é a cabeça de ponte para a realização desse plano; é um Estado artificial que existe em nome dos interesses do imperialismo. É por isso que Israel guerreia não só contra os palestinos, mas também contra o Líbano, contra a Síria e outros países da região. E é por isso que urde planos para agredir o Irã. E, claro, desta estratégia faz parte também o apoio dos EUA a regimes árabes reacionários, que se comportam como “cavalos de Tróia” dentro do mundo árabe.

Que peso tem a vitória obtida pelo Hamas nas eleições parlamentares de 2006 nos conflitos atuais?


É curioso. Os países imperialistas aparecem como paladinos da democracia, exigiram eleições na Palestina e chegaram a monitorá-las. O Hamas se apresentou como força política, aceitou jogar as regras eleitorais e foi o vencedor daquelas eleições por conta de sua força política. Porém, esses mesmos países que supostamente defendem a democracia não reconheceram a vontade do povo palestino. Ou seja, para eles as regras democráticas só valem se uma determinada força ganha a eleição. A não aceitação dos resultados eleitorais e o anúncio do bloqueio dos fundos da Palestina feitos por Israel, Estados Unidos e União Européia certamente contribuíram para deteriorar a situação, que culminou com o sítio a Gaza, inviabilizando o suprimento do território em gêneros de primeira necessidade e medicamentos. O problema, portanto, não está no fato de ser o Hamas, islâmico e xiita. O problema é que Israel, os EUA e a UE não aceitam a emergência de forças da Resistência nacional. O mesmo acontece no Líbano com o Hezbollah.

Como se deu o fortalecimento de organizações com o Hamas e o Hezbollah?

Houve um momento importante na luta dos povos árabes durante as décadas de 1950, 1960 e 1970, quando emergiu o nacionalismo pan-árabe, formado por importantes forças republicanas, laicas, patrióticas, que chegaram ao poder em vários países árabes como fruto de revoluções nacionais, democráticas e anti-monárquicas. Uma das grandes figuras desse período foi o presidente (Gamal Abdel) Nasser, no Egito. Essas forças entraram em decadência por razões variadas e isso levou à emergência do que se chama de fundamentalismo islâmico. Tanto o Hamas quanto o Hezbollah crescem no vácuo deixado pelo enfraquecimento dessas forças e, claro, pelos seus méritos próprios como forças políticas capazes de se ligarem ao seu povo e de defender a identidade nacional, levando esta luta às últimas conseqüências. Existe, claro, um componente religioso, que é habilmente explorado pelo inimigo para semear a divisão das forças patrióticas e da Resistência nacional. Nós, comunistas, não concordamos com a idéia de um Estado teocrático, mas reconhecemos nessas organizações forças ligadas ao povo e cuja atuação tem sentido antiimperialista.

No conflito atual, como analisa a atuação dos principais países do tabuleiro político internacional, especialmente Estados Unidos e França?

O imperialismo norte-americano demonstrou, mais uma vez, seu apoio indeclinável a Israel. Bloqueiam qualquer possibilidade de o Conselho de Segurança da ONU tomar medidas efetivas em favor do cessar-fogo. A última Resolução foi um pedido de cessar-fogo, com a abstenção dos EUA. Esta potência imperialista propagandeia – com o apoio da mídia pressurosa em difundir esta idéia – que Israel está se defendendo do Hamas. Isso é falso. Tentam transformar o agressor em vítima. O imperialismo atua no sentido de legitimar os ataques e o genocídio e corrobora a estratégia israelense de aniquilar a Resistência palestina. A União Européia age no mesmo sentido. Os presidentes da França e da República Tcheca (esta última no exercício da presidência da UE), por exemplo, declararam seu apoio a Israel na luta contra o Hamas. Por isso o Hamas repudiou a intervenção da UE e em particular da França classificando-a como parcial, por tomar o lado de Israel. O presidente Nicolas Sarkozy envergonhou a França com o comportamento de trapalhão durante a semana passada trombeteando ter patrocinado um acordo de paz, sendo imediatamente desmentido por todas as partes envolvidas. Diga-se entre parênteses que poucas semanas antes ele veio ao Brasil desfrutar das demonstrações de sabujice de setores das classes dominantes brasileiras e da mídia que o paparicaram e fizeram com que se sentisse um imperador. Veio tentar atrair o Brasil e o Mercosul para a área de influência da União Européia. No que se refere ao Oriente Médio a UE pretende ocupar uma posição de destaque na crise. O plano apresentado por França e Egito é inócuo porque nem de longe faz menção clara à questão principal já referida aqui: criar um Estado palestino livre, independente e autônomo. Por fim, fazem parte das metas da União Européia a criminalização do Hamas e do conjunto da Resistência palestina.

E a postura do governo brasileiro?

Entre as forças políticas que integram o governo brasileiro, o PCdoB é uma das que mais valorizam a política que o presidente Lula e sua chancelaria têm feito em relação ao Oriente Médio. O ponto alto foi a realização da Cúpula América do Sul e Países Árabes, que atraiu a hostilidade dos EUA e de Israel. Foi muito positiva a declaração espontânea do presidente Lula quando condenou os EUA por impedirem uma ação da ONU em favor do cessar-fogo na crise atual. Corajosamente, criticou a própria ONU. Mas, me permito dizer que a posição formal do Itamaraty apenas “deplorando” a agressão israelense por ser “desproporcional” é uma posição tíbia, digamos, tecnicista, protocolar. É preciso condenar os ataques. A clareza política não pode ser obnubilada pelos rituais diplomáticos. O Brasil deve jogar um papel mais afirmativo em favor da causa palestina e condenar o terrorismo israelense. O presidente Lula deveria, inclusive, rever a decisão de visitar Israel este ano. Além disso, o Brasil não pode permitir que se concretize a proposta de realizar um acordo bilateral entre o Mercosul e Israel. Nossa diplomacia, que com muito talento desmontou a Alca, deveria ajudar a desmontar essa proposta. Aproveito para aplaudir a atitude do presidente Hugo Chávez de romper relações com Israel. O Estado terrorista e genocida de Israel merece ser repudiado e sancionado pela comunidade internacional.

Que papel o PCdoB pode desempenhar neste momento?

O PCdoB luta pela paz e apoia os esforços pela paz e, de imediato, para que cesse o genocídio e a crise humanitária em Gaza. Mas, é preciso que se apresentem planos sérios, factíveis. Será inócuo qualquer plano de paz que não parta de uma condenação clara à ofensiva israelense, de uma caracterização clara de que Israel está fazendo um genocídio e de uma exigência impositiva de que acabem imediatamente com os bombardeios e a ocupação em Gaza. Estamos orientando nossa militância a realizar manifestações em todo o Brasil, fortalecendo as organizações que lutam pela paz e praticam a solidariedade internacionalista, participando dos protestos e contribuindo para fortalecer a unidade do movimento pela paz. Estamos principalmente conclamando nossa militância, quadros e organizações sob nossa influência a transformarem o ato público de abertura do Fórum Social Mundial em Belém, dia 27, num grande ato contra o genocídio perpetrado por Israel nos territórios palestinos. O partido estará lá cumprindo seu papel de força internacionalista e solidária.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Venezuela expulsa a embajador de Israel

Agencia Bolivariana de Notícias (ABN) http://www.abn.info.ve
Caracas, 6 enero 2009 (ABN) - El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela mediante un comunicado informó que decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.

A continuación el texto completo del comunicado:

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela presencia una vez más, junto a los Pueblos del mundo, el horror de la muerte de niños y mujeres inocentes, producto de la invasión de la Franja de Gaza por tropas israelíes, y del bombardeo inclemente que, desde cielo y tierra, descarga sistemáticamente el Estado de Israel sobre territorio palestino.

En esta hora trágica e indignante, el Pueblo de Venezuela manifiesta su solidaridad irrestricta con el heroico Pueblo palestino, comulga en el dolor que embarga a miles de familias por la pérdida de seres queridos, y les tiende la mano al afirmar que el Gobierno venezolano no descansará hasta ver severamente castigados a los responsables de estos crímenes atroces.

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela condena tajantemente las flagrantes violaciones del Derecho Internacional en las que ha incurrido el Estado de Israel, y denuncia su utilización planificada del terrorismo de Estado, con lo cual este país se ha colocado al margen del concierto de las Naciones.

Por las razones antes mencionadas, el Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha decidió expulsar al Embajador de Israel y a parte del personal de la Embajada de Israel en Venezuela, reafirmando su vocación de paz y su exigencia de respeto al Derecho Internacional.

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela ha instruido a su Misión ante la ONU para que, junto a la mayoría de gobiernos que así lo reclaman, se presione para que el Consejo de Seguridad aplique medidas urgentes y necesarias para detener esta invasión del Estado de Israel contra el territorio palestino.

El Presidente Hugo Chávez, quien ha sostenido encuentros con altos representantes del Consejo Mundial Judío y siempre se ha opuesto al antisemitismo como a cualquier tipo de discriminacion y de racismo, hace un llamado fraterno al pueblo judío a través del mundo para que se oponga a estas políticas criminales del Estado de Israel que recuerdan las peores páginas de la historia del siglo XX. Con el genocidio del Pueblo palestino, el Estado de Israel nunca podrá ofrecerle a su Pueblo la perspectiva de una Paz tan necesaria como duradera.

Caracas, 5 de enero de 2009
http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=164048&lee=1

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Israel reage à decisão de Chávez e expulsa encarregado de negócios venezuelano

7 de Janeiro de 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - O governo de Israel anunciou hoje (7) a decisão de expulsar o encarregado de negócios da Venezuela, Roland Betancourt, em protesto pela medida adotada ontem (6) pelo presidente Hugo Chávez em relação ao embaixador israelense em Caracas, segundo informações da agência argentina Telam. O anúncio foi feito em Jerusalém pelo porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor.

Ele criticou a decisão de Chávez de expulsar o embaixador Sholmo Cohen e parte da equipe da representação diplomática israelense na capital da Venezuela. “É uma decisão brutal, que não é digna da Venezuela nem de seu povo”, argumentou, acusando o governo venezuelano de ter alianças com o grupo islâmico Hamas.

A Venezuela está representada em Israel somente por um encarregado de negócios, por conta das posições que o governo de Israel tem sobre o país. Os israelenses também mostram desagrado com as relações de Hugo Chávez com o presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad.

Em um comunidaco divulgado depois da expulsão do embaixador israelense, a Venezuela condenou o que considera “as flagrantes violações do Direito Internacional nas quais incorreu o Estado de Israel, assim como o uso do terrorismo de Estado para castigar todo um povo”.

Pouco antes, Chávez convocou a comunidade judaica da Venezuela a se manifestar contra a ação militar de Israel contra a Faixa de Gaza, iniciada no dia 27 de dezembro.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.4700545597/view