Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Conversando con Correa/Ahmadineyad a Correa: "Si a EE.UU. le preocupa la paz mundial, que destruya primero sus propias bombas atómicas"
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Bolivia, Irán/Resistencia ante expansionismo, valor básico de países independientes
El mandatario saliente iraní, al insistir en la necesidad de unidad y armonía entre las naciones y los gobiernos independientes para enfrentar a los países expansionistas, ha anunciado que “la ampliación y profundización de las relaciones con las naciones independientes, en particular con las de la región de América Latina, es
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Brasil/LULA E A LUTA POR UMA VAGA NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU
O cientista político norte-americano Joseph Nye saiu pela tangente quando foi perguntado, no programa Roda Viva, da TV Cultura, dia 10, sobre os obstáculos contra a pretensão brasileira de ter um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. O problema, disse ele, é o ciúme dos países vizinhos, como a Argentina, que ele citou nominalmente.
Nye podia ter sido mais franco e citado outros problemas, como a posição do governo dos EUA – que é decisiva numa escolha como esta. Ou ter se referido à resistência que aquela pretensão enfrenta, principalmente por parte do conservadorismo tucano, no próprio Brasil.
A viagem internacional que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia dia 13, para cinco países, em três continentes (Rússia, Senegal, Irã, Portugal e Espanha – na Europa, África e Ásia) representa, contra o espírito retrógrado da oposição tucana e neoliberal, a reafirmação não só daquela pretensão mas principalmente da qualificação do Brasil para ocupar aquele posto.
A pauta será extensa e inclui questões que vão desde o programa nuclear do Irã (que Lula vai abordar com o presidente Mahmoud Ahmadinejad), conversas entre o Mercosul e a União Europeia, a questão hondurenha - e também a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, aumentando o número de membros permanentes de cinco para 10, entre eles o Brasil (tema que Lula vai tratar com o presidente russo, Dmitri Medvedev, cujo apoio vai solicitar).
No Irã, Lula vai defender o direito soberano à pesquisa nuclear para fins pacíficos e colocar-se como um mediador entre as pretensões do governo de Teerã a seu programa nuclear pacífico e a pressão das grandes potências, lideradas pelos EUA, para enquadrar aquele programa e submetê-lo à bisbilhotagem imperialista.
É um cenário onde o Itamaraty tem se movimentado com desenvoltura desde que se apresentou de forma mais ampla como um negociador viável para o conflito no Oriente Médio, na última visita de Lula à região, em março. Na Espanha, o presidente brasileiro será uma das estrelas da 6ª Cúpula América Latina, Caribe e União Européia, que vai reunir 60 chefes de Estado destas regiões.
O novo protagonismo alcançado pelo Brasil corresponde, em primeiro lugar, à retomada – desde 2003 – da soberania nacional na política externa, ligada apenas aos interesses de nosso país e nosso povo e que, assim, afastou-se do costumeiro e automático alinhamento submisso às imposições do governo de Washington. Daí a oposição que ela enfrenta entre os setores neoliberais da política, da imprensa e mesmo da diplomacia brasileira.
Corresponde ainda à importância econômica que o país alcançou nos últimos oito anos, também derivada da recuperação da autonomia sobre decisões cruciais para uma política econômica soberana. Protagonismo que levou o país a outro estrelato, o econômico, sendo peça fundamental do grupo apelidado de BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) que, hoje, representa 16% do PIB mundial, abrange 42% da população do planeta, do qual detém 26% do território.
Este crescente reconhecimento da importância internacional do Brasil é o fundamento da reivindicação de uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. Não se trata de uma ambição deste governo: ela é da nação e esteve presente mesmo sob Fernando Henrique Cardoso, embora sem o brilho que adquiriu sob Lula. A diferença é fundamental – com FHC a pretensão brasileira podia ser vista como uma espécie de capricho do presidente da República. Não era. Mas a submissão às grandes potências e aos EUA empanava aquele brilho. Foi sob FHC, e isto tem um simbolismo crucial, que o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Lafer, humilhou-se, e ao povo brasileiro, submetendo-se a uma revista policial na qual aceitou tirar os sapatos no aeroporto de Washington embora tenha ido para lá em missão oficial.
Sob Lula, o Brasil retomou sua soberania e autonomia e sua qualificação para a presença permanente no CSN ficou mais visível, reconhecida e fortalecida, apesar da oposição de diplomatas, jornalistas e políticos brasileiros, conservadores e neoliberais, à política externa liderada pelo chanceler Celso Amorim. Eles reiteram velhos, vazios e vãos argumentos contra a atual política externa e querem a volta do alinhamento automático com as potências imperialistas. O périplo de Lula na semana entre os dias 13 e 20 contraria estas alegações acanhadas e recoloca o país em posição de igualdade perante seus parceiros estrangeiros – e isto é decisivo para conquistar a pretendida vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Israel reage à decisão de Chávez e expulsa encarregado de negócios venezuelano
Brasília - O governo de Israel anunciou hoje (7) a decisão de expulsar o encarregado de negócios da Venezuela, Roland Betancourt, em protesto pela medida adotada ontem (6) pelo presidente Hugo Chávez em relação ao embaixador israelense em Caracas, segundo informações da agência argentina Telam. O anúncio foi feito em Jerusalém pelo porta-voz da chancelaria de Israel, Yigal Palmor.
Ele criticou a decisão de Chávez de expulsar o embaixador Sholmo Cohen e parte da equipe da representação diplomática israelense na capital da Venezuela. “É uma decisão brutal, que não é digna da Venezuela nem de seu povo”, argumentou, acusando o governo venezuelano de ter alianças com o grupo islâmico Hamas.
A Venezuela está representada em Israel somente por um encarregado de negócios, por conta das posições que o governo de Israel tem sobre o país. Os israelenses também mostram desagrado com as relações de Hugo Chávez com o presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad.
Em um comunidaco divulgado depois da expulsão do embaixador israelense, a Venezuela condenou o que considera “as flagrantes violações do Direito Internacional nas quais incorreu o Estado de Israel, assim como o uso do terrorismo de Estado para castigar todo um povo”.
Pouco antes, Chávez convocou a comunidade judaica da Venezuela a se manifestar contra a ação militar de Israel contra a Faixa de Gaza, iniciada no dia 27 de dezembro.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.4700545597/view
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Irán y Bolivia aceleran ejecución de proyectos energéticos
Evo Morales también se reunió con el ayatolá Alí Jamenei, quien también saludó la contundente victoria obtenida por el gobnernante indígena el 10 de agosto en el referendo revocatorio.
2 septiembre 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Los gobiernos de Irán y de Bolivia acordaron este lunes, durante la visita de Estado a Teherán del mandatario boliviano, Evo Morales, profundizar sus relaciones bilaterales, así como acelerar la ejecución de proyectos conjuntos en las área de hidrocarburos, agrícolas y otros rubros de cooperación.
La decisión fue asumida durante una reunión de Morales y su homólogo iraní, Mahmud Ahmadineyad, en la casa presidencial en Teherán, que duró aproximadamente un poco más de una hora, informó la estatal Agencia Boliviana de Información (ABI).
Morales, el primer mandatario boliviano que visita la nación persa, llegó en horas de la mañana al aeropuerto capitalino de Mehrabad, tras lo cual se desplazó a la sede de la Presidencia del Gobierno, para reunirse en privado con Ahmadineyad
El presidente Morales calificó su visita a Irán como histórica y llamó a acelerar la ejecución de los proyectos acordados entre ambos países y a profundizar las relaciones diplomáticas "entre pueblos hermanos y antiimperialistas".
Por su parte, Ahmadineyad felicitó a su par boliviano por la contundente victoria alcanzada durante el referendo revocatorio el pasado 10 de agosto.
"Bolivia es un gran pueblo muy noble, es un país grande con mujeres y hombres revolucionarios", manifestó, a la vez que elogió "la resistencia de su pueblo en defensa de su libertad y de sus intereses en el corazón de Latinoamérica".
Ahmadineyad sostuvo que si bien hay mucha distancia geográfica entre Bolivia e Irán, "nuestros corazones están unidos, por ello se fortalecerán nuestras relaciones bilaterales y no habrá límites a la cooperación porque el progreso de Bolivia es también el progreso de Irán".
Entre los proyectos de cooperación se encuentran la entrega de equipos de perforación petrolera, la construcción de plantas de refinación de hidrocarburos, la capacitación de funcionarios bolivianos en el campo de la alimentación, la construcción de una fábrica de cemento y planes en las áreas agropecuaria, petroquímica y de fertilizantes.
La visita de Morales retribuye a otra realizada por Ahmadineyad en 2007, cuando Irán abrió en Bolivia una oficina de representación diplomática y comercial.
En septiembre de ese mismo año, ambos países firmaron un acuerdo de cooperación política y se espera que el Parlamento iraní apruebe pronto el estudio de un amplio proyecto de ley para un acuerdo de cooperación bilateral con Bolivia.
Reunión con Jamenei
Evo Morales también se reunió con el ayatolá Alí Jamenei, quien también saludó la contundente victoria obtenida por el gobnernante indígena el 10 de agosto en el referendo revocatorio.
"Nos gustaría que los pueblos de América Latina como el suyo avancen mucho más en su lucha por mantener y recuperar su derechos que con tanto esfuerzo recuperaron", afirmó el líder espiritual de Irán.
Morales explicó al Ayatolá que el referendo en Bolivia es un gran avance democrático, no solo por los resultados obtenidos, sino por la importante participación ciudadana. Afirmó que el proceso de cambio en Bolivia necesita de apoyo, cooperación y acompañamiento de los países con sus líderes amigos.
"El despertar de los pueblos de la región latinoamericana, y su decisión para conseguir a sus derechos, es un acontecimiento feliz que ciertamente no será satisfactorio para las potencias", afirmó Jamenei al final de la reunión.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32206-NN/iran-y-bolivia-aceleran-ejecucion-de-proyectos-energeticos/
Lea también
Bolivia y Libia fortalecen sus relaciones con firma de acuerdos económicos
Presidente boliviano visita Irán para afianzar lazos de cooperación energética
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Presidente boliviano visita Irán para afianzar lazos de cooperación energética
El líder suramericano tiene prevista una reunión con su homólogo iraní, Mahmud Ahmadineyad, con quien comparte visiones sobre el desarrollo social y las relaciones internacionales.
1 septiembre 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Tras visitar Libia, el presidente de Bolivia, Evo Morales, arribó este lunes a Irán, país que visita por primera vez como jefe de Estado, para afianzar vínculos bilaterales y ampliar los planes de cooperación energética que mantiene con el gobierno de Teherán.
Morales llegó al aeropuerto de Mehrabad, en Teherán, donde fue recibido por el ministro de Industria y Minas iraní, Ali-Akbar Mehrabian.
El líder suramericano tiene prevista una reunión con su homólogo iraní, Mahmud Ahmadineyad, con quien comparte visiones sobre el desarrollo social y las relaciones internacionales.
El portavoz del gobierno boliviano, Iván Canelas, que acompaña a Morales en su viaje, adelantó que el mandatario andino y Ahmadineyad conversarán sobre los vínculos bilaterales que mantienen las dos naciones, entre ellos el energético.
El presidente revisará con su anfitrión temas de la actualidad internacional y reafirmará el compromiso de su gobierno con la paz, el crecimiento económico sostenible con justicia social y el combate al hambre y la pobreza, señaló, por su parte, la Cancillería boliviana.
Bolivia es uno de los mayores productores latinoamericanos de gas e Irán es el cuarto exportador mundial.
Canelas agregó que Bolivia quiere conocer la experiencia iraní en el sector de hidrocarburos y destacó que ése será uno de los asuntos más importantes de las conversaciones que mantengan los gobernantes de ambos países.
Señaló que los contactos entre Morales y Ahmadineyad serán la continuación dl encuentro que tuvieron el pasado 27 de septiembre con motivo de la visita oficial a La Paz del presidente iraní.
En esa visita, Bolivia e Irán firmaron un programa de cooperación por valor de mil 100 millones de dólares y ratificaron la alianza política que mantienen, basada en su posición común contra el imperialismo estadounidense.
Morales y Ahmadineyad firmaron entonces una declaración conjunta en la que se comprometieron a trabajar por la construcción de un mundo multipolar y defendieron el derecho de los países a desarrollar la energía nuclear con fines pacíficos.
En su viaje a Irán, Morales estará acompañado del ministro de Hidrocarburos, Carlos Villegas, y del embajador extraordinario de Comercio e Integración, Pablo Solón, además del portavoz del Gobierno.
El pasado 10 de junio, el ministro de Asuntos Exteriores iraní, Manuchehr Mottaki, recibió a un enviado especial de Evo Morales, Carlos García, y ambos reiteraron su deseo de afianzar las relaciones bilaterales.
"La cooperación en los campos de infraestructura, particularmente la construcción de presas y centrales de energía eléctrica, y en la industria de petróleo y gas, así como en las cuestiones informativas y de enseñanza, seguro que contribuye a la promoción de las relaciones", dijo en esa ocasión el canciller iraní.
Irán y Bolivia establecieron relaciones diplomáticas en septiembre del año pasado, dos semanas antes de la visita oficial de Ahmadineyad a La Paz.
Canales anticipó que su país tiene planes para abrir una embajada en Teherán.
Cooperación con Libia
Morales arribó a Irán procedente de Libia, donde también suscribió instrumentos para impulsar proyectos de desarrollo mutuo en diversos campos de la economía.
Uno de los acuerdos constituye el marco para los programas, planes, proyectos y convenios específicos que forman parte de la cooperación entre Bolivia y Libia, principalmente en los campos de los hidrocarburos, minería, producción, industria, agricultura, infraestructura, energía, cultura y ciencia y tecnología.
También fue suscrito un Memorando de Entendimiento que establece la intención de desarrollar las relaciones diplomáticas entre ambas partes por el interés de los dos países.
"El desarrollo de las relaciones de amistad y cooperación contribuirá a consolidar la paz, la seguridad y la prosperidad regional e internacional conforme a los principios de la Carta de las Naciones Unidas y las legislaciones reconocidas", dice el memorando.
Durante su histórica visita, la primera de un mandatario boliviano al país magrebí, Morales se reunió con el líder de la Revolución, Muammar Al-Gaddafi, con quien conversó, principalmente, sobre la actual situación geopolítica no sólo de América Latina, sino también del África, Europa y Estados Unidos, y destacaron la importancia del encuentro entre los países del sur en noviembre próximo en Caracas-Venezuela.
También hablaron sobre el fortalecimiento de las relaciones diplomáticas entre ambos países y los acuerdos de cooperación, principalmente en los campos de hidrocarburos, agropecuarios, entre otros.
El gobernante recibió pleno respaldo en el proceso de transformación social y económica que adelanta en Bolivia.
La Paz y Trípoli establecieron relaciones diplomáticas el pasado 13 de agosto con un memorando de entendimiento suscrito por el director general para América de Libia, Mohamed Matri, y el ministro de Exteriores boliviano, David Choquehuanca.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32176-NN/presidente-boliviano-visita-iran-para-afianzar-lazos-de-cooperacion-energetica/