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sábado, 13 de junho de 2015

26 COISAS SOBRE ISIS E AL-QAEDA QUE NÃO QUEREM QUE SAIBAS

29 maio 2015, ODiario.nfohttp://www.odiario.info (Portugal)


O Estado Islâmico, ISIS ou Daesh, foi criado pela CIA, a MOSSAD e o MI6 para rebentar com a Síria.… ¿Como é possível que prossiga a estratégia dos EUA no sentido de criar um estado policial mundial? Passando pela destruição de povos, culturas ancestrais e restos de antigas civilizações. A barbárie na sua máxima dimensão.

Coisas que não querem que saibas da Al-qaeda

1-Os EUA apoiaram a Al Qaeda e as suas organizações filiadas durante quase meio século, desde o apogeu da guerra afegã-soviética.

2-A CIA criou campos de treino para a al-Qaeda no Paquistão. Num período de dez anos, desde 1982 até 1992, uns 35.000 jihadistas procedentes de 43 países islâmicos foram recrutados pela CIA para lutar na jihad afegã contra a União Soviética.

3- Desde a época da Administração Reagan que Washington tem apoiado a rede terrorista islâmica. Ronald Reagan qualificou esses terroristas como “lutadores pela liberdade”.

Os EUA forneceram armas às brigadas islâmicas. Era tudo para

sábado, 28 de junho de 2014

ARREST BLAIR FOR CRIMES AGAINST PEACE





Arrest Blair http://www.arrestblair.org


Blair must face justice

This site offers a reward to people attempting a peaceful citizen’s arrest of the former British prime minister, Tony Blair, for crimes against peace. Anyone attempting an arrest which meets the rules laid down here will be entitled to one quarter of the money collected at the time of his or her application.

Money donated to this site will be used for no other purpose than to pay bounties for attempts to arrest Tony Blair. All the costs of administering this site will be paid by the site’s founder.*

The intention is to encourage repeated attempts to arrest the former prime minister. We have four purposes:

- To remind people that justice has not yet been done.
- To show Mr Blair that, despite his requests for people to “move on” from Iraq, the mass murder he committed will not be forgotten.
- To put pressure on the authorities of the United Kingdom and the countries he travels through to prosecute him for a crime against peace, or to deliver him for prosecution to the International Criminal Court.
- To discourage other people from repeating his crime.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

MONIZ BANDEIRA COLOCA EM XEQUE "ATAQUE QUÍMICO" NA SÍRIA



3 setembro 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Em entrevista ao jornal O Estado de Minas, no último domingo (1º/9), o professor Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira é um dos que coloca em xeque os relatos sobre o ataque químico na Síria.

Doutor em ciência política, professor aposentado de história da política externa do Brasil e autor de vários livros premiados sobre relações internacionais, ele não tem dúvidas em afirmar que o ataque da madrugada de quarta-feira foi “montado” por opositores ao governo de Bashar al-Assad.

Diferentemente dos países árabes, onde ocorreram mudanças de regime na chamada Primavera Árabe, o conflito na Síria envolve questões mais complexas e confronta interesses estratégicos de diversos atores.

É dado como certo que algum tipo de arma química foi utilizado no ataque realizado nos subúrbios de Damasco. No entanto, há incertezas sobre quem foi o responsável por desferir a operação.

Os Estados Unidos e seus aliados atribuíram imediatamente a autoria do bombardeio ao governo de Al-Assad, que sempre negou o uso de tais armas. Além da própria Síria, Rússia e Irã acusam os rebeldes pelo crime.

As imagens e declarações a respeito do massacre encheram os noticiários. As informações mais veiculadas relatam 1,3 mil mortos, centenas delas crianças. O credito dado é sempre “de acordo com ativistas”, ou seja, um lado do conflito. Às vezes, mais responsavelmente, fala-se em centenas de vítimas.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Brasil/Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio convoca manifestação

20 de março de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio organizará uma manifestação para o próximo sábado (23), em São Paulo, para fazer frente à desinformação que garante apoio às declarações imperialistas e a ameaça de intervenção militar na Síria. A ingerência nos assuntos internos desta nação árabe milenar e soberana tem sido motivo de críticas dos aliados do povo sírio.



Em fevereiro, no Centro Cultural Árabe-Sírio, o cônsul da Síria Ghassan Obeid fez uma longa exposição do que acontece no país, e denunciou o apoio estrangeiro aos grupos armados que atuam na destruição de infraestruturas e causando a morte de milhares de civis.



O cônsul classificou estes grupos de terroristas que têm desestabilizado a política e a vida interna da Síria, com o apoio direto, financeiro e bélico, de países como os EUA (que já declararam ter ainda a intenção de aumentar este apoio), países europeus, países do Golfo Pérsico (como o Catar e a Arábia Saudita) e a vizinha Turquia.



O conflito armado, que começou em 2011, demonstra indícios de manipulação externa das diferenças etno-políticas do país, mais uma vez instrumentalizadas para garantir a instabilidade interna. O Ministério de Informação sírio emitiu um documento extenso em que mencionou esses esforços e fez uma relação das ações violentas levada a cabo pelos grupos armados, compostos em grande parte por mercenários importados.



A necessidade de demonstração de solidariedade ao povo sírio, que em sua maioria apoia o governo do presidente Bashar Al-Assad, foi exaltada no seminário e em vários fóruns da internet. A desinformação midiática que repete acusações de autoritarismo contra o governo sírio para justificar a interferência política e militar tem levado a vários movimentos, mesmo no Brasil, a sustentar essa tendência.



A presidenta Dilma Rousseff, entretanto, assim como os presidentes da China, da Rússia e do Irã, entre outros, já defenderam a necessidade imperativa de que a violência interna seja resolvida, soberanamente, pelo povo sírio, em um processo interno de diálogos políticos.



A postura conciliatória já tomada por Al-Assad e outros membros do seu governo tem sido veiculada apenas por meios de esquerda e que já demonstraram a sua solidariedade ao povo sírio na defesa da sua soberania.



Um exemplo é a negligência com a informação de que o governo sírio, em fevereiro, já realizou um referendo popular para a aprovação de uma nova Constituição, e que a oposição, organizada e representada no governo, também tem realizado diálogos e comissões em temas fundamentais. Além disso, em 2014 serão realizadas novas eleições.



O cartaz da convocatória para a manifestação e as informações da organização são:





Leia mais:
Cônsul da Síria: povos amigos lutam contra imperialismo ocidental

EUA e "amigos" mantêm retórica intervencionista para a Síria



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Daily Star Sunday: Inglaterra retira unidades de sus batallones en Afganistán para ayudar a los terroristas en Siria

Marzo 17, 2013, SANA http://www.sana-syria.com (Syria)







Londres, SANA -- El diario británico Daily Star Sunday dijo en su tirada del domingo, que “Inglaterra retira sus batallones especiales desplegados en Afganistán en el marco de un plan que ha adoptad para “ayudar a los rebeldes en Siria”.



El periódico agregó que "los jefes de las fuerzas especiales y comandos británicos están elaborando planes secretos para suministrar a "los combatientes de la oposición siria " de las armas que necesitan desesperadamente", según dijo.



El diario citó a una fuente del Gobierno diciendo que las fuerzas especiales británicas y los comandos británicos están siendo retirados silenciosamente de Afganistán para prepararlos para su nueva misión.



El periódico agregó que "unidades de las fuerzas especiales trabajarán bajo la dirección del servicio de seguridad externa británico MI6 y su homólogo francés, la Dirección General de Seguridad Exterior, en la entrega de armas por valor de veinte millones de libras esterlinas, que Gran Bretaña ha almacenado en los países vecinos, a los "insurgentes " en Siria.



En una de sus publicaciones la semana pasada, ese diario dijo que "Gran Bretaña envió armas por valor de veinte millones de libras esterlinas a los "rebeldes" en Siria, y que la carga incluye rifles de asalto, ametralladoras ligeras, granadas, misiles antitanque y granadas propulsadas por cohetes y municiones suficientes para armar a mil combatientes de la oposición, añadiendo que estas armas habían sido almacenadas en los países vecinos de Siria.



Esto viene después del anuncio la semana pasada del canciller británico, William Hague, de que "su país aumentará su apoyo con armas a los grupos terroristas, con el propósito de ´lograr un cambio en Siria´", según sus propias palabras. (Eba Khattar)