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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O QUE PRECEDEU OS ATAQUES DO ESTADO ISLÂMICO NA FRANÇA

19 novembro 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Moon of Alabama

Eis o que aconteceu dia 13 à noite: pelo menos 120 mortos nos ataques em Paris, Hollande decretou o estado de emergência.

Homens armados e bombistas atacaram restaurantes, uma sala de concertos e um estádio desportivo, em vários locais em Paris, sexta-feira, fazendo pelo menos 120 mortos, num ímpeto assassino que o presidente François Hollande, muito comovido, qualificou como um ataque terrorista sem precedentes.

O estado islâmico reivindicou o ataque .

Mas quem tem fornecido armas e financiado o Estado islâmico ou as organizações precedentes que na Síria e no Iraque lhe deram origem? Vejam vós mesmos.

Em 2012 - Hollande admite que armou os rebeldes sírios em violação do embargo existente .
"O Presidente francês reconheceu ter entregado armas

sábado, 14 de novembro de 2015

PORQUE QUER A FRANÇA DERRUBAR A REPÚBLICA ÁRABE DA SÍRIA?

19 outubro 2015, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org (França)

Thierry Meyssan

RETRO-COLONIZAÇÃO
Voltando à história da colonização francesa da Síria e comparando-a com a ação dos presidentes Sarkozy e Hollande, Thierry Meyssan põe em evidência a vontade de recolonizar o país por parte de certos dirigentes franceses actuais. Uma posição anacrónica e criminosa que faz a França do presente um estado cada vez mais odiado no mundo.

A França é, hoje em dia, o principal poder apelando ao derrube da República Árabe da Síria. Enquanto a Casa Branca e o Kremlin negoceiam, em segredo, o modo de se livrarem dos jiadistas, Paris persiste em acusar o " regime de Bashar" (sic) de ter criado o Daesh (E. I. -ndT), e em declarar que após a eliminação do Emirado Islâmico convirá derrubar a «ditadura Alauíta» (re-sic). A França é publicamente apoiada pela Turquia e Arábia Saudita, e às escondidas por Israel.

Como explicar este posicionamento de perdedor, quando a França não tem nenhum interesse económico ou político nesta cruzada, quando os Estados Unidos deixaram de treinar combatentes contra a República, e quando a Rússia está em vias de reduzir a cinzas os grupos jiadistas?

A maior parte dos comentadores sublinharam, com razão, os laços pessoais do presidente Nicolas Sarkozy com o Catar, patrocinador da Irmandade Muçulmana, e os do presidente François Hollande igualmente com o Catar, e, também, com a Arábia Saudita. Os dois presidentes financiaram, ilegalmente, uma parte das suas campanhas eleitorais com estes estados, e tem

sábado, 7 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/Video: EL POTENTE BOMBARDERO RUSO SU-24M ENTRA EN ACCIÓN EN SIRIA

6 noviembre 2015, TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Rusia)


Un nuevo video publicado por el Ministerio ruso de Defensa muestra el desplegue y aterrizaje del cazabombardero ruso Su-24M, que participa en la operacción antiterrorista llevada a cabo por Moscú en Siria.      

En el video difundido por el Ministerio de Defensa aparecen los aviones de ataque Sukhoi Su-24M (Fencer, según la clasificación de la OTAN) de las Fuerzas Aeroespaciales rusas en la base militar de Jmeimim, cerca de la ciudad siria de Latakia. En esta base se encuentran los militares rusos que llevan a cabo las misiones aéreas en el país árabe en el marco de la operación antiterrorista en el país.

El video difundido por el Ministerio ruso de Defensa en su cuenta de YouTube refleja el momento del desplegue de uno de los bombarderos de la base, así como su posterior aterrizaje. Aparte del Su-24M, en Jmeimim están desplegados cazas rusos Su-25, Su-34, Su-30 y

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/O Exército russo afirma a sua superioridade em guerra convencional

19 de outubro de 2015, Rede Voltaire, http://www.voltairenet.org (France)
Damasco (Síria) 

Thierry Meyssan*

A intervenção militar de Moscovo na Síria não revirou simplesmente a sorte das armas e semeou o pânico entre os jiadistas. Ela tem mostrado ao resto do mundo, em situação de guerra real, as actuais capacidades do exército russo. Para surpresa geral, este dispõe de um sistema de empastelamento capaz de tornar a Aliança Atlântica surda e cega. Apesar de um orçamento muito maior, os Estados Unidos acabam de perder a sua preponderância militar.

A intervenção militar russa na Síria, que devia ser uma aposta arriscada para Moscovo (Moscou-br) face aos jiadistas, transformou-se numa manifestação de poderio que altera o equilíbrio estratégico mundial [1]. Concebida à partida para isolar os grupos armados dos Estados que os apoiam, em violação das resoluções decisivas do Conselho de Segurança, depois destruí-los, a operação é conduzida para cegar o conjunto dos actores ocidentais e seus aliados. Estupefacto, o Pentágono está dividido entre os que tentam minimizar os factos, e encontrar uma falha no dispositivo russo, e aqueles que, pelo contrário, consideram que os Estados Unidos perderam a sua superioridade em matéria de guerra convencional e que lhes será necessário longos anos para a recuperar [2]

Lembre-se que em 2008, aquando da guerra da Ossétia do Sul, as Forças russas foram capazes de repelir o ataque georgiano, é certo, mas haviam mostrado ao mundo, sobretudo, o estado deplorável do seu equipamento. Ainda há dez dias atrás, o antigo secretário da Defesa, Robert Gates, e a antiga conselheira de Segurança Nacional, Condoleezza Rice, falavam do exército russo como uma força de «segundo nível» [3].

Como é que, então, a Federação da Rússia conseguiu reconstruir a sua indústria de defesa para conceber e produzir armas da mais alta tecnologia, sem que o Pentágono captasse a amplitude do fenómeno e se deixasse distanciar ? Os Russos utilizaram todas as suas novas armas na Síria, ou dispõem ainda de outras maravilhas de reserva? [4]

O mal-estar é tão grande em Washington que a Casa Branca acaba de cancelar a visita oficial do

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ATAQUE UNILATERAL À SÍRIA: OBAMA DECIDIU SER MAIS SEGURO COMPRAR O CONGRESSO DO QUE AVANÇAR SÓ



4 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


por Paul Craig Roberts


Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria.

No ataque à Líbia Obama conseguiu escapar sem um OK do Congresso porque utilizou fantoches da NATO e não forças militares dos EUA. Aquele estratagema permitiu a Obama afirmar que os EUA não estavam directamente envolvidos.

Agora que a falta de cobertura e o desafio do Congresso levou o aspirante a tirano Obama a adiar seu ataque à Síria, o que se pode esperar?

Se Obama fosse inteligente