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terça-feira, 5 de abril de 2016

Brasil/Cardozo desmonta tese e diz que a História não irá perdoar impeachment sem base legal



4 abril 2016, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

Foto:Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, terminou há pouco a apresentação da defesa da presidenta Dilma Rousseff na comissão que analisa seu impeachment. Cardozo, que falou durante quase duas horas, desmontou ponto a ponto as acusações, demonstrando que o processo atual não tem base legal, mas sim política. Ao final do seu discurso, fez um apelo para que os parlamentares honrem, acima de convicções políticas, o Estado Democrático de Direito e disse que a História não irá perdoar se o impeachment for aprovado.

“Peço que considerem acima de tudo o honroso dever que todos os senhores receberam de honrar a democracia, honrar o Estado de Direito, independentemente de convicções políticas e ideológicas. […] A História nos observa, o mundo nos observa, e nenhum de nós jamais, por maior que sejam suas visões sobre atual governante, tem o direito de romper com a ordem constitucional estabelecida em um verdadeiro Estado Democrático de Direito que pertence a todos os brasileiros.”

O  advogado-geral da União pediu também a anulação do pedido de abertura do processo de impeachment por apresentar desvio de poder, já que foi motivado por vingança e

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Brasil/Intelectuais saem em defesa da democracia

8 dezembro 2015,Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil)


"Viemos a público repudiar a tentativa de golpe imposta por Eduardo Cunha, por não haver elementos que fundamentem esta atitude, a não ser pelo desespero de quem não consegue explicar o seu comprovado envolvimento com esquemas espúrios de corrupção. Não se trata neste momento de aprovar ou reprovar a administração nem a forma como a Presidenta da República governa, mas defender a legalidade e a legitimidade das instituições do nosso país", diz o manifesto dos artistas e intelectuais em defesa da legalidade. "Por outro lado, defendemos o cumprimento do Regimento da Câmara dos Deputados e da Constituição Federal, ambos instrumentos com fartos elementos que justificam a cassação do mandato de Eduardo Cunha.
Caso contrário, toda a classe política e as instituições brasileiras estarão desmoralizadas, por manter no exercício do poder um tirano que utiliza seu cargo de forma irresponsável para manutenção dos seus interesses pessoais"; já assinam o texto nomes como Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepomuceno, Frei Betto, Paulo Betti, Fernando Morais, Chico César e Jorge Mattoso

247 – Está disponível o texto do manifesto de

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ATAQUE UNILATERAL À SÍRIA: OBAMA DECIDIU SER MAIS SEGURO COMPRAR O CONGRESSO DO QUE AVANÇAR SÓ



4 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)


por Paul Craig Roberts


Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria.

No ataque à Líbia Obama conseguiu escapar sem um OK do Congresso porque utilizou fantoches da NATO e não forças militares dos EUA. Aquele estratagema permitiu a Obama afirmar que os EUA não estavam directamente envolvidos.

Agora que a falta de cobertura e o desafio do Congresso levou o aspirante a tirano Obama a adiar seu ataque à Síria, o que se pode esperar?

Se Obama fosse inteligente