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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Brasil/Contra perseguição a Lula, intelectuais e juristas criam observatório

1 novembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Diante do estado de exceção que avança por meio de ações do Judiciário, em particular na ações contra o ex-presidente Lula, um grupo de cerca de 90 pessoas, formado por intelectuais, juristas, cientistas e políticos de vários estados do Brasil, criaram o um Observatório para acompanhar os processos que correm contra o ex-presidente.

A primeira reunião aconteceu nesta segunda-feira (31), em São Paulo, e contou com a participação do escritor Fernando Morais, o diplomata Paulo Sergio Pinheiro, o ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, os juristas Antônio Celso Bandeira de Mello, Fábio Konder Comparato, o ex-chanceler Celso Amorim, o ex-presidente do PSB Roberto Amaral, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Roberto Requião (PMDB-PR) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), os ex-ministros Luiz Dulci, Gilberto Carvalho, Patrus Ananias, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), as professoras Marilena Chaui, Maria Victoria Benevides e a cineasta Tata Amaral, além do próprio presidente Lula e de seu advogado Cristiano Zanin.

Um dos organizadores do Observatório, o escritor Fernando Morais disse que a “perseguição a Lula faz parte do golpe” contra a democracia que

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Brasil/Fernando Morais e Chico Buarque divulgam manifesto pela democracia



5 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Também assinam o documento Leonardo Boff, Wagner Moura e Eric Nepomuceno. No texto, eles convidam o povo a participar de ato no dia 11

escritor Fernando Morais divulgou, nesta terça-feira (5), manifesto pela democracia assinado por ele juntamente com Leonardo Boff, Chico Buarque de Hollanda, Wagner Moura e Eric Nepomuceno. No documento, eles convocam o povo a participar do ato contra o golpe que acontecerá na segunda-feira (11), na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. A expectativa é que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participe do ato.

“O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades e injustiças, na conquista de mais espaço de liberdade, na

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Brasil/Intelectuais saem em defesa da democracia

8 dezembro 2015,Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil)


"Viemos a público repudiar a tentativa de golpe imposta por Eduardo Cunha, por não haver elementos que fundamentem esta atitude, a não ser pelo desespero de quem não consegue explicar o seu comprovado envolvimento com esquemas espúrios de corrupção. Não se trata neste momento de aprovar ou reprovar a administração nem a forma como a Presidenta da República governa, mas defender a legalidade e a legitimidade das instituições do nosso país", diz o manifesto dos artistas e intelectuais em defesa da legalidade. "Por outro lado, defendemos o cumprimento do Regimento da Câmara dos Deputados e da Constituição Federal, ambos instrumentos com fartos elementos que justificam a cassação do mandato de Eduardo Cunha.
Caso contrário, toda a classe política e as instituições brasileiras estarão desmoralizadas, por manter no exercício do poder um tirano que utiliza seu cargo de forma irresponsável para manutenção dos seus interesses pessoais"; já assinam o texto nomes como Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepomuceno, Frei Betto, Paulo Betti, Fernando Morais, Chico César e Jorge Mattoso

247 – Está disponível o texto do manifesto de

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Brasil/DILMA SAIRÁ MAIOR DESTA GUERRA

6 dezembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

O escritor Fernando Morais, um dos maiores intelectuais brasileiros, aponta que a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por Eduardo Cunha, com o apoio de políticos oportunistas da oposição, foi o ato mais infame na história do Congresso Nacional.


Por Fernando Morais

"E veremos quem se alia ao oportunismo, ao gangsterismo, ao vale-tudo pelo poder. Não tenho dúvidas: a presidente Dilma sairá maior dessa guerra, mais uma entre tantas que enfrentou, sem jamais ter se ajoelhado diante de seus algozes", diz ele.

Confira abaixo:

O dia da infâmia
Minha geração testemunhou o que eu acreditava ter sido o episódio mais infame da história do Congresso. Na madrugada de 2 de abril de 1964, o senador Auro de Moura Andrade declarou vaga a Presidência da República, sob o falso pretexto de que João Goulart teria deixado o país, consumando o golpe que nos levou a 21 anos de ditadura.

Indignado, o polido deputado Tancredo Neves surpreendeu o plenário aos gritos de "Canalha! Canalha!".

No crepúsculo deste 2 de dezembro, um patético descendente dos golpistas de 64 deu