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terça-feira, 17 de setembro de 2019

The End of Modern Diplomacy


September 11, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/09/11/end-modern-diplomacy/


Modern diplomacy can generally be traced back to the late 19th century and the intercession of professional diplomats in the foreign relations between major and minor powers of the era. International negotiations to resolve problems were primarily handled by diplomats prior to politicians giving their assent to peace treaties and compacts. The Congress of Berlin of 1878 and 1905 Treaty of Portsmouth (New Hampshire) helped resolve the Russo-Turkish War and Russo-Japanese War, respectively. These early diplomatic efforts would eventually lead to treaties establishing the League of Nations, the International Court of Justice, and the United Nations, in addition to a variety of regional and specialized international agencies. Each of these international agencies brought into being a corps of international diplomats who, for the most part, were committed to hammering out disputes between nations through negotiations and not armed conflict. The lessons of World Wars I and II provided an impetus for nations to commit to dialogue rather than war.

In recent years, the world has seen the rise of anti-diplomacy occasioned by the appearance on the world stage of political brutes, all operating

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Macron chama Bolsonaro de mentiroso e diz que França sairá do acordo UE-Mercosul



Macron e Bolsonaro, o mentiroso

Ruralistas sofrem o primeiro grande prejuizo decorrente da insanidade bolsonarista. A França acaba de anunciar que irá se opor a um acordo comercial com o Mercosul, que poderia abrir mercados para os produtos nacionais. Presidente francês, Emmanuel Macron, justificou a não ratificação do acordo afirmando que Jair Bolsonaro “mentiu” sobre os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil durante a reunião de cúpula do G20, no Japão.

247 - Os incêndios florestais que devastam a Amazônia há 20 dias, incentivados pelo desmonte dos orgãos de fiscalização ambiental e pelas declarações de incentivo ao desmatamento feitas por Jair Bolsonaro, já resultaram no primeiro grande prejuízo internacional ao agronegócio. Segundo a Agência de Notícias France Press, A França acaba de anunciar que irá se opor ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, o que fecha a entrada de produtos agropecuários brasileiros nos principais mercados europeus.

Para o presidente francês, Emmanuel Macron, Bolsonaro “mentiu” sobre

terça-feira, 9 de julho de 2019

BRICS, Russia/Vladimir Putin Slams ‘Obsolete Liberalism.’ What Prevents Western Leaders From Doing the Same?


July 4, 2019, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/04/vladimir-putin-slams-obsolete-liberalism-what-prevents-western-leaders-from-doing-same/


The Russian leader had some very candid comments about the state of Western democracies, bound as they are by the liberal idea, which Putin says has “outlived its purpose.”

Last week, on the eve of the G20 summit in Japan, Vladimir Putin sat down for a lengthy interview in the Kremlin with the Financial Times. Of the many issues touched upon, it was the frank discussion on liberalism that struck the loudest chord in the Western capitals.

In the course of making his case that the purpose of government is to build a “stable, normal, safe and predictable life for the people and to work towards a better future,” Putin compared that goal with liberalism in the West, which he argued “has outlived its purpose.”

Putin pointed to the disastrous

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Situation Report July 13/14. 2016



Thursday, July 14, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Putin tells Merkel, Hollande he is concerned about shellings in Donbass

2- Donetsk Defense: Situation Report, 13.07.2016

3- In July, Odessa and Nikolaev to become centers of Ukraine-NATO exercises "Sea Breeze 2016»

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1- Putin tells Merkel, Hollande he is concerned about shellings in Donbass
Wednesday, July 13, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


The Russian President Vladimir Putin has raised concerns about intensive shellings of Donbass by Ukrainian troops in telephone talks with German Chancellor Angela Merkel and French President Francois Hollande, stated the Kremlin press service.

The Russian president noted that there are no alternative to political and diplomatic settlement of the conflict in Donbass in accordance with provisions agreed in the Minsk package of measures. The common approach was confirmed to boost negotiations efforts on the Ukrainian issues, first of all in the ‘Normandy format’ (Russia, Germany, France, Ukraine) and

quinta-feira, 7 de julho de 2016

GLOBALIZACIÓN, GLOBOCOLONIZACIÓN, DESGLOBALIZACIÓN



2 julio 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

La Habana (PL) -- A la exprimera ministra de Reino Unido Margaret Thatcher y al expresidente de Estados Unidos Ronald Reagan se les atribuye un proyecto de internacionalización de la economía al que se le denominó globalización.

En esencia de lo que se trataba era de ampliarles el horizonte a las grandes corporaciones transnacionales para hacer más abarcador su dominio de los mercados comerciales y financieros, y garantizar con ello el poder político de Washington y Londres.

El trato consistió en coordinar políticas para alejar obstáculos a la expansión económica y financiera aunque hubiera que pasar por encima de los derechos de todo tipo, e incluso usar la fuerza militar, como hicieron de forma conjunta en Iraq años después George Bush y Anthony Blair.

Un hijo directo de ese pensamiento neocolonial fue la creación de

sábado, 8 de agosto de 2015

CINCO LIÇÕES E UMA CONCLUSÃO ACERCA DO CASO SYRIZA

4 agosto 2015, Diario Liberdade http://www.diarioliberdade.org (Galiza)


Os Estados Unidos da Europa 
capitalista, nunca existirão. 
V.I. Lenine

Deixai, o vós que entrais, toda a esperança
Estas palavras eu vi em letreiro escuro
Por cima de uma porta escrito.

A Divina Comédia, Dante, canto III, 3


1ª LIÇÃO – As Regras ou o poder do iníquo e do absurdo 

Contra o povo grego argumentou-se com "as regras". É uma dogmática anti humanista, que ataca tudo o que de progressista se afirmou na Europa desde há séculos – não apenas na UE. Mas é uma mentira, a regra única que substitui todas as outras é adotar o que sirva aos sectores financos dominantes.

As regras foram violadas nos "planos de resgate", para salvar os bancos. O BCE deixou os juros subirem descontroladamente em nome do "mercado", mas em nome do mercado a UE devia ter deixado falir bancos fraudulentos e atulhados em produtos financeiramente tóxicos. Ao contrário esses prejuízos foram passados para os Estados promovendo o seu endividamento.

A UE viola as regras com o quantitative easing de 60 mil milhões de euros mensais aos bancos; viola ao autorizar o resgate de bancos privados com dinheiros públicos, mas é necessária autorização para recapitalizar empresas públicas. Violam-se regras ao deixarem sem liquidez os bancos gregos. Violam-se regras quando decisões são tomadas pelo Eurogrupo uma entidade sem existência formal, que decide à revelia da Comissão, do Concelho, do Parlamento. As regras destinam-se a que os povos deixem de democraticamente decidir as políticas dos seus países, não tenham poder sobre os seus orçamentos e a democracia seja subvertida com argumentos para satisfazer a finança.

2ª LIÇÃO – Democracia e Soberania ou o totalitarismo do poder hegemónico 

"O governo grego prestou um mau serviço à causa europeia (?) ao tentar criar a ideia que poderia usar a democracia nacional contra a UE" (!!), diz um "europeísta" que "não há festa nem festança a que não seja chamado". 
[1] Os princípios da soberania, as garantias de liberdade e democracia previstos nas Constituições perdem-se. A democracia, passa a um formalismo sem conteúdo real,

quinta-feira, 30 de julho de 2015

LIÇÕES GREGAS

30 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

– A austeridade (Brasilː arrôcho) não é apenas um modelo de política económica, nem sequer conjuntural: ela é um novo regime político e social, uma nova ordem.

Por Manuel Loff*

Um governo legítimo de um Estado-membro da UE que usa do euro como moeda, pergunta aos cidadãos se estão de acordo com as medidas que os seus parceiros lhes queriam impor. Uma maioria muito ampla de cidadãos, superando amplamente a base política que elegeu o governo, disse não. Dias depois, o mesmo governo disse-se ter visto obrigado a assinar um acordo que o obrigava a contradizer o essencial do seu compromisso eleitoral. Que lições podemos tirar? 

1. A austeridade (
arrôcho) eurocrática adotou-se, mantém-se e impõe-se contra a democracia. Concebida como uma nova ordem económica anti-social, pensada desde o horror a todas as políticas promotoras da igualdade ou da simples distribuição da riqueza por via fiscal para garantir um mínimo de coesão social (a ilusão de que o Estado de Bem Estar poderia, um dia, humanizaro capitalismo ), a austeridade (arrôcho) não é simplesmente a opção de governos nacionais, no âmbito de uma soberania económica que já não lhes resta. É, na prática, uma imposição europeia (Comissão, BCE, a Alemanha e os seus aliados), adotada num plano supranacional sem qualquer controlo democrático minimamente

segunda-feira, 16 de março de 2015

Документальный проект "Новороссия. Оружие победы". Фильм второй «Это Спарта! Братан». Трейлер


Военкор агентства http://news-front.info Максим...
YOUTUBE.COM

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Документальный проект "Новороссия. Оружие победы". Фильм второй «Это Спарта! Братан». Трейлер



Published on Mar 15, 2015
Военкор агентства http://news-front.info Максим Фадеев, находится в гуще боев за Донбасс, где создает документальный проект «Новороссия. Оружие победы». Максим Фадеев является автором фильмов «Славянск. Война изнутри» и «Донбасс. На линии огня».

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Another War in Europe? In Whose Name?/Опять война в Европе? От чьего имени?

04.01.2015, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru/Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia, Россия)

Natalia MEDEN

2014 is gone. 100 years ago the Great War of 1914-1918 was unleashed to take away many millions of human lives and destroy four empires. Now the old continent is threatened again. The ominous signs are visible; the information about Ukraine is reduced to a minimum by European media outlets. This approach is not only myope and light-minded - they misinform people and the deceit could lead to tragic consequences.

Prominent people who described the eventsof WWI forthwith,like, for instance, Grand AdmiralAlfred Friedrich von Tirpitz, have provided irrefutable evidence of the fact that European politicians had underestimated the threat of all-out war till the last moment. A number of warnings on this account have already been voiced in Germany. In early December, 60 prominent German personalities from the realms of politics, economics, culture and the media signed a letter published by Die Zeit "War in Europe Again? Not in Our Names!" All the politicians who signed the paper have been ranking officials in the past: a former federal president, a former chancellor, former federal ministers and

terça-feira, 16 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/POR QUE PUTIN CONVIDA O BRASIL A SUBSTITUIR A UNIÃO EUROPEIA NA MESA DOS RUSSOS

16 setembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

“Acho que os empresários europeus estão decepcionados com as políticas de seus países", disse o presidente da Rússia.

A curta reunião de cúpula da OTAN em Cardiff, no País de Gales, confirmou mais uma vez: a Rússia tomou a decisão certa ao restringir a entrada de produtos de países-membros da organização para “a mesa” dos russos. O secretário-geral da OTAN, Anders Fog Rasmussen, fez declarações de tal forma “linha-dura” que os membros da Aliança do Norte escutaram como se estivessem no início dos anos 1950.

Foi tomada a decisão de implantar forças de rápida reação por parte da OTAN na fronteira com a Rússia, com uma nova sede dessa força na Polônia – país que é um dos vizinhos mais próximos da Rússia, mas com certeza não é um dos melhores amigos dos russos (a russofobia na Polônia, que chama a guerra civil na Ucrânia de “invasão russa”, chegou ao pico).

O Secretário-Geral Rasmussen afirmou também que pretende adotar um “pacote de medidas para a inclusão da Geórgia na OTAN”, e juntamente manter a sua promessa de “conservar as portas da Aliança abertas” para uma Ucrânia já entregue a uma guerra civil. Isso já se soma a uma boa quantidade de passos não amigáveis com a Rússia, tal como a Rússia não via desde os tempos da Alemanha nazista contra a União Soviética em 1941.

sábado, 10 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/RECORDAR LIÇÕES IMPORTANTES DA GUERRA FRIA

10 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

"Segundo, Obama, Merkel & Co. estão tentando aplicar a Putin uma jogada temerária,[1] na esperança de que Putin esteja blefando e que a Rússia aceite um Banderastão governado por neonazistas, que será histericamente russofóbico, membro da OTAN e, sem dúvida possível, será convertido em estado fantoche anglo-sionista, feito Polônia ou Latvia. Mas isso, meus amigos, nunca acontecerá."

Se as últimas 24 horas provaram alguma coisa, foi, mais uma vez, que EUA e OTAN opõem-se a todas e quaisquer modalidades de negociações, de medidas para construir confiança ou qualquer outro tipo de negociação com o Donbass e com a Rússia.  

Por mais que Putin tenha realmente se esforçado para falar em tom de acomodação, e mostrar-se aberto a uma solução negociada, a política de EUA/OTAN é visivelmente política de provocação e confrontação contra a Rússia e seus aliados, em todos os pontos e

quinta-feira, 6 de março de 2014

EUA X UNIÃO EUROPEIA NA DISPUTA PELA UCRÂNIA

6 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Ontem, pus em dúvida a confiabilidade de um 'vazamento' feito pelo governo Obama para o New York Times. Escrevi que:[1]

"Enquanto Merkel e outros políticos da União Europeia parecem querer acalmar a situação, a Casa Branca está sob pressão política doméstica para fazer mais de "alguma coisa". Por isso, provavelmente, o New York Timespublicou hoje, como se fosse um 'vazamento':[2]

A chanceler Angela Merkel da Alemanha disse por telefone ao presidente Obama no domingo que, depois de falar com Putin, já duvida que ele mantenha contato com a realidade - informaram fontes que receberam briefing do telefonema. "Parece estar noutro planeta" - disse a chanceler alemã.
Nada disso faz sentido. Não soa como comentário de Merkel e, pior, soa absolutamente estranho, como comentário dela. Duvido que ela tenha dito o que "fontes que receberam briefing do telefonema" disseram ao NYT que ela teria dito. Parece mais uma tentativa para desacreditar Merkel [aos olhos dos russos] e dificultar ainda mais, para ela, encontrar alguma solução em acordo com os russos e fora do controle dos EUA."
Imediatamente, o governo alemão, através do conservador Die Welt, que apoia Merkel, desautorizou o NYT, negando a veracidade da citação publicada. Die Welt escreveu [traduzido al./ing./port]:[3]
"A chanceler não está contente com o relato publicado no New York Times. Em nenhum momento e de nenhum modo Merkel disse ou teve intenção de dizer que Putin estaria agindo de forma irracional. Na verdade, ela disse a Obama que Putin tem perspectiva diferente [da de Obama] sobre a Crimeia."
Não, não, não sou apoiador nem defensor de Merkel. Mas, sim, há disputa, tanto entre EUA e União Europeia, como entre

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O MODELO PRÓ-EXPORTAÇÃO DA ALEMANHA NÃO SERVE A NINGUÉM



26 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Vicenç Navarro*

O ministro das Finanças do governo alemão, Wolfgang Schäuble, escreveu um artigo no El Pais (20/07/13, p.31) significativamente intitulado "Nós não queremos uma Europa alemã", no qual enfatizou que a última coisa que a Alemanha quer é que a Europa seja uma réplica de seu país, negando qualquer tentativa de alemanizar a Europa. Na verdade, o ministro observou que não é a intenção do governo alemão liderar o desenvolvimento da União Europeia, um processo que, sublinha , deve ser construído por todos e com todos os países, em uma decisão coletiva. Esta posição de Schäuble é, segundo ele, a dos sucessivos governos alemães, de Schroeder para Merkel.

Esta posição, no entanto, está claramente em conflito com a própria narrativa e argumentação utilizada pelo ministro alemão para explicar por que a UE não consegue sair da crise. Para a maioria dos países da UE (e não apenas na periferia da zona do euro, mas também no centro, com França e Itália), a situação atual é intolerável. E nenhum deles parece fora dessa situação de crescimento econômico mais lento, quando não de retração.

Bem, de acordo com Wolfgang Schäuble, o que esses países precisam fazer são "reformas no mercado de trabalho e no sistema de proteção social" (uma frase que aparece repetidamente em seu artigo), “como fez a Alemanha" (uma frase que aparece duas vezes no artigo). E, para afastar as críticas de que ele está recomendando seguir o modelo alemão, refere-se que esse é o “modelo proposto por BCE, a Comissão Europeia, a OCDE e o FMI, chefiada por um italiano, um português, um mexicano e um francês, nenhum alemão" (não há nada melhor que sejam outros os que propõem e/ou apoiem suas propostas).