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quarta-feira, 16 de março de 2016

Brasil/LULA MINISTRO DA ESPERANÇA: MAIS DEMOCRACIA COM DESENVOLVIMENTO



13 março 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

por: Saul Leblon

Duas tentativas seguidas de prender Lula em um intervalo de menos de uma semana (Moro, em 04-03; Conserino, em 10-03).

Invasão de uma plenária do PT no sindicato dos metalúrgicos de Diadema nesta 6ª feira, 11/03, por destacamento da PM fortemente armado.

Ataques com pichações nas sedes da UNE e do PCdoB.

Ataques a sites progressistas, tirando-os do ar, a exemplo do que ocorreu com a página de Carta Maior e do site Vermelho.org (do PCdoB) desde a madrugada deste domingo estendendo-se ao longo de quase todo o dia.

Editoriais de órgãos de imprensa, a exemplo do Estadão, mimetizando o ‘Basta’ do Correio da Manhã, de 31 de março de 1964.

Engajamento de entidades empresariais convocando marchas pelo golpe nas grandes capitais do país neste domingo…

Manifestação monstro da classe média  na Paulista, ocupada, segundo o Datafolha, por 77% de brancos c/ curso superior, sendo 37% c/ renda acima de 10 salários, incluindo-se 12% de empresários e apenas  5% de jovens com idade entre 21 e 25 anos, o que depõe contra

quinta-feira, 30 de julho de 2015

LIÇÕES GREGAS

30 julho 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

– A austeridade (Brasilː arrôcho) não é apenas um modelo de política económica, nem sequer conjuntural: ela é um novo regime político e social, uma nova ordem.

Por Manuel Loff*

Um governo legítimo de um Estado-membro da UE que usa do euro como moeda, pergunta aos cidadãos se estão de acordo com as medidas que os seus parceiros lhes queriam impor. Uma maioria muito ampla de cidadãos, superando amplamente a base política que elegeu o governo, disse não. Dias depois, o mesmo governo disse-se ter visto obrigado a assinar um acordo que o obrigava a contradizer o essencial do seu compromisso eleitoral. Que lições podemos tirar? 

1. A austeridade (
arrôcho) eurocrática adotou-se, mantém-se e impõe-se contra a democracia. Concebida como uma nova ordem económica anti-social, pensada desde o horror a todas as políticas promotoras da igualdade ou da simples distribuição da riqueza por via fiscal para garantir um mínimo de coesão social (a ilusão de que o Estado de Bem Estar poderia, um dia, humanizaro capitalismo ), a austeridade (arrôcho) não é simplesmente a opção de governos nacionais, no âmbito de uma soberania económica que já não lhes resta. É, na prática, uma imposição europeia (Comissão, BCE, a Alemanha e os seus aliados), adotada num plano supranacional sem qualquer controlo democrático minimamente

terça-feira, 23 de junho de 2015

RELATÓRIO PRELIMINAR DO COMITÊ DA DÍVIDA GREGA

junho 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

17/6/2015, Tyler Durden* – Zero Hedge
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

O que a Troika exige receber da Grécia é “dívida ilegal, ilegítima e odiosa”

Em abril desse ano, lembrei-me de um postado que publicamos em abril de 2011, no qual se define o conceito de Dívida Odiosa, conceito que começa assim:

Dívida Odiosa  Na lei internacional, Dívida Odiosa é conceito pelo qual a lei afirma que não é exigível a dívida assumida por governo cujos objetivos não servem aos melhores interesses de um país. A doutrina entende que essas são dívidas que o governo assumiu, não o Estado. Em alguns aspectos, é conceito análogo ao que afirma que não são válidos contratos assinados sob coerção (...). A doutrina foi formalizada em tratado de 1927, por Alexander Nahum Sack, teórico da legislação internacional, russo emigrado, baseado em precedentes do século 19 sobre dívidas feitas pelo regime do Imperador Maximiliano, que o governo do México repudiou; e dívidas que o regime espanhol fizera em Cuba, as quais foram declaradas não exigíveis, pelos EUA (...).

Previmos então que, mais cedo ou mais tarde, esse termo legal seria aplicável à Grécia, porque meses antes (8/4/2015) a deputada grega Zoé Konstantopoulou, presidente do Parlamento grego e membro do SYRIZA, anunciara que acabava de instalar uma nova Comissão da Verdade sobre a Dívida Pública, cujo objetivo era investigar o quanto daquela dívida seria “ilegal, com vistas a cancelar partes da dívida grega, ou toda ela”.

Há alguns momentos, aquela Comissão do Parlamento Grego distribuiu umrelatório preliminar [ing. e gr.]. E aqui vai a conclusão daquele relatório:

Todas as provas que reunimos nesse relatório mostram que a Grécia

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Brasil/Massacre da polícia: quase 200 professores feridos em protesto por direitos

30 abril 2015, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

Marcela Belchior


Uma reação repressora do Estado, por meio da violência de policiais militares, ao legítimo direito de greve e de protesto de professores estaduais do Estado do Paraná, sul do Brasil, deixou quase 200 pessoas feridas, sendo em torno de 20 policiais e 180 docentes, oito deles em estado grave e todos servidores da Administração Pública. Eles protestavam havia dois dias nas ruas da capital, Curitiba, contra uma série de medidas de arrocho que a Assembleia Legislativa vem aprovando. O caso foi considerado um verdadeiro massacre à democracia e aos direitos humanos.


Os professores estaduais marchavam ao lado de outros servidores, agentes penitenciários, estudantes e as mais variadas entidades de defesa de classes. Além dos golpes com cassetetes aplicados pelos 1.500 agentes policiais, por quase duas horas, os protestantes também levaram tiros com balas de borracha, mordidas de cães policiais e sentiram os efeitos das