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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Brasil/Sem adesão, manifestações golpistas fracassam em todo o país

13 dezembro 2015, Vemelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



Simbolicamente marcadas para este domingo (13) – data que marca o aniversário do AI-5 –, as manifestações em apoio ao golpe que almeja tomar o mandato da presidenta democraticamente eleita fracassaram. Concentrados em algumas capitais, os atos tiveram uma participação pífia.

Em Brasília, cidade apontada como um dos locais em que houve maior participação, as imagens mostravam um vazio em frente ao Congresso. No começo da concentração, na Esplanada dos Ministérios, uma das organizadoras gritou, pelo carro de som: "Cada um de vocês liga para duas pessoas para vir. Precisa desse clamor para o impeachment. Todo mundo reclama do governo, mas não vem para a rua. Temos poucas pessoas", disse a manifestante, constrangida com a ausência de quórum.

Em São Paulo, considerada grande reduto da oposição, a Avenida Paulista também estava esvaziada, especialmente em comparações com as últimas manifestações no local. O líder do Movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores do protesto, Rogério Chequer, tentava justificar a ausência de manifestantes. “Houve muito pouco tempo

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Brasil/Massacre da polícia: quase 200 professores feridos em protesto por direitos

30 abril 2015, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

Marcela Belchior


Uma reação repressora do Estado, por meio da violência de policiais militares, ao legítimo direito de greve e de protesto de professores estaduais do Estado do Paraná, sul do Brasil, deixou quase 200 pessoas feridas, sendo em torno de 20 policiais e 180 docentes, oito deles em estado grave e todos servidores da Administração Pública. Eles protestavam havia dois dias nas ruas da capital, Curitiba, contra uma série de medidas de arrocho que a Assembleia Legislativa vem aprovando. O caso foi considerado um verdadeiro massacre à democracia e aos direitos humanos.


Os professores estaduais marchavam ao lado de outros servidores, agentes penitenciários, estudantes e as mais variadas entidades de defesa de classes. Além dos golpes com cassetetes aplicados pelos 1.500 agentes policiais, por quase duas horas, os protestantes também levaram tiros com balas de borracha, mordidas de cães policiais e sentiram os efeitos das