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segunda-feira, 9 de maio de 2016

BRICS, БРИКС/La Plaza Roja acoge el Desfile del Día de la Victoria

9 maio 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia) BOA

El 9 de mayo toda Rusia celebra el Día de la Victoria sobre el nazismo y rinde homenaje a los fallecidos en la Gran Guerra Patria.

71 años atrás, la Unión Soviética celebró la gloriosa victoria sobre la Alemania nazi en la Gran Guerra Patria. El 9 de mayo, a lo largo y ancho de Rusia se celebra la gran hazaña del pueblo soviético, que no se rindió ante los nazis, siendo la fiesta más emotiva del país.


Cadetes de la Academia Militar Femenina Jruliov participan por primera vez en el desfile de la Plaza Roja de Moscú por el 71.º aniversario de la victoria en la Segunda Guerra Mundial. 9 de mayo de 2016.Sergei KarpukhinReuters

Con motivo del 71.º aniversario de la derrota del nazismo, la Plaza Roja de Moscú vuelve a ser centro del espectacular Desfile del Día de la Victoria. Unos 10.000 militares y más de 100 unidades de equipos militares, así como 71 helicópteros y aviones, número elegido a propósito para conmemorar los años transcurridos desde aquella victoria, desfilaron por el corazón de la capital rusa.


El Desfile de la Victoria empezó a las 10.00 de la mañana (hora de Moscú). Uno de los momentos clave del evento llegó poco después con la aparición sobre el empedrado de la Plaza Roja de la Bandera de la Victoria, la misma que soldados soviéticos hicieron ondear sobre del Reichstag de Berlín en mayo de 1945. Como ya es tradicional, los primeros en pisar la Plaza Roja fueron

quinta-feira, 31 de julho de 2014

«FASCISMO NA UCRÂNIA»: UMA INVENÇÃO RUSSA?

29 julho 2014,  ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Este texto data de Março deste ano. Não só não perdeu actualidade, como ganhou acrescida importância face à evolução dos graves acontecimentos na Ucrânia, para cuja análise é indispensável a compreensão da natureza do poder que o imperialismo instalou em Kiev. Que figuras de proa do imperialismo (Merkel, Kerry) se façam fotografar lado a lado com os fascistas ucranianos já é de registar. Mas é igualmente de registar que figuras da “esquerda” francesa (nomeadamente Mélenchon) tudo façam para ignorar o carácter fascista desses fascistas.

Regresso à insurreição de Maidan e seus resultados
A questão do “fascismo ucraniano”, com ou sem aspas, não é primordial, e não faço disso uma obsessão.

O que é essencial é principalmente o risco de guerra entre a Rússia e a Ucrânia, uma possibilidade terrível, impensável há poucos meses. É depois o desastre social que se seguirá, para o povo ucraniano, à eventual adopção, pelo poder resultante da insurreição de «Maidan», dos planos europeus de comércio livre e de «reformas» sob a égide do FMI. Mas acontece que, para lá chegar, a UE e os EUA, numa manobra deliberadamente aventureira e provocadora, puseram no poder em Kiev os partidos da oposição minoritários no país (não representativos do leste e do sul da Ucrânia) e encorajaram as suas facções extremas, os partidos e grupos neonazis e ultranacionalistas. Acontece também que este aspecto da realidade ucraniana é ocultado nos média, desde longa data.

quinta-feira, 6 de março de 2014

A CONSPIRAÇÃO NA VENEZUELA, OU A PRAÇA MAIDAN NA VERSÃO LATINO-AMERICANA

3 março 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Nil Nikandrov*

As tentativas para desestabilizar a Venezuela não acabaram, apesar dos esforços do governo de Nicolas Maduro para iniciar um diálogo com a oposição. A última tentativa para pôr o governo à prova foi uma manifestação da oposição em 12 de Fevereiro em frente da Procuradoria-Geral no centro de Caracas. Entre as reivindicações dos manifestantes estava a libertação imediata dos que foram presos pela participação em motins de rua nas cidades de Tachira e Merida e em eleições anteriores.

Durante estes motins, choveram pedras e cocktails Molotov sobre a polícia. Vários carros da polícia foram devorados pelas chamas. Grupos de jovens começaram a arrombar as portas da 
Procuradoria-Geral e a destruir as portas da entrada para a estação do metro do Parque Carabobo e os brinquedos de um parque de crianças vizinho. Muitos dos vândalos usavam máscaras e coletes à prova de balas e empunhavam barras de metal. Alguns deles tinham armas de fogo. Houve feridos e morreram duas ou três pessoas mas, mesmo no auge da confrontação, a polícia só usou balas de borracha e gás lacrimogénio.

A violenta manifestação foi organizada via Internet pelo grupo radical da oposiçãoVoluntad Popular. O seu líder, Leopoldo Lopez há muito que defende acerrimamente o derrube do actual regime pela força. O Procurador-Geral deu ordens para a sua detenção. Segundo todas as aparências, Lopez passou à clandestinidade e refugiou-se nos EUA (sabe-se que está a colaborar com a CIA). Foi ainda emitido outro mandado de prisão para o vice-almirante reformado Fernando Gerbasi, antigo embaixador da Venezuela em Bogotá. Este chefiou a organização de distúrbios no território fronteiriço na Colômbia.

EUA X UNIÃO EUROPEIA NA DISPUTA PELA UCRÂNIA

6 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru (Rússia)
Ontem, pus em dúvida a confiabilidade de um 'vazamento' feito pelo governo Obama para o New York Times. Escrevi que:[1]

"Enquanto Merkel e outros políticos da União Europeia parecem querer acalmar a situação, a Casa Branca está sob pressão política doméstica para fazer mais de "alguma coisa". Por isso, provavelmente, o New York Timespublicou hoje, como se fosse um 'vazamento':[2]

A chanceler Angela Merkel da Alemanha disse por telefone ao presidente Obama no domingo que, depois de falar com Putin, já duvida que ele mantenha contato com a realidade - informaram fontes que receberam briefing do telefonema. "Parece estar noutro planeta" - disse a chanceler alemã.
Nada disso faz sentido. Não soa como comentário de Merkel e, pior, soa absolutamente estranho, como comentário dela. Duvido que ela tenha dito o que "fontes que receberam briefing do telefonema" disseram ao NYT que ela teria dito. Parece mais uma tentativa para desacreditar Merkel [aos olhos dos russos] e dificultar ainda mais, para ela, encontrar alguma solução em acordo com os russos e fora do controle dos EUA."
Imediatamente, o governo alemão, através do conservador Die Welt, que apoia Merkel, desautorizou o NYT, negando a veracidade da citação publicada. Die Welt escreveu [traduzido al./ing./port]:[3]
"A chanceler não está contente com o relato publicado no New York Times. Em nenhum momento e de nenhum modo Merkel disse ou teve intenção de dizer que Putin estaria agindo de forma irracional. Na verdade, ela disse a Obama que Putin tem perspectiva diferente [da de Obama] sobre a Crimeia."
Não, não, não sou apoiador nem defensor de Merkel. Mas, sim, há disputa, tanto entre EUA e União Europeia, como entre