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quinta-feira, 25 de julho de 2019

CPLP/Governado pela esquerda, Portugal atinge desemprego mais baixo em 27 anos


24 de julho de 2019, 12:01 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/mundo/governado-pela-esquerda-portugal-atinge-desemprego-mais-baixo-em-27-anos 

O governo de Portugal, que tem como primeiro-ministro António Costa, informou que, pela primeira vez, em mais de 27 anos, o desemprego registado ficou abaixo das 300 mil pessoas; o número de desempregados inscritos nos serviços de emprego, em junho de 2019, desceu para as 298,2 mil; na atual legislatura, o desemprego registado já desceu 46,3%

247 - O governo de Portugal informou que, pela primeira vez, em mais de 27 anos, o desemprego registado ficou abaixo das 300 mil pessoas. O número de desempregados inscritos nos serviços de emprego, em junho de 2019, desceu para as 298,2 mil. Ao longo da atual legislatura, o desemprego registado já desceu 46,3%, o equivalente a menos

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O MODELO PRÓ-EXPORTAÇÃO DA ALEMANHA NÃO SERVE A NINGUÉM



26 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Vicenç Navarro*

O ministro das Finanças do governo alemão, Wolfgang Schäuble, escreveu um artigo no El Pais (20/07/13, p.31) significativamente intitulado "Nós não queremos uma Europa alemã", no qual enfatizou que a última coisa que a Alemanha quer é que a Europa seja uma réplica de seu país, negando qualquer tentativa de alemanizar a Europa. Na verdade, o ministro observou que não é a intenção do governo alemão liderar o desenvolvimento da União Europeia, um processo que, sublinha , deve ser construído por todos e com todos os países, em uma decisão coletiva. Esta posição de Schäuble é, segundo ele, a dos sucessivos governos alemães, de Schroeder para Merkel.

Esta posição, no entanto, está claramente em conflito com a própria narrativa e argumentação utilizada pelo ministro alemão para explicar por que a UE não consegue sair da crise. Para a maioria dos países da UE (e não apenas na periferia da zona do euro, mas também no centro, com França e Itália), a situação atual é intolerável. E nenhum deles parece fora dessa situação de crescimento econômico mais lento, quando não de retração.

Bem, de acordo com Wolfgang Schäuble, o que esses países precisam fazer são "reformas no mercado de trabalho e no sistema de proteção social" (uma frase que aparece repetidamente em seu artigo), “como fez a Alemanha" (uma frase que aparece duas vezes no artigo). E, para afastar as críticas de que ele está recomendando seguir o modelo alemão, refere-se que esse é o “modelo proposto por BCE, a Comissão Europeia, a OCDE e o FMI, chefiada por um italiano, um português, um mexicano e um francês, nenhum alemão" (não há nada melhor que sejam outros os que propõem e/ou apoiem suas propostas).