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terça-feira, 12 de maio de 2015

BRICS, БРИКC/Para Rússia, celebração do Dia da Vitória foi "a maior da história"

12 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em celebração ao "Dia da Vitória", que marca a rendição dos alemães na Grande Guerra Patriótica, foram realizadas paradas militares neste sábado (9) em Moscou e em várias outras cidades russas, como São Petersburgo e Vladivostok.



A parada realizada em Moscou foi considerada a “maior da história”, com quase 200 peças militares e 143 aviões e helicópteros. Cerca de 30 dirigentes internacionais assistiram às festividades.

Entre outros, assistiram à parada o líder chinês, Xi Jinping; o cubano, Raúl Castro, e o venezuelano, Nicolás Maduro, além dos chefes de Estado de Índia, Egito, África do Sul e Vietnã. Alguns líderes ocidentais recusaram o convite

quinta-feira, 3 de julho de 2014

BRICS, БРИКС/Relações próximas com Brasil e China posicionam Angola para apoio de futuro banco dos BRICS



1º. julho 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Angola está bem posicionada para vir a receber financiamento do futuro banco dos BRICS, dadas as suas relações próximas com o Brasil e com a China, afirma a Economist Intelligence Unit.

A recente visita de Estado do presidente angolano, José Eduardo dos Santos, ao Brasil, veio sublinhar o nível privilegiado da relação bilateral, traduzindo-se em termos práticos numa sexta linha de crédito brasileira, no valor de dois mil milhões de dólares, operacional já este ano e vocacionada para a área da produção de electricidade.

Segundo o governo angolano, dois grandes projectos estão

segunda-feira, 2 de junho de 2014

BRICS: A BUSCA POR UM NOVO PARADIGMA FINANCEIRO INTERNACIONAL

1 junho 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Mario E. Burkun*


Buenos Aires -- A necessidade de poder afrontar, conjuntamente, as oscilações das fugas de liquidez em dólares e em euros durante o processo de globalização que estamos vivendo obriga economistas e políticos a quererem decidir as políticas de desenvolvimento por nós.

A submissão que implica a dupla condicionalidade do FMI e do Banco Mundial para destravar endividamentos de países e de empresas com o setor bancário privado e público internacional é o primeiro problema do debate. 

O segundo grande assunto é como conseguir desviar empréstimos e investimentos que não sejam de especulação puramente financeira e de curto prazo e direcioná-los ao investimento de liquidez na produção de bens duráveis e de capital. 

Logo, qual papel a soberania e a governabilidade política devem exercer diante da intromissão nos Estados impostas pelos planos de ajuste e as informações assimétricas e as más práticas desses