30 agosto 2016, Carta Maior
EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br
(Brasil)
Dilma, no Senado, escancarou a
inexistência de motivos reais para condená-la, exceto o assalto ao poder para
destruir a proteção da sociedade contra o mercado
por:
Saul Leblon
Um golpe não começa na véspera; nem define a sua sorte na
manhã seguinte a do assalto ao poder.
A participação segura e serena, mas assertiva da Presidenta Dilma na sessão desta segunda-feira, no Senado, surpreendeu os que imaginavam jogar ali a pá de cal em seu mandato.
O que se viu, ao contrário, foi uma chefe de governo no perfeito domínio de suas atribuições.
Dilma Rousseff se agigantou.
Diante de senadores apequenados, a repetir irrelevâncias como subterfúgio, ela escancarou a inexistência de motivos reais para condená-la, exceto o cobiçado assalto ao poder, dos que foram rejeitados pelas urnas.
Longe de ser o fim, a tentativa conservadora de inocular prostração na resistência democrática, marcou ali uma etapa dentro de
A participação segura e serena, mas assertiva da Presidenta Dilma na sessão desta segunda-feira, no Senado, surpreendeu os que imaginavam jogar ali a pá de cal em seu mandato.
O que se viu, ao contrário, foi uma chefe de governo no perfeito domínio de suas atribuições.
Dilma Rousseff se agigantou.
Diante de senadores apequenados, a repetir irrelevâncias como subterfúgio, ela escancarou a inexistência de motivos reais para condená-la, exceto o cobiçado assalto ao poder, dos que foram rejeitados pelas urnas.
Longe de ser o fim, a tentativa conservadora de inocular prostração na resistência democrática, marcou ali uma etapa dentro de
