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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

LLAMADO IMPORTANTE DE AYUDA A TODOS AQUELLOS QUE HABLEN RUSO!

19 diciembre 2014, Comunidad Saker Latinoamérica http://www.vineyardsaker.es

por Comunidad Saker Latinoamérica

Publicado el 17/12/2014 en http://vineyardsaker.blogspot.com

Queridos amigos y lectores.

Hoy estoy escribiéndoles para solicitar su ayuda. En este momento debe estar claro para todos que lo que esta sucediendo hoy no es solo una “Guerra Fría v2.0″ o simples “tensiones Occidente – Oriente”, sino una guerra total a gran escala no solo entre Rusia y EE.UU., sino entre todo el Imperio AngloSionista y la Resistencia (liderada por Rusia y los BRICS). No nos equivoquemos, no es acerca de Ucrania o, mucho menos, acerca del Donbass. Esto es acerca de un cambio de régimen en Moscú. Háganse una simple pregunta: qué le sucederá a China, Irán, Latinoamérica y el resto del planeta si los AngloSionistas tienen éxito y una figura como Eltsin/Proshenko/Hollande/Abbot/etc. asume el control del Kremlin? No estoy diciendo que la Rusia de hoy “es” la resistencia, sino estoy diciendo que Rusia es absolutamente indispensable para la Resistencia. Si Rusia pierde esta guerra, el Imperio gana el planeta. Y si Rusia gana, será el fin del Imperio. Es así de simple.

Hasta ahora esta guerra ha sido 1% guerra convencional, 30% guerra financiera y 69% guerra de información. Pero lo que es importante es esto: esos porcentajes pueden cambiar. Miren la devastación que ese 1% ha causado en el Donbass e imaginen lo que una guerra continental 100% convencional haría a nuestro planeta! De hecho,

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

LLAMADO IMPORTANTE DE AYUDA A TODOS AQUELLOS QUE HABLEN RUSO!

19 diciembre 2014, Comunidad Saker Latinoamérica http://www.vineyardsaker.es

por Comunidad Saker Latinoamérica

Publicado el 17/12/2014 en http://vineyardsaker.blogspot.com

Queridos amigos y lectores.

Hoy estoy escribiéndoles para solicitar su ayuda. En este momento debe estar claro para todos que lo que esta sucediendo hoy no es solo una “Guerra Fría v2.0″ o simples “tensiones Occidente – Oriente”, sino una guerra total a gran escala no solo entre Rusia y EE.UU., sino entre todo el Imperio AngloSionista y la Resistencia (liderada por Rusia y los BRICS). No nos equivoquemos, no es acerca de Ucrania o, mucho menos, acerca del Donbass. Esto es acerca de un cambio de régimen en Moscú. Háganse una simple pregunta: qué le sucederá a China, Irán, Latinoamérica y el resto del planeta si los AngloSionistas tienen éxito y una figura como Eltsin/Proshenko/Hollande/Abbot/etc. asume el control del Kremlin? No estoy diciendo que la Rusia de hoy “es” la resistencia, sino estoy diciendo que Rusia es absolutamente indispensable para la Resistencia. Si Rusia pierde esta guerra, el Imperio gana el planeta. Y si Rusia gana, será el fin del Imperio. Es así de simple.

Hasta ahora esta guerra ha sido 1% guerra convencional, 30% guerra financiera y 69% guerra de información. Pero lo que es importante es esto: esos porcentajes pueden cambiar. Miren la devastación que ese 1% ha causado en el Donbass e imaginen lo que una guerra continental 100% convencional haría

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

LLAMADO IMPORTANTE DE AYUDA A TODOS AQUELLOS QUE HABLEN RUSO!

19 diciembre 2014, Comunidad Saker Latinoamérica http://www.vineyardsaker.es

 

por Comunidad Saker Latinoamérica

Publicado el 17/12/2014 en http://vineyardsaker.blogspot.com

Queridos amigos y lectores.

Hoy estoy escribiéndoles para solicitar su ayuda. En este momento debe estar claro para todos que lo que esta sucediendo hoy no es solo una “Guerra Fría v2.0″ o simples “tensiones Occidente – Oriente”, sino una guerra total a gran escala no solo entre Rusia y EE.UU., sino entre todo el Imperio AngloSionista y la Resistencia (liderada por Rusia y los BRICS). No nos equivoquemos, no es acerca de Ucrania o, mucho menos, acerca del Donbass. Esto es acerca de un cambio de régimen en Moscú. Háganse una simple pregunta: qué le sucederá a China, Irán, Latinoamérica y el resto del planeta si los AngloSionistas tienen éxito y una figura como Eltsin/Proshenko/Hollande/Abbot/etc. asume el control del Kremlin? No estoy diciendo que la Rusia de hoy “es” la resistencia, sino estoy diciendo que Rusia es absolutamente indispensable para la Resistencia. Si Rusia pierde esta guerra, el Imperio gana el planeta. Y si Rusia gana, será el fin del Imperio. Es así de simple.

Hasta ahora esta guerra ha sido 1% guerra convencional, 30% guerra financiera y 69% guerra de información. Pero lo que es importante es esto: esos porcentajes pueden cambiar. Miren la devastación que ese 1% ha causado en el Donbass e imaginen lo que una guerra continental 100% convencional haría a nuestro planeta! De hecho, si perdemos la guerra de información la probabilidad de que estos porcentajes cambien para peor es muy alta. En otras palabras, para evitar una guerra convencional a nivel continental tenemos que ganar la guerra de la información.

Todos sabemos que

sábado, 6 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/DESGOSTOSA E DECEPCIONADA, RÚSSIA DESISTE OFICIALMENTE DE TODOS OS ESFORÇOS DE “DIÁLOGO” COM O IMPÉRIO ANGLO-SIONISTA

5 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

The SakerThe Vineyard of the Saker
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

 
A Alemanha não conseguiu colonizar a Russia na IIa Guerra Patriótica

Amigos,

A íntegra do discurso do presidente Putin à Assembleia Federal da Rússia já está disponível online [aqui, em espanhol e outras línguas] e, como é texto muito longo, não o reproduzirei. Proponho-me aqui a chamar a atenção de todos para quatro trechos, reproduzidos verbatim daquele discurso, com algumas passagens chaves assinaladas em negrito.

A maior parte do discurso tratou de questões econômicas e internas, mas me parece que esses quatro pontos, especialmente as expressões que Putin escolheu, realmente “contam a história” da posição do Kremlin, hoje, vis-à-vis o ocidente. Vejam com os próprios olhos:

1) Crimeia é russa para sempre:

Foi evento de especial significação para o país e o povo, porque a Crimeia é onde vive nosso povo e a península tem importância estratégica para a Rússia como fonte espiritual do desenvolvimento de uma nação russa multifacetada mas sólida e de um estado russo centralizado. Na Crimeia, na cidade ancestral de Chersonesus ou Korsun, como se lê nos antigos cronistas russos, que o Grande Príncipe Vladimir foi batizado, antes de trazer o cristianismo para a Rus.

Além da similaridade étnica, língua comum, elementos comuns da cultura material, território comum, embora antes não houvesse fronteiras demarcadas, e nascentes economia e governo comuns, o cristrianismo foi poderosa força espiritual de unificação que ajudou a envolver várias tribos e uniões tribais do vasto mundo eslavo oriental na criação de uma nação russa e de um estado russo. Foi graças a essa unidade espiritual que nossos antepassados, pela primeira vez, e dali para sempre, viram-se, eles mesmos, como nação unida. Tudo isso nos autoriza a dizer que a Crimeia, antiga Korsun ou Chersonesus, e Sevastopol têm inestimável valor civilizacional, mesmo, sagrado, para a Rússia, como o Monte do Templo em Jerusalém para os seguidores do Islã e do Judaísmo. E assim será a Crimeia, para sempre, para nós.



Brigadas antinazistas femininas da Crimeia (Sinferopol) na IIa. Guerra Patriótica


2) Rússia jamais será colônia da União Europeia:

Quanto a isso, a Rússia já fez importante contribuição para ajudar a Ucrânia. Permitam-me reiterar que bancos russos já investiram cerca de US$ 25 bilhões na Ucrânia. Ano passado, o Ministro de Finanças da Rússia prorrogou empréstimo de mais US$ 3 bilhões. A Gazprom garantiu mais

sexta-feira, 30 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/PODER GLOBAL: A RÚSSIA SOBE

28 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Há dois propósitos principais na propaganda ocidental sobre os acontecimentos atuais na Ucrânia. Primeiro, encobrir, ou pelo menos disfarçar, o papel fundamental que Washington teve na derrubada do governo democraticamente eleito da Ucrânia. Segundo, demonizar ao máximo a Rússia.

Sabe-se a verdade, mas a verdade não faz parte nem importa para a TV-empresa ocidental, ou para a imprensa-empresa impressa. Um telefonema interceptado de uma conversa entre a Secretária Assistente de Estado dos EUA Victoria Nuland e o embaixador dos Estados Unidos para a Ucrânia, Geoffrey Pyatt, revela o teor da discussão entre os dois golpistas, sobre quem seria instalado como "pessoa de confiança", a marionete de Washington, no novo governo fantoche. Outra interceptação telefônica, desta vez entre o Ministro do Exterior da Estônia, Urmas Paet, e a funcionária de política externa da União Europeia, Catherine Ashton, põe a nu as suspeitas, posteriormente confirmadas, de que os atiradores que alvejaram e mataram pessoas no conflito em Kiev vieram do lado apoiado pelos EUA no conflito. 

A "revolução" laranja 
Resumindo: depois de 2004, quando Washington orquestrou a "Revolução Laranja", que deveria entregar a Ucrânia nas mãos do ocidente, mas falhou, Washington, de acordo com Victoria Nuland, gastou nos dez anos seguintes, na Ucrânia, cerca de 5 bilhões de dólares. O numerário foi entregue a políticos que os EUA prepararam com cuidado e a Organizações Não Governamentais (ONGs) que operavam 'de fachada', fantasiadas de instituições educacionais, pró-democracia ou pró-Direitos Humanos, mas que, na realidade, Quinta Coluna de Washington na Ucrânia.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/FORÇA AÉREA RUSSA DESMORALIZA A US NAVY

8 maio 2014, Resistir.infohttp://resistir.info (Portugal)

OS MEDIA CORPORATIVOS OMITIRAM ESTA NOTÍCIA

Por Pavel Zolotarev*


O Sukhoi Su-24, dotado do mais recente complexo de interferência electrónica (jamming) paralisou o "Aegis", o mais moderno sistema de gestão de combate americano instalado no destróier "USS Donald Cook" a navegar no Mar Negro.

O destróier estado-unidense "Donald Cook", com mísseis de cruzeiro "Tomahawk", 
entrou nas águas neutras do Mar Negro no dia 10 de Abril. O objectivo era uma demonstração de força e intimidação em conexão com a posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. O aparecimento de navios de guerra americanos nestas águas é uma infracção à Convenção de Montreux acerca da natureza e duração da permanência no Mar Negro por parte de embarcações militares de países não banhados por este mar.

Como resposta, a Rússia enviou um bombardeiro desarmado Su-24 para voar em torno do destróier estado-unidense. Entretanto, peritos disseram que este avião estava equipado com o mais recente complexo electrónico russo de guerra. Segundo esta versão, o "Aegis" localizou de longe a aproximação do avião e accionou o alarme. Tudo ia normal, radares americanos calcularam a velocidade de aproximação do alvo. E subitamente todos os écrans ficaram em branco. O "Aegis" já não funcionava mais e os foguetes não podiam obter informação acerca do alvo. Enquanto isso, o Su-24 voou sobre o tombadilho do destróier, tomou posição de batalha e simulou um ataque de míssil sobre o alvo. A seguir voltou e repetiu a manobra. E repetiu isso 12 vezes.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

LA OTAN BUSCA DESESPERADAMENTE UN NUEVO ENEMIGO

25 abril 2014, RIA Novosti РИА Новости http://sp.ria.ru (Rússia, Россия)

“No juegues con el fuego”-decía mi padre/”No tires piedras al agua”-decía mi madre (Rasul Gamzatov, 1923-2003)

Columna semanal de Vicky Peláez

Los últimos acontecimientos en Ucrania, siguiendo al pie de la letra el guión escrito por Washington con la cooperación de Bruselas, dieron nueva esperanza a la vieja Organización del Tratado de Atlántico Norte (OTAN) la que después de la desintegración de la Unión Soviética en 1991 estaba buscando desesperadamente un enemigo para justificar su existencia. Por eso, no es de extrañar la belicosidad del Secretario General de la OTAN, Anders Fogh Rasmussen amenazando a Rusia por supuestamente ser responsable de lo que se está pasando en Ucrania y, en especial por su “anexión” de Crimea. Hace poco Rasmussen declaró que “tendremos más aviones en el aire, más buques de guerra en el mar y estaremos mejor preparados en tierra”, refiriéndose a una posible intervención militar de Rusia en Ucrania. También exigió las sanciones económicas más severas contra el país de Vladimir Putin.

Para entender la política de los líderes de esta organización y su actitud hay que seguir la ruta del dinero. Resulta que para este año Washington aportará a la OTAN algo de 280 mil millones de dólares que constituyen el 70 por ciento de su presupuesto que asciende a unos 400 mil millones de dólares anuales. Si tomamos en cuenta que el presupuesto del Pentágono para el 2014 es de 680 mil millones de dólares, sin contar gastos para las armas nucleares, las operaciones clandestinas de la CIA utilizando drones y  fuerzas especiales y los gastos de la NASA para el programa especial vinculado a los sistemas de misiles, llegaremos a la conclusión que los gastos militares de los EE.UU. junto con los de la OTAN superan un millón de millones de dólares al año.

En realidad la OTAN es un brazo militar y político de Washington en Europa igual como la OEA en América Latina cumple el rol del instrumento político de los Estados Unidos. Fue precisamente EE.UU. que decidió edificar un “Muro de la OTAN” alrededor de Rusia al comienzo de 1990, a pesar de la promesa dada en febrero de 1990 por el secretario de Estado James Baker al presidente de la URSS, Mikhail Gorbachov. Este dijo que “no habrá ninguna extensión de la jurisdicción de la OTAN para sus tropas ni una pulgada hacia el este”. Ahora resulta que ya en aquel entonces se planificaba la expansión de la OTAN y la única cuestión era  “si expandirse o no, sino cuando”, según el libro de James Goldgeier, “Not Whether but When: the US Expansion to Enlarge NATO”.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/VLADIMIR PUTIN: PERGUNTAS E RESPOSTAS (TV, com jornalistas)

29 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
17/4/2014, Presidência da Rússia, Kremlin (vídeo em http://eng.kremlin.ru/news/7034 )
[Introdução, falam a apresentadora, no estúdio, KIRILL KLEYMENOV e outros jornalistas, em outros pontos do país, nos estúdios, na rede online e no centro de mídias sociais.] 
KIRILL KLEYMENOV: Sr. Putin, a primeira pergunta é perfeitamente óbvia: O que o senhor pensa sobre os eventos em curso nas regiões de Lugansk e Donetsk?
PRESIDENTE DA RÚSSIA VLADIMIR PUTIN: Antes de responder sua pergunta, gostaria de voltar um pouco sobre os eventos recentes na Ucrânia.
Como vocês sabem, o presidente Yanukovych recusou-se a assinar o Acordo de Associação com a União Europeia. Não, não se recusou a assinar. Disse que não podia aceitar as condições da UE, porque piorariam dramaticamente a condição socioeconômica na Ucrânia e afetariam os ucranianos.
Yanukovych disse que precisava de mais tempo para analisar o documento e discuti-lo com os europeus. Isso provocou agitação nas ruas que culminou num golpe, não constitucional, com tomada do poder por força armada. Uns gostaram, outros não gostaram. O povo das regiões leste e sul da Ucrânia temiam pelo próprio futuro e o futuro dos filhos, porque viram um rápido crescimento de sentimento nacionalista, ameaças graves e viram que [as novas autoridades] queriam invalidar direitos de algumas minorias étnicas, inclusive direitos da minoria russa. Por outro lado, essa descrição tem de ser relativizada, porque os falantes de russo são cidadãos da Ucrânia. Mas houve uma tentativa para proibir o uso da língua russa, primeira língua de muitos cidadãos da Ucrânia. O povo ficou alarmado, é claro. Em seguida, o que aconteceu?
Em vez de começar a conversar com essas pessoas, Kiev imediatamente nomeou novos governadores - todos eles oligarcas e bilionários - para aquelas regiões. O povo desconfia muito dos oligarcas. Entendem que enriqueceram enganando o povo e saqueando propriedade pública [bens comprados durante a 'privatização' dos anos 1990s, como tb aconteceu no Brasil, nos governos de Fernando Henrique Cardoso]. E esses oligarcas lá estavam, nomeados governadores daquelas regiões. O descontentamento popular aumentou. O povo havia votado, mas o que o novo governo estava fazendo? Houve muitas prisões, mas os grupos nacionalistas armados não foram desarmados. Ao contrário, ameaçaram usar a força contra as populações do leste. Como resposta, a população no leste também começou a se armar. 
Recusando-se a ver que algo havia de profundamente errado no estado ucraniano e sem tentar